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segunda-feira, 21 de junho de 2021

MUSA DO MOVIMENTO TRANCE, ERCILIA MICARELLI ARRASA EM ENSAIO SEXY. VEJA FOTOS

 


Existem aqueles que mantém a música como seu combustível, algo que os impulsiona a levar uma vida agitada e cheia de sensações, sem as batidas harmônicas parece que tudo perde a cor e seu significado, isso claramente ressalta a vida da exuberante Ercilia Micarelli.


 


Ercilia é natural do interior de São Paulo. A musa é apaixonada pela música eletrônica, suas redes sociais são uma junção de sua beleza com uma pitada de gostos musicais através das aventuras e viagens para raves que a morena adora fazer parte.


A paixão pela eletrônica começou em sua adolescência, época em que David Guetta e Tiesto viviam em alta, conforme os anos passaram Ercilia viveu a fase do freestep e chegou até mesmo a ter um canal para compartilhar seus passinhos de dança.


Aliás, Ercilia Micarelli teve a oportunidade de ir ao primeiro Tomorrowland que aconteceu no Brasil em 2015, depois disso não parou de frequentar festas e raves, devido a ser muito curiosa recebeu muitas oportunidades para conhecer outros estilos dentro da eletrônica e é claro que outros convites para mais festivais surgiram.




As mais vistas
























Fotos: Reprodução

Fonte: Testosterona

EUA iniciam retirada de sistemas antiaéreos Patriot do Oriente Médio, com foco na China, diz WSJ

 


Washington começou a retirar algumas das suas forças de defesa aérea de vários países do Oriente Médio, os enviando de volta aos EUA para manutenção, informou nesta sexta-feira (18) o The Wall Street Journal.

Citando funcionários da administração, o jornal observa que várias baterias de defesa antiaérea Patriot MIM-104 estão sendo retiradas do Iraque, Kuwait, Jordânia e Arábia Saudita, junto com esquadrões de caças e, pelo menos, um sistema antimísseis THAAD da Arábia Saudita.

No total, este processo inclui também centenas de sodados que operam e mantêm as baterias. Estas podem incluir um radar, estação de controle, mastros de antenas e até 16 lançadores de mísseis separados. Em relação aos THAAD, cada bateria inclui dois centros móveis de operações táticas, um potente radar terrestre e pelo menos seis sistemas de lançamento de mísseis.

Ainda assim, dezenas de milhares de soldados dos EUA permanecerão na região, incluindo pelo menos 2.500 militares no Iraque, depois que Bagdá e Washington concordaram em reduzir para metade o contingente dos EUA.

Membro da Força Aérea dos EUA perto de uma bateria de mísseis Patriot na base aérea Prince Sultan em Al-Kharj, região central da Arábia Saudita, 20 de fevereiro de 2020 (foto de arquivo)
© AP PHOTO / ANDREW CABALLERO-REYNOLDS
Membro da Força Aérea dos EUA perto de uma bateria de mísseis Patriot na base aérea Prince Sultan em Al-Kharj, região central da Arábia Saudita, 20 de fevereiro de 2020 (foto de arquivo)
Estas mudanças são parte de um plano maior de redistribuição de forças, que envolve milhares de tropas dos EUA em todo o mundo, enquanto o Pentágono se afasta da Guerra ao Terrorismo, uma campanha militar desencadeada há quase 20 anos pelos EUA em resposta aos ataques de 11 de setembro, mudando para o que denomina de "confronto de grandes potências" com a China e a Rússia. Não se sabe para onde serão enviados os sistemas Patriot e THAAD após passagem por manutenção.

Em março deste ano, os EUA realizaram seu primeiro exercício conjunto de defesa antimíssil na região do Indo-Pacífico, envolvendo quatro bases americanas, situadas na Coreia do Sul, Japão, Guam e Havaí.

Israel não vê outra 'escolha' a não ser atacar programa nuclear do Irã, segundo relatos

 


No sábado (19), o Ministério do Interior do Irã confirmou que o chefe do Judiciário da República Islâmica, Ebrahim Raisi, 60 anos, venceu a eleição presidencial no país com 61,95% dos votos.

Por sua vez, Israel acredita que com a vitória de Ebrahim Raisi não resta outra "escolha" a não ser atacar o programa nuclear do Irã, segundo o Canal 12 de Israel, citando fonte do governo.

"[O ataque] exigirá orçamento e realocação de recursos", afirmou a fonte, adicionando que as autoridades de segurança israelenses acreditam que Raisi adotará uma postura linha-dura na política externa e nuclear impulsionada pelo líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.

Anteriormente, Israel afirmou que a comunidade internacional deveria se preocupar seriamente sobre a possibilidade de Raisi se tornar o líder do Irã.

Diversos altos funcionários israelenses criticaram duramente o presidente eleito, com o vice-primeiro-ministro, Yair Lapid, descrevendo Raisi como um "extremista responsável pela morte de milhares de iranianos".

"Sua eleição deve levar a uma determinação renovada de interromper imediatamente o programa nuclear do Irã e colocar um fim a suas ambições regionais destrutivas", escreveu Lapid.

O principal juiz do Irã garantiu a maioria dos votos na eleição presidencial de sexta-feira (18), o que lhe permitiu assumir o segundo posto mais alto do país a partir de 3 de agosto. Ebrahim Raisi é considerado um linha-dura quando se trata de relações com países ocidentais.

VÍDEO mostra teste da Defesa de Israel derrubando drones com laser instalado em avião

 


Oficial israelense disse que o sistema baseado em terra, capaz de interceptar foguetes, morteiros e veículos aéreos não tripulados (UAVs), deve estar em uso até o final de 2024.

O Ministério da Defesa israelense disse, nesta segunda-feira (21), que um laser montado em avião ainda em desenvolvimento derrubou com sucesso vários drones, em alguns casos a mais de um quilômetro de distância, sobre o mar Mediterrâneo, como parte de um teste inicial do sistema.

De acordo com o chefe da equipe de pesquisa e desenvolvimento do ministério, general Yaniv Rotem, um protótipo totalmente funcional do laser de estado sólido montado em avião está a pelo menos três a quatro anos de distância. Embora haja uma versão baseada em solo do sistema, capaz de derrubar foguetes e projéteis de morteiro, além de pequenos drones e veículos aéreos não tripulados maiores, espera-se que não só esteja operacional, mas também em uso pelas Forças de Defesa de Israel até o final de 2024.

"Faremos um teste operacional até o final deste ano e quando funcionar - dentro de três anos - teremos um laser na área de Gaza", disse Rotem ao The Times of Israel.

O ensaio, que está planejado para o final deste ano, vai testar a capacidade do sistema de derrubar foguetes e projéteis de morteiro de perto, a aproximadamente oito a 10 quilômetros de distância, bem como drones. O teste deveria ser realizado mais cedo, mas o trabalho no sistema foi atrasado pela pandemia e "problemas técnicos que encontramos", disse Rotem.

© REUTERS / AMIR COHEN
Raios de luz são vistos de Ashkelon quando o sistema antimíssil Iron Dome de Israel intercepta foguetes lançados da Faixa de Gaza em direção a Israel, em 15 de maio de 2021

De acordo com o Ministério da Defesa, o benefício desse tipo de laser, tanto no ar quanto no solo, é que o preço por interceptação é insignificante em comparação com o dos mísseis interceptadores do sistema de defesa aérea de curta distância Cúpula de Ferro (Iron Dome, em inglês), cada um custando dezenas de milhares de dólares.

A desvantagem de um sistema a laser é que ele não funciona bem em épocas de baixa visibilidade. O modelo do laser instalado em avião visa contornar um pouco essa limitação, colocando o equipamento acima das nuvens.

"Interceptamos com sucesso vários UAVs no ar, em um alcance de mais de um quilômetro. Esta é uma conquista tecnológica inovadora e é crítica para o desenvolvimento de nosso sistema de laser aerotransportado de alta potência", afirmou Rotem.

O laser montado no avião foi desenvolvido em um esforço conjunto pela Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Defesa e a contratada de armas Elbit Systems. Rotem reconheceu que também poderia ser empregado como uma arma ofensiva em aviões de combate.

No vídeo de um dos testes, o laser pode ser visto travando no drone alvo, abrindo um buraco através dele ao longo de vários segundos e causando sua posterior queda no mar.

O Ministério da Defesa disse na segunda-feira (21) que um laser montado em avião, que está desenvolvendo, derrubou com sucesso vários drones, em alguns casos a mais de um quilômetro de distância, sobre o Mar Mediterrâneo, como parte de um teste inicial do sistema.

Embora o sistema a laser atualmente deva ser usado defensivamente em aeronaves maiores, Rotem reconheceu que também poderia ser empregado como uma arma ofensiva em jatos de combate.

O teste veio um ano depois que o Ministério da Defesa anunciou que havia feito um grande avanço no desenvolvimento do sistema de laser, após anos de investimento em esforços de pesquisa por empreiteiros de defesa e cientistas acadêmicos.

Um soldado israelense guarda o sistema de defesa aérea Iron Dome (Cúpula de Ferro), implantado nas colinas de Golã, perto da fronteira com a Síria.
© AP PHOTO / ARIEL SCHALIT
Um soldado israelense guarda o sistema de defesa aérea Iron Dome (Cúpula de Ferro), implantado nas colinas de Golã, perto da fronteira com a Síria.

Defesa de Israel

Acredita-se que o grupo libanês Hezbollah mantenha um arsenal de cerca de 130 mil foguetes, mísseis e granadas de morteiro, que os militares acreditam que seriam usados contra Israel em uma guerra futura. Os dois grupos da Faixa de Gaza, Hamas e Jihad Islâmica da Palestina, também possuiriam milhares de foguetes e outras munições.

Contra essas e outras ameaças, Israel opera um sistema de defesa aérea de vários níveis, composto pelo Iron Dome de curto alcance, o David's Sling de médio alcance e os sistemas Arrow e Patriot de longo alcance.