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quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Antigo império andino produzia cerveja alucinógena que permitia manter estrutura política e social

 


A elite wari compartilhava a bebida com a população durante as longas festas, garantindo a manutenção do poder, segundo os pesquisadores.

Uma equipe de pesquisadores descobriu que o Império Wari do Peru, entre os anos 600 e 1.000 d.C., utilizava a cerveja misturada com uma substância alucinógena para realizar festas prolongadas, o que permitiu a seus líderes fortalecer sua estrutura social e política, detalha um artigo publicado na revista Antiquity.
Liderados por Matthew Biwer, professor de arqueologia do Dickinson College, na Pensilvânia, os especialistas escavaram um sítio chamado Quilcapampa, onde descobriram um poço com aproximadamente um milhão de restos botânicos, incluindo sementes de uma árvore conhecida como molle, utilizadas para fabricar uma bebida alcoólica fermentada chamada chicha, similar à cerveja.
A equipe também encontrou próximo do local, sementes de árvores de angico-branco, que possuem propriedades alucinógenas.

Ao misturá-las, a comunidade wari obteve uma bebida que, segundo Biwer, gerava um "efeito alucinógeno muito leve e controlado".

A bebida era compartilhada com a comunidade durante festas prolongadas, e teria ajudado os líderes a aumentar seu vínculo com a população.
Dessa forma, o grupo dominante mantinha sua posição de superioridade e criava na sociedade uma sensação de dívida por ter tido essa experiência.
De acordo com os autores do estudo, a cultura wari oferecia "festas psicotrópicas memoráveis e coletivas, porém se assegurava de que não pudessem ser replicadas de maneira independente", devido à dificuldade de obter e preparar a bebida que permitia às elites "legitimar e manter seu status elevado".

Além disso, os pesquisadores observaram que compartilhar a bebida com a sociedade representava um elemento central do "desenvolvimento político andino", onde o "maior número" de pessoas podia "participar coletivamente dos efeitos de um alucinógeno".
Nesse sentido, concluíram que a "experiência psicotrópica" servia para "reforçar o poder do Estado wari" e era um "passo intermédio entre as estratégias políticas exclusivas e corporativas".

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

EUA sofrerão declínio semelhante ao do Império Britânico, diz especialista chinês

 


Yan Xuetong, um dos mais importantes cientistas políticos da China, falou à revista Spiegel sobre o que ele considera o iminente declínio dos Estados Unidos.

De acordo com Yan Xuetong, os EUA passarão pelo mesmo cenário de declínio que o Império Britânico.

"O Reino Unido foi por muito tempo a potência mais poderosa do mundo, seu declínio levou tempo, durou várias décadas", afirmou.



© FOTO / PIXABAY/KALHH
O dólar (moeda dos EUA) e a bandeira estadunidense

O cientista político afirmou que não está surpreso com o processo pelo qual os EUA estão passando.

"Com o tempo, todos os impérios entram em decadência, nada mudará nos próximos milênios. Grandes potências passam por três fases: ascensão, estagnação e decadência", ressaltou.

Além disso, Xuetong afirmou que a futura confrontação entre a China e os EUA será baseada na busca da supremacia tecnológica.

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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Ex-coelhinha da Playboy comemora sucesso de seu 'império digital' de ensaios sensuais



Ícone da Playboy e CEO da revista digital 'Diamond Brazil', Viviane Bordin falou sobre o sucesso como empresária e como sua experiência em uma das maiores revistas de ensaios sensuais do mundo a ajudou a construir seu 'império digital'. " "Eu trabalhei muito tempo com a Playboy, tive contrato a Playboy da América Latina durante dois anos. A sede deles era na Argentina, então eu viajei bastante com eles e fiz vários eventos, muitos trabalhos de foto e várias revistas no mundo. Aqui no Brasil eu fiz três vezes a Playboy, sendo duas capas. Fui capa da revista em Portugal também. Então com toda essa experiência em ensaios sensuais desde que eu comecei como modelo, eu me inspiro na Playboy, que foi onde eu trabalhei por muito tempo. Como eu sou a diretora da Diamond, eu que organizo tudo, que contrato as modelos, organizo toda a produção", conta a modelo, que está feliz da vida com o excelente desempenho de seu site no período da pandemia. "O site evoluiu nesse tempo de pandemia. Como as pessoas estavam em casa procurando por entretenimento online, eu tive um êxito nesse quesito. Então foi muito bom pra mim. Subiu, sim, o número de assinaturas na pandemia, os acessos também. E a revista conseguiu ficar mais conhecida, além do Brasil, inclusive, porque já temos também o Diamond Europa e o Diamond Estados Unidos. Estamos crescendo cada vez mais", revela Viviane Bordin.


























O DIA