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sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

China promete defender soberania enquanto Londres pretende enviar porta-aviões a região disputada

 


Após ex-ministro da Defesa britânico anunciar envio do porta-aviões HMS Queen Elizabeth ao mar do Sul da China, Pequim criticou a OTAN e disse que tomará medidas contra violação de soberania.

O envio do porta-aviões britânico ao oceano Pacífico deverá ocorrer no contexto de sua primeira missão operacional.

Ainda em fevereiro de 2019, o ex-ministro da Defesa do Reino Unido, Gavin Williamson, revelou que tal missão incluiria passagem pelo mar do Sul da China, "fazendo o Reino Unido global uma realidade", segundo publicou o South China Morning Post.

Contudo, a passagem do navio pelo mar do Sul da China, cuja soberania é reivindicada por Pequim, é esperada para o início deste ano, enquanto a embarcação e seu grupo de ataque deverão se juntar a unidades militares dos EUA e do Japão no Pacífico.

Assim sendo, China promete que tomará as medidas necessárias para guardar sua soberania na região contra o emprego de navios militares britânicos.

"O lado chinês acredita que o mar do Sul da China não deve se tornar um mar da rivalidade de grandes potências dominada por armas e navios de guerra", disse o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Tan Kefei, durante uma coletiva de imprensa na quinta-feira (31), em Pequim.

Por sua parte, os EUA declararam inúmeras vezes que as reivindicações da China de soberania sobre o mar do Sul da China são "ilegais".

Washington defende o livre trânsito de navios na região, ao passo que sua Marinha realiza operações na mesma.

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Tropas de combate dos EUA podem ser enviadas para defender ilhas japonesas reivindicas pela China

 


O tenente-general Kevin Schneider falou aos repórteres a bordo de um destróier da Força Marítima de Autodefesa do Japão.

Comandante das Forças dos EUA no Japão disse que as capacidades das Forças de Autodefesa do Japão (SDF, na sigla em inglês) e dos militares norte-americanos podem ser usadas para "enviar tropas de combate para defender" as ilhas Senkaku, no mar da China Oriental.

De acordo com o militar, os EUA e as SDF estão trabalhando para "desenvolver novas e melhores formas de operar e integrar ainda mais exercícios como este".

Schneider acrescentou que este exercício "demonstra claramente a crescente interoperabilidade da aliança EUA-Japão".



© REUTERS / TIM KELLY
Comandantes militares do Japão e EUA se cumprimentando
O comandante das Forças dos EUA no Japão afirmou ainda que a capacidade dos países para transportar pessoal "pode, e poderia ser usada para enviar tropas de combate para defender as ilhas Senkaku", relata portal NHK.  

As autoridades do Ministério da Defesa do Japão consideram as declarações do militar dos EUA como um aviso à China, que tem vindo a intensificar as suas atividades nas águas perto de Senkaku.

Atualmente o Japão controla as ilhas. No entanto, China e Taiwan reivindicam estes territórios. Tóquio afirma que ilhas são parte integrante do território do Japão.

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Recado à China: 'Não temos medo do inimigo', afirma Taiwan ao defender 'direito de contra-ataque'



O Ministério da Defesa de Taiwan declarou nesta segunda-feira (21) que as Forças Armadas da ilha têm o direito de se defender e contra-atacar, citando "assédio e ameaças" em um aviso à China.

Os militares da ilha disseram que várias aeronaves chinesas cruzaram a linha média do estreito de Taiwan e entraram na zona de identificação de defesa aérea na sexta-feira (18) e no sábado (19).
Em resposta, Taiwan teve que preparar jatos para interceptar, de acordo com os militares em Taipei, que tinham procedimentos "claramente definidos" para a primeira resposta da ilha em meio à "alta frequência de assédio e ameaças de navios de guerra e aeronaves inimigas neste ano".
A ilha afirma ter o direito de se defender e contra-atacar e "não tem medo do inimigo", mas não o provoca.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin, afirmou a repórteres em Pequim nesta segunda-feira (21) que "Taiwan é uma parte inseparável do território chinês", acrescentando que "a chamada linha média do estreito não existe".
As tensões aumentaram drasticamente nos últimos meses entre Taipei e Pequim, e os exercícios chineses ocorreram na semana passada, depois que Pequim expressou discordância pelas visitas de altos funcionários dos EUA a Taipei.

© AP PHOTO / LI GANG/XINHUA
Porta-aviões chinês Liaoning realizando exercícios no mar do Sul da China acompanhado por fragatas e submarinos (foto de arquivo)
Em agosto, o secretário de Saúde dos EUA, Alex Azar, visitou Taiwan. Outra visita, de Keith Krach, subsecretário para assuntos econômicos, ocorreu na semana passada.
Enquanto isso, o editorial do jornal oficial China Daily nesta segunda-feira (21) afirmou que os EUA estavam tentando usar Taiwan para conter a China.
Na semana passada, o senador republicano Rick Scott apresentou nos EUA um projeto de lei "para impedir o uso da força pela China" contra Taiwan. A proposta de Lei de Prevenção de Invasão de Taiwan visa estabelecer "autorização limitada para o presidente [dos EUA] usar força militar com o propósito específico de proteger e proteger Taiwan contra ataques armados", informou um comunicado de Scott na quinta-feira (17).
O projeto de lei permitiria aos EUA reforçar sua política de longa data sobre Taiwan, fortalecendo a capacidade da ilha de resistir às ações da China.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Frota: para defender o filho, Bolsonaro “já mexeu no Coaf, no MP, na PF, já fez acordos com STF”


"Medo da perícia nos celulares , mas durante anos empregaram a mãe e a esposa do miliciano. Para defender o filho já mexeu no Coaf no MP na PF, já fez acordos com STF, agora diz que ele mandou homenagear um herói um grande homem. Fica nervoso toda vez que o assunto vem à tona", escreveu o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) no Twitter


Ex-filiado ao PSL, o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) compartilhou no Twitter um vídeo com Jair Bolsonaro dizendo que "em alguns momentos, os grupos de extermínio são bem-vindos".
"Medo da perícia nos celulares, mas durante anos empregaram a mãe e a esposa do miliciano. Para defender o filho já mexeu no Coaf no MP na PF, já fez acordos com STF, agora diz que ele mandou homenagear um herói um grande homem. Fica nervoso toda vez que o assunto vem à tona", escreveu o parlamentar no Twitter.
Nesta terça-feira (18), Bolsonaro demonstrou preocupação com a perícia nos celulares do miliciano Adriano da Nóbrega. "Quem fará a perícia nos telefones do Adriano? Poderiam forjar trocas de mensagens e áudios recebidos? Inocentes seriam acusados do crime?", escreveu ele na rede social.

Medo da perícia nos celulares , mas durante anos empregaram a mãe e a esposa do miliciano .Para defender o filho já mexeu no Coaf no MP na PF, já fez acordos com STF, agora diz que ele mandou homenagear um herói um grande homem. Fica nervoso toda vez que o assunto vem à tona .
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