Total de visualizações de página

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

CONHEÇA LETÍCIA SOUZA: UMA LOIRAÇA DE ATITUDE QUE ADORA PROVOCAR

 


Prepare-se para conhecer Letícia Souza, a loira de 23 anos que é a nova Bella da Semana! Me chamo Letícia Souza, sou uma sagitariana raiz, amo me aventurar, viver intensamente sem pensar nas consequências ou me arrepender. Assim se apresenta nossa nova Bella da Semana que tem mania de provocar. 

A loira de 23 anos (muito bem vividos e aproveitados) garante que só faz o que tem vontade, afinal a vida é uma só…


Qual é o seu segredo para manter a forma?


Na verdade não tenho, como até demais sou gulosa.


O que te leva à loucura na hora H?

Me xingar, uma boa pegada e uns bons tapas. 

Já ficou com outra mulher? Ficaria?

Sim, algumas…




As mais vistas da semana






  • ..






  • Fotos: Reprodução 

    Fonte: Bella da Semana 

    Noventa minutos: robô InSight da NASA registra terremoto mais longo em Marte

     


    O robô InSight da NASA registrou em 18 de setembro, seu milésimo dia na superfície de Marte, um terremoto de magnitude 4,2 que durou cerca de 90 minutos, um dos terremotos mais intensos e duradouros já detectados no Planeta Vermelho.

    De acordo com a NASA, os especialistas ainda estão estudando os dados do terremoto para determinar a origem e a direção das ondas sísmicas. No entanto, eles suspeitam que ele possa ter tido origem em Valles Marineris, um longo sistema de desfiladeiros que marca o equador marciano, cujo centro fica a aproximadamente 9.700 quilômetros da sonda.

    Este terremoto é já o terceiro registrado pelo módulo de pesquisa geofísica em menos de um mês, uma vez que em 25 de agosto de 2021 detectou dois outros tremores diferentes. 

    Um dos objetivos da missão InSight é fornecer novos dados que ajudarão os cientistas a compreender melhor o interior de Marte ao medirem suas ondas sísmicas, as quais proporcionam aos "cientistas uma maneira de olhar profundamente debaixo da superfície" de Marte, enquanto se movimentam através da crosta, manto e núcleo do planeta.

    É positivo que os pesquisadores consigam registrar diferentes terremotos vindos de várias distâncias e com diferentes tipos de ondas sísmicas, pois tal pode fornecer mais informações sobre a estrutura interna do Planeta Vermelho.


     

    Internet: Regulação de redes sociais no Brasil: quais seriam as consequências para usuários e empresas?

     


    Com ajuda de Allan Turano, advogado especialista em Direito do Entretenimento e Negócios Digitais, a Sputnik explica os recentes movimentos legislativos do presidente Jair Bolsonaro com o intuito de alterar as regras sobre Internet no Brasil e pondera sobre as consequências, negativas e positivas, que isso pode trazer para os usuários.

    Na noite de 6 de setembro deste ano, véspera das manifestações que marcaram o feriado nacional da Independência do Brasil, o presidente Jair Bolsonaro editou a Medida Provisória nº 1.068/2021 para dispor sobre o uso de redes sociais no Brasil.

    Medida Provisória (MP) é um instrumento que permite ao chefe do Executivo legislar, desde que em caso de relevância e urgência. É comum que as MPs entrem em vigor na data da sua própria publicação, com aplicação imediata. Elas permanecem válidas por até 60 dias, prorrogáveis por igual período. Nesse meio tempo, o Congresso Nacional poderá apreciá-la, rejeitando-a ou a convertendo em lei.

    A MP em questão alterava a Lei nº 12.965/2014, conhecida como Marco Civil da Internet, que estabelece direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. Dentre suas disposições, a MP objetivava restringir as redes sociais de excluir, cancelar ou suspender perfis de usuários ou suas postagens sem justa causa e motivação. Caso esses elementos não fossem demonstrados, as redes sociais estariam sujeitas a sanções que iriam da mera advertência à multa de até 10% do faturamento do grupo econômico no país. Haveria também a possibilidade de serem punidas com a proibição, temporária ou definitiva, de realizarem atividades envolvendo dados pessoais no país.

    O ato do presidente foi muito mal recepcionado pela opinião pública, em especial pelo timing da sua criação, já que se deu na véspera da manifestação nacional de apoio ao atual governo. A alegação é de que a MP seria uma tentativa do presidente de dificultar que as redes sociais banissem perfis ou excluíssem conteúdos publicados por seus apoiadores, o que supostamente favoreceria a propagação de discurso de ódio e de fake news. Em tempo recorde, cerca de uma semana após sua edição, o Congresso Nacional rejeitou a matéria, fazendo com que a MP deixasse de vigorar.

    Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro na manifestação do dia 7 de setembro em São Paulo, Brasil
    © REUTERS / AMANDA PEROBELLI
    Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro na manifestação do dia 7 de setembro em São Paulo, Brasil

    Surpreendentemente, o presidente Jair Bolsonaro apresentou nesta segunda-feira (20) um Projeto de Lei (PL) com o mesmo teor da MP rejeitada. Como se trata de um PL, não haverá eficácia imediata; as normas só passarão a produzir efeitos após debate e alterações pelo Congresso Nacional. Para alguns, isso demonstra resiliência do presidente por não "jogar a toalha" e seguir firme em suas convicções, enquanto para outros a insistência na medida é um "choro de perdedor" e representa certo desprezo pelo processo legislativo democrático.

    Fato é que o tema novamente está quente e em pauta no noticiário, o que nos faz refletir: será que a proposta é de todo ruim? Pretendemos contribuir para o debate explicando diferentes visões sobre o tema.

    Qual a justificativa e o que muda com a proposta do presidente?

    O texto original da MP foi embasado em uma nota conjunta dos Ministérios do Turismo, Ciência, Tecnologia e Inovações e Justiça e Segurança Pública, segundo a qual, na prática, os usuários brasileiros estariam sendo tolhidos de exercer seus direitos constitucionais de liberdade de expressão, comunicação e manifestação de pensamento. Nesse sentido, a nota afirma que o Marco Civil da Internet "tem se mostrado insuficiente para evitar que um número crescente de brasileiros tenha suas contas ou conteúdos removidos de maneira unilateral, arbitrária e imotivada por provedores de redes sociais".

    A solução, portanto, seria alterar o Marco Civil da Internet para incluir regras específicas a respeito de eventual moderação do uso e do conteúdo gerado em redes sociais. Em linhas gerais, a MP dispõe que:

    • As redes sociais deverão fornecer informações claras sobre quaisquer medidas e instrumentos utilizados para eventual moderação de conteúdo.
    • As redes sociais estarão proibidas de adotar critérios de moderação ou limitação do alcance da divulgação de conteúdo que impliquem censura de ordem política, ideológica, científica, artística ou religiosa.
    • A exclusão ou a suspensão, total ou parcial, do perfil do usuário ou da divulgação de conteúdo por ele gerado somente poderá ser realizado com justa causa e motivação.
    • O usuário deverá ser notificado de forma prévia ou concomitante sobre a exclusão ou suspensão, com indicação dos motivos e do fundamento jurídico.
    • Os usuários terão direito a contestar e solicitar a revisão da exclusão ou suspensão por meio de um canal eletrônico de comunicação fornecido e gerido pela própria rede social, que decidirá se restituirá o conteúdo e/ou se restabelecerá a conta ou perfil do usuário.
    Página de login do Facebook no celular
    © FOTO / AGÊNCIA BRASIL / FERNANDO FRAZÃO
    Página de login do Facebook no celular

    A proposta do presidente propicia a divulgação de fake news e de discurso de ódio?

    Críticos à MP proposta pelo presidente Jair Bolsonaro alegam que as novas regras tornariam mais burocrática e onerosa a moderação de conteúdo pelos provedores de redes sociais. De fato, isso ocorrerá na medida em que obrigações semelhantes às previstas na MP não existiam, de modo que ficava a crivo da própria rede moderar o conteúdo, com fundamento ou não em seus termos de uso e políticas.

    No entanto, as alterações promovidas pela MP por si só não fomentam a divulgação de fake news e de conteúdos que promovam discurso de ódio. A possibilidade de exclusão ou suspensão de perfis de usuários e de conteúdo, independentemente de intervenção judicial, segue existindo.

    Quem pode se beneficiar da proposta do presidente?

    A popularização das redes sociais fez com que muitos negócios antes baseados apenas nos meios físicos se expandissem para o digital. Esse fenômeno criou ainda uma série de novos profissionais, como os influenciadores, infoprodutores, gestores de tráfego, copywriters e ghostwriters, por exemplo. Como reflexo econômico, boa parte dos investimentos em publicidade, antes concentrados nos veículos impressos e na televisão, hoje migraram para a Internet. Perfis em redes sociais podem constituir verdadeiros negócios digitais, geridos com base em plano de negócios e estratégias de marketing, visando à geração de receita.

    Baias de computadores na Central SP 156 da Prefeitura de São Paulo (foto de arquivo)
    © FOLHAPRESS / JORGE ARAÚJO
    Baias de computadores na Central SP 156 da Prefeitura de São Paulo (foto de arquivo)

    Nesse sentido, há diversos relatos de influenciadores sobre prejuízos financeiros causados pela moderação de redes na Internet. Tome-se por exemplo o caso envolvendo os artistas Luisa Sonza e Pedro Sampaio. Conforme reportado pela Folha de São Paulo, a dupla acusou a plataforma de hospedagem de vídeos YouTube de "boicote" a um de seus clipes, lançado em maio deste ano. O YouTube teria exercido moderação abusiva sobre conteúdo, ao restringir o alcance do clipe por supostamente conter "excesso de pele" e "conteúdo explícito", o que foi negado pelos artistas.

    A proposta, portanto, pode trazer maior segurança e estabilidade para negócios digitais contra decisões arbitrárias de exclusão e suspensão. O debate é saudável e válido.

    O que esperar para o futuro?

    O PL proposto pelo presidente Jair Bolsonaro será apreciado pela Câmara dos Deputados, que poderá rejeitá-lo, aprová-lo ou implementar mudanças ao seu texto. Nos dois últimos casos, a tramitação segue com a remessa do PL para a análise do Senado Federal. A perspectiva, no entanto, é que dada a atual pressão política e popular o tema não ganhe novos contornos em um futuro próximo.

    *Esta matéria foi feita em colaboração de Allan Turano, advogado especialista em Direito do Entretenimento e Negócios Digitais.

    As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik



    Após Bolsonaro criticar certificado de vacinação na ONU, Itamaraty nega reciprocidade a Portugal

     


    Após Jair Bolsonaro criticar o passaporte sanitário na ONU, o Itamaraty negou a reciprocidade diplomática a Portugal, que havia colocado essa condição para passar a aceitar certificados de vacinação brasileiros. O governo federal opta por não reconhecer o Certificado Digital COVID-19 da União Europeia.

    Isso fez com que o embaixador de Portugal em Brasília, Luís Faro Ramos, divulgasse um vídeo afirmando que "quando os certificados forem mutuamente reconhecidos, aí então deixará também de ser necessária a apresentação do teste [negativo de COVID-19 para brasileiros]". 

    O ruído de comunicação surgiu após o governo português ter publicado um despacho, no último sábado (18), determinando que passam a ser reconhecidos, em condições de reciprocidade e desde que cumpram determinados requisitos, os certificados de vacinação e de recuperação emitidos por países terceiros, a cujos respectivos titulares tenham sido administradas vacinas aprovadas pela Agência Europeia do Medicamento (EMA).

    Parte da imprensa brasileira interpretou o despacho de forma equivocada, noticiando que Portugal havia passado a aceitar o certificado de vacinação do Brasil para viagens aéreas. Depois disso, o embaixador português divulgou o vídeo esclarecendo o erro.

    "No passado fim de semana, surgiram algumas notícias dizendo que Portugal reconhecia o certificado de vacinação COVID emitido pelas autoridades brasileiras. Essas notícias não são totalmente corretas", diz Ramos, no vídeo.

    No mesmo dia, a Sputnik Brasil entrou em contato com o Ministério da Administração Interna de Portugal (MAI) e com o Itamaraty, questionando se os dois países haviam chegado a um acordo de reciprocidade, que permitisse que o Certificado Digital COVID da União Europeia fosse reconhecido para permitir a entrada no Brasil.

    Como nenhum dos dois órgãos respondeu no fim de semana, este correspondente da Sputnik Brasil em Lisboa optou por não publicar a informação de forma precipitada. A resposta do Itamaraty chegou apenas na noite desta terça-feira (21), após o discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas em que Bolsonaro reafirmou ser contra o passaporte sanitário. 

    "As medidas restritivas ao ingresso de estrangeiros adotadas no contexto da pandemia de COVID-19 são prerrogativa soberana de cada país. O Brasil tem defendido, em discussões internacionais, que eventual documento sanitário de viagem não seja nova condicionalidade para deslocamentos internacionais, mas fator de flexibilização de requisitos sanitários gerais em vigor. Também advoga que sejam baseados em critérios transversais e não discriminatórios, amparados na ciência, e que sejam protegidas as informações pessoais e a privacidade do usuário", lê-se em um trecho da nota enviada à Sputnik Brasil.

    Na avaliação de especialistas ouvidos pela Sputnik Brasil, contudo, o discurso de Bolsonaro na ONU foi negacionista em relação à pandemia. Na nota, o Itamaraty alega que, com a criação, pelo Ministério da Saúde (MS), do Certificado Nacional de Vacinação COVID-19, a diplomacia brasileira tem buscado alcançar entendimento comum e possível reconhecimento mútuo dos certificados nacionais de vacinação com diversos países. 

    Negociações se arrastam por quase 3 meses

    Desde julho, o Itamaraty vem realizando reuniões com autoridades de parceiros-chave do Brasil, inclusive de Portugal, a fim de facilitar a reativação do turismo e do comércio pelo reconhecimento mútuo dos certificados, segundo o comunicado enviado à Sputnik Brasil. No início daquele mês, Carlos França, chanceler brasileiro, esteve em Lisboa para um encontro com seu homólogo português, Augusto Santos Silva. 

    As negociações já se arrastam por quase três meses, sem um acordo ainda. Os constrangimentos provocados pela recepção de Bolsonaro, sem máscara, à comitiva do presidente Marcelo Rebelo de Sousa em visita ao Brasil também ajudaram a colocar água no vinho. 

    O colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, chegou a noticiar, por duas vezes, que Bolsonaro teria contado piadas de cunho sexual no almoço com Rebelo de Sousa, aumentando o constrangimento. Questionado pela Sputnik Brasil a respeito, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal (MNE) não se manifestou oficialmente. 

    Uma fonte do MNE disse à Sputnik Brasil que as supostas piadas não foram reportadas em correspondências diplomáticas, apenas o fato inusitado de o embaixador Luís Faro Ramos ter telefonado para o português Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, para que Bolsonaro falasse com ele. O presidente se diz palmeirense, mas veste camisas de vários times de forma a tentar angariar torcedores fanáticos para o seu desgastado mandato. 

    Marcelo Rebelo de Sousa, presidente do Portugal, cumprimenta Jair Bolsonaro, em visita ao Brasil, em 2 de agosto de 2021
    © AFP 2021 / MARCOS CORREA
    Marcelo Rebelo de Sousa, presidente do Portugal, cumprimenta Jair Bolsonaro, em visita ao Brasil, em 2 de agosto de 2021

    Outro fator que dificulta as negociações é o fato de Portugal só reconhecer certificados que comprovem vacinação com imunizantes aceitos pela EMA (Janssen, AstraZeneca, Moderna, Pfizer), excluindo, portanto, a CoronaVac. Ironicamente, a vacina tão criticada por Bolsonaro e alvo de uma disputa política com João Doria, governador de São Paulo, agora é usada como argumento pelo Itamaraty para justificar a opção pela não reciprocidade.

    "Nessas reuniões, o Brasil tem realizado gestões para que todas as vacinas aplicadas em território nacional estejam entre as vacinas aceitas pelos outros países em suas políticas de flexibilização de requisitos de entrada de viajantes", lê-se em outro trecho da nota.

    'Um acordo desses não demoraria mais que uma semana', diz fonte

    Nos bastidores, uma fonte graduada do Ministério das Relações Exteriores do Brasil afirma, sob a condição de anonimato, que o atraso no reconhecimento mútuo dos certificados se deve à política bolsonarista e ao aparelhamento ideológico do Itamaraty.

    "Em tempos passados, quando o Itamaraty era funcional, um acordo de reciprocidade desses com Portugal não levaria muito mais que uma semana para ser assinado. O mesmo com a Argentina", compara o quadro do Itamaraty.

    A mesma fonte avalia que, normalmente, uma menção dessas por parte do governo de Portugal indicaria que o acordo já estava sendo negociado, em fase avançada. Apesar de não poder assegurar se o Brasil voltou atrás em função do discurso de Bolsonaro na ONU, ele concorda que é bastante possível que isso tenha acontecido.

    "Acho que está em linha com a desconfiança que Bolsonaro conseguiu semear no mundo. A Anvisa é [uma] agência séria, o Ministério da Saúde era sério. Reconhecidos no mundo por sua qualidade técnica. Nada disso estaria acontecendo se o presidente não fosse negacionista e aliado do vírus, o que gerou essa extrema desconfiança nas instituições brasileiras", lamenta.

    Já de acordo com a versão oficial, o Itamaraty e seus postos no exterior seguem trabalhando em múltiplas frentes, conjuntamente com outros órgãos públicos, em esforço para permitir a retomada segura do fluxo de pessoas. O órgão alega que o Brasil não exige comprovante de vacinação de nenhum viajante vindo do exterior, bastando, com algumas exceções, a apresentação de resultado negativo em teste RT-PCR. 

    "Com relação aos países que utilizam vacinação como fator de flexibilização, o Brasil tem feito gestões para inclusão do certificado nacional de vacinação na lista dos documentos reconhecidos. Por fim, a diplomacia brasileira segue em contato contínuo com as autoridades portuguesas, a fim de evitar qualquer retrocesso no processo de abertura entre os dois países", lê-se ainda na nota.

    Não aceitação de certificados afeta economia, avalia especialista

    Em entrevista à Sputnik Brasil, o advogado Fábio Pimentel, sócio do escritório J Amaral Advogados, especializado em internacionalização de empresas brasileiras e situação imigratória, afirma que a ausência de reconhecimento do certificado gera um impacto direto na vida das pessoas. 

    O advogado Fábio Pimentel, sócio do J Amaral Advogados, que tem escritórios em Portugal e no Brasil
    © FOTO / DIVULGAÇÃO
    O advogado Fábio Pimentel, sócio do J Amaral Advogados, que tem escritórios em Portugal e no Brasil

    De acordo com ele, os certificados são já uma nova realidade de âmbito global. Na opinião do especialista, aprová-los e reconhecê-los é uma questão de política econômica, inclusive, na medida em que a livre circulação de pessoas é fundamental para o desenvolvimento de setores estratégicos para a recuperação pós-COVID, como o turismo.

    "Basta pensar que, enquanto não forem reconhecidos os certificados brasileiros e portugueses, o turista até conseguirá entrar no país com o teste negativo, porém terá que fazer um sem número de outros testes enquanto estiver em Portugal, seja para entrar em um hotel, para fazer uma refeição no salão de um restaurante, para assistir um espetáculo em um teatro, etc. Torna a viagem em si um suplício, além de onerá-la. Então a tendência é que as pessoas desistam. Quem aceitaria fazer uma viagem se tivesse que fazer 4, 5, 6 testes de COVID diariamente? Em uma semana, são quase 50 testes. Ninguém aguenta isso", assinala.

    O médico carioca Márcio Sister, que mora e trabalha em Vila Nova de Gaia, no norte de Portugal, esteve no Rio de Janeiro recentemente e precisou fazer o teste de COVID-19 para viajar ao Brasil, pois seu certificado de vacinação, emitido por Portugal, não é aceito pelo governo brasileiro. Ele também atribui a decisão do Itamaraty ao discurso de Bolsonaro na ONU.

    "Na realidade, é o Brasil que não quer aceitar o certificado de outros países. A gente sabe por que o país não está entrando nessa, depois do discurso do Bolsonaro, que é um presidente nitidamente negacionista, dizendo que tem que usar medicação preventiva, coisas que são cientificamente não comprovadas. Todos os médicos e todos os estudos científicos falam contra isso", avalia.

    As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik


    EUA: tiroteio no Tennessee deixa 2 mortos e vários feridos (VÍDEOS)

     


    Várias pessoas foram atingidas durante um tiroteio em um supermercado em Collierville, no estado norte-americano do Tennessee, pelas 13h30 (15h30, no horário de Brasília) nesta quinta-feira (23).

    Por enquanto, ainda não está claro se o incidente ocorreu fora ou dentro do supermercado.

    De acordo com a Insider, pelo menos nove pessoas foram baleadas, enquanto que outras acabaram sendo transportadas para o hospital.

    EM DESENVOLVIMENTO: Novo vídeo mostra momento em que os policiais chegaram ao local do relato de um incidente com um atirador ativo em Kroger em Collierville, no Tennessee.

    Um perímetro de segurança foi rapidamente colocado em volta da área do acontecimento, mas as autoridades o levantaram depois de chegarem ao local. O Departamento da Polícia de Memphis também se juntou para prestar auxílio.

    Policiais de Memphis estão no local de um tiroteio em Kroger, localizado na 240 New Byhalia Road em Collierville, Tennessee, para apoiar o Departamento da Polícia de Collierville. O Departamento da Polícia de Memphis está ajudando a proteger o perímetro e o local.

    No final, cerca de 13 pessoas foram baleadas, tendo uma delas acabado por morrer. De igual modo, chegou também a informação de que o responsável pelo tiroteio também acabou não resisitindo aos ferimentos.

    Nas redes sociais, também foi compartilhado um vídeo mostrando uma pessoa de pé no telhado do supermercado Kroger - local do tiroteio - com os braços no ar quando a polícia chegou. Vários internautas se questionaram se a pessoa era o atirador, mas as autoridades confirmaram mais tarde que era apenas um funcionário que estava trabalhando no telhado quando o tiroteio começou.

    Até agora, ainda não se sabe muito sobre as idades das vítimas, se o atirador seria um empregado do supermercado, ou se haveria até outro atirador.