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domingo, 7 de junho de 2020

Bolsonaro desperta temor na democracia e Brasil corre risco de escalada autoritária, diz Financial Times


"Poucos presidentes eleitos atenderiam e contemplariam protestos nos quais os manifestantes pedem pelo fechamento do Congresso e da Suprema Corte, sendo substituídos por uma lei militar. Ainda assim, isso é o que o Sr. Bolsonaro fez - não uma, mas várias vezes", destaca o jornal britânico


Um dos principais jornais do mundo, o conservador Financial Times publicou um editorial neste domingo (7) em que afirma que Jair Bolsonaro “desperta o temor” na democracia e que o Brasil corre o risco real de uma escalada autoritária. 
“No Brasil, há uma possibilidade mais preocupante: que Bolsonaro, cada vez mais confrontado, esteja desiludido com o processo democrático pelo qual ele foi eleito e queira minar as instituições que sustentam o país”, diz o jornal britânico. 
"Isso pode soar exagerado. Mas poucos presidentes eleitos atenderiam e contemplariam protestos nos quais os manifestantes pedem pelo fechamento do Congresso e da Suprema Corte, sendo substituídos por uma lei militar. Ainda assim, isso é o que o Sr. Bolsonaro fez - não uma, mas várias vezes. No fim de semana passado ele apareceu em uma dessas manifestações montado a cavalo”, ressalta trecho do editorial
"Agora, os brasileiros estão preocupados com o fato de Bolsonaro estar tentando provocar uma crise entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário para justificar a intervenção militar”, diz o jornal. “Seus índices de popularidade em queda e problemas crescentes com a pandemia de coronavírus - o Brasil agora tem o terceiro maior número de mortes no mundo - estão prejudicando suas chances de reeleição”, destaca o texto. 
"Até o momento, as instituições brasileiras resistiram ao ataque, com forte apoio público. É improvável que o exército apoie um golpe militar para instalar Bolsonaro como um autocrata. Mas outros países devem observar: os riscos para a maior democracia da América Latina são reais e estão crescendo", finaliza. 

domingo, 31 de maio de 2020

SP, RJ e MG têm manifestações contra Bolsonaro e a favor da democracia (VÍDEOS, FOTOS)



Neste domingo (31), pelos menos três capitais brasileiras registraram atos a favor da democracia e contra o governo do presidente brasileiro Jair Bolsonaro.


Em São Paulo, centenas de manifestantes participaram do ato na Avenida Paulista. A manifestação foi convocada por torcidas antifascistas de futebol e liderada pela Gaviões da Fiel, do Corinthians. 
Gaviões da Fiel, em ato de torcidas antifascistas na avenida Paulista, no início da tarde deste domingo, pedindo por democracia.

12,6 mil pessoas estão falando sobre isso

​Ao final da manifestação, houve cenas de violência e confronto com repressão policial. Pelo menos três pessoas foram detidas.
PM avança jogando bombas de gás lacrimogêneo ao longo da av Paulista

1.503 pessoas estão falando sobre isso

​Um grupo de manifestantes a favor do presidente Jair Bolsonaro também esteve presente na região e foi isolado pela polícia militar.
Apoiadores do Bolsonaro ocupam a avenida Paulista a poucos menos de manifestação antifascista.

Por @draomcqueen
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64 pessoas estão falando sobre isso

​​No Rio de Janeiro, uma torcida organizada do Flamengo também realizou um ato pela democracia no bairro de Copacabana.

Veja outros Tweets de Não Consigo respirar👿☠👿☠

​Em Belo Horizonte, Minas Gerais, manifestantes também foram às ruas convocados por torcidas organizadas.
Assim como em São Paulo com a torcida do Corinthians e de outros times de futebol, em Belo Horizonte atleticanos também fizeram um ato neste domingo contra o fascismo. 👇🏾

55 pessoas estão falando sobre isso

Manifestação no Rio de Janeiro pede fim da violência policial

Uma manifestação está marcada para acontecer na tarde deste domingo (31) em frente à sede do governo estadual do Rio de Janeiro contra a crescente violência policial no estado. Os manifestantes se organizaram para levar em conta medidas de distanciamento social e uso de máscaras.
Em abril, mesmo durante a quarentena devido à pandemia da COVID-19, houve recorde das chamadas "mortes por intervenção de agente do Estado", as mortes de civis causadas pela polícia.

© REUTERS / RICARDO MORAES
Neilton Pinto chora durante o funeral de seu filho, João Pedro Pinto, de 14 anos. De acordo com testemunhas, o adolescente foi baleado durante operação policial contra traficantes em São Gonçalo, no Rio de Janeiro.
Ao longo do mês de abril, o primeiro mês completo sob quarentena, foram 177 mortes causadas pela polícia no estado, segundo os dados do Instituto de Segurança Pública de Rio de Janeiro. Com o resultado, esse foi o mês de abril com mais mortes desde o início da série histórica, em 2003.
O mês de abril de 2020 também foi o segundo com mais mortes causadas pela polícia no história do Rio de Janeiro, atrás apenas de julho de 2019, quando foram mortas 195 pessoas pela polícia.

domingo, 19 de abril de 2020

Presença de Bolsonaro em ato contra democracia 'incomoda' ala militar do governo




A presença do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na manifestação deste domingo (13) que, entre as pautas, pedia a intervenção militar  causou incômodo a ala militar do governo. De acordo com informações do G1, dois aspectos foram levantados. Primeiro, por colocar as Forças Armadas numa situação de constrangimento ao participar de um ato contra os direitos democráticos. Depois, por novamente participar de um evento com aglomeração de pessoas, contrariando as recomendações das autoridades sanitárias internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), e, inclusive, o Ministério da Saúde, para o combate à propagação do coronavírus. Por fim, ainda segundo a publicação, ministros do núcleo próximo ao presidente Jair Bolsonaro também externaram surpresa com o gesto dele e temem que esse tipo de conduta acabe aumentando o seu isolamento.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Ministro Augusto Heleno é 'radical ideológico contra a democracia', diz Maia



O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quarta-feira (19) que a postura do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, é "triste" e que ele se comporta como um adolescente ao agredir o Congresso.

Augusto Heleno disse durante a reunião de ministros com o presidente Jair Bolsonaro que o governo não deveria ceder "às chantagens" do Congresso e orientou o presidente a "convocar o povo às ruas".
"Nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo", disse Heleno em um áudio captado em transmissão ao vivo da Presidência pela Internet, segundo o jornal O Globo.

© FOLHAPRESS / PEDRO LADEIRA
O ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), General Augusto Heleno.
Maia respondeu Augusto Heleno e afirmou que a fala do ministro em relação ao Congresso não era a mesma quando os parlamentares estavam votando o salário dos militares da reserva.
"Geralmente, na vida, quando a gente vai ficando mais velho, a gente vai ganhando equilíbrio, experiência e paciência. O ministro, pelo jeito, está ficando mais velho e está falando como um jovem, um estudante no auge da sua juventude. É uma pena que o ministro com tantos títulos tenha se transformado em um radical ideológico contra a democracia, contra o Parlamento. Muito triste. Não vi por parte dele nenhum tipo de ataque quando a gente estava votando o aumento do salário dele como militar da reserva", disse Maia, citado pelo jornal O Globo.
O presidente da Câmara completou dizendo que a postura de Augusto Heleno seria melhor aproveitada em um "gabinete de rede social, tuitando, agredindo, como muitos têm feito".
"Não é a primeira vez que ele ataca, mas dessa vez veio a público. É uma pena. Todos nós sabemos da competência dele na carreira militar. É uma pena que ele considere a relação com um Parlamento que tanto tem produzido para o Brasil, muitas vezes em conjunto com o governo, principalmente com a equipe econômica, como um Parlamento que quer chantagear. Muito pelo contrário. Esse Parlamento se quisesse apenas deixar as pautas correrem soltas, o governo não ganhava nada aqui dentro. Tudo é feito por responsabilidade com o Brasil", afirmou Maia.

Queimadas Bahia: quem luta por seus direitos e contra abusos dos poderosos?



Ser cidadão é não se calar, lutar pelos direitos e pela democracia


Estamos vendo em Queimadas, uma luta de servidores contra as humilhações e prejuízos causados pela gestão petista na cidade e uma inércia total da câmara de vereadores. E além da falta de atuação de vereadores em Queimadas, vemos também o silêncio de outras entidades, como por exemplo, igrejas que sempre fizeram política (quando lhe convém) e outras representações religiosas do município, também parecem não ter voz. Não se deram conta que o dever social tem muito haver com a busca da espiritualidade. Lembrem-se do que diz a palavra de Deus no Apocalipse "os covardes não entrarão no Reino do Céu...".





As pessoas precisam lutar mais pelos seus direitos e não apenas ficarem resmungando em off ou disfarçadamente em redes sociais. Quando Israel está falando na rádio por exemplo, quantos professores entram para demonstrar apoio e pronunciar suas próprias conclusões? Está fechado como categoria para defender apenas o que lhe interessa e esperar seu representante agir é uma coisa, queremos ver agir também como cidadão, lutando contra o que estiver errado no município! Quando Eduardo Santana está falando na rádio, quantos servidores entram para apoiar e falar suas posições? Quando os professores estão lutando pela valorização dos profissionais e pela educação, quantos alunos demonstram apoio? Aliás, porque os alunos em Queimadas não são organizados? Não tem grêmio estudantil, União Estudantil e nem cobrança por direitos dos alunos? A partir dos 16 alunos já votam! Quantos vão a câmara cobrar os vereadores que votaram? Quantos alunos ao invés de ficar postando no Instagram fazem um texto ou movimento de protesto em favor de seus professores? Se aluno pode votar, porque não podem cobrar seus direitos? O problema de Queimadas é que cada cidadão só defende algo quando aperta o seu calo. Vemos por exemplo, todo ano, formandos correndo atrás de politico para pedir patrocínio para formatura e festas, mas, não existem outras coisas importantes no município para cobrar os políticos? Alunos por exemplo, não andam no transporte escolar e não querem saber quanto foi gasto em gasolina, enquanto os pais tem que comprar a farda? Se a gestão pode gastar um absurdo em combustível, não poderia dar o fardamento escolar aos alunos? Os alunos não podem cobrar estradas melhores e melhor manutenção das escolas? Deixem de silenciar, cobrem seus direitos também! Organizem grêmios estudantis, façam associações de alunos, ativem sua voz!



Onde está por exemplo, a Associação de Pais e Mestres? Onde estão os colegiados que foram eleitos para defender a educação em Queimadas? Onde está os representantes dos pais e alunos? JÁ NÃO TEMOS APOIO DO MINISTÉRIO PÚBLICO, JUDICIÁRIO E LEGISLATIVO NO MUNICÍPIO, PORTANTO, SE NÃO LUTARMOS PELOS NOSSOS DIREITOS, OS PODEROSOS CONTINUARÃO RINDO!

DA REDAÇÃO DO C7 POLÍTICA



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