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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Simaria anuncia retorno aos palcos após 4 anos e justifica demora: 'Precisei desse tempo'

 


Cantora fez anúncio em seu perfil na redes sociais nesta quinta-feira (13)


A cantora Simaria anunciou nesta quinta-feira (13) seu retorno após um hiato de 4 anos. Ela não faz apresentações desde o fim da dupla com a irmã, Simone.

"A pausa nunca foi o fim da minha história. Foi só o tempo que eu precisei para voltar bem! E meu reencontro com a música tem data e lugar para acontecer", declarou ela.

O retorno da artista vai acontecer no dia 12 de setembro em um show no Vibra São Paulo. Os ingressos estarão disponíveis a partir desta sexta-feira (14). Na ocasião, também será gravado um DVD.


terça-feira, 2 de maio de 2023

Pentágono anuncia envio temporário de 1.500 soldados dos EUA para fronteira com o México

 


Os soldados devem chegar à fronteira EUA-México até 10 de maio. O Pentágono está procurando maneiras de substituir o pessoal da ativa por aqueles da força de reserva, segundo chefe do órgão de Defesa norte-americano.

O Pentágono disse hoje (02) que o governo Biden enviará temporariamente 1.500 soldados adicionais para ajudar a proteger a fronteira entre os Estados Unidos e o México. A ação acontece porque em breve, quando as restrições fronteiriças da COVID-19 forem suspensas mais tarde, pode ser que aconteça um aumento da imigração ilegal este mês.
O destacamento de 90 dias de tropas de serviço ativo complementará o trabalho da Patrulha de Fronteira dos EUA, mas não cumprirá funções de aplicação da lei, disse o porta-voz do Pentágono, brigadeiro-general Pat Ryder, em comunicado citado pela Reuters.

As tropas farão monitoramento terrestre, entrada de dados e suporte de depósito para liberar agentes de fronteira e "preencherão lacunas críticas de capacidade", disse Ryder.

A força será adicionada a um destacamento contínuo de cerca de 2.500 soldados da Guarda Nacional, relata a mídia.

Ainda segundo a agência britânica, o presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, quando questionado sobre o envio de tropas em entrevista coletiva, disse que os EUA são uma nação soberana e que o México respeita suas decisões.
Joe Biden, um democrata concorrendo à reeleição em 2024, tem enfrentado um número recorde de migrantes pegos cruzando ilegalmente a fronteira desde que assumiu o cargo em 2021, e tem sido muito criticado pelos republicanos por reverter as políticas linha-dura do ex-presidente Donald Trump.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Dinamarca anuncia apoio financeiro de 22 milhões de euros à Ucrânia em meio a tensões com Rússia

 


Copenhague acusa a Rússia de realizar uma "mobilização perto da fronteira ucraniana" e envia por isso à Ucrânia uma nova e maior tranche de fundos após a anterior, de 2018.


O Ministério das Relações Exteriores da Dinamarca anunciou no domingo (16) que o país destinará € 22 milhões (R$ 138,28 milhões) à Ucrânia como parte de um "programa de apoio abrangente".
Segundo o comunicado, o financiamento ajudará a "fortalecer a resiliência e capacidade da Ucrânia de gerir as consequências severas do conflito em curso na Ucrânia oriental", com Jeppe Kofod, chanceler da Dinamarca, culpando a Rússia pela "mobilização perto da fronteira ucraniana".

"Também estamos aumentando nossa contribuição ao treino militar da Ucrânia e nossa assistência para pôr o pessoal militar ucraniano em linha com os padrões da OTAN", revelou Trine Bramsen, ministra da Defesa.

Além da área militar, a declaração refere que a assistência procurará "melhorar o diálogo entre pessoas dos dois lados da linha de contato, de forma a promover a resolução do conflito e reconciliação local".
Na região de Yasne, leste da Ucrânia, um soldado ucraniano se posiciona em uma trincheira na fronteira com a República Popular de Donetsk, em 14 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 14.01.2022
Panorama internacional
EUA planejam enviar armas e treinar insurgentes na Ucrânia em caso de agressão russa, diz mídia
Trata-se de um novo apoio financeiro, depois que Copenhague ofereceu € 16,1 milhões (R$ 101,19 milhões, na conversão atual) a Kiev entre 2018 e 2021.
Países ocidentais têm culpado a Rússia por supostamente se preparar para invadir a Ucrânia, com Moscou respondendo que tem todo o direito de movimentar tropas dentro de seu próprio território e que isso é uma resposta à militarização junto das fronteiras russas pela OTAN, inclusive na Ucrânia, que não é Estado-membro da Aliança Atlântica.

domingo, 7 de novembro de 2021

Irã anuncia início de maciços exercícios militares no sul do país em aviso aos 'inimigos' (VÍDEO)

 


Tensões entre o Irã e o Ocidente estão crescendo em meio a uma série de incidentes marítimos na zona das águas ao largo do litoral sul República Islâmica, consideradas parte de uma das rotas petrolíferas mais importantes a nível mundial.

Irã anunciou no sábado (6) que suas Forças Armadas estão planejando um "exercício militar de grande escala" em áreas dos mares Arábico e Vermelho, pouco depois de um petroleiro iraniano ter tido um confronto com um navio militar do EUA no início da semana.

Segundo o contra-almirante Habibollah Sayyari, vice-chefe do Exército iraniano para a Coordenação, citado pela agência Tasnim, foram concluídos todos os preparativos necessários e os exercícios militares conjuntos denominados Zolfaqar-1400 devem começar neste domingo (7).

Informa-se que o exercício inclui as Forças Terrestres do Exército, Marinha, Força Aérea e Defesa Aérea, cobrindo "uma área de mais de um milhão de quilômetros quadrados a sudeste do Irã, que se estende desde as partes orientais do estreito de Ormuz às zonas do norte do oceano Índico, até a latitude de 10 graus, e partes do mar Vermelho".

​Irã inicia exercícios em larga escala em águas do sul. Zolfaqar-1400 envolve militares das Forças Terrestres do Exército, Marinha, Força Aérea e unidades de Defesa Aérea e cobre uma área de 1 milhão de km², estendendo-se do lado leste do estreito de Ormuz até partes do norte do oceano Índico e mar Vermelho.

O almirante observou também que "uma ampla gama de equipamentos e munições nacionais, incluindo avançados drones de reconhecimento e combate com diferentes alcances", deverão ser utilizados nos exercícios, acrescentando que o exercício servirá como um aviso aos "inimigos que qualquer ato de agressão contra o Irã desencadeará uma resposta esmagadora" de Teerã.

As manobras têm como objetivo facilitar a prontidão militar e a capacidade defensiva do Irã "de proteger a integridade territorial do país".

O anuncio de exercícios militares surge poucos dias depois que a mídia iraniana informou que a Marinha do país havia repelido um ataque dos EUA a um de seus petroleiros no golfo de Omã.

sábado, 8 de maio de 2021

Challenger 3: Reino Unido anuncia compra de 148 tanques que serão os 'mais letais da OTAN' (FOTO)

 


Ao fechar contrato bilionário para produção de 148 novos tanques, Ministério da Defesa diz cumprir com a promessa de investir de forma "modernizada, adaptável e expedicionária" nas forças terrestres do Exército britânico.

Nesta sexta-feira (7), o Ministério da Defesa do Reino Unido anunciou que as Forças Armadas do país vão receber 148 novos tanques Challenger 3, em um contrato avaliado em £ 800 milhões (cerca de R$ 5,8 bilhões). A empresa responsável pela produção dos novos tanques será a Rheinmetall BAE Systems Land.

Os veículos blindados serão uma versão atualizada dos tanques Challenger 2, que estão em serviço desde 1998, e sua modernização os tornará "os tanques mais letais da OTAN".

​O contrato de £ 800 milhões [R$ 5,8 bilhões] com a Rheinmetall BAE Systems Land criará 200 empregos com a empresa e mais 450 empregos em West Midlands, Glasgow, Newcastle upon Tyne e ilha de Wight.

Segundo informa o ministério, Challanger 3 carregará munição adicional de alta velocidade, capaz de viajar em velocidades mais rápidas com um alcance maior. A munição também será programada digitalmente a partir de uma nova torre com uma arma de cano liso de 120 milímetros. 

O tanque também contará com um motor atualizado com um novo sistema de refrigeração e suspensão para melhorar a precisão ao disparar em trânsito, um novo sistema automático de detecção e rastreamento de alvos para identificar ameaças e novas câmeras térmicas de longo alcance serão instaladas como parte de um sistema de imagem diurna e noturna.

​Uma atualização para os tanques de batalha principais Challenger 3 significa que teremos os tanques mais letais da OTAN.

O secretário de Defesa britânico, Ben Wallace, disse que a compra representa uma grande mudança na estrutura da Defesa do país, além de gerar centenas de empregos.

"Isso [essa compra] representa uma grande mudança na modernização de nossas forças terrestres por meio do aumento da letalidade do Challenger 3. Essa nova tecnologia pioneira nos permite oferecer imensas capacidades de combate em campos de batalha repletos de uma série de ameaças inimigas. O investimento […] também criará centenas de empregos altamente qualificados em todo o país […]", disse o secretário no comunicado.

Espera-se que a capacidade operacional inicial dos tanques seja alcançada em 2027 e a capacidade total em 2030, segundo a publicação.

O Challenger 3 será equipado com um backbone digitalizado conectando-o aos outros veículos de combate e será o primeiro tanque totalmente digitalizado do Reino Unido. Ele também terá uma nova arma de cano liso de 120 mm que usa a munição mais avançada disponível globalmente.

De acordo com o Ministério, o anúncio do Challenger 3 reafirma "nosso compromisso de investir £ 3 bilhões [cerca de R$ 19,1 bilhões] em equipamentos no Exército na próxima década, entregando uma força de combate modernizada, adaptável e expedicionária".


sábado, 2 de janeiro de 2021

Pentágono anuncia retirada do USS Nimitz em meio a tensões por suposta 'ameaça de vingança' do Irã

 


EUA anteriormente enviaram bombardeiros B-52 para o golfo Pérsico, durante a aproximação do aniversário do assassinato de Qassem Soleimani, major-general iraniano de topo.

O Departamento de Defesa norte-americano deverá enviar o USS Nimitz, seu único porta-aviões da Marinha operando no Oriente Médio, para a costa oeste dos EUA, anunciou na quinta-feira (31) Christopher Miller, secretário interino de Defesa, sem mencionar o Irã.

Na quarta-feira (30), bombardeiros B-52 da Força Aérea norte-americana voaram dos EUA para o golfo Pérsico em uma demonstração de força militar, na expectativa de uma possível retaliação iraniana contra instalações norte-americanas ou aliadas.

Suposto ataque do Irã

Também na quinta-feira (31), a emissora CNN citou um oficial de Defesa dos EUA anônimo, que apontou a possibilidade de ataques a militares norte-americanos por "milícias com apoio iraniano".

"Tem havido uma série de sinais perturbadores de planejamento avançado e preparação para ataques no Iraque que parece ser dirigida contra os militares e interesses dos EUA", relatou.

De acordo com os três oficiais citados, não há planos ofensivos sendo preparados contra o Irã.

Tensões no golfo Pérsico

Washington tem procurado manter uma presença quase contínua de porta-aviões na região do golfo Pérsico. O USS Abraham Lincoln foi implantado em maio de 2019, em meio a preocupações de que o Irã estivesse atacando os interesses dos EUA na região.

Preocupações mais recentes dos EUA têm estado ligadas à aproximação do primeiro aniversário do ataque aéreo americano que matou o principal militar do Irã, general Qassem Soleimani, em 3 de janeiro de 2020, bem como Abu Mahdi al-Muhandis, um alto comandante da milícia Shia, em Bagdá, Iraque.

O Irã retaliou lançando mais de uma dúzia de mísseis balísticos em duas bases com soldados norte-americanos no Iraque em 8 de janeiro, e ameaçou repetidamente novos ataques.

Mais tarde, em 27 de novembro, o cientista Mohsen Fakhrizadeh, considerado o pai do programa nuclear do Irã, acabou sendo assassinado. Teerã culpou Israel e EUA.

Donald Trump, presidente dos EUA, tem perseguido uma política de "pressão máxima" contra o Irã, tendo saído do Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês) em 2018 e imposto cada vez mais sanções à nação persa ao longo de sua administração, mas perdeu oficialmente as eleições presidenciais de 2020 para o democrata Joe Biden, que se prepara para assumir o cargo em 20 de janeiro de 2021, prometendo reentrar no acordo nuclear.

domingo, 13 de setembro de 2020

Israel anuncia lockdown por três semanas devido a grande crescimento dos casos de Covid-19 no país



Netanyahu anunciou neste domingo que será decretado um lockdown (bloqueio) nacional de três semanas em uma tentativa de combater crescimento dos casos de Covid-19 em Israel -há mais de 4 mil novos casos por dia. Ele disse ainda que o bloqueio poderá ser estendido


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou neste domingo (13) que será decretado um lockdown (bloqueio) nacional de três semanas em uma tentativa de combater novos casos crescentes de Covid-19, informou a AFP. Aliado de Bolsonaro, Netanyahu não tem adotado uma postura negacionista em relação à pandemia.
"Hoje, na reunião do governo, chegamos a uma decisão sobre um lockdown estrito (bloqueio) por três semanas, com a opção de ser estendido", disse ele em um comunicado transmitido pela televisão.
O bloqueio começará às 1100 GMT na sexta-feira, poucas horas antes do início do Ano Novo Judaico e das Grandes Festas.
"Nosso objetivo é interromper o aumento, reduzir o contágio", que ultrapassou o limite de 4.000 novos casos por dia, disse Netanyahu.
De acordo com as diretrizes de bloqueio a serem finalizadas nos próximos dias, as reuniões em ambiente fechado serão limitadas a 10 pessoas e as realizadas ao ar livre a 20, significando que as orações nas sinagogas serão severamente afetadas.
Os restaurantes devem ser fechados para refeições no local e o movimento das pessoas será limitado a 500 metros da casa.
"Eu sei que essas medidas vão cobrar um preço alto de todos nós", disse Netanyahu.