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domingo, 24 de maio de 2020

Astrofísica: Até que ponto descoberta da NASA sobre universo paralelo seria plausível?



O principal investigador de um projeto financiado pela NASA de detecção de neutrinos nega as informações veiculadas em algumas mídias, mas confirma alguns dados surpreendentes da pesquisa.

Várias mídias e redes sociais relataram recentemente que a NASA supostamente teria descoberto um universo paralelo na Antártica, no qual o tempo se move para atrás.
A verdade, porém, é que esta interpretação dos fatos suscitou diversas dúvidas nos meios científicos, segundo informa o portal Science Alert.
Tudo começou quando a respeitada revista New Scientist publicou um artigo em 8 de abril apontando para alguns resultados anômalos de experimentos de detecção de neutrinos na Antártica e que isso reforçaria as teorias cosmológicas segundo as quais existe um universo de antimatéria que se estenderia para trás a partir do Big Bang.
"Parece que, para esta versão tabloide da ciência, uma especulativa teoria física remotamente plausível, foi amplificada por razões sensacionalistas", observou ao portal Science Alert o físico Peter Gorham, especialista em partículas experimentais da Universidade do Havaí e principal investigador do projeto ANITA.

O que foi realmente descoberto?

Parcialmente financiado pela NASA, o projeto ANITA utiliza um balão gigante que voa sobre o continente antártico apontando suas antenas de rádio para o solo.
Desta forma, detectou alguns fenômenos do que pareciam ser partículas subatômicas de alta energia, conhecidas como neutrinos, atravessando a Terra.
Neutrinos são partículas subatômicas sem carga elétrica que interagem com outras partículas apenas por meio da gravidade e da força nuclear, sendo capazes de penetrar quase tudo sem interagir com a matéria, o que as torna extremamente difíceis de detectar.
Mas, se produzidos por poderosos objetos espaciais, os neutrinos podem obter uma energia tão alta que intensifica sua capacidade de interagir com a matéria.
A antena Antarctic Impulsive Transient Antenna (ANITA, na sigla em inglês) detecta sinais de chuvas de partículas secundárias, produzidas por neutrinos de alta energia que colidem com a camada de gelo do continente gelado, e que supostamente vêm do espaço profundo.

Universo (imagem referencial)
O estranho é que os neutrinos recentemente identificados vêm não do espaço profundo mas sim das entranhas de nosso planeta, onde deveriam ter colidido com algo mais antes de iniciar sua jornada pelas camadas geológicas.
Os físicos envolvidos no projeto tentaram entender se essas anomalias poderiam ser explicadas pelos modelos padrão da física, ou se teriam algo a ver com a configuração do experimento, ou então se tinha acontecido algo de verdadeiramente estranho.
Foi esta última possibilidade que alimentou as especulações sobre a existência de um universo paralelo antimatéria que se estenderia para trás a partir do Big Bang.
"Encontramos um pequeno número de anomalias em nossos dados, e só uma vez esgotadas todas as explicações possíveis dentro do Modelo Padrão da Física, será hora de equacionar outras hipóteses para além desses limites. Mas ainda não chegamos lá, muito menos ao ponto em que poderiam existir universos paralelos", garantiu Gorham ao Science Portal.

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Coronavírus: Cientistas estimam datas exatas do fim da pandemia em diversos países



Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Singapura previram matematicamente as datas exatas em que diversos países ao redor do mundo podem estar livres do coronavírus.

Cientistas da Universidade de Tecnologia e Design de Singapura criaram um complexo modelo matemático que, com base na atual tendência dos casos, prevê a data exata em que a pandemia terminará nos EUA, Reino Unido e em outros países ao redor do mundo.

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Modelo matemático SIR

Este modelo matemático, aplicado à epidemiologia, denominado modelo SIR (suscetíveis — infetados — recuperados), se baseia em dados atualizados diariamente de diferentes países, de forma a estimar as curvas do ciclo epidemiológico e as datas de fim da pandemia, informa o tabloide britânico Daily Mail.
O modelo prevê a trajetória de propagação do vírus ao longo do tempo, enquanto acompanha o número real de novos casos confirmados por dia em um determinado país.

© AFP 2020 / JOHANNES EISELE
Pessoas durante distanciamento social em círculos feitos em parque no bairro do Brooklyn, em Nova York, durante a pandemia, 17 de maio de 2020
Sendo as previsões atualizadas de forma contínua com os dados mais recentes, as previsões podem ser modificadas sempre que se prevejam alterações nos cenários a longo prazo.
O fim da pandemia pode ser determinado se os cálculos, que são apenas estimativas, forem precisos.
Contudo, os pesquisadores observaram que as previsões são apenas estimativas e estão sujeitas a mudanças, quer devido à complexidade do vírus, quer em função de outros fatores, incluindo as restrições e protocolos de testes em vigor em um país.
Apesar disso, as estimativas apontam que o fim da pandemia poderia ocorrer logo em julho em alguns países, enquanto para outros a data está mais adiante mas sempre até o final do ano.
Assim, por exemplo, para Portugal os cientistas estimam o fim da pandemia para 18 de julho, para Singapura em 19 de julho, Reino Unido em 30 de setembro e Itália em 24 de outubro.
O estudo prevê que os EUA e o segundo país mais atingido, o Brasil, só conhecerão o fim da pandemia em meados de novembro, caso as atuais medidas permaneçam em vigor e não surja nenhuma vacina.

Perigo de relaxamento

No entanto, a universidade alertou para o fato de se tratar de um modelo de previsões que deve ser observado com prudência, frisando que "qualquer excesso de otimismo com base em algumas datas finais é perigoso, por poder afrouxar a disciplina e controles e causar o retorno do vírus e da infecção", refere o Daily Mail.

sábado, 23 de maio de 2020

APONTADA COMO PIVÔ DA SEPARAÇÃO DE MAYRA CARDI E ARTHUR AGUIAR, RAÍSSA BARBOSA FAZ ENSAIO SÓ DE MÁSCARA E DIZ: ‘ELE PUXOU ASSUNTO E NÃO FOI PRA FRENTE’

Raíssa Barbosa: apontada como pivô da separação de Arthur Aguiar e Mayra Cardi Foto: reprodução/ instagram

Apontada como pivô da separação de Mayra Cardi e Arthur Aguiar, a modelo Raíssa Barbosa está capitalizando a fama inesperada nesta quarentena. E será a primeira brasileira a fazer um ensaio sensual para a capa de uma revista masculina na Europa usando máscara, acessório imprescindível na proteção do contágio pelo coronavírus. Raíssa Barbosa: apontada como pivô da separação de Arthur Aguiar e Mayra cardi Raíssa Barbosa: apontada como pivô da separação de Arthur Aguiar e Mayra cardi Foto: divulgação A modelo fotografou numa casa em São Paulo, e com ela havia apenas a fotógrafa Vanessa Dalceno e um assistente. Raíssa ainda não se acostumou ao burburinho em torno do seu nome. E garante que não tem nada a ver com a separação do ator e da coach. “Já falei que não tivemos nada, apenas ele puxou assunto comigo e não foi pra frente”, afirma ela, que tem uma teoria sobre o motivo do interesse de Arthur para essa “puxada de papo”: “Talvez pelo fato de eu e a Mayra termos o mesmo biotipo de ‘musas fitness’ ele tenha se interessado. Mas não tenho nada a ver com a separação”. Envolta em lençóis e sem dispensar a máscara, Raíssa será vista na capa da “Playboy” portuguesa em julho: “Achei muito diferente, nunca vivi uma situação assim, mas o trabalho não pode parar. Tomamos todos os cuidados necessários e aposto que vai sair uma capa incrível”.