Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador Pior. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pior. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 29 de junho de 2020

'Pior ainda por vir': chefe da OMS revela apuração na China e pede união mundial contra COVID-19



O mundo deve permanecer unido em meio à pandemia da COVID-19, já que a falta de solidariedade está ajudando o novo coronavírus e o pior ainda por vir, alertou o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

"Um grupo muito diversificado de especialistas disse que esse vírus tem duas combinações perigosas. Uma é rápida. É contagiosa. A segunda é uma assassina. E pode explorar divisões entre nós [...]. É por isso que a OMS está dizendo para que se evite qualquer divisão. Quaisquer diferenças podem ser exploradas pelo vírus", avaliou Tedros em um briefing virtual.
Embora não cite nomes, o diretor da OMS parecia estar se referindo ao crescimento da COVID-19 nas Américas, as quais detêm os dois líderes em infecções confirmadas e mortes: Estados Unidos e Brasil. Em comum entre os dois países, dois presidentes criticados internamente pela falta de coordenação federal para atuar contra a pandemia.
"Com 10 milhões de casos agora e meio milhão de mortes, a menos que abordemos os problemas que já identificamos como OMS - a falta de unidade nacional e a falta de solidariedade global e o mundo dividido, que está realmente ajudando o vírus a se espalhar - como eu disse em meu discurso, o pior ainda está por vir. Lamento dizer isso, mas com esse tipo de ambiente e condição, temos medo do pior", pontuou Ghebreyesus.
O chefe da OMS reforçou que a pandemia não está nem perto de terminar, observando que, seis meses depois que a China alertou a OMS pela primeira vez sobre uma nova infecção respiratória, os números pelo planeta seguem assustadores.

© AP PHOTO / MARK SCHIEFELBEIN
Segurança monta guarda em frente do mercado de Xinfadi em Pequim, sábado, 13 de junho de 2020. Pequim fechou o maior mercado da cidade após a descoberta de 7 casos do novo coronavírus nos dois dias anteriores
"A maioria das pessoas permanece suscetível, o vírus ainda tem muito espaço para se movimentar", pontuou ele. "Todos nós queremos que isso acabe. Todos queremos continuar com nossas vidas. Mas a dura realidade é que isso nem está perto de acabar. Embora muitos países tenham feito algum progresso globalmente, a pandemia está realmente se acelerando".
Ele ainda criticou as alegações de algumas lideranças mundiais de que é muito difícil rastrear as pessoas infectadas pelo novo coronavírus, classificando tal afirmação como uma "desculpa esfarrapada".

OMS vai à China

O diretor-geral da OMS revelou também que a entidade enviará uma equipe à China na próxima semana para examinar as origens da pandemia do novo coronavírus.
"A OMS disse que conhecer a fonte do vírus é muito, muito importante. É ciência, é saúde pública. Podemos combater o vírus melhor quando soubermos tudo sobre o vírus, incluindo como começou. E enviaremos uma equipe na próxima semana à China para isso, e esperamos que isso leve a entender como o vírus começou e o que podemos fazer para o futuro se preparar", explicou Ghebreyesus.
Os Estados Unidos, o maior crítico da OMS e que indicou que vai deixar a agência das Nações Unidas, pediram uma investigação sobre a origem do novo coronavírus.
O presidente Donald Trump e o secretário de Estado Mike Pompeo disseram nas últimas semanas que pode ter se originado em um laboratório, embora não tenham apresentado evidências disso e a China negue veementemente.

As mais visitadas

terça-feira, 14 de abril de 2020

Bolsonaro é o pior no combate ao coronavírus, diz Washington Post em editorial


Um dos principais jornais dos Estados Unidos diz que Jair Bolsonaro cometeu o caso mais grave de improbidade entre os governos. "O presidente tentou repetidamente minar as medidas tomadas pelos 27 governadores estaduais do país para conter o surto"


O jornal The Washington Post publicou editorial nesta terça-feira, 14, classificando Jair Bolsonaro como o "pior líder mundial no combate ao novo coronavírus". 
"De longe, o caso mais grave de improbidade é o do presidente brasileiro Jair Bolsonaro. Quando as infecções começaram a se espalhar no país de mais de 200 milhões de pessoas, o populista de direita descartou o coronavírus como 'uma gripezinha' e incitou os brasileiros a 'enfrentarem o vírus como homem, caramba, não um garoto'. Pior, o presidente tentou repetidamente minar as medidas tomadas pelos 27 governadores estaduais do país para conter o surto", diz o jornal estadunidense. 

domingo, 22 de março de 2020

Em vídeo, presidente da Espanha alerta sobre o coronavírus: “O pior ainda está por vir”


Pedro Sánchez também pediu aos espanhóis para serem “fortes, em um momento que requer união de todos, estamos lutando contra um inimigo que vamos derrotar progressivamente”


Da revista Fórum – O presidente da Espanha, Pedro Sánchez, deu uma longa declaração pública, neste sábado (21), no qual analisou vários aspectos sobre a crise do coronavírus no país, uma semana depois de decretar o estado de alerta nacional por causa do coronavírus.
Segundo Sánchez, o país vive “dias muito difíceis”, mas que “o pior ainda está por vir”, enfatizando que “ainda enfrentaremos o impacto da onda mais severa (de casos), que colocará nossas capacidades morais e materiais em um limite”.
Em seguida, pediu aos espanhóis para serem “fortes, em um momento que requer união de todos”, e garantiu que “todos os recursos do Estado estarão voltados, nas próximas semanas, a vencer esta batalha”.
“Estamos lutando contra um inimigo que vamos derrotar e que estamos derrotando progressivamente”, assegurou.
A Espanha já registra oficialmente mais de 25 mil casos de Covid-19, com 1,4 mil mortes. O Ministério da Saúde do país europeu também registra mais de 2 mil casos de pacientes já recuperaram da infecção.
Veja o vídeo na íntegra aqui:

quarta-feira, 18 de março de 2020

Investidor americano: estamos a caminho da pior crise financeira da nossa vida



A economia global está atualmente ameaçada pela propagação da COVID-19, enquanto os governos de todo o mundo estão tentando contornar a situação.

De acordo com o lendário investidor Jim Rogers, muitas pessoas vão sofrer demais, pois os efeitos desta pandemia vão durar muito tempo.
"Eu disse anteriormente que a próxima vez que tivermos um problema financeiro vai ser o pior", afirmou Rogers ao canal russo RT, acrescentando que parece que estamos caminhando para "a pior crise financeira das nossas vidas" e "saberemos dentro de alguns meses".
Segundo o analista, muitas indústrias, como as companhias aéreas e as viagens, vão sofrer. Ele também explicou que as empresas com grandes dívidas estão especialmente vulneráveis neste momento, e as que participam no comércio internacional em particular terão sérios problemas.

Crise global

"Algumas delas vão falir", opinou o investidor americano, observando que as grandes companhias aéreas e companhias de navegação provavelmente serão socorridas porque, caso contrário, isso seria "embaraçoso para os países".

Cédulas de euro, libra e dólar
Quanto à turbulência dos mercados financeiros, o especialista acredita que a maioria dos mercados não estava preparada para a crise de saúde global e não sabia o que estava por vir, embora a razão por trás dessa desordem "não é apenas o vírus, é certamente muito mais" do que isso.
Para os investidores, Rogers aconselha a investirem apenas naquilo que eles têm real conhecimento para não correrem riscos.
As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

'Pior dos cenários': Moscou reage à ameaça da Turquia de realizar operação na Síria



A Turquia enviar tropas para a Síria para lutar contra as forças de Damasco seria "o pior dos cenários", disse o porta-voz do Kremlin após Ancara ameaçar usar a força na província de Idlib.

Nesta quarta-feira (19), o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, disse que se preparou para lançar uma ofensiva militar na província de Idlib, a fim de expulsar as Forças Armadas da Síria do local.
"Se for uma operação contra terroristas em Idlib, então isso estaria dentro do espírito" dos acordos firmados entre a Rússia e a Turquia, disse Peskov.
"Mas se for uma operação contra as Forças Armadas legítimas da Síria, esse seria, sem dúvida, o pior dos cenários", afirmou o porta-voz do Kremlin.
Rússia e Turquia acordaram um processo de desescalada em Idlib, o último reduto de forças rebeldes na Síria. Segundo os acordos de Sochi, a Turquia deve usar sua influência sobre os grupos armados para diminuir a intensidade dos ataques a partir da província.
O acordo foi firmado para evitar o prolongamento de uma ofensiva militar lançada por Damasco que, segundo Ancara, estava gerando um êxodo de refugiados para a Turquia.
"Ficamos muito satisfeitos com o acordo que selamos em Sochi há mais de um ano, e a satisfação era mútua", contou Peskov. "Mas não ficamos nem um pouco satisfeitos quando grupos terroristas começaram a realizar ataques a partir de Idlib contra as Forças Armadas Sírias e contra bases militares russas."
Negociações realizadas entre Turquia e Rússia na semana passada não geraram os resultados esperados, reportou a RT.
Ao comentar a situação volátil na região, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, dissipou especulações de que Moscou iria impor novas condições para um acordo e disse que as partes devem "simplesmente cumprir o acordado entre os nossos líderes".
Ele acrescentou que a operação do governo sírio em Idlib foi realizada "em resposta às violações graves dos acordos" perpetradas por grupos rebeldes.

© SPUTNIK / MIKHAIL VOSKRESENSKY
Membro do exército sírio dirige em vilarejos retomados ao sudeste da província de Idlib, em 25 de janeiro de 2020
Damasco reagiu a ataques realizados a partir de Idlib e reconquistou dezenas de vilarejos e territórios na província na última semana. Os avanços da Síria, no entanto, geraram confrontos com forças turcas. A morte de dois soldados turcos criou grande insatisfação em Ancara.
As Forças Armadas russas declararam que um dos incidentes poderia ter sido causado por falha da Turquia, que não teria alertado as partes sobre movimentos de seu comboio.
Nesta quarta-feira (19), o presidente turco disse que estava preparado para lançar uma ofensiva militar em Idlib "a qualquer momento". Em discurso ao parlamento turco, Erdogan afirmou que não iria permitir que o governo sírio retomasse o controle da província síria de Idlib.