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domingo, 3 de abril de 2022

Suécia revive força militar da Guerra Fria para criar escudo no Báltico

 


A Suécia estava esperando há tempos para voltar à ilha de Gotland, varrida pelo vento, no mar Báltico.

A região de Gotland fornece aos militares suecos uma posição dominante no Báltico, onde podem controlar rotas navais críticas e o espaço aéreo.
De acordo com a agência Bloomberg, especialistas suecos acreditam que a ilha seja um elemento-chave na região e que a presença militar do país na ilha dará um controle efetivo sobre o Báltico.
A Suécia ordenou o envio de reforços e veículos armados para Gotland em janeiro. De acordo com a Bloomberg, apesar de o país ser conhecido pelo alto padrão de vida, ele também é um importante exportador de armas, como é o exemplo da Saab, empresa de defesa que exporta para diversos países.
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Recentemente, duas fragatas britânicas se juntaram aos navios, aeronaves e pessoal de seis nações participantes da Força Expedicionária Conjunta (JEF, na sigla em inglês) para apoiar a OTAN e reforçar a segurança no mar Báltico.
Estabelecida em 2014 e liderada pelo Reino Unido, a JEF é uma força de resposta rápida que pode ser implantada em qualquer parte do mundo como complemento à OTAN e outras estruturas de segurança internacionais.
Atualmente, a força expedicionária inclui militares, além do Reino Unido, da Dinamarca, Estônia, Finlândia, Islândia, Letônia, Lituânia, Noruega, Países Baixos e Suécia.

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Caça russo Su-27 intercepta 3 aeronaves de reconhecimento da OTAN sobre Báltico




Caça russo Su-27 interceptou três alvos aéreos sobre o mar Báltico: dois aviões de inteligência das forças aéreas dos EUA e da Suécia, bem como uma aeronave da Marinha alemã, diz o comunicado do Centro Nacional de Gerenciamento de Defesa da Rússia.

"Em 24 de agosto, equipamentos de controle do espaço aéreo russos detectaram sobre as águas neutras do mar Báltico três alvos aéreos se aproximando da fronteira nacional da Federação da Rússia", informa o comunicado.
Destaca-se que para identificar os alvos aéreos e impedi-los de violar a fronteira da Rússia foi acionado um caça Su-27 do esquadrão das forças de defesa antiaérea em serviço da Frota do Báltico.
"A tripulação do caça russo identificou sequencialmente os alvos aéreos como uma aeronave de reconhecimento RC-135 da Força Aérea dos EUA, um avião de reconhecimento Gulfstream da Força Aérea da Suécia e uma aeronave de patrulha Orion da Marinha alemã. Entretanto, este último, a fim de garantir sua invisibilidade durante a aproximação da fronteira da Federação da Rússia, voava sobre o mar a baixa altitude de 500 metros e baixa velocidade de 250 km/h", ressalta o comunicado.
O voo do Su-27 russo foi realizado em estrito cumprimento das regras internacionais do espaço aéreo.