Nesta terça-feira (21), autoridades dos Estados Unidos devem discutir duras medidas a serem impostas contra a Rússia em caso de invasão da Ucrânia, incluindo o bloqueio do acesso de materiais sensíveis para a indústria de tecnologia.
Conforme publicou a agência Reuters citando uma fonte anônima da Casa Branca, as possíveis sanções podem incluir o bloqueio de importações de peças para smartphones, aeronaves e automóveis, além de outros materiais importantes para diversos setores.
As autoridades dos EUA ainda devem consultar seus principais parceiros na Europa e na Ásia que poderiam ser afetados no caso de implementação dessas medidas.
Os EUA usariam medidas extraordinárias de controle de exportação para impedir a Rússia de importar tecnologias industriais e de consumo com o objetivo de gerar impacto sobre a economia e a sociedade russa.
Para tal, o governo do presidente norte-americano Joe Biden empregaria ferramentas utilizadas pelo seu predecessor, Donald Trump, que bloqueou o acesso da Huawei a semicondutores e sancionou a empresa, o que gerou transtornos na cadeia produtiva da fabricante chinesa.
Mulher com máscara usando smartphone com propaganda da 5G da Huawei
As tensões em relação à Ucrânia cresceram nas últimas semanas após acusações de que a Rússia estaria preparando uma invasão ao país vizinho. Moscou, porém, nega essas acusações e tem chamado a atenção para a atividade militar da OTAN perto das fronteiras russas, o que o Kremlin considera uma ameaça à sua segurança nacional. O governo russo já afirmou que não permitirá que a OTAN instale sua infraestrutura no país vizinho.
Os democratas do Senado dos Estados Unidos divulgaram nesta terça-feira (25) um plano de ação climática de US$ 400 bilhões (cerca de R$ 2,2 trilhões) para tornar os EUA uma economia de baixo carbono.
Conforme o plano divulgado pelos congressistas do partido, a ideia é criar condições para atingir a meta global de emissões zero até o ano de 2025.
"A crise climática não é uma ameaça distante. Está aqui agora e será catastrófico se não contra-atacarmos imediatamente", disse o líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, ao lançar o plano "Caso para Ação Climática: Construindo uma Economia Limpa para o povo estadunidense".
"Os democratas estão empenhados em trabalhar - de forma decisiva e agressiva - para evitar os altos custos humanos e econômicos de uma crise climática que se agrava e para orientar a transição para uma economia de baixo carbono", acrescentou Schumer.
Segundo o plano, os gastos federais com ações climáticas serão aumentados para pelo menos 2% do Produto Interno Bruto (PIB) anualmente. Em 2019, o PIB dos EUA acumulou US$ 21,3 trilhões (cerca de R$ 117 trilhões), de acordo com o Departamento do Tesouro estadunidense.
Os democratas também pretendem criar um mínimo de dez milhões de novos empregos a partir da iniciativa e reinvestir pelo menos 40% dos benefícios obtidos em populações negras e latinas, bem como nas comunidades de baixa renda, desindustrializadas e desfavorecidas.
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante Convenção do Partido Republicano dos EUA, em Charlotte, Carolina do Norte, EUA, 24 de agosto de 2020
A expectativa é de que o plano será recebido com críticas por parte do presidente dos EUA, Donald Trump, e de membros do partido republicano, que em geral são negacionistas da mudança climática. O governo Trump, que apoia projetos ambientalmente sensíveis como a exploração de petróleo de xisto, notificou a Organização das Nações Unidas (ONU) ainda em 2019 informando que os EUA deixarão, a partir de 4 de novembro deste ano, o Acordo de Paris, um acordo climático global.
A saída está marcada para ocorrer apenas um dia após a eleição presidencial de 3 de novembro, na qual Trump espera garantir um segundo mandato com uma vitória sobre o candidato democrata, Joe Biden. Recentemente, ambos os candidatos foram oficialmente apontados durante a convenção de seus respectivos partidos.
Entre 1993 e 2014, o “Véio da Havan”, como é conhecido, conseguiu 55 empréstimos no banco
Empresário bolsonarista que se diz contra a interferência do Estado na economia, Luciano Hang, dono da Havan, se beneficiou do BNDES, uma ferramenta estatal de financiamento econômico, para fazer crescer sua empresa. Hang tem 147 lojas em 18 estados do País.
Entre 1993 e 2014, o “Véio da Havan”, como é conhecido, conseguiu 55 empréstimos no banco, totalizando valores atualizados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais de R$ 72 milhões, segundo reportagem do Metrópoles.
O jornal conseguiu as informações, qualificadas com o ”fake news” pelo empresário, pela Lei de Acesso à Informação (LAI).
Como os pequenos comerciantes e o povo poderão resistir a crise sozinhos?
Em entrevista cedida ao Rádio Queimadas FM, hoje no Jornal do Meio Dia, o prefeito de Queimadas, ao ser perguntado pela cidadã LORENA ARAÚJO, o que ele estava fazendo para ajudar o povo e comerciantes, o prefeito, demonstrou uma certa irritação e de forma ríspida respondeu que ela não sabia o que estava falando. E ao explicar sobre os recursos citados por ela, alegou que os recursos recebidos do Ministério da Saúde era só para compra de EPIs. A cidadão Lorena citou matéria publicada por este blogue, onde alegamos aqui, que os comerciantes poderiam e deveriam ser ajudados pelo município, não esperando apenas pelo governo federal. Porém ao responder a Lorena o prefeito disse que não se importa com Fake News e que o que ele faz com a mão direita, a esquerda não vê.
Bem, aqui não publicamos Fake News, apenas publicamos notícias verificadas ou sugestões e críticas, o que Constituição Federal, concede pleno direito de fazer. Além disso, o prefeito pode até fazer caridade com um caráter religioso ou não divulgar, mas, como cidadão. Já como prefeito, a Lei de Acesso a Informação e de Transparência ou de improbidade administrativa, requer sim, que seja dada publicidade. Até porque, em se tratando de gestão pública, todos tem o mesmo direito e para evitar boatos, de favorecimentos de um ou de outro, a publicidade plena é o correto para evitar tudo isso.
Publicamos aqui, feitos de diversas prefeituras ajudando e auxiliando o povo e comerciantes. Quando citamos aqui os recursos do Ministério da Saúde, não quisemos dizer que estes sejam para tal propósito, mas, que o gestor pode utilizar outras formas para auxiliar os comerciantes que estão com prejuízos brutais. E em publicação no site da Agência Brasil (veja aqui) o Ministro Mandetta falou o seguinte: Segundo ele, a partir desta quinta-feira (26), os estados devem informar o ministério sobre os municípios com atendimento de maior complexidade. “A partir disso, a gente repassa o recurso para que os municípios utilizem da melhor forma possível no que houver necessidade”, explicou o ministro. Ou seja, os municípios utilizem da melhor forma possível no que houver necessidade... assegurou ele. Então cabe a cada gestor usar no combate a pandemia com sabedoria e eficiência. E como Queimadas não tem nenhum caso, achamos que poderia sim, ofertar pelo menos, aos pequenos comerciantes o álcool gel, luva e máscara, até para incentivar o engajamento no isolamento social. Além disso, Mesmo que surja algúm caso no município, o próprio prefeito disse que será direcionado a um hospital de complexidade e não ficaria na cidade. O que quer dizer que o município não precisa investir em equipamentos complexos.
O que não pode é ficar esperando apenas pelo governo federal, vendo o governador da Bahia decretar que comerciantes tem que fornecer equipamentos e álcool a funcionários, sem sequer suspender a CIP ou dar algúm incentivo. Um bom exemplo, foi dado pela prefeitura de PICOS - Devido a pandemia da Covid-19 e o isolamento social e o fechamento do comércio proposto pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como medida preventiva ao novo vírus, a Prefeitura Municipal de Picos, por meio do Shopping do Povo realizou hoje, dia 9, uma entrega de cestas básicas para dar apoio aos comerciantes que estão paralisados.
Na entrevista também, o prefeito relatou que os vereadores são parceiros e que estão fazendo tudo que pode para ajudar. Porem a população não está vendo este engajamento todo não! Nenhuma lei para auxiliar o comércio ou população; nenhum comitê formado pela câmara; nenhuma reunião ou comissão de saúde agindo no legislativo... E já que estamos falando de exemplos, os vereadores de Vereadores de Ribeira do Pombal vão repassar salários para combate ao coronavírus (veja aqui) - aqui em Queimadas seu vereador está fazendo o que?
Em dois tweets na manhã deste sábado, Bolsonaro voltou pela enésima vez a culpar o PT por seu fracasso na economia. Ampliou o rol de culpados: “PT e seus aliados ou adversários coniventes” e agora a “realidade econômica mundial”
Jair Bolsonaro vai ampliando o rol daqueles que aponta como culpados pelo fracasso de seu governo na economia. Em dois tweets na manhã deste sábado,voltou a dizer que o PT é culpado, apesar de o partido estar fora do poder há mais de três anos. Com a economia estagnada, Bolsonaro agora culpa também as “décadas de destruição de PT e seus aliados ou adversários coniventes”. Ele não nomeia aliados do PT e seus “adversários coniventes”, mas aparentemente aponta o dedo para todo o espectro político brasileiro, exceto a extrema-direita, incluindo até o PSDB, DEM, PTB, MDB e outros, ao falar em “décadas”.
A novidade no discurso bolsonarista, no mesmo estilo de Paulo Guedes, é apontar a economia mundial como igualmente culpada, apesar de quase todos os economistas considerarem o argumento falacioso - leia aqui. O país prepara-se para mais um ano de PIB ao redor de 1%, apesar de todo o dircuso ufanista das elites desde o golpe de 2015-16
Com economia em queda, governo vai cortar estimativa do PIB e mudar divulgação
As importações também cresceram (1,4%) no período. As exportações, por outro lado, tiveram queda de 2,2% no ano, de acordo com dados do Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV)
Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil
O Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - cresceu 1,2% em 2019, segundo dados do Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV). De acordo com a pesquisa, divulgada hoje (18), o resultado foi provocado, sob a ótica da demanda, pelos crescimentos de 2,7% na formação bruta de capital fixo (investimentos) e de 1,8% no consumo das famílias.
As importações também cresceram (1,4%) no período. As exportações, por outro lado, tiveram queda de 2,2% no ano.
Sob a ótica da produção, os três grandes setores (agropecuária, indústria e serviços) cresceram. A FGV não divulgou, no entanto, qual foi a taxa de crescimento de cada segmento.