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domingo, 17 de maio de 2026

Boa Forma! Aos 50 anos, Giovanna Antonelli leva web ao delírio com fotos de body cavado: 'Oitava maravilha'

 


A atriz Giovanna Antonelli voltou a agitar as redes sociais neste domingo (17) após publicar uma sequência de fotos que chamou atenção dos seguidores. Aos 50 anos, a artista compartilhou cliques em diferentes poses e cenários, exibindo a silhueta definida e o resultado da rotina fitness. 

As imagens viralizaram e renderam uma enxurrada de elogios dos fãs, que lotaram os comentários da atriz com mensagens exaltando a beleza dela. 

“Não tem elogio capaz de definir tamanha beleza”, escreveu uma seguidora. “Como pode ser a mais bonita do mundo?”, comentou outra internauta. Um absurdo de tão lindaaaa, disse outra.

 “Oitava maravilha do mundo!!!”, publicou uma fã. 

 Giovanna Antonelli costuma chamar atenção nas redes sociais pela boa forma e pela rotina fitness.

Mãe de três filhos, Pietro, fruto do relacionamento com o ator Murilo Benício, e das gêmeas Sofia e Antônia, do casamento com o diretor Leonardo Nogueira, com quem Antonelli teve um relacionamento de mais de uma década.

A atriz frequentemente compartilha treinos, hábitos saudáveis e momentos em família com os seguidores.

Famosa por personagens marcantes da televisão, como Jade, da novela O Clone, Giovanna também é vista pelos fãs como um símbolo de beleza e autoestima.






domingo, 23 de junho de 2024

Revelam em Israel máscara de pedra do Neolítico de 9.000 anos (FOTO)

 


Uma máscara de pedra do Período Neolítico foi exposta pela primeira vez pelo Museu de Israel em Jerusalém.

O artefato raro foi recuperado de ladrões pela unidade antirroubo da Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI), e transferido para o Departamento de Arqueologia da Administração Civil na Judeia e Samaria para um estudo mais aprofundado.
De acordo com uma declaração de imprensa da AAI, a máscara é feita de calcário rosa amarelo e foi entalhada durante o Período Neolítico, há cerca de 9.000 anos.

"O design da máscara tem características faciais que são perfeitas e simétricas, até mesmo na forma de maçãs do rosto, um nariz impressionante e uma boca mostrando os dentes", disse Ronit Lupo, especialista da AAI.

Máscara de calcário de 9 mil anos recentemente recuperada pelas autoridades israelenses antirroubo - Sputnik Brasil, 1920, 10.06.2024
Máscara de calcário de 9 mil anos recentemente recuperada pelas autoridades israelenses antirroubo
Foram desenterradas apenas 16 máscaras de pedra deste período, muitas das quais descobertas na área sul do deserto do Monte Hebron-Jehuda. Em sua produção, todas elas compartilham traços e características semelhantes, sugerindo que pertencem ao mesmo grupo de cultura neolítica pré-cerâmica B (PPNB, na sigla em inglês), escreve o Heritage Daily.
"A descoberta da máscara confirma nossa suposição de que a área sul do Monte Hebron era um centro para a produção de máscaras de pedra e, aparentemente, também para a atividade religiosa no Neolítico pré-cerâmico."

Navio naufragado de 3.300 anos com carga intacta é descoberto perto de Israel (VÍDEO)

 


Uma embarcação de prospecção de gás natural que operava a cerca de 90 km da costa de Israel se deparou com um navio repleto de centenas de ânforas que data dos séculos XIV-XIII a.C., ou seja, têm 3.300-3.400 anos.

De acordo com a Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA, na sigla em inglês), trata-se de um dos mais antigos exemplos conhecidos de uma embarcação navegando longe de terra.
A descoberta de um navio do final da Idade do Bronze tão longe no mar indica que as aptidões de navegação dos marinheiros antigos eram mais avançadas do que se pensava, porque podiam viajar sem uma linha de visão da terra, diz IAA.

A grande profundidade em que o navio foi encontrado, de 1.800 metros, significa que ele permaneceu intocado por ondas, correntes ou pescadores ao longo de vários milênios, oferecendo maior potencial de pesquisa, relata a autoridade.

"A descoberta deste barco agora muda toda a nossa compreensão das aptidões dos antigos marinheiros. É o primeiro a ser encontrado a uma distância tão grande, sem linha de visão para qualquer massa terrestre", disse Jacob Sharvit, chefe da unidade marinha da IAA, acrescentando que duas embarcações similares da mesma época foram descobertas anteriormente, mas mais perto da costa.

O navio carregava centenas de ânforas intactas, que eram provavelmente utilizadas para transportar azeite, vinho ou fruta, escreve AP News.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

Astrônomos detectam estrela que passou pelo Sistema Solar há 2,5 milhões de anos

 


Não muito tempo atrás em termos astronômicos, a estrela HD 7977 voou perto do Sol. Provavelmente o astro terá passado perto o suficiente para afetar a nuvem de Oort.

Cientistas analisaram como esta e outras estrelas visitantes podem afetar os objetos do Sistema Solar.
Nuvem de Oort é uma hipotética região esférica nos confins do Sistema Solar que contém bilhões de objetos semelhantes a cometas. Embora não haja observações diretas que confirmem que ela existe, muitos fatores circunstanciais apontam para sua existência.
Durante vários anos, os astrônomos têm estado analisando os dados de pesquisa do telescópio cósmico Gaia na busca de objetos que se aproximaram do Sistema Solar no passado ou passarão no futuro.
Um desses objetos foi identificado como HD 7977, uma anã amarela com uma massa semelhante ao Sol que agora está a cerca de 246,9 anos-luz de distância.

análise dos últimos dados da pesquisa de Gaia mostrou que aproximadamente 2,47 milhões de anos atrás HD 7977 voou a uma distância de vários milhares de unidades astronômicas (uma unidade astronômica é a distância média do Sol à Terra).

Ilustração artística da nuvem de Oort - Sputnik Brasil, 1920, 22.12.2023
Ilustração artística da nuvem de Oort
Já a nuvem de Oort, que circunda o Sol, se situa a uma distância de duas mil a dez mil unidades astronômicas. Por isso, a estrela deve ter perturbado os objetos na nuvem e cometas de período longo.
Pesquisadores calcularam que há cerca de 2,47 milhões de anos essa estrela aproximou-se do Sol a uma distância menor que 12,3 mil unidades astronômicas (com uma probabilidade de 90% – menos de 0,2 ano-luz), ou até menos de 2,5 mil unidades astronômicas (com uma probabilidade de 10% – menos de 0,05 ano-luz). Vale ressaltar que atualmente a estrela mais próxima se situa a mais de quatro anos-luz do Sol.


quarta-feira, 29 de junho de 2022

Raro tesouro romano de 1.900 anos é encontrado no País de Gales (FOTO)


 


Dois caçadores de tesouros, usando detectores de metal, encontraram um tesouro romano de aproximadamente 1.900 anos no norte do País de Gales.

O tesouro, encontrado no dia 14 de junho, continha moedas romanas, incluindo moedas de prata do imperador Nero e Trajano, e um broche medieval de prata.
Raro tesouro romano datado de 1.900 anos é encontrado no norte do País de Gales.
A descoberta é considerada como uma evidência da atividade romana em torno da Montanha Halkyn durante os séculos I e II d.C, segundo o Daily Post.
Além das moedas, foi encontrado um broche medieval decorado com linhas transversais entalhadas com nielo negro, um metal composto por enxofre, cobre, prata e chumbo.

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terça-feira, 21 de junho de 2022

China procura se 'antecipar' à NASA e ESA e transportar à Terra amostras de Marte 2 anos antes

 


O projetista-chefe da primeira missão independente da China em Marte planeja usar dois foguetes que completarão a retirada e transporte à Terra de amostras do Planeta Vermelho

A China informou ter planos de retornar à Terra com amostras de rochas de Marte até julho de 2031, dois anos antes de uma missão conjunta planejada pela agência espacial norte-americana NASA e pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Sun Zezhou, projetista-chefe da Tianwen-1, primeira missão independente da China em Marte, anunciou na segunda-feira (20) que a próxima começará no final de 2028. As sondas espaciais aterrissarão em Marte em setembro de 2029, enquanto as amostras serão retornadas à Terra em julho de 2031.
A agência espacial chinesa pretende usar seus dois poderosos foguetes, o Longa Marcha 5 e Longa Marcha 3B, para completar a nova missão Tianwen-3, que incluirá uma única aterrissagem e decolagem de Marte para retirar amostras do Planeta Vermelho.
Imagem do rover Zhurong capturada pela câmera de alta definição HiRISE, que está a bordo do MRO - Sputnik Brasil, 1920, 23.03.2022
Sociedade e cotidiano
Satélite da NASA fotografa rover chinês viajando pela superfície de Marte (FOTOS)
O foguete Longa Marcha 5 carregará um módulo de pouso e um veículo de subida, com o último transportando as amostras para a órbita de Marte a uma velocidade de 4,5 km/s.
O segundo foguete, Longa Marcha 3B, deverá partir no final de outubro de 2030 e retornar à Terra em julho de 2031. Ele transportará um módulo de órbita e retorno. Assim que o veículo de subida levar as amostras de Marte para a órbita, a espaçonave se aproximará das amostras e as capturará antes de transportá-las à Terra.
Uma apresentação no 120º aniversário da Universidade de Nanjing, China, detalhou que os cientistas chineses usarão amostragem de superfície, perfuração e amostragem inteligente móvel durante a missão, e não um rover para coletar amostras de rochas de diferentes locais, como no caso da missão da NASA e da ESA.

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Descobrem no Egito enormes blocos de pedra de 4.500 anos do reinado do faraó Quéops (FOTOS)

 


Uma missão arqueológica conjunta egípcio-alemã descobriu blocos de pedra que datam do reinado de Quéops – antigo monarca egípcio


Khufu, ou Quéops, foi o segundo faraó da IV dinastia na primeira metade do período do Império Antigo (século XXVI a.C.). Diz-se que foi ele quem encomendou a construção da Grande Pirâmide de Gizé.
A missão tinha como objetivo realizar escavações na antiga cidade de Heliópolis, a capital da XIII província do Baixo Egito que também era um importante centro religioso.
Arqueólogos descobriram grandes blocos de granito nas ruínas do Templo do Sol perto do obelisco de faraó Sesóstris I. Trata-se na primeira descoberta do período do rei Quéops na região de Ain Shams.
Mostafa Waziri, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, anunciou a descoberta em um comunicado à imprensa, sugerindo que os blocos de pedra poderiam ter sido parte de um edifício outrora situado na área das pirâmides de Gizé, removido mais tarde e reaproveitado durante o período Raméssida, escreve Heritage Daily.
Nas escavações também foram desenterrados sarcófagos e altares de distintos períodos, além de um modelo escultural de quartzo na forma de Esfinge do rei Amenhotep II, a base de uma estátua do rei Amásis II e a base de uma estátua colossal de macaco de granito rosa representando um babuíno.

As mais vistas da semana

sábado, 18 de junho de 2022

Antigos hominídeos já sabiam fazer fogo há pelo menos 800.000 anos, aponta estudo (FOTO)

 


Arqueólogos de Israel e Canadá encontraram provas concretas de que o Homo erectus sabia manejar o fogo há cerca de 800.000 ou 1.000.000 anos. A conclusão foi tirada após estudo minucioso de utensílios e fragmentos encontrados em Israel

A equipe que conduziu o estudo reexaminou ferramentas de pedra, restos de fauna e depósitos descobertos na década de 1970 em um sítio arqueológico que data do Paleolítico Inferior, e que está localizado em uma pedreira no povoado de Evron.
Nenhum dos objetos tinha evidências visuais de ter sido submetido ao fogo, mas a equipe aplicou métodos químicos que levaram à conclusão de que as ferramentas do sítio e 13 fragmentos de presas haviam sido expostas a diferentes temperaturas, aponta comunicado do Instituto Weizmann de Ciência.

Supõe-se que o uso controlado do fogo pelos antigos hominídeos data de um milhão de anos, que é quando os arqueólogos acreditam que o Homo habilis começou a sua transição para Homo erectus.


Pesquisadores descobrem evidências de [uso] de fogo em um sítio arqueológico de 1 milhão de anos em uma pedreira de Evron, em Israel.
Os cientistas propuseram uma teoria que foi denominada de "hipótese da cozinha", que aponta que o uso do fogo foi fundamental na nossa evolução e que não só permitiu aos nossos antepassados sobreviver ao frio ou criar ferramentas, mas também se proteger dos predadores. O único problema com esta hipótese é a falta de informações.
Até agora, as evidências arqueológicas de tratamento térmico de ferramentas e alimentos baseavam-se principalmente na identificação visual de artefatos com provas de terem sido submetidos ao fogo.
Através deste e outros métodos tradicionais só foi possível encontrar evidências de uso do fogo que não vão além dos 200 mil anos. No entanto, os cientistas decidiram reexaminar os objetos e restos usando espectroscopia Raman e outros métodos descritos no estudo publicado no portal PNAS.
Esqueleto de indivíduo do sexo masculino e idade entre 35 e 50 anos - Sputnik Brasil, 1920, 18.03.2022
Sociedade e cotidiano
Antropólogos revelam mistérios de esqueletos coloridos da 'cidade mais antiga do mundo' (FOTOS)
Como resultado da pesquisa de 26 artefatos de pedra descobriu-se que estes foram expostos a altas temperaturas. No que se trata de fragmentos de ossos, foi possível identificar 13 fósseis que foram expostos a temperaturas superiores a 600 ºC.