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segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Empresas do esquema de Crivella teriam recebido quase R$ 1 bilhão, segundo MP



Apesar de alegar crise financeira, a prefeitura do Rio de Janeiro pagou pelo menos R$ 976,4 milhões entre 2017 e 2020 em contratos com seis empresas suspeitas de terem pagamentos liberados em troca de propinas pedidas pelo empresário Rafael Alves

O número está no relatório do Ministério Público Estadual do Rio (MPRJ) que embasou a operação contra o prefeito Marcelo Crivella e outros 22 alvos na última quinta-feira.
Segundo os promotores, foi o próprio Crivella que autorizou o pagamento de parte das faturas, em caráter de exceção, contrariando regras da própria administração municipal para a quitação de dívidas com fornecedores e prestadores de serviços.

sábado, 25 de abril de 2020

PF identifica Carlos Bolsonaro como chefe do esquema de fake news nas redes sociais


Segundo o jornalista Leandro Colon, dentro da Polícia Federal não há dúvidas de que Jair Bolsonaro pressionou o ex-diretor da PF Mauricio Valeixo, homem de confiança de Sérgio Moro, porque tinha ciência de que a corporação havia chegado ao seu filho


A Polícia Federal identificou o vereador Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, como um dos articuladores da esquema criminoso de disseminação de fake news e ataques a autoridades, no inquérito conduzido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 
Segundo o jornalista Leandro Colon, da Folha de S. Paulo, dentro da Polícia Federal, não há dúvidas de que Bolsonaro pressionou o ex-diretor da PF Mauricio Valeixo, homem de confiança do ex-ministro Sérgio Moro, porque tinha ciência de que a corporação havia chegado ao seu filho.
"Carlos é investigado sob a suspeita de ser um dos líderes de grupo que monta notícias falsas e age para intimidar e ameaçar autoridades públicas na internet. A PF também investiga a participação de seu irmão Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PSL de SP", afirma Colon. 

Novo chefe da PF passou o réveillon com Carlos Bolsonaro, chefe do esquema de fake news investigado pela PF


Revelação foi feita pelo deputado Marcelo Freixo (Psol-RJ), que entrou com ação para impedir que Alexandre Ramagem seja confirmado como novo diretor-geral da PF


Acredite se quiser: o novo chefe da Polícia Federal, Alexandre Ramagem, passou o réveillon com Carlos Bolsonaro, o filho de Jair Bolsonaro que comanda o "gabinete do ódio", estrutura paralela ao governo que dissemina mentiras, discursos de ódio e ataques às instituições. Isso significa que, em vez de investigar, Ramagem poderá proteger Carlos Bolsonaro, que, hoje mesmo, foi identificado como chefe do esquema de fake news. A revelação foi feita pelo deputado Marcelo Freixo (Psol-RJ. Confira e saiba mais sobre o caso:

247 - A Polícia Federal identificou o vereador Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, como um dos articuladores da esquema criminoso de disseminação de fake news e ataques a autoridades, no inquérito conduzido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 
Segundo o jornalista Leandro Colon, da Folha de S. Paulo, dentro da Polícia Federal, não há dúvidas de que Bolsonaro pressionou o ex-diretor da PF Mauricio Valeixo, homem de confiança do ex-ministro Sérgio Moro, porque tinha ciência de que a corporação havia chegado ao seu filho.
"Carlos é investigado sob a suspeita de ser um dos líderes de grupo que monta notícias falsas e age para intimidar e ameaçar autoridades públicas na internet. A PF também investiga a participação de seu irmão Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PSL de SP", afirma Colon.