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sábado, 8 de maio de 2021

OUSADA E BELA! MODELO PAULA LIMA DIZ QUE NÃO CONSEGUE NAMORADO POR CAUSA DOS NUDES QUE POSTA NO ONLYFANS. VEJA FOTOS

 


Paula Lima está usando o Instagram para ganhar dinheiro com fotos e vídeos nua. Ela publica os conteúdos em seus stories somente para assinantes, que são selecionados através da função Melhores Amigos. Apesar de ganhar um bom dinheiro, nem todos aceitam bem o seu trabalho, principalmente no campo das relações amorosas. “Infelizmente, muitos homens querem ficar comigo, mas não querem compromisso. Eles têm medo dos julgamentos por causa da venda do conteúdo. Preconceito com meu trabalho”, afirma.


A musa do Corinthians diz que todo trabalho honesto merece respeito. “Eu vendo as fotos e vídeos compra quem quer. O que há de errado nisso?”, questiona a ex-participante do “Bela do Verão”, reality da Redetv! Solteira, musa do Corinthians avisa: “Precisa aceitar meu trabalho” – Surgiu  


Apesar disso, Paula não pretende deixar o seu trabalho, ou melhor não deixará por este motivo. “Não vou deixar de fazer nada por causa de homem. Vou parar a hora que eu quiser, mas nunca por causa de um namorado”, disse a beldade.



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  • Musa do Corinthians, Paula Lima diz que gosta de assistir jogos do Mengão e  elege os jogadores mais gatos do time – Top Vips













    Fonte: UOL

    domingo, 21 de março de 2021

    Almirante russo explica por que OTAN não consegue detectar submarino russo no Mediterrâneo

     


    O submarino russo Rostov-na-Donu do projeto 636.6, da Frota do Mar Negro, que desapareceu dos radares dos navios da OTAN no mar Mediterrâneo, está em contato e transmite informações, disse à Sputnik uma fonte familiarizada com a situação.

    "Há já uma semana que as forças antissubmarino da OTAN estão tentando encontrar no mar Mediterrâneo o submarino Rostov-na-Donu […] As tentativas de o encontrar falharam. Ao mesmo tempo, o comando russo não perdeu contanto com o submarino", afirmou a fonte.

    Segundo ela, a OTAN dispõe de grandes meios no mar Mediterrâneo, mas o nível de furtividade do submarino russo excedeu as expetativas.

    "Eles empregaram grandes meios na busca do submarino, mas não tiveram sucesso. Sendo assim, em condições de operações de combate eles estariam na mira, o que os deixa muito irritados", ressaltou a fonte.

    Recentemente, vários meios de comunicação estrangeiros relataram que um grupo de navios da Aliança Atlântica, após obter contato, começou a busca do submarino diesel-elétrico russo B-237 Rostov-na-Donu do projeto 636.6 Varshavyanka.

    Na quinta-feira (18), o jornal israelense News Israel relatou sem mencionar fontes que há cerca de um mês o submarino entrou no mar Mediterrâneo através do estreito de Gibraltar. Foi aí que 6ª Frota dos EUA começou a rastreá-lo, no entanto, alguns dias atrás, o submarino desapareceu dos radares dos sistemas de controle americanos e desde então tem sido indetectável.

    Submarino do projeto  636.3 Varshavyanka
    © SPUTNIK / VITALY ANKOV
    Submarino do projeto 636.3 Varshavyanka

    A edição italiana Formiche indicou que vários países da OTAN, incluindo a Itália, estiveram envolvidos na operação de busca do submarino russo no Mediterrâneo, observando ainda que anteriormente os países-membros da OTAN já o tinham perdido de vista várias vezes.

    De acordo com almirante Viktor Kravchenko, ex-chefe do Estado-Maior da Marinha da Rússia, os submarinos do projeto 636.6 continuam sendo os navios mais silenciosos do mundo, e é por isso que a OTAN tem tido tantas dificuldades para rastreá-lo no Mediterrâneo.

    "Que procurem então. Ele [o submarino] está justificando sua furtividade", disse Kravchenko.

    Anteriormente, o Ministério da Defesa russo informou que o ruído produzido pelo submarino Lada é ainda menor que o do submarino Varshavyanka, o qual, devido a sua invisibilidade acústica, foi apelidado de "buraco negro" no Ocidente.

    sábado, 21 de março de 2020

    'Uma geração morreu': província italiana não consegue enterrar todas as vítimas da COVID-19 (VÍDEO)

    Funcionários de agência funerária em cemitério da província de Bergamo, na Itália, 16 de março de 2020


    Caixões se acumulam e cadáveres são isolados em casa na província de Bergamo, cujas empresas funerárias não conseguem atender à alta na demanda.

    Caixões aguardando o enterro estão sendo colocados em fila nas igrejas e cadáveres dos que faleceram em casa estão sendo mantidos isolados em quartos, em função da dificuldade do serviço funerário da cidade de Bergamo de atender à alta na demanda.
    província é a mais afetada pela pandemia de coronavírus, que já matou 2.978 pessoas na Itália, todas cremadas ou enterradas sem cerimônias fúnebres. Os que faleceram no hospital estavam sozinhos até o último momento.
    A província de Bergamo, com 1,2 milhões de habitantes, localizada na Lombardia, já contabilizou 1.640 mortes e 3.993 casos de coronavírus, de acordo com os dados desta quinta-feira (19).
    Desde o dia 1º de março, a principal empresa funerária da província, chamada CFB, informou já ter realizado quase 600 enterros, reportou o The Guardian.
    "Em um mês normal, nós teríamos realizado cerca de 120 enterros", disse o diretor da funerária, Antonio Ricciardi. "Uma geração inteira morreu em pouco mais de duas semanas. Nunca vimos nada parecido, e a vontade que dá é de chorar."
    escassez de caixões também afeta a província. Para além disso, muitos funcionários das funerárias também estão doentes.
    "Nós também estamos com dificuldade porque muitos dos nossos funcionários estão doentes, então não temos tantas pessoas para transportar e preparar os cadáveres", contou Ricciardi.
    Existem cerca de 80 empresas funerárias em Bergamo, cada uma recebendo dezenas de ligações por hora.

    Contato com cadáveres

    Os hospitais italianos estão adotando medidas mais rigorosas para o manuseio de cadáveres de pacientes infectados pela COVID-19.
    "As famílias não podem ver aqueles que faleceram ou providenciar um funeral apropriado, e isso é uma questão grave do ponto de vista psicológico", disse Ricciardi.
    Para aqueles que falecem em casa, o processo pode ser bastante burocrático, uma vez que são necessárias as visitas de dois médicos para realizar a liberação do corpo.
    "Então é necessário esperar que os médicos venham e, em tempos como esse, muitos deles também estão doentes", acrescentou Ricciardi.
    Stella, professora da província, contou ao The Guardian que "ontem, um senhor de 88 anos morreu. Ele teve febre por alguns dias. Não havia como chamar a ambulância, porque a linha estava sempre ocupada", contou.
    "Ele morreu sozinho no seu quarto. A ambulância chegou uma hora depois, mas claro que já não havia o que fazer. Como não havia caixões disponíveis em Bergamo, tivemos que deixá-lo na cama, e isolar o quarto para que seus parentes não entrassem", contou Stella.
    Os parentes não são autorizados a ver os pacientes infectados no hospital, ou a ter contato com as pessoas falecidas.
    "Não podemos nem dizer adeus. Essa é a pior parte", disse Alessandro, que perdeu um tio de 74 anos na Lombardia.
    Até esta quinta-feira (19) de manhã, a Itália confirmou 35.713 casos de coronavírus e 2.978 mortes. O país é o segundo mais afetado do mundo pela pandemia de COVID-19.