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quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Taiwan dispara sinalizadores contra supostos drones chineses, informa Reuters

 


As forças de Taiwan lançaram sinalizadores para evitar a aproximação de supostos drones chineses às ilhas de Kinemn, na parte ocidental do estreito de Taiwan.

De acordo com o general Chang Zone-sung, do Comando de Defesa do Exército de Kinmen, citado pela Reuters, os drones chineses sobrevoaram a região em duas ocasiões na quarta-feira (3).

"Imediatamente, disparamos sinalizadores para alertá-los e afastá-los. Depois disso, eles deixaram a região", afirmou.

O militar também informou que os drones entraram na "zona restrita", destacando que este é um "procedimento operacional padrão".
Um tanque dos EUA modelo Abrams é visto enquanto tropas da Polônia, EUA, França e Suécia participam do exercício militar DEFENDER-Europe 22, em Nowogrod, Polônia, 19 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 04.08.2022
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De acordo com o general, os supostos drones chineses teriam sobrevoado a região para coletar informações sobre a segurança de Taiwan e suas ilhas.

domingo, 12 de junho de 2022

China vai 'lutar até o fim' contra tentativas de separar Taiwan do país, diz ministro


A China "lutará até o fim" para impedir tentativas de separar Taiwan do país, prometeu o ministro da Defesa chinês, Wei Fenghe, em meio ao aumento de tensões com os Estados Unidos sobre a ilha.

"Se alguém tentar separar Taiwan da China, entraremos na batalha sem hesitação e lutaremos a qualquer custo e até o fim", disse o ministro da Defesa, Wei Fenghe, na cúpula de segurança do Diálogo Shangri-La, em Cingapura.

Segundo o ministro, aqueles que buscam dividir a China, definitivamente, não terão um bom final".

"Ninguém deve subestimar a determinação e a capacidade das Forças Armadas chinesas de salvaguardar sua integridade territorial", afirmou.

Seu discurso ocorre um dia depois que o secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, acusou a China de atividade militar "provocativa e desestabilizadora" perto da ilha. Pequim aponta que Taiwan é parte de seu território e aguarda a reunificação.
A ilha de Taiwan tem sido governada de forma independente da China continental desde 1949, quando se separou de Pequim durante uma guerra civil que resultou na tomada do controle pelo Partido Comunista. Pequim nunca reconheceu Taipé e espera que um dia ambos os lados do estreito de Taiwan sejam reunificados.
Treinamento marítimo China em Taiwan - Sputnik Brasil, 1920, 03.06.2022
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Venda de armas dos EUA a Taiwan

Na última sexta-feira (10), os EUA aprovaram a venda de peças de reposição no valor de US$ 120 milhões (R$ 589 milhões) para ajudar Taiwan a manter seus navios de guerra, segundo comunicado publicado pela Agência de Cooperação de Defesa e Segurança dos EUA (DSCA, na sigla em inglês).
Pequim considera a venda uma ação para desestabilizar a região e minar a soberania e interesses de segurança do país, além de comprometer a paz ao longo do estreito de Taiwan.
O porta-voz do Ministério da Defesa da China, Tan Kefei, citado pelo Global Times, afirmou que os norte-americanos violaram seriamente o princípio de Uma Só China, instando os EUA a cancelarem imediatamente a venda de armas à região de Taiwan, bem como seus laços militares.
USS Barry navega pelo estreito de Taiwan, 23 de abril de 2020 - Sputnik Brasil, 1920, 11.06.2022
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sábado, 4 de junho de 2022

Bombardeiros da Força Aérea da China realizam exercício noturno em área em torno de Taiwan

 


O agrupamento militar da China responsável pelo monitoramento da área em torno de Taiwan, realizou recentemente um voo noturno de treinamento de bombardeiros que teve uma duração de seis horas, comunicou mídia estatal nesta quarta-feira (1º).

Os bombardeiros faziam parte do Comando do Teatro Oriental do Exército de Libertação Popular (ELP), que supervisiona a situação em todo o estreito de Taiwan e também parte do mar da China Oriental.

"Mais de 10 bombardeiros de vários tipos, equipados com armas, decolaram em conjunto. Eles chegaram à localização do adversário e simularam exercícios de ataques de mísseis", informou a CCTV, emissora estatal chinesa.

A mídia adicionou que as manobras foram realizadas para testar as capacidades de mobilização e ataque da Força Aérea do ELP, avança South China Morning Post.
Nas últimas semanas, o Exército chinês tem conduzido uma série de exercícios militares reais, em uma tentativa de intensificar o treinamento de "combate realista" no mar da China Oriental em meio ao aumento de tensões em torno de Taiwan.
Os exercícios chineses coincidiram com visitas de legisladores dos EUA à ilha autogovernada, que expressaram seu apoio à Taipé.
Esta fotografia tirada e divulgada em 11 de maio de 2018 pelo Ministério da Defesa de Taiwan mostra um caça F-16 da Força Aérea da República da China (Taiwan), à esquerda, voando ao lado de um bombardeiro H-6K da Força Aérea do Exército de Libertação Popular da China (ELP) em suposto sobrevoo sob o canal de Bashi, ao sul de Taiwan - Sputnik Brasil, 1920, 01.06.2022
Panorama internacional
Militares chineses dizem que patrulhas aéreas e marítimas perto de Taiwan são 'medida necessária'
Na semana passada, durante sua visita à Ásia, o presidente dos EUA Joe Biden disse que Washington estava disposto a responder militarmente e defender Taiwan em caso de invasão chinesa.
Pequim considera Taiwan parte inalienável de seu território soberano e se opõe a quaisquer contatos oficiais entre a ilha e outros países. Enquanto isso, os EUA apoiam as forças pró-independentistas em Taiwan e vendem armas à ilha.

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Guerra em Taiwan? Quase 90% dos japoneses acreditam que China invadirá ilha

 


Cerca de 90% da população no Japão afirmou, em pesquisa nesta semana, que o país deve se preparar para uma ofensiva militar chinesa contra Taiwan.

Em meio ao acirramento de tensões entre EUA, China e Taiwan e à possibilidade de invasão chinesa da ilha, a população japonesa acredita que o momento determina preparação para um iminente confronto.
Uma maioria esmagadora no Japão acha que seu país deveria se preparar para um ataque militar chinês, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo Nikkei Asia. A visão é compartilhada por quase 90% dos entrevistados.
Uma minoria de 41% acredita que as leis japonesas devem ser revisadas para responder a um possível conflito na região, enquanto 50% acham que os preparativos devem ser feitos de acordo com as leis existentes.
Esta fotografia tirada e divulgada em 11 de maio de 2018 pelo Ministério da Defesa de Taiwan mostra um caça F-16 da Força Aérea da República da China (Taiwan), à esquerda, voando ao lado de um bombardeiro H-6K da Força Aérea do Exército de Libertação Popular da China (ELP) em suposto sobrevoo sob o canal de Bashi, ao sul de Taiwan - Sputnik Brasil, 1920, 01.06.2022
Panorama internacional
Militares chineses dizem que patrulhas aéreas e marítimas perto de Taiwan são 'medida necessária'
Yoji Koda, ex-comandante da Marinha japonesa, apontou ao portal que a falta de base legal para prestar assistência militar pode ser um problema.
Ele teme que o Japão "não tenha nenhuma lei que permita que os militares dos EUA armazenem temporariamente grandes quantidades de combustível e munição" em território japonês, impedindo que o país sirva como centro de implantação das forças norte-americanas na região.
A pesquisa ainda revelou que cerca de 56% dos entrevistados disseram apoiar a proposta do governo de aumentar o orçamento militar japonês para 1% do PIB.
Caça J-15 pousado no convés de voo do porta-aviões chinês Liaoning - Sputnik Brasil, 1920, 01.06.2022
Panorama internacional
China implanta unidade de patrulha aeronaval para elevar prontidão em torno de Taiwan
Pequim considera Taiwan um território soberano sob a política de Uma Só China. A ilha de 23,5 milhões de habitantes, que é autogovernada desde 1949, nunca declarou formalmente sua independência.
Autoridades chinesas disseram que preferem uma "reunificação" pacífica com a ilha, mas não descartam o uso da força.
Patrulhas chinesas e exercícios militares em torno de Taiwan se intensificaram nos últimos meses. Nesta quarta-feira (1º), Pequim declarou que o patrulhamento aéreo e marítimo das áreas próximo à ilha foram uma "medida necessária" contra o "conluio" de Taipé com Washington.

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Visando alerta político à ilha e aos EUA, China efetua maior incursão aérea contra Taiwan em 4 meses

 


Ação militar chinesa contou com 22 caças, aparelhos de defesa antissubmarino, alerta antecipado e guerra eletrônica. Em uma das respostas, Taipé implantou sistemas de mísseis para monitoração.


Nesta segunda-feira (30), Taiwan relatou que a China realizou a maior incursão desde janeiro da Força Aérea chinesa em sua zona de defesa aérea, com o Ministério da Defesa da ilha dizendo que os combatentes taiwaneses se esforçaram para alertar 30 aeronaves, segundo a Reuters.
De acordo com a pasta, dos 30 aviões, 22 eram de caça e o restante composto por aparelhos de defesa antissubmarino, alerta antecipado e guerra eletrônica. Os voos ocorreram em uma área a nordeste das ilhas Pratas, que são controladas pelo governo taiwanês.
Como resposta, Taipé enviou aviões de combate para alertar os aviões chineses, enquanto sistemas de mísseis foram implantados para monitorá-los. Essa foi a maior incursão desde que Taiwan relatou 39 aeronaves chinesas em sua zona de defesa aérea em 23 de janeiro.
Forças especiais da Marinha do Exército de Libertação Popular (ELP) da China - Sputnik Brasil, 1920, 25.05.2022
Panorama internacional
Exército chinês adverte EUA com exercícios de prontidão de combate perto da costa de Taiwan
Na semana passada, os militares chineses realizaram um exercício em torno da ilha como um "alerta solene" contra seu "conluio" com os Estados Unidos, principalmente depois que o presidente norte-americano, Joe Biden, irritou Pequim ao dizer que Washington se envolveria militarmente se a China atacasse a ilha, conforme noticiado.
Segundo a mídia, nas incursões de hoje (30), nenhum tiro foi disparado.
Bandeiras dos EUA e da China - Sputnik Brasil, 1920, 23.05.2022
Panorama internacional
China pede para que Biden 'pense 2 vezes' antes de falar sobre situação de Taiwan



domingo, 15 de maio de 2022

China mostra prontidão de combate e envia mensagem aos EUA sobre Taiwan, diz mídia

 


O porta-aviões chinês Liaoning mostrou sua prontidão de combate, através de operações aéreas de alta frequência, em uma mensagem às embarcações estrangeiras localizadas na região, informou o South China Morning Post.

jornal chinês também destaca a ação das aeronaves de combate e helicópteros a bordo do porta-aviões Liaoning, que realizaram mais de 100 pousos e decolagens em seis dias de exercícios ao sul das ilhas de Okinawa e ao leste de Taiwan.
Isso demonstra a prontidão de combate da Marinha chinesa, indicando sua eficiência ao operar aeronaves em porta-aviões.
Bandeiras da China e das holdings Fosun e Forte, no centro em Pequim, 15 de novembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 13.05.2022
Panorama internacional
China adverte EUA a não provocarem confrontos enquanto firmam laços com países da ASEAN
Durante os exercícios, as embarcações chinesas foram acompanhadas de perto por aeronaves F-35 do Japão, já que a região passa por uma escalada de tensão, incluindo em torno de Taiwan.
Por sua vez, os EUA seguem usando sua paranoia de "ameaças" para justificar seus avanços na região, alegadamente para garantir "a paz mundial", através do fornecimento de armas e apoio militar a Taiwan contra a China.