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quarta-feira, 28 de julho de 2021

Dona de um corpo escultural, Dani Mendonça revela os próximos passos de sua carreira

 


Dona de um corpo escultural, a influenciadora Dani Mendonça revela os próximos passos de uma carreira que cada vez mais tem ganhado destaque nas redes sociais.

Com mais 700 mil seguidores no Instagram, Dani Mendonça tem impressionado cada vez mais seus fãs pela estética de seu shape wellness, a cintura bem fina e sua proporção corporal.

 

Conhecida como Loira do Sul, Daniele Mendonça é atleta de fisiculturismo, modelo, influenciadora digital e youtuber. Atualmente morando em São Paulo, ela está na reta final de preparação para uma competição onde parte em busca de seu cartão profissional.

 

Para quem não sabe, nas competições de musculação, o termo "profissional" (ou "pro") é dado a um atleta que venceu competições de qualificação como amador e ganhou um "cartão profissional" de sua respectiva organização. Além disso, os profissionais ganham o direito de competir em competições que incluem prémios monetários. Vale lembrar que, dependendo do nível de sucesso, esses fisiculturistas podem receber compensação monetária de patrocinadores, como atletas de outros esportes.

 

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Além dos preparativos para a competição, Dani também já está preparando para ser o grande destaque na escola de samba Estácio de Sá no próximo carnaval: “Serei musa da escola. Me sinto super honrada pelo convite e todos aqueles que gostam de samba poderão conhecer um pouco sobre mim até lá. Por isso, já estou cuidando do corpo para todos gostarem do resultado quando me verem na Sapucaí”, comenta.


Dani também é moradora da Mansão Maromba. Uma espécie de reality show que tem feito sucesso no YouTube, onde diversas pessoas diferentes moram em uma casa e o objetivo de todos é fortalecer o corpo. O canal é um dos mais acompanhados na plataforma de vídeos, tanto que atualmente possui mais de 2,5 milhões de inscritos.



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  • Tanto Austrália quanto EUA teriam poucas chances em guerra contra China, diz ex-general australiano

     


    Segundo ele as forças militares da Austrália durariam "apenas alguns dias" em uma guerra cada vez mais provável contra a China e que o Exército dos EUA não seria tão poderoso quanto parece.

    O ex-general do Exército australiano e atual senador liberal, Jim Molan, alertou sobre a verdadeira ameaça que a China representa para a Austrália a um canal de TV do país na terça-feira (27). Segundo Molan, os australianos precisam começar a aceitar e se preparar para uma guerra com o "vizinho cada vez mais agressivo".

    O senador acredita que "a guerra é mais provável do que a maioria das pessoas está disposta a admitir", advertiu.

    "China e segurança nacional são a questão mais perigosa para nós", afirmou o senador Molan, descartando a suposição de que os EUA protegeriam a Austrália da China, já que segundo ele o Exército norte-americano é mais fraco do que a maioria das pessoas imagina.

    O ex-general contou ainda que exercícios secretos de guerra vazaram para o público, mostrando que o Exército dos EUA provavelmente seria derrotado se um conflito com a China ocorresse. 

    Paraquedistas da 173ª Brigada Aérea do Exército dos EUA se preparam para embarcar em aeronave em Papa, Hungria, 11 de maio de 2021
    © AP PHOTO / LASZLO BALOGH
    Paraquedistas da 173ª Brigada Aérea do Exército dos EUA se preparam para embarcar em aeronave em Papa, Hungria, 11 de maio de 2021

    No caso de um confronto sobre Taiwan, o senador Molan apostou que os EUA também provavelmente perderiam, deixando a Austrália sozinha: "Se os americanos entrarem e tentarem atacar Taiwan e perderem - e há uma boa probabilidade de que o façam - então nós [Austrália] estaremos por conta própria", disse.

    O senador Molan elogiou a "brilhante" e "inteligente" Força de Defesa Australiana (ADF, na sigla em inglês), mas enfatizou que ela simplesmente não era páreo para a China, que possui o maior exército do mundo.

    "[A ADF] Não pode lutar com força suficiente. Não é grande o suficiente, não tem massa para defender este país […] Mesmo em 10 anos, teremos um exército que ainda não é letal o suficiente", adiantou.

    Por fim, o senador Molan disse que nem tudo era desgraça e tristeza para a Austrália, destacando que o principal conflito global era entre a China e os EUA e não entre a China e a Austrália.

    Embora o ex-general acredite que a guerra seja "provável", ele não acha que seja inevitável. Por enquanto, o senador Molan diz que os militares australianos devem voltar à prancheta, permanecer prudentes quanto ao potencial de guerra e se concentrar na segurança estratégica interna.

    Porto de Darwin

    Um dos primeiros passos, segundo o senador Molan, é retomar o porto de Darwin, por ser uma base crítica de projeção de defesa.

    "Retirar Darwin seria uma indicação de autoconfiança, preocupação, determinação e resolução. É por isso que acredito que devemos fazer isso", indicou.

    Darwin sempre foi de importância estratégica para a Austrália, devido à sua proximidade com a região Ásia-Pacífico. No entanto, nos últimos anos, essa importância cresceu exponencialmente, à medida que o poderio econômico e militar da China aumentou significativamente.

    O porto de Darwin pertenceu à estatal chinesa Landbridge desde 2015, depois que o Partido Liberal do país do governo do Território do Norte concedeu à corporação um arrendamento do porto por 99 anos.

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    Biden alerta sobre possível guerra com Rússia por alegados ciberataques (VÍDEO)

     


    Presidente dos EUA alertou para a possível ameaça de guerra com a Rússia devido a supostos ataques cibernéticos e alegou que a Rússia já estaria interferindo nas eleições de meio de mandato do próximo ano.

    Nesta terça-feira (27), o presidente norte-americano, Joe Biden, durante discurso para a comunidade de inteligência dos Estados Unidos, alertou sobre a possível ameaça de guerra com a Rússia, resultante de alegados ataques cibernéticos, e afirmou que Moscou já estaria intervindo nas eleições de 2022.

    "Acho mais provável que acabemos em guerra, uma verdadeira guerra de tiros com uma grande potência. Será consequência de uma violação cibernética, de grande importância", disse Biden na visita ao Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional.

    No mesmo dia de manhã, o presidente dos EUA recebeu um relatório de inteligência alegando que Moscou já interfere nos preparativos para as próximas eleições nos Estados Unidos.

    "Veja o que a Rússia já está fazendo em relação às eleições de 2022 e à desinformação. É uma violação clara de nossa soberania", declarou Biden.

    Comentando sua recente reunião com o presidente russo, Vladimir Putin, em Genebra, Biden disse que "ele [Putin] sabe que vocês são melhores que o time dele e isso o incomoda demais".

    Em março, a inteligência norte-americana acusou a Rússia de interferência na eleição presidencial de 2020. A Embaixada da Rússia em Washington disse em comunicado que as acusações são totalmente infundadas e que não foram fornecidas evidências das alegações. Um relatório da inteligência dos EUA sobre as ameaças estrangeiras às eleições de 2020 afirma que Vladimir Putin autorizou esforços para minar o então candidato democrata Joe Biden.

    Índia implanta jatos Rafale perto do Tibete em meio a tensões com China

     


    Após uma recente visita aos Himalaias por Xi Jinping, presidente da China, a Índia enviou jatos Rafale produzidos pela França ao Comando Aéreo Oriental do país, perto do Tibete.

    A Força Aérea da Índia (IAF, na sigla em inglês) enviou um lote de jatos Rafale ao Esquadrão Nº 101, na base aérea Hasimara, no Comando Aéreo Oriental, que fica a cerca de 300 km do Tibete, relata na quarta-feira (28) no Twitter uma conta oficial militar índia.

    A Força Aérea da Índia introduziu hoje [28] Rafale no Esquadrão Nº 101 do Comando Aéreo Oriental da Força Aérea na estação Hasimara. [Rakesh Kumar Singh] Bhadauria, marechal-chefe do ar, presidiu a cerimônia de posse. O evento incluiu a chegada de Rafale à Hasimara e a saudação de canhão d'água.

    "A introdução de Rafale foi cuidadosamente planejada em Hasimara, tendo em mente a importância de reforçar a capacidade da IAF no setor oriental", disse Bhadauria.

    Bhadauria disse não ter dúvidas de que o esquadrão dominará quando e onde for necessário, e "assegurará que o adversário será sempre intimidado simplesmente por sua presença".

    Segundo uma declaração na quarta-feira (28) de Ajay Bhatt, ministro de Estado da Defesa da Índia, o país recebeu até agora 26 dos 36 aviões Rafale que encomendou à empresa francesa Dassault Aviation.

    "A entrega dos 36 aviões Rafale está prosseguindo conforme o cronograma", acrescentou Bhatt, citado pelo jornal The Economic Times. Os jatos Rafale multiuso são conhecidos pela superioridade aérea e pelos ataques de precisão.

    Dias antes, Xi Jinping, presidente da China, visitou o Tibete, sua primeira viagem à região desde que assumiu o poder em 2012, e a primeira visita de um líder chinês em 31 anos, sugerindo "implementar o pensamento do partido de fortalecer o Exército na nova era, implementar a estratégia militar da nova era".

    A inteligência da Índia sugere que a China tem aumentado suas instalações da Força Aérea perto da fronteira com a Índia, construindo ou expandindo pelo menos 16 bases aéreas pela Região Autônoma Tibetana.

    Este recente artigo destaca os desenvolvimentos em curso na infraestrutura da China em Tibete. É mencionada a construção de três novos aeroportos na região, [e] o mapa ajuda a visualizar o corredor de conectividade aérea tomando forma ao lado da infraestrutura existente

    Os dois países asiáticos têm contestado as áreas fronteiriças nos Himalaias desde que a República da Índia e a República Popular da China se formaram na década de 1940, com vários confrontos ocorrendo ao longo das décadas, incluindo uma guerra em 1961, apesar da criação da Linha de Controle Real após esse conflito.

    O mais recente conflito ocorreu em junho de 2020, com mortes dos dois lados. Apesar dos armistícios negociados desde então, tanto Nova Deli como Pequim têm continuado o destacamento de forças militares à região.

    EUA revelam aumento drástico de aviões russos perto do Alasca, sendo recorde desde Guerra Fria

     


    Um general norte-americano informou que em 2020 os EUA interceptaram um número recorde de aviões militares russos perto do Alasca. O aumento de voos da Rússia é relacionado com os esforços planejados para melhorar a capacidade de combate, conforme um especialista.

    O vice-chefe do Estado-Maior para Estratégia, Integração e Requisitos da Força Aérea dos EUA, general Clinton Hinote, afirmou que em 2020 os Estados Unidos interceptaram perto do Alasca um número recorde de aviões militares russos desde os tempos da Guerra Fria.

    As mudanças climáticas continuam fornecendo novas oportunidades para operações na região ártica, segundo o general norte-americano.

    "Não só há uma tendência para aquecimento, como isso permite maior atividade. Curiosamente, toda essa atividade não é benigna. Assim, como exemplo, no ano passado interceptamos mais voos militares russos perto do Alasca do que desde a Guerra Fria. Então, há uma tendência não apenas de competição, mas de competição no domínio militar", disse o general Hinote.

    Comentando o discurso do general dos EUA, o editor-chefe da revista militar Natsionalnaya Oborona, Igor Korotchenko, afirmou à Sputnik que o aumento dos voos russos no espaço aéreo do Ártico é relacionado com os esforços planejados para melhorar a capacidade de combate. A Rússia realiza manobras nas regiões que têm interesse para a Força Aeroespacial da Rússia.

    "O aumento dos voos de Tu-160 e Tu-95MS no espaço aéreo do Ártico é relacionado com o aprimoramento planejado da capacidade de combate, nossos bombardeiros estratégicos atuam em distâncias intercontinentais. São treinamentos de missões de combate nas regiões que interessam à Força Aeroespacial da Rússia", disse o editor-chefe da revista militar.

    O especialista destacou que o aumento drástico de intercepções de aviões russos por caças da Força Aérea dos Estados Unidos na região do Alasca reflete a atividade crescente da Força Aeroespacial da Rússia na área.

    O especialista militar adicionou que os bombardeiros russos realizam os voos em conformidade com a lei do uso do espaço aéreo, sem violar fronteiras.

    FOTO de satélite revela que China estaria construindo mais 110 silos de mísseis balísticos

     


    A China estaria construindo 110 novos silos para mísseis balísticos nucleares na região autônoma de Xinjiang, segundo imagens de satélite recentemente publicadas.

    A Federação dos Cientistas Americanos (FAS, na sigla em inglês) divulgou fotos de um campo chinês recentemente detectado onde supostamente estão sendo construídos mais de 100 silos para mísseis nucleares. O campo está perto da cidade de Kumul (também chamada de Hami), na região autônoma de Xinjiang.

    A construção, supostamente vista nas imagens, "constitui a expansão mais significativa do arsenal nuclear da China na história", disseram especialistas da Federação de Cientistas Americanos, acrescentando que o programa de implantação de mísseis da China é "o mais extenso desde a construção de silos para mísseis pelos Estados Unidos e a União Soviética durante a Guerra Fria".

    O campo está à distância de 380 quilômetros do local de suposta construção de outros 119 silos para mísseis balísticos intercontinentais em um deserto próximo à cidade de Yumen.

    O novo campo foi localizado por Matt Korda, pesquisador associado ao Projeto de Informação Nuclear da FAS. A construção começou em março deste ano e está sendo realizada "a um ritmo rápido", conforme especialistas.

    ​Encontramos um segundo campo de silos para mísseis nucleares chineses em Xinjiang oriental.

    Os pesquisadores da FAS destacaram que não se sabe como Pequim usará os novos silos e quantas ogivas terá cada míssil. É possível carregar todos os silos com mísseis ou apenas alguns, para usar os restantes como armadilhas.

    Os locais são provavelmente destinados a mísseis balísticos intercontinentais DF-41, que podem transportar múltiplas ogivas e atingir alvos a 15.000 quilômetros de distância.

    A FAS disse que há várias razões para a construção de novos silos. Segundo a organização, "este novo complexo de mísseis representa uma reação lógica à dinâmica competição armamentista, em que vários jogadores com armas nucleares - incluindo a Rússia, Índia e Estados Unidos – estão melhorando suas forças nucleares e convencionais, bem como as capacidades de defesa antimísseis".