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domingo, 27 de março de 2022

Alemanha pretende criar fundo de US$ 110 bilhões para reforçar Exército

 


A Alemanha prevê destinar um fundo maior às Forças Armadas, para que sejam plenamente capazes de cumprir sua missão principal de defender o país e a OTAN.

De acordo com a ministra da Defesa da Alemanha, Christine Lambrecht, as ações militares na Ucrânia demonstram aos alemães que devem fazer mais pela sua própria segurança e defesa de seus aliados.
Por isso, em seu discurso sobre o orçamento de defesa para 2022, ela insistiu na necessidade de equipar completamente a Bundeswehr.
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"Estamos devolvendo à nossa Bundeswehr sua plena disponibilidade operacional. As economias e cortes foram prolongados por tempo demais", declarou.
Segundo ela, o governo alemão pretende criar um fundo de US$ 110 bilhões (R$ 530 bilhões) para todas as forças da Bundeswehr.

"É muito dinheiro, porém é um dinheiro que nossa Bundeswehr precisa urgentemente. Eu me encarregarei de que invistamos este dinheiro de forma inteligente e econômica", afirmou.

Segundo a ministra, o objetivo desta medida consiste em que "a Bundeswehr seja capaz de cumprir sem limitações as tarefas clássicas da defesa nacional e da OTAN".

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quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Israel pretende reforçar sua defesa antiaérea ante crescente ameaça de drones do Irã

 


As Forças de Defesa de Israel (FDI) estão trabalhando para aumentar significativamente suas defesas antiaéreas, particularmente no norte do país, ante a crescente ameaça de drones iranianos que vêm inundando o Oriente Médio nos últimos anos.

Em dois anos, as FDI pretendem ter uma cobertura defensiva completa e permanente sobre o espaço aéreo do norte de Israel, planejando, posteriormente, expandir essa defesa a todo o país, informa The Times of Israel.

Atualmente, a Força Aérea israelense, encarregada de defender o espaço aéreo do Estado judeu, possui vários sistemas fixos de defesa antiaérea em várias partes do país, que são complementados com baterias móveis nos tempos de elevada tensão, ou quando são esperados ataques.

As FDI se veem cada vez mais forçadas a enfrentar veículos aéreos não tripulados de grande e pequeno porte. Por outro lado, essa tecnologia também se tem tornado cada vez mais acessível para grupos terroristas.
Caças da Força Aérea de Israel e da Alemanha
Caças da Força Aérea de Israel e da Alemanha

 

Contudo, combater ataques de drones é particularmente complicado, uma vez que esses aparelhos são mais difíceis de detectar do que aeronaves tripuladas comparativamente maiores, e voam a altitudes mais baixas e com padrões de voo menos previsíveis do que os foguetes, explica a matéria.

As autoridades israelenses apontam o suposto ataque devastador do Irã às instalações petrolíferas Aramco da Arábia Saudita, que foi conduzido com drones e mísseis de cruzeiro em 2019, como uma chamada de atenção para a gravidade da ameaça representada por essas armas.

Segundo The Times of Israel, parece que essa ameaça vem crescendo na região, pois a República Islâmica exportou drones para seus aliados houthis no Iêmen, para seus apoiadores na Síria e no Iraque e para o grupo libanês Hezbollah, que é considerado a principal ameaça militar pelas FDI. Alguns desses drones têm alcance de milhares de quilômetros e outros têm capacidade furtiva, que se suspeita o Irã teria roubado de alguns modelos norte-americanos de tais armas.
Novo drone de combate e reconhecimento Gaza é exibido em um local não revelado no Irã
© AP PHOTO / SEPAHNEWS VIA AP
Novo drone de combate e reconhecimento Gaza é exibido em um local não revelado no Irã

No mês passado, o ministro da Defesa de Israel, Benny Gantz, revelou a localização de uma base aérea iraniana que, segundo ele, foi utilizada para treinar apoiadores regionais de Teerã para operarem drones avançados.

Para melhorar as capacidades dos militares em detectar drones, a Força Aérea de Israel está adquirindo antenas de radar adicionais para serem instaladas no norte do país, reportou a mídia.

A maior parte dos fundos para este esforço de segurança já foi alocada, sendo parte deles proveniente de um acordo negociado, no final de 2019, entre os ministérios da Defesa, da Energia e das Finanças.


domingo, 18 de julho de 2021

Reino Unido pretende lançar operação especial secreta contra Rússia e China, diz mídia

 


De acordo com o jornal britânico The Sunday Times, citando o general de brigada Mark Totten, as forças especiais britânicas iniciarão uma nova missão secreta contra a Rússia e China.

Mark Totten afirmou que os serviços especiais aéreos e marítimos realizarão operações mais arriscadas contra outros países, e que ele será o líder das "futuras forças especiais" dos fuzileiros navais britânicos, que ajudarão as forças de operações especiais a combater o terrorismo e mercenários em torno do mundo e deverão contar com quatro mil militares.

Segundo ele, as forças de operações especiais devem se concentrar em missões complexas contra a Rússia e China, e para isso elas precisam "do conhecimento e da experiência dos verdadeiros especialistas".

"Entretanto nós podemos realizar algumas tarefas, tais como, por exemplo, atividades contra o terrorismo no mar ou operações conjuntas, que são complexas e mais arriscadas", afirmou.

Acredita-se que as forças especiais trabalharão em conjunto com o serviço de inteligência britânico MI6 e monitorarão as unidades militares e de inteligência russas e chinesas.

De acordo com fontes militares citadas pelo jornal britânico, as forças especiais podem também ser envolvidas em treinamentos de forças navais de países vizinhos ao mar do Sul da China.

No final de junho, o destróier britânico HMS Defender atravessou a fronteira russa perto da Crimeia. Na ocasião, um navio da guarda fronteiriça russa emitiu vários avisos e depois disparou tiros de advertência, enquanto um avião Su-24M realizou um bombardeio de advertência no sentido do percurso do navio.


As mais vistas da semana

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Irã pretende adquirir armas da Rússia para garantir segurança regional

 


O Irã planeja comprar armas russas de modo a garantir a segurança nacional e regional, afirmou Ali-Asghar Khaji, assistente sênior do ministro das Relações Exteriores iraniano, à Sputnik.

"Cooperamos militarmente com a Rússia. Quando as restrições foram levantadas, a Rússia se tornou um dos países dos quais podemos comprar armas, pelo que podemos cooperar com ela para proteger nosso território e para a segurança da região", afirmou Khaji.

O diplomata sublinhou que, enquanto o Irã não tinha o direito de obter armas devido às sanções impostas pelas Nações Unidas (ONU), os vizinhos de Teerã gastaram milhões de dólares em armamento, tornando a região em um armazém de armas.

No início desta semana, o embaixador russo no Irã, Levan Dzhagaryan, disse em uma entrevista à Sputnik que Moscou recebeu pedidos de equipamento de defesa por parte da República Islâmica, após o embargo de armas da ONU ter expirado em 18 de outubro de 2020.

O embargo de armas ao Irã expirou em conformidade com o acordo nuclear de 2015 que previa seu cancelamento cinco anos após a adoção do acordo. Isto deu a Teerã o direito de comprar e vender armas.


 

domingo, 1 de novembro de 2020

China pretende modernizar seu exército até 2027 para 'desbancar' EUA, segundo mídia

 


Na semana passada, o presidente chinês Xi Jinping pediu mais esforços para seguir modernizando o exército do país, que segundo ele, é a chave para a renovação nacional da China.

Pequim anunciou um novo objetivo de transformar o Exército de Libertação do Povo (ELP) em uma força militar moderna até 2027.

De acordo com o plenário do Comitê Central do Partido Comunista Chinês, realizado no início desta semana, o prazo previsto coincide com o centenário da fundação do ELP e a modernização ocorrerá em paralelo com o reforço das capacidades de defesa do país, bem como com o crescimento de sua economia.

Junfei Wu, vice-diretor do Instituto Tianda de Hong Kong, citado pelo jornal South China Morning Post, acredita que o objetivo da China seja igualar as capacidades de seu exército às dos EUA até 2027, para impedir a interferência norte-americana em torno de Taiwan.



© AP PHOTO / MARK SCHIEFELBEIN
Veículos militares chineses carregando o míssil de cruzeiro DF-100 no decorrer do desfile militar em homenagem aos 70 anos da criação da República Popular da China

Oficialmente, os EUA seguem a política de Uma Só China, que não reconhece a independência de Taiwan, contudo, Washington possui laços comerciais com a ilha, para além de lhe fornecer armas.

O comunicado do plenário surgiu após o presidente Xi Jinping afirmar no final da semana passada que um exército mais forte poderia fazer a diferença no "apoio estratégico" ao programa de modernização nacional do país.

A China pretende elevar suas capacidades através de armas e equipamentos inteligentes, como porta-aviões inteligentes, navios de assalto anfíbios e grandes destróieres.

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Coreia do Sul pretende conquistar mercado global com caça KF-X (FOTOS)

 


A Coreia do Sul se prepara para revelar um protótipo de seu caça de próxima geração, no início de 2021, que, segundo a empresa aeroespacial e de defesa da Coreia do Sul, tem objetivo de conquistar parte do mercado global.

"A partir de 2030 em diante, os caças rivais europeus precisarão de substituição devido ao envelhecimento, mas o custo de produção deles é relativamente alto. A América dispõe a vantagem do preço, mas não aprova a venda dos novos caças para alguns países", afirmou ao The Korea Herald o engenheiro-chefe do projeto KF-X, Lee Il-woo.



Caça multifuncional KF-X da Força Aérea da Coreia do Sul

Além disso, os sul-coreanos pretendem substituir suas aeronaves de terceira geração F-4 e F-5 para reforçar seu poder aéreo contra outras potências militares.

"Nossa aeronave de geração 4.5 é uma 'máquina radical'", citou ao falar sobre os sistemas sofisticados do projeto KF-X.

A produção massiva da aeronave, conhecida como KF-X e que deve passar por um ano de testes no solo e quatro anos de testes de voo, está prevista apenas para 2026.



Caça multifuncional KF-X da Força Aérea da Coreia do Sul

Lee também afirmou que em comparação com outras grandes empresas do mercado, como Boeing e Airbus, que por vezes atrasam a entrega de suas aeronaves, a sul-coreana mantém o plano para sua produção, o que é motivo de orgulho no país.

O KF-X pode alcançar uma velocidade Mach 1,83, além de ter um alcance de aproximadamente 2.900 quilômetros. O caça tem um peso máximo de decolagem de 25.580 kg e pode transportar até 7.700 kg de carga útil, informa o portal Janes.



Caça multifuncional KF-X da Força Aérea da Coreia do Sul

A aeronave sul-coreana contará com dois assentos em tandem e três pilones debaixo de cada asa para armas ou tanques de combustível, além de ser capaz de transportar quatro mísseis sob a fuselagem.