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domingo, 22 de agosto de 2021

Todos os 34 satélites britânicos OneWeb lançados no foguete russo Soyuz já estão em órbita

 


Todos os satélites britânicos OneWeb lançados para o espaço do centro espacial de Baikonur, no Cazaquistão, utilizando o foguete russo Soyuz-2.1b, já se encontram em órbita.

"A separação [do acelerador Fregat] foi confirmada para os 34 veículos espaciais", disse um porta-voz da agência espacial russa Roscosmos à Sputnik, no início deste domingo (22).

O foguete Soyuz, que carregava os satélites OneWeb, foi lançado de Baikonur à 01h13 no horário de Moscou (19h13, no horário de Brasília), de acordo com a Roscosmos. O lançamento teria sido inicialmente planejado para o dia 20 de agosto, mas acabou sendo adiado por duas vezes.

A constelação britânica de satélites OneWeb é agora constituída por 288 satélites. A companhia OneWeb planeja ter no final cerca de 650 espaçonaves de banda larga em órbita terrestre baixa.

Em junho, uma fonte contou à Sputnik que um dos quatro lançamentos dos satélites de comunicações OneWeb britânicos do centro espacial Baikonur, planejados para 2021, foi adiado para o próximo ano. Por sua vez, outra fonte disse que o lançamento adiado deveria ser compensado por um lançamento adicional dos satélites OneWeb do porto espacial Vostochny, na Rússia, em outubro deste ano.

O próximo lançamento de satélites OneWeb da estação de Baikonur está previsto para setembro deste ano.


 

domingo, 8 de novembro de 2020

China lança para órbita 1º satélite 6G do mundo, afirma mídia (VÍDEO)

 


Prevê-se que as redes 6G sejam dez vezes mais rápidas do que as redes de quinta geração, que segue envolta de disputas ao redor do mundo devido acusações sobre equipamentos de empresas chinesas.

A China colocou "o primeiro satélite de teste 6G do mundo" em órbita com o lançamento do foguete Longa Marcha 6 nesta sexta-feira (6), informa em comunicado a Universidade de Ciência e Tecnologia Eletrônica da China, citado pelo jornal Sohu.

Denominado Universidade de Ciência e Tecnologia Eletrônica, o satélite experimental é um empreendimento conjunto entre o principal estabelecimento educacional da China e a empresa local National Star Aerospace. O satélite pesa 70 quilos e estabelecerá um link de transceptor para realizar testes de carga em terahertz. Será a primeira verificação técnica de comunicação terahertz testada em ambiente espacial, garante à mídia o professor Xu Yangsheng, da Universidade de Ciência e Tecnologia Eletrônica da China.

De acordo com Yangsheng, o satélite marca um grande avanço na exploração da tecnologia de comunicação espacial terahertz no campo aeroespacial da China.

A comunicação por terahertz, uma das tecnologias-chave no desenvolvimento de redes de sexta geração, tem vantagem sobre as demais, entre elas uma alta taxa de transmissão e perspectivas de aplicação importantes no campo da comunicação terrestre e espacial.

A mensagem da Universidade revela que o satélite também terá algumas outras funções, incluindo observações remotas e monitoramento de desastres naturais. O foguete Longa Marcha 6 lançou um total de 13 satélites, sendo dez deles desenvolvidos pela empresa argentina Satellogic, ao espaço a partir do Centro de Lançamento de Satélites de Taiyuan, na China.

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Cosmonauta russo filma objetos não identificados em órbita da Terra


Agência espacial Russa irá analisar as imagens; o mais provável é que sejam satélites da constelação Starlink, da SpaceX


cosmonauta russo Ivan Vagner, atualmente a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), teve uma surpresa ao gravar uma aurora entre a Antártica e a Austrália na última quarta-feira (19): além do belo fenômeno natural, ele também registrou cinco objetos misteriosos voando em formação em órbita da Terra.


"O que você acha que são? Meteoros, satélites ou... ?", pergunta o cosmonauta russo a seus seguidores no Twitter. Segundo ele, o incidente foi notificado aos administradores da Roscosmos, a agência espacial russa, e as imagens originais para a academia russa de ciências para "mais análises".

"Ainda é cedo para fazer conclusões até que nossos pesquisadores e cientistas da Roscosmos no Instituto de Pesquisa Espacial da Academia Russa de Ciências nos digam o que acham", disse Vladimir Ustimenko, porta-voz da Roscosmos. "Foi decidido entregar o material a especialistas que irão nos dizer o que era, em sua opinião".

Mesmo antes da opinião dos especialistas, a explicação mais plausível é que Vagner viu parte da constelação de satélites Starlink, que já deixou observadores na Terra confusos. Os satélites são mais visíveis quando estão em órbita baixa, logo após um lançamento, e se parecem com uma fileira de estrelas. E a SpaceX lançou um lote de satélites em 18 de agosto, um dia antes de Vagner registrar as imagens.

Fonte: Space.com

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Terra pode ganhar nova lua: astrônomos detectam satélite natural em órbita (VÍDEO)



O pequeno asteroide 2020 CD3 tornou-se temporariamente um novo satélite natural da Terra, de acordo com cientistas.

Astrônomos do programa de monitoramento Catalina Sky Survey, financiado pela NASA, acreditam que avistaram um asteroide que está preso na gravidade da Terra.
"Este objeto está temporariamente ligado à Terra. Não há evidência de perturbações devido à pressão da radiação solar e não foi encontrada nenhuma ligação com um objeto artificial conhecido. Outras observações e estudos dinâmicos são fortemente encorajados", diz o documento.
De acordo com dados disponíveis, o asteroide tem um diâmetro de 1 a 6 metros. Pertence ao grupo de asteroides Amur ou Apollo.
BIG NEWS (thread 1/3). Earth has a new temporarily captured object/Possible mini-moon called 2020 CD3. On the night of Feb. 15, my Catalina Sky Survey teammate Teddy Pruyne and I found a 20th magnitude object. Here are the discovery images.

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​Notícia grande (Tópico 1/3). A Terra tem um novo objeto temporariamente capturado/ Uma possível minilua chamada 2020 CD3. Na noite de 15 de fevereiro, eu e meu colega da equipe Catalina Sky Survey, Teddy Pruyne, encontramos um objeto de 20ª magnitude. Aqui estão as imagens da descoberta
"Na verdade, existem os chamados quase-satélites da Terra. Eles têm uma órbita bastante complicada. Quando falamos de um satélite, queremos dizer que ele voa em órbita circular como a EEI [Estação Espacial Internacional] ou Yuri Gagarin. Este objeto voa com mais dificuldade. Ele voa com o mesmo período da Terra sem se afastar muito, formando uma órbita temporária. Tais objetos não vivem em órbita por muito tempo. Eles podem acompanhar a Terra por vários anos e várias décadas", explicou Boris Shustov, diretor-científico do Instituto de Astronomia da Academia de Ciências da Rússia.