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domingo, 3 de outubro de 2021

MISS BUMBUM 2021: Conheça a gatíssima modelo e dançarina Taty Sindel, representa do Estado da Paraíba

 


A dançarina, modelo e influenciadora, Taty Sindel representa o Estado da Paraíba no Miss Bumbum Brasil 2021. Com 1,4 milhões de seguidores só no Instagram, a morena participou de alguns episódios do humorístico Zorra Total e chegou a ser apontada como affair do jogador Gabigol.

 

Com 113 cm de bumbum, Taty disse que sua maior motivação para o concurso é o espaço na mídia e o aumento do engajamento nas redes que o concurso #missbumbum2021 pode dar.

 

Taty foi anunciada no Instagram por Andressa Urach: “Chegou a hora! A bailarina Taty Sindel vai concorrer ao título do bumbum mais bonito do Brasil e um prêmio de 50 mil reais!”, avisou.

 

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Fotos: Reproduções

 

Fonte: UOL

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

PARAIBANA GATA! BLOGUEIRA DE 21 ANINHOS ESBANJA SENSUALIDADE EM ENSAIO FOTOGRÁFICO

 


Natural de Cajazeiras, Paraíba, Ayarla Souza tem 21 anos de idade e poderia ser uma jovem dentre outras tantas que estão espalhadas pelo Brasil.

Mas foi fazendo sucesso nas redes sociais que ela se tornou uma influenciadora digital com mais de 450 mil seguidores no Instagram.



Ela alimentava as redes sociais com vídeos dançando funk. Agora, além de dançar, ela canta, e está fazendo muito sucesso em todo o Nordeste brasileiro com o estilo bregafunk.



Ela conta que o sucesso nas redes sociais começou de forma despretensiosa: “Eu sempre dancei por diversão. Por isso comecei a fazer vídeos dançando e publiquei no Instagram. Foi quando pude ver que as pessoas gostaram e decidi então trabalhar com isso”. O sucesso foi tanto que hoje ela canta e faz shows em várias cidades do Nordeste.

Veja as fotos da Gata:


 

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Extrema Direita: Dono de grupo de comunicação na Paraíba diz que jornalistas deviam ser apedrejados (ouça)



Dono do Sistema Correio e ex-senador, Roberto Cavalcanti tem um conglomerado de comunicação na Paraíba e retransmite a Record no estado


Em participação na sua própria rádio, o dono do Sistema Correio, afiliada da Record, e ex-senador Roberto Cavalcanti defendeu que jornalistas que noticiam os números do avanço da Covid-19 no Brasil sejam "apedrejados".

"Tem determinadas emissoras que ao darem o placar de quantos morreram no País naquele dia parece um gol da seleção do Brasil: 'hoje batemos dez mil, batemos recorde!'. Isso é uma vergonha, é um País que deveria ter vergonha cara. Um radialista um jornalista que fizesse um negócio desse deveria ser apedrejado na rua", disse Cavalcanti.
O ex-senador parece ter tomado ciência do que disse e logo em seguida tentou se desculpar. "Descarrego meu silêncio de 62 dias para hoje. Me exaltei, peço desculpas".
Roberto Cavalcanti é dono do Sistema Correio, conglomerado de comunicação da Paraíba. Ele também foi senador da República por alguns anos.

Hoje, em sua própria rádio, ele disse que jornalistas que noticiam as mortes por coronavírus deveriam ser APEDREJADOS NA RUA.

É isso mesmo.


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terça-feira, 28 de abril de 2020

Humilhação: empresários obrigam trabalhadores a se ajoelhar em protesto contra quarentena na Paraíba


Após o ato vexatório, vários comerciários denunciaram anonimamente ao Sindicato dos Comerciários de Campina Grande os constrangimentos a que foram submetidos para que a atividade fosse realizada


Brasil de Fato | João Pessoa (PB) - A população da Paraíba foi surpreendida por uma cena chocante na segunda-feira (27). Trabalhadoras e trabalhadores do comércio de Campina Grande ajoelhados, fazendo louvores e orações pedindo a reabertura do setor.
Por trás da ação, um protesto organizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Campina Grande ao Tribunal de Justiça da Paraíba que buscava a reabertura do comércio local. A entidade alega que a suspensão das atividades comerciais, em decorrência da pandemia do novo coronavírus, acarretará a falência de diversos comerciantes na cidade de Campina Grande.
Após o ato vexatório, vários comerciários denunciaram anonimamente ao sindicato os constrangimentos a que foram submetidos para que a atividade fosse realizada. Em nota, o Sindicato dos Comerciários de Campina Grande se posicionou dizendo que "é falsa a informação que este movimento foi organizado e realizado em comum acordo entre as partes".
Ainda de acordo com a entidade, trabalhadores "foram coagidos a participar do movimento por parte de alguns empresários chefes de algumas empresas, com a ameaça da possibilidade de afastamento dos seus postos de trabalho".
O Ministério Público do Trabalho (MPT) informou ao Brasil de Fato que não recebeu denúncia formal sobre o fato. "Mas, diante das notícias veiculadas na imprensa local, já foi instaurado procedimento investigatório (notícia de fato) para apurar os fatos", declarou Andressa Lucena, procuradora do MPT em Campina Grande.
Nas redes sociais, houve protestos contra a atitude dos empresários e denúncias de violação dos direitos trabalhistas e humanos.
Covid-19 na PB
De acordo com o secretário da Saúde estadual, Geraldo Medeiros, estudos indicam que a Paraíba está atravessando o pico dos casos de doença e que os números elevados de casos devem continuar até o final do mês de maio. Na última semana, a ocupação dos leitos em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) saltou de 16% para 58%. O secretário não descarta um colapso no sistema de saúde.
Há 633 casos confirmados da covid-19 e 53 mortes no estado, segundo dados desta terça-feira (28). Há uma semana, em 20 de abril, eram 263 casos. Campina Grande possui 42 casos confirmados.Trabalhadores do comércio ajoelhados em Campina Grande nesta segunda (27) / Reprodução
Veja a nota do Sindicato dos Comerciários:
O Sindicato dos Comerciários de Campina Grande e Região, vem a público informar, que diferentemente do que foi divulgado pelos empresários organizadores do ato que pediu a reabertura do comércio ocorrida na manhã desta segunda-feira (27), e reproduzido por alguns veículos de comunicação da cidade, a categoria não comunga com o pedido de retorno das atividades nesse momento, assim como o Sindicato, entidade oficial representativa da categoria, que em nenhum momento foi consultado pelos organizadores da atividade, sendo assim, é falsa a informação que este movimento foi organizado e realizado em comum acordo entre as partes.
Além disso, vem a público denunciar, que muitos funcionários participantes do referido ato, através de denúncias anônimas, foram coagidos a participar do movimento por parte de alguns empresários chefes de algumas empresas, com a ameaça da possibilidade de afastamento dos seus postos de trabalho. Como também denuncia a postura de alguns empresários, que dada à presença dos representantes da categoria, de maneira agressiva tentaram inviabilizar a fiscalização e o trabalho destes.
Sendo assim, repudiamos veementemente qualquer tentativa de coação aos trabalhadores e trabalhadoras, assim como qualquer pedido de retorno às atividades que desrespeitam as orientações dos organismos de Saúde e as medidas de prevenção e segurança no combate ao Covid-19 e que ponham em risco a saúde dos comerciários e de toda população campinense.
O Sindicato reitera a defesa do posicionamento que vem sendo tomado, desde o início dessa crise, de diálogo e respeito às orientações dos órgãos de saúde competentes, sejam eles internacionais, nacionais, estaduais e municipais, as recomendações do Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal e Ministério Público do Trabalho, como também o respeito da suspensão das atividades realizadas via Decreto Estadual e acatado pela Gestão Municipal e o retorno gradual das atividades em momento oportuno de resolução dessa crise. O Sindicato ainda defende a manutenção dos postos de trabalho, a garantia de todos os direitos, a defesa da saúde e da vida dos trabalhadores (as) e seus familiares.