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sábado, 16 de maio de 2020

Com medo, Bolsonaro desiste de pronunciamento e indica que irá a manifestação neste domingo


A informação foi divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência. No fim da tarde deste sábado 16, Bolsonaro cumprimentou apoiadores que estavam na portaria do Palácio da Alvorada e disse: “Onze horas na rampa”


Jair Bolsonaro desistiu do pronunciamento que faria em rede nacional de rádio e televisão hoje para defender mais uma vez o fim de medidas de isolamento social, informou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência.

Segundo informações do Broadcast, serviço do Grupo Estado, a ideia é aguardar até que haja uma definição no Ministério da Saúde, depois da demissão de Nelson Teich nesta sexta-feira 15.
No fim da tarde deste sábado 16, Bolsonaro cumprimentou apoiadores que estavam na portaria do Palácio da Alvorada e disse: “Onze horas na rampa”. 
A declaração indica que ele estará em mais um ato em apoio ao seu governo neste domingo 17, como tem feito nos últimos finais de semana.

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Juninho Pernambucano irá ajudar sem teto que foi enganado e espancado por madeireiro



O ex-jogador Juninho Pernambucano anunciou em suas redes sociais que irá ajudar um sem teto que foi enganado e espancado por um madeireiro


O ex-jogador Juninho Pernambucano anunciou em suas redes sociais que irá fornecer assistência jurídica a um sem teto, identificado como Anderson, que foi enganado e espancado por um madeireiro. 
O agressor foi identificado Adonias Correia Santana, um madeireiro de Tabaporã, que acumula 22 processos. Nas imagens, Santana pergunta para o morador de rua se ele estaria com fome e lhe oferece uma nota R$ 20, como informou o Portal Fórum. 
O morador responde que não consegue comprar comida e não recebe ajuda porque quase não há ninguém nas ruas. O motorista do carro sugere que o empresário de uma nota de R$ 50. Santana, então, oferece a nota ao morador de rua e pede para que ele se aproxime. Em seguida, o empresário desfere tapas no rosto e grita “vai trabalhar, vagabundo!”.
Pra quem se sensibilizou com o vídeo, do rapaz que leva um tapa no rosto por pedir dinheiro, é o seguinte. Falei com Rogério Pereira, que é professor de processo penal e advogado, que foi até a casa dele. Ele se chama Anderson. Segue..

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Em um vídeo, Anderson agradece a ajuda do ex-jogador: 

segunda-feira, 23 de março de 2020

Ciro Gomes diz que irá ao STF contra MP de Bolsonaro que deixa trabalhador sem salário por quatro meses


Maldades contra o trabalhador para proteger os ricos


O ex-ministro Ciro Gomes (PDT-CE) afirmou que entrará com uma ação no Supremo Tribunal Federal contra a Medida Provisória de Jair Bolsonaro autorizando empresas a suspender o contrato de trabalho com funcionários por até quatro meses por causa dos casos de coronavírus no Brasil. "Uma das coisas mais aberrantes, selvagens, estúpidas sob o ponto de vista técnico, econômico e, mais do que tudo, social. É ilegal, confronta a Constituição Federal", afirmou o ex-presidenciável em vídeo publicado no Twitter. 


Segundo o ex-governador do Ceará, o governo Bolsonaro "está criando um barril de pólvora". "O povo que precisa ficar em casa tem de ser apoiado economicamente porque as pessoas têm contas para pagar, têm que comer, têm que comprar remédios, têm que comprar álcool, máscaras, e isso só pode ser feito se o governo criar um programa de renda mínima de cidadania", complementou.

O ex-ministro disse que "vamos ter na iminência desta crise sanitária uma explosão social provocada pela fome, pela miséria em massa, porque é muito irresponsável o que o governo está fazendo". "Vamos imediatamente entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal, para impedir que esta loucura técnica seja consumada em nosso País", continuou.

De acordo com Ciro, a crise do coronavírus "atingirá violentamente os padrões sanitários". "O Brasil não tem sequer equipamentos necessários de proteção dos profissionais de saúde", disse.

domingo, 15 de março de 2020

Poder militar: Japão irá desenvolver armas hipersônicas




O Ministério da Defesa do Japão apresentou plano para desenvolver armas hipersônicas. Os trabalhos serão focados em duas áreas prioritárias: desenvolvimento de um míssil de cruzeiro hipersônico e de projétil de deslizamento de velocidade hipersônica (HVGP, na sigla em inglês).

De acordo com o cronograma do plano japonês, as armas devem ser colocadas à disposição das Forças de Autodefesa do país a partir de 2030.
Para fornecer apoio aos novos sistemas hipersônicos, o Japão planeja instalar uma rede com sete satélites, desenvolvidos especialmente para o programa.
De acordo com o especialista militar Aleksei Leonkov, o plano japonês para desenvolvimento de armas hipersônicas se assemelha bastante ao norte-americano.
"Tóquio nunca se destacou no desenvolvimento deste tipo de armamento. O cronograma [do programa] está sincronizados com o de Washington. Os especialistas não excluem que Tóquio possa cooperar com Washington para um desenvolvimento mais eficaz de armas hipersônicas", disse o especialista.
Leonkov lembrou que os EUA adotaram um método semelhante para desenvolver o projeto dos caças F-35, conforme reportou a RT.

Conter a China

O documento publicado pelo Ministério da Defesa japonês aponta a necessidade de "defesa das ilhas longínquas do Japão de um eventual ataque" como um dos principais objetivos do projeto.
Mas a mídia local apontou que a principal preocupação de Tóquio é com as manobras realizadas pela Marinha chinesa na região das ilhas contestadas de Senkaku/Diaoyu.
Especialistas apontam que os mísseis hipersônicos japoneses terão como objetivo principal atingir embarcações a grandes distâncias, principalmente porta-aviões.

© CC0
Ogiva hipersônica, imagem ilustrativa
Lembramos que, em 2012, a Marinha chinesa comissionou o seu porta-aviões Liaoning. Em 2019, a China começou a operar outro porta-aviões, o Shandong, construído inteiramente em instalações chinesas.
O desenvolvimento de armas hipersônicas daria a Tóquio a capacidade de atacar essas embarcações sem ter que mobilizar a sua Marinha ou Força Aérea na região contestada.
Atualmente Tóquio possui somente mísseis com alcance de cerca de 100 km, enquanto as ilhas contestadas ficam a cerca de 430 km da costa japonesa.
A China já realiza testes de mísseis hipersônicos terra-terra. Os chamados DF-17 foram apresentados ao público pela primeira vez em outubro de 2019, durante as comemorações dos 70 anos da revolução chinesa.