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quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Sincerely Juju – O doce sabor de cuba

 


Muitas vezes não existem palavras para descrever algumas formas de belezas que descobrimos, somos obrigados a apenas admirar o que percebemos de uma forma formidável, percebemos claramente essa afirmação pela graciosidade de Sincerely Juju.


 


Juju é o nome artístico da modelo consagrada Kailyn de Los Rios. A musa de 26 anos descendente de cubanos cresceu na inesquecível Miami, lar do clima fervoroso, onde as mulheres dominam as ruas com seus biquínis exibindo corpo miraculosos em um ambiente que respira praticamente os sabores de sua praia.

Não é de hoje que Juju chama atenção com suas fotos despojadas e seu estilo confiante, pelo contrário, a modelo demonstrava que ia dominar as redes sociais anos atrás em seu outro perfil, onde adorava compartilhar sua moda ousada e seu maravilhoso corpão.


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Embora, Kailyn De Los Rios domine as redes sociais, a cubana ainda é uma jogadora nata, como a maioria das personalidades estão aproveitando a onda do Twitter, Juju não perdeu oportunidade e tem um perfil destinado a sua experiência no mundo dos games.


 Apesar do conteúdo de Sincerely Juju conquistar muitos por suas maravilhas, Kailyn de Los Rios aproveita de forma certeira o alcance de suas fotos para divulgar os produtos, sempre existe uma visão de marketeira por trás de tudo.
















Fonte: Testosterona

Documentos mostram que EUA criaram patente para 'arma de modificação do espaço-tempo', diz mídia

 


Autor do projeto, cientista da Divisão de Aeronaves do Centro de Guerra Aérea Naval dos EUA, é famoso por produzir patentes inusitadas, como uma aeronave que se assemelha a um OVNI.

Uma "arma de modificação do espaço-tempo", que "pode ​​fazer a bomba de hidrogênio parecer mais um foguete, em comparação", lê-se sobre os potenciais do Dispositivo de Fusão de Compressão de Plasma, que foi patenteado pela Marinha dos EUA, mostram documentos ao qual o portal Drive teve acesso.

Essa é apenas um dos vários experimentos que a Divisão de Aeronaves do Centro de Guerra Aérea Naval (NAWCAD, na sigla em inglês) dos EUA conduziu recentemente sob a tutela do famoso engenheiro aeroespacial Salvatore Cezar Pais.

O documento explica que a ideia da arma parte do "movimento controlado de matéria eletricamente carregada (do sólido para plasma) por meio de rotação acelerada sob transientes de aceleração-desaceleração-aceleração rápidos (mas suaves)".

Este efeito, que o cientista chamou de Efeito Pais, leva, afirma, à criação de campos eletromagnéticos incrivelmente poderosos que podem "projetar a estrutura de nossa realidade no nível mais fundamental", culminando em revoluções assombrosas em potência e propulsão, comunicações quânticas, e até mesmo produção de armas.

Os documentos internos indicam que a Marinha dos EUA acredita que esta tecnologia tem importância para a segurança nacional por conduzir potencialmente à produção de energia de ignição por fusão termonuclear com potencial comercial e militar "para garantir o domínio energético nacional".

Projetos de Pais

O Dispositivo de Fusão de Compressão de Plasma é apenas o mais recente empreendimento de Salvatore Cezar Pais, que nos últimos anos tem produzido patentes inusitadas.

O cientista da Marinha dos EUA já registrou a patente para um objeto voador incomum, que se assemelha a um OVNI e emprega um "dispositivo inercial de redução de massa" para atingir "velocidades extremas".

Pais também é o autor do projeto de um novo e compacto reator de fusão, que seria capaz de gerar grandes quantidades de energia utilizando fusores dinâmicos giratórios, mantendo o plasma nuclear estável de uma forma que pretende imitar a massa do Sol.

Além disso, o modelo poderia produzir de um gigawatt a um terawatt de energia, com apenas um megawatt.

'Desmonte orquestrado': cientista critica corte de quase 70% em pesquisa científica

 


O presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Ildeu de Castro Moreira, diz, em entrevista à Sputnik Brasil, que o novo valor da cota de benefícios fiscais destinado à pesquisa científica é "absolutamente insuficiente" para as demandas usuais do CNPq.

Em meio à maior crise sanitária mundial em um século, o governo federal cortou quase 70% da cota de benefícios fiscais para importação de equipamentos e insumos destinados à pesquisa científica em 2021.

Segundo um levantamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o montante total caiu de US$ 300 milhões (R$ 1,6 bilhão, em valores corrigidos pela inflação) em 2020 para apenas US$ 93,29 milhões (R$ 505 milhões) - uma queda de 68,9%, mais precisamente.

Em entrevista à Sputnik Brasil, o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ildeu de Castro Moreira, critica o que chamou de "redução absolutamente drástica" e afirma que o novo valor é "absolutamente insuficiente" para as demandas usuais do CNPq com importação de equipamentos e insumos para laboratórios.

"Já estamos recebendo muitas notícias ruins sobre a ciência no Brasil. E essa foi uma adicional que ameaça muito a ciência brasileira, inclusive, no enfrentamento das questões da COVID-19. Essa redução é absolutamente drástica", diz Moreira, que também é professor do Instituto de Física da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

A medida impacta duramente, por exemplo, a atuação do Instituto Butantan e da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que estão empenhados na produção de novas vacinas contra a COVID-19. Os produtos comprados nesta cota, de outros países diretamente para pesquisa científica, são livres de impostos de importação.

Duas leis de 1990 garantem o benefício fiscal, mas a definição sobre o valor é feita todo ano e fica a critério do Ministério da Economia, atualmente comandado por Paulo Guedes.



© FOLHAPRESS / PEDRO LADEIRA
Ministro da Economia, Paulo Guedes, durante cerimônia em Brasília.

De acordo com o presidente da SBPC, o CNPq precisaria de pelo menos US$ 110 milhões (R$ 595,5 milhões) só para investir no combate à pandemia de COVID-19.

"O impacto é muito ruim, porque estas instituições estão muito envolvidas com a pesquisa sobre as novas vacinas que estão sendo utilizadas, sendo que há ainda 20 novos imunizantes sendo discutidos também em várias instituições", lamenta.

Obstáculos com a pandemia como a ponta do iceberg

Moreira ressalta que o impacto negativo ocorrerá não apenas para as pequisas relacionadas com a pandemia, mas também para o estudo de outras doenças que afetam o Brasil. Segundo o cientista, o país é dependente da compra de equipamentos e insumos para produção e experimentos.

"Como o pesquisador vai pagar imposto de importação? Como as instituições vão pagar imposto para equipamentos e insumos que são decisivos para o uso público? Então, essa redução drástica na cota de importação, de certa maneira, parece fazer parte desse desmonte orquestrado, pois só podemos interpretar assim", critica.


© REUTERS / AMANDA PEROBELLI
Funcionários do Butantan trabalham no combate à COVID-19, em 12 de janeiro de 2021

Para o presidente da SBPC, os problemas sanitários enfrentados pelo país com a pandemia são apenas a ponta do iceberg. Segundo Moreira, desde 2015, há uma contínua redução de recursos destinados a áreas como ciência, tecnologia e inovação.

O CNPq mostra, em seu levantamento, que o novo valor da cota de benefícios fiscais para pesquisa científica é o menor da década. Em 2010, o montante era de US$ 600 milhões (R$ 3,25 bilhões). Em 2014, subiu para US$ 700 milhões (R$ 3,79 bilhões). E em 2017, o valor já caiu para US$ 300 milhões (R$ 1,62 bilhão), mesmo patamar de 2020.

"Os recursos programados para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações no ano que vem é de menos de um terço do que tínhamos há dez anos. É uma redução extremamente significativa, que afetou muito os projetos de pesquisa e em laboratórios no país inteiro em todas as áreas, em particular na Saúde", ressalta.

'Terraplanismo econômico'

Moreira diz que a preocupação dos pesquisadores e de todos os profissionais da área é de "resistir ao desmonte" e tentar "retomar o dinamismo", tanto para preservar a saúde dos brasileiros, como para recuperar a economia. Porém, no cenário atual, o presidente da SBPC ainda mantém uma visão pessimista com o futuro da ciência no país.

"O presidente da República fez vetos ao chamado Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico [FNDCT]. Nós conseguimos aprovar no Congresso Nacional um projeto de lei importante para liberar os recursos desse fundo, mas foram vetados por orientação do Ministério da Economia, onde predomina um terraplanismo econômico, que está levando a ciência brasileira a uma situação trágica", afirma.

As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik