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sexta-feira, 23 de setembro de 2022

UM ESPETÁCULO! CONHEÇA A CHARMOSA E CHEIA DE SENSUALIDADE SUELYN MEDEIROS

 


Suelyn é mais conhecida no exterior do que no Brasil. A modelo ganhou fama a partir de 2006, quando foi descoberta por um olheiro durante um desfile na Semana de Moda de Nova York. Ela costumava usar o apelido de Kim Kardashian brasileira, pelas curvas e por uma sex tape vazada anos atrás, assim como a socialite americana.

 

A influencer costuma se envolver em várias polêmicas. Em 2020, foi detida no Rio de Janeiro por posse de drogas e falta do uso de máscaras, e chegou a ser dada como desaparecida. No mesmo ano, foi acusada de participar de um esquema de tráfico sexual nos Estados Unidos, mas o caso não foi pra frente.

 

Suelyn Medeiros foi figura constante em diversos clipes de artistas americanos, como Snoop Dogg, Jennifer Lopez e 50 Cent. Ela ainda participou de alguns filmes e chegou a escrever uma biografia.

 

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  • Fonte: Testosterona

    domingo, 11 de setembro de 2022

    Descontrolado, satélite dos EUA é ameaça espacial, alertam cientistas russos

     



    De acordo com o Instituto Keldysh de Matemática Aplicada da Academia de Ciências da Rússia, com sede em Moscou, o satélite em questão é o Galaxy 11, operado pela empresa de serviços de satélite Intelsat.
    Ele é um satélite de geoestacionário, utilizado para comunicações e observação de regiões específicas da Terra, lançado em 1999 como um backup para o satélite Intelsat 802.
    Os telescópios russos têm seguido vários fragmentos de pequeno porte que se destacaram do Galáxiy 11 e agora representam uma ameaça potencial para outros satélites em órbita, disseram os cientistas.
    O Instituto Keldysh disse que as razões exatas para a desintegração da espaçonave são atualmente desconhecidas, mas sugeriu que poderia ser o resultado do envelhecimento de seu isolamento térmico, painéis solares ou outros equipamentos.
    Lançamento do foguete Soyuz-2.1a (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 09.08.2022
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    Rússia lança satélite iraniano ao espaço (VÍDEO)
    No último dia 2, a Intelsat precisou desativar a carga útil de transmissão para o satélite Galaxy 15, que também está descontrolado. A empresa explicou que cargas de transmissão são desativadas para minimizar a interferência à medida que se deslocam por outras órbitas de satélite.
    O satélite geoestacionário Galaxy 15 parou de responder aos comandos em meados de agosto , com a Intelsat dizendo que os componentes eletrônicos da máquina provavelmente foram danificados por uma tempestade geomagnética.
    Como há cada vez mais satélites na órbita baixa da Terra, o lixo espacial vai se acumulando ao ponto se tornar um perigo. Em julho deste ano, um satélite europeu evitou por pouco uma colisão com um pedaço de lixo espacial.
    À medida que o Sol cospe mais erupções, os satélites enfrentam um duplo golpe com um maior arrasto e mais detritos. O problema dos destroços espaciais tem se agravado substancialmente, com centenas de milhares de fragmentos suficientemente grandes para destruir um satélite.
    Lançamento de satélite Iridium em foguete Falcon 9 da SpaceX no Complexo de Lançamento Espacial 4, Califórnia, EUA, 22 de dezembro de 2017 - Sputnik Brasil, 1920, 26.05.2022
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    Exército chinês pode destruir satélites Starlink caso ameacem segurança nacional do país, diz estudo

    Abelhas das colmeias reais foram informadas da morte de Elizabeth II

     


    A sucessão da coroa britânica envolve uma série de rituais ligados à tradição e aos costumes da monarquia do Reino Unido. Alguns deles, inclusive, são bastante inusitados.

    Após a morte de Elizabeth II, o apicultor real anunciou às suas colmeias o falecimento de seu dono, respeitando uma antiga tradição que quer que os insetos sejam mantidos informados sobre os principais acontecimentos na vida de seus mestres.
    Equanto os britânicos estão de luto pela morte da rainha, a equipe real estava ocupada cumprindo o protocolo de sucessão em todas as suas fases.
    John Chapple, apicultor real, por exemplo, recebeu a missão de informar às várias centenas de milhares de abelhas da família Windsor que a rainha estava morta.
    "A pessoa que morreu é a dona das colmeias", disse ele ao jornal DailyMail. O apicultor deslocou-se ao Palácio de Buckingham e à Clarence House para respeitar uma tradição ancestral.
    Abelha (imagem referencial) - Sputnik Brasil, 1920, 28.06.2021
    Сientistas descobrem abelhas que criaram milhões de clones nas últimas décadas
    De acordo com esse costume respeitado em muitos países europeus, as abelhas devem ser mantidas informadas sobre eventos importantes na vida de seus donos, como nascimentos ou casamentos.
    Se elas não fossem avisadas da morte, a crença é de que elas fariam seus donos pagarem por isso, parando a produção de mel ou deixando a colmeia.
    John Chapple explicou que, em cada colmeia, ele anuncia que "a senhora está morta, mas não vá embora. Seu mestre será um bom mestre para você". Em seguida, pede às abelhas para que sejam gentis com seu novo dono, e cobre cada colmeia com uma fita preta.
    "Charles não deveria se importar com isso, ele está acostumado a conversar com suas plantas e apertar a mão de cada árvore que ele coloca no chão para incentivá-las a crescer", disse o apicultor real.

    sexta-feira, 9 de setembro de 2022

    INFLUENCER E ATLETA ANNE LIMA RENOVA BRONZEADO COM BIQUÍNI DE FITA FORA DE ÉPOCA

     


    A atleta fitness Anne Lima mostra o quanto manter o corpo perfeito para as apresentações em competições de fisiculturismo são importantes e dependem de dedicação. Sua última novidade foi um bronzeado com fita adesiva que ela fez no corpo, e as fotos do “momento bronzeado” chamaram a atenção nas redes sociais.

     

    “A marquinha com esse tipo de bronzeado fica perfeita. O objetivo é mostrar o desenho feito com a fita mesmo”, explica a influenciadora, se adiantando sobre os comentários maldosos dizendo que a marca fica artificial. Anne fez questão de mostrar tanto a marquinha da parte de cima quanto a de baixo do biquíni.

     

    Essa não é a primeira vez que a atleta faz esse tipo de bronzeamento. “Sempre antes de qualquer competição, eu faço o bronzeamento de fita. Ele ajuda muito a chegar na final”, indica. A loira atualizou o bronzeado de olho no verão. “Está esquentando cada vez mais, por isso a marquinha precisa estar on”.

     

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    Anne conta que fazer o biquíni com fita no corpo leva um tempo de até 2h e sempre precisa de ajuda. “Não dá para fazer sozinha, porque a fita precisa estar passada em linhas retas. O feio é ficar com marquinha torta”, ressaltou.













    Fonte: Cena Pop

    Especialistas defendem entrada do Brasil em aliança do lítio com Argentina, Bolívia, Chile e México

     


    Conhecido por "ouro branco" ou "petróleo branco", o lítio é um minério cuja importância tem crescido nos últimos anos. A América Latina concentra grandes reservas, o que coloca a região em uma posição estratégica. E o Brasil, onde fica nesta corrida do lítio?

    O lítio ganhou esse status de mineral do futuro em razão da sua utilização em baterias de aparelhos de celular e, principalmente, de carros elétricos. Essa nova geração automotiva, que se projeta como menos poluente em razão da baixa emissão de CO2, depende do mineral. Segundo estudo da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), ligada à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a demanda pelo lítio deve crescer 40 vezes até 2040, em especial por conta das baterias automotivas.
    Estudo recente da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), do Serviço Geológico do Brasil (SGB), promoveu uma atualização das reservas de lítio no Brasil. Segundo a pesquisa "Avaliação do Potencial do Lítio no Brasil"o país saltou de 0,5% para 8% das reservas mundiais do minério. Bolívia, Argentina e Chile, que compõem o chamado "Triângulo do Lítio", possuem mais da metade das reservas mundiais. Outro país latino-americano que recentemente descobriu amplas reservas foi o México.
    Especialistas ouvidos pela Sputnik Brasil apontam que o Brasil precisa investir em mais pesquisas para se posicionar melhor no mercado internacional de lítio — e ter um mapa mais preciso sobre seu potencial de exploração — e que o país deve buscar uma aliança com Bolívia, Chile, Argentina e México.

    CELAC do lítio? OPEP do lítio?

    Durante encontro do fórum Perspectivas do Lítio da América Latina, realizado em abril com a presença dos quatro países, a Bolívia anunciou que buscava forjar uma aliança com as nações exploradoras de lítio com o objetivo de industrializar e beneficiar suas populações. O ministro boliviano de Hidrocarbonetos e Energias, Franklin Molina, defende que os 33 países da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) devem ser incorporados.
    "Deve haver uma CELAC do lítio. Para integrá-la, não deveria ser uma condição ser produtor ou ter reservas de lítio, mas sim ter mercado", disse Molina na ocasião.
    O geólogo Daniel Pasin, professor de economia mineral e geologia econômica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), acredita que o Brasil deve se integrar a essa iniciativa puxada pela Bolívia, que ele classifica de uma espécie de Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) do lítio.

    "Esses países vão criar tipo uma OPEP para o lítio para controlar os preços. O Brasil pode entrar nisso", aponta Pasin à Sputnik Brasil.

    Globo terrestre com América Latina em destaque (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 11.08.2022
    Panorama internacional
    'Maré à esquerda' na América do Sul pode impulsionar reintegração do continente, apontam analistas
    Giorgio Romano Schutte, professor de relações internacionais e economia da Universidade Federal do ABC (UFABC) e membro do Observatório de Política Externa e da Inserção Internacional do Brasil (OPEB), tem uma avaliação parecida. O especialista acredita que a união do Brasil com outros países produtores é fundamental para uma valorização da produção.

    "Há uma corrida pelo lítio. As baterias vão ser uma questão-chave, não só pelos carros elétricos. Tem grandes mercados, grandes empresas disputando. Se os países que têm reservas apostarem no 'cada um por si', têm menos poder de barganha. Como tem muita concentração na América do Sul, você pode imaginar uma organização para se posicionar conjuntamente nesse mercado. É muito difícil, mas faz sentido. Faz sentido coordenar para negociar melhor com chineses, europeus, americanos", aponta à Sputnik Brasil.

    Diante do aumento das reservas, Schutte defende que o Brasil pense em um modelo de desenvolvimento para a exploração do lítio com o objetivo de aumentar o valor agregado. O pesquisador aponta que é preciso um plano robusto, com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e empresas presentes. Não simplesmente fazer um edital.

    "Se isso [esse aumento das reservas] se confirmar, há mais um motivo para coordenar essa atuação. Argentina está no Mercosul. Bolívia e Chile são membros plenos [associados]. [...] É uma pauta possível de atuação conjunta", disse Schutte.

    As reservas nacionais de lítio

    Pensando no estímulo da exploração do lítio, o governo brasileiro decidiu eliminar entraves, retirando as regras que o colocavam na mesma categoria dos minerais e insumos radioativos, cuja exploração precisa passar pela aprovação da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). Com isso, o Ministério de Minas e Energia avalia que a produção de lítio e derivados poderá receber investimentos de cerca de R$ 15 bilhões até 2030.
    Os especialistas avaliam essa medida como positiva. "O lítio não é radioativo igual urânio e tório. Por conta dessa ação do governo, houve uma facilitação para a prospecção e exploração do lítio", aponta Pasin.
    O professor da UERJ acredita que isso está diretamente ligado com a expectativa de demanda do lítio. Há uma projeção que aponta que o número de carros elétricos vai saltar de 5 milhões para 35 milhões até 2030. Para Pasin, é importante realizar mais pesquisas sobre os pegmatitos de lítio presentes no território brasileiro para se ter uma dimensão melhor.

    "Se revisitarem alguns lugares-chave em que ocorrem esses pegmatitos, pode ser que o Brasil suba em reservas. Esses pegmatitos não foram totalmente avaliados. Tem que fazer um trabalho de pesquisa e avaliação econômica geológica robusto. Ainda pode haver novas descobertas de jazidas de lítio no Brasil", aponta Pasin.

    Isso é fundamental para posicionar o Brasil internacionalmente e estimular investimentos no país. Atualmente, apenas três empresas atuam no país, AMG Mineração, Sigma e Companhia Brasileira de Lítio (CBL).

    "O Brasil ainda não é um país que se coloca como exportador de lítio, mas tem como ser", afirma o professor da UERJ.

    O especialista reforça que o principal meio para se alcançar esse status é o investimento em pesquisa, avaliação econômica geológica e valorização da produção. Entre as possibilidades que podem impulsionar a produção nacional está a de revisitar os rejeitos de lítio que não foram bem aproveitados anteriormente.

    Questão ambiental e fortalecimento diplomático

    Pasin destaca ainda outros benefícios que uma união com outros países poderia trazer. O fator ambiental é um dos principais.
    "[Como o carro elétrico está na moda], dizem que é uma energia limpa porque emite menos CO2. Vendem uma ideia de uma matriz energética mais limpa, mas, por trás disso, toda bateria precisa de elementos que precisam ser explorados na natureza, o que causa um impacto ambiental", destaca.
    Ele cita o Salar de Uyuni, na Bolívia, que considera um patrimônio da natureza. "É preciso pensar em explorar de uma maneira sustentável. Explorar detonando com tudo não dá. O lítio tem passado por uma exploração mais devagar mesmo."
    Turistas no Salar de Uyuni, rico em lítio, na Bolívia, em 5 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 08.09.2022
    Turistas no Salar de Uyuni, rico em lítio, na Bolívia, em 5 de fevereiro de 2022
    Uma exploração mais sustentável passa por avanços tecnológicos e uma legislação mais consistente, o que poderia ser articulado em conjunto pelos países da possível aliança do lítio.
    Pasin enxerga o lítio como um ponto de partida para uma maior sinergia dos países em termos de cooperação.

    "A opção conjunta pode trazer benefícios no fortalecimento até de outras commodities. Começa com o lítio, mas um convênio diplomático pode promover uma sinergia maior entre esses países em outras áreas. O lítio pode ser o gatilho para que acordos bilaterais e multilaterais saiam do papel. Começa no lítio, depois vai para outra coisa", finaliza o pesquisador.

    Vista aérea da aldeia Rapkô, dos índios Xikrins, na Terra Indígena Trincheira Bacajá, em São Félix do Xingu, no Pará (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 27.07.2022
    Notícias do Brasil
    Amazônia é foco de interesse e de atuação da política externa dos EUA, afirma analista
    Fonte Sputinik