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segunda-feira, 30 de maio de 2022

Visando alerta político à ilha e aos EUA, China efetua maior incursão aérea contra Taiwan em 4 meses

 


Ação militar chinesa contou com 22 caças, aparelhos de defesa antissubmarino, alerta antecipado e guerra eletrônica. Em uma das respostas, Taipé implantou sistemas de mísseis para monitoração.


Nesta segunda-feira (30), Taiwan relatou que a China realizou a maior incursão desde janeiro da Força Aérea chinesa em sua zona de defesa aérea, com o Ministério da Defesa da ilha dizendo que os combatentes taiwaneses se esforçaram para alertar 30 aeronaves, segundo a Reuters.
De acordo com a pasta, dos 30 aviões, 22 eram de caça e o restante composto por aparelhos de defesa antissubmarino, alerta antecipado e guerra eletrônica. Os voos ocorreram em uma área a nordeste das ilhas Pratas, que são controladas pelo governo taiwanês.
Como resposta, Taipé enviou aviões de combate para alertar os aviões chineses, enquanto sistemas de mísseis foram implantados para monitorá-los. Essa foi a maior incursão desde que Taiwan relatou 39 aeronaves chinesas em sua zona de defesa aérea em 23 de janeiro.
Forças especiais da Marinha do Exército de Libertação Popular (ELP) da China - Sputnik Brasil, 1920, 25.05.2022
Panorama internacional
Exército chinês adverte EUA com exercícios de prontidão de combate perto da costa de Taiwan
Na semana passada, os militares chineses realizaram um exercício em torno da ilha como um "alerta solene" contra seu "conluio" com os Estados Unidos, principalmente depois que o presidente norte-americano, Joe Biden, irritou Pequim ao dizer que Washington se envolveria militarmente se a China atacasse a ilha, conforme noticiado.
Segundo a mídia, nas incursões de hoje (30), nenhum tiro foi disparado.
Bandeiras dos EUA e da China - Sputnik Brasil, 1920, 23.05.2022
Panorama internacional
China pede para que Biden 'pense 2 vezes' antes de falar sobre situação de Taiwan



domingo, 19 de dezembro de 2021

EUA e Israel conduzem exercícios virtuais visando alcançar 'superioridade da rede cibernética'

 



Os dois aliados se encontram na rede de sistema global de computadores para coordenar treinamento conjunto com intuito de "treinar para uma variedade de desafios de defesa cibernética".

Comando Cibernético dos EUA (USCYBERCOM, na sigla em inglês) e a Divisão Conjunta de Defesa Cibernética de Israel (JCDC, na sigla em inglês) anunciaram ontem (18), através de uma postagem das Forças de Defesa de Israel (FDI) no Twitter, a conclusão de exercícios entre os dois órgãos.
Essa é a sexta vez que os treinamentos, apelidados de "Cyberdome", acontecem neste ano, e têm como objetivo "treinar para uma variedade de desafios de defesa cibernética nos Estados Unidos". Toda a atividade aconteceu na sede do USCYBERCOM, nos EUA.
Desde a semana passada, JCDD e o USCYBERCOM vem treinado para uma variedade de desafios de defesa cibernética nos Estados Unidos. Este evento demonstra a parceria estratégica entre os dois militares, permitindo que ambos alcancem a superioridade da rede cibernética.

Os militares israelenses não entraram em detalhes sobre a atividade e o USCYBERCOM também nada mencionou em suas redes sociais ou à imprensa.
Entretanto, o chefe da Diretoria de Defesa Cibernética das FDI, Lior Carmeli, deu uma breve declaração padronizada sobre os exercícios dizendo que "o ciberespaço está mudando e se transformando em um espaço de combate global diário, que ameaça prejudicar órgãos governamentais, privados e civis".
Funcionários do Centro de Cibersegurança Nacional em Arlington (EUA) - Sputnik Brasil, 1920, 22.08.2021
Departamento de Estado dos EUA teria sido atingido por ataque cibernético, segundo repórter
Os treinamentos ocorreram com base nos relatórios desta semana de que um "grupo de hackers ligado ao Irã" conhecido como "Charming Kitten" (Gatinho Charmoso, na tradução) teve como alvo uma série de sites israelenses usando uma vulnerabilidade no Log4j, um utilitário de registro baseado em Java amplamente usado.
Na quarta-feira (15), a Microsoft informou que hackers na China, Coreia do Norte e Turquia também exploraram a falha.
O provedor de hardware e software de segurança de computador dos EUA e Israel, Check Point, sugeriu que a exploração tem o potencial de dar origem a "uma verdadeira ciberpandemia". A Tenable, empresa de cibersegurança sediada em Maryland, chamou-a de "a maior e mais crítica vulnerabilidade da última década".
Governos e empresas em Israel, Estados Unidos, Canadá, Alemanha e outros países se esforçaram para corrigir o software afetado, com centenas de milhões de dispositivos considerados vulneráveis.
Homem abastece seu carro em um posto de gasolina em Teerã, Irã, 15 de novembro de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 28.11.2021
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