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domingo, 25 de julho de 2021

EUA ameaçam intensificar ataques aéreos contra Talibã se o grupo 'continuar violência'

 


Em meio à retirada iminente dos EUA e da OTAN do Afeganistão, conflitos entre o grupo terrorista e as forças do governo afegão se aprofundaram. General norte-americano afirma que continuará com ataques aéreos.

Neste domingo (25), o general Kenneth McKenzie, do Comando Central dos EUA (USCENTCOM, na sigla em inglês) disse que os Estados Unidos continuarão a realizar ataques aéreos para apoiar as forças afegãs que enfrentam o Talibã (grupo terrorista proibido na Rússia e em diversos países), segundo a Reuters.

"Os EUA aumentaram os ataques aéreos em apoio às forças afegãs nos últimos dias e estamos preparados para continuar com esse elevado nível de apoio nas próximas semanas se o Talibã continuar seus ataques", disse McKenzie.

O general comanda as forças norte-americanas em uma região que inclui o Afeganistão, mas se recusou a dizer se as forças continuarão com os ataques aéreos após o fim de sua missão militar, em 31 de agosto.

"O governo do Afeganistão enfrenta uma dura prova nos próximos dias [...]. O Talibã está tentando criar um senso de inevitabilidade sobre sua campanha", afirmou.

McKenzie também considera que provavelmente haverá um aumento na violência após uma calmaria durante um feriado muçulmano nesta semana, e disse que o grupo terrorista pode se concentrar em centros urbanos populosos.

"Não acho que seja uma conclusão precipitada dizer que eles [o Talibã] serão capazes de capturar essas áreas urbanas", declarou o general.

À medida que as tropas norte-americanas estão concluindo sua retirada do país afegão, o Talibã avança cada dia, ocupando diversas regiões do país e pontos fronteiriços estrategicamente importantes. Veja aqui um infográfico mostrando as regiões ocupadas.

sábado, 24 de julho de 2021

EUA lançam ataque aéreo contra grupo terrorista Al-Shabaab na Somália, conectado à Al-Qaeda

 


Nesta sexta-feira (23), os Estados Unidos lançaram o segundo ataque aéreo contra combatentes do grupo terrorista Al-Shabaab na Somália, informou à Sputnik a porta-voz do Departamento da Defesa dos EUA, Cindy King.

Há dois dias, a mídia The Hill informou, citando a porta-voz, que o Pentágono lançou o primeiro ataque aéreo da administração Biden contra as forças do grupo terrorista Al-Shabaab. O ataque foi coordenado com o governo da Somália. Segundo o comando norte-americano, não há vítimas civis.

"O Departamento de Defesa pode confirmar que hoje, em coordenação com o governo federal da Somália, o Comando dos Estados Unidos para a África realizou um ataque aéreo contra o Al-Shabaab na região de Galmudug, na Somália", disse King.

A porta-voz do Pentágono afirmou que as forças norte-americanas consultaram remotamente e fizeram recomendações às Forças Armadas da Somália.

O grupo terrorista Al-Shabaab (Movimento de Jovens Guerreiros, em português), é conectado à Al-Qaeda (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países). O Al-Shabaab combate contra o governo somali e impede a assistência humanitária da Organização das Nações Unidas ao país.

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Submarino russo vigiou grupo de ataque de porta-aviões da Marinha Real britânica, diz mídia

 


Um submarino russo vigiou o grupo de ataque do porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth no mar Mediterrâneo, informa o jornal Daily Telegraph.

O referido incidente teria ocorrido no dia 27 de junho, ou seja, quatro dias após o destróier de mísseis guiados HMS Defender do Reino Unido ter violado a fronteira marítima da Rússia, perto da península da Crimeia.

O jornal sugere que se trata de um submarino diesel-elétrico da Frota russa do Mar Negro, da classe Varshavyanka (classe Kilo, na designação da OTAN).

A edição aponta que, quando o grupo de navios britânicos estava no Mediterrâneo Oriental, os militares da Marinha britânica enviaram helicópteros Merlin Mk2 para colocar boias hidroacústicas e outros equipamentos de imersão destinados a detectar o submarino, uma vez que acreditavam que um aparelho russo estava perseguindo o porta-aviões HMS Queen Elizabeth.
Caças F-35B Lightning II no convés do porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth
Caças F-35B Lightning II no convés do porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth

Um dos helicópteros decolou diretamente do referido porta-aviões, o segundo do navio de apoio Fort Victoria. Contudo, não se sabe se o destróier dos EUA USS The Sullivans ou a fragata neerlandesa HNLMS Evertsen, que faziam parte do grupo de ataque, também participaram da busca do submarino.

O Ministério da Defesa do Reino Unido não quis comentar as informações em relação ao incidente, mas afirmou que estão sendo tomadas "medidas robustas" para proteger o grupo de ataque do porta-aviões.

O Ministério da Defesa da Rússia também ainda não forneceu quaisquer comentários sobre o assunto.

No fim de junho, vários navios da Marinha da Rússia realizaram exercícios no mar Mediterrâneo sob a vigilância de um caça F-35 baseado no porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth.

As tripulações de cinco navios da Marinha russa resistiram ao ataque de um inimigo hipotético e realizaram treinamento dos meios de defesa antiaérea durante os exercícios no mar Mediterrâneo.

domingo, 24 de janeiro de 2021

Grupo de porta-aviões dos EUA entra no mar do Sul da China em meio à tensão entre Pequim e Taiwan

 


Neste domingo (24), o Comando Indo-Pacífico dos EUA (INDOPACOM, na sigla em inglês) anunciou que um porta-aviões dos EUA e navios de escolta entraram no mar do Sul da China para operações de rotina.

"O grupo do porta-aviões Theodore Roosevelt [TRCSG] entrou no mar do Sul da China no dia 23 de janeiro para conduzir operações de rotina. O TRCSG está em uma missão programada da 7ª Frota dos EUA para garantir a liberdade nos mares, construir parcerias que promovam a segurança marítima e conduzir uma ampla gama de operações", comunicou.

Taiwan, que Pequim considera como parte de seu território, recentemente acusou a China de invadir a zona de identificação de defesa aérea (ADIZ, na sigla em inglês) da ilha.

No sábado (23), o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington estreitaria os laços com Taiwan e instaria a China a cessar as supostas pressões militares, diplomáticas e econômicas sobre Taiwan.



© AP PHOTO / GREGORY BULL
USS Roosevelt navegando

Os EUA, bem como diversos outros países, não reconhecem Taiwan como nação soberana e, oficialmente, aderem à política de "Uma só China". Contudo, Washington seguiu mantendo relações informais com a ilha mesmo após romper as relações diplomáticas com ela em 1979.

Taiwan e a China têm se acusado mutuamente de violar as respectivas zonas de identificação de defesa aérea, com Taipei relatando no início deste mês que havia registrado 380 "incursões" de aeronaves chinesas em sua ADIZ em 2020. A zona da China também se sobrepõe às da Coreia do Sul e do Japão, resultando em frequentes tensões entre os países asiáticos e seus aliados. A ADIZ de Taiwan foi estabelecida pelos militares dos EUA após a Segunda Guerra Mundial.

Pequim considera Taiwan uma província separatista e espera ver a ilha reintegrada à República Popular da China em algum momento no futuro. Taiwan, por sua vez, há muito governada por forças nacionalistas chinesas que fugiram para Taiwan após o fim da Guerra Civil da China em 1949, reivindica toda a China continental, a Mongólia, bem como territórios pertencentes à Rússia, Tajiquistão, Paquistão, Afeganistão, Japão, Índia, Butão e Birmânia.

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Grupo de ataque liderado por porta-aviões britânico vai 'aterrorizar' Rússia, diz almirante (VÍDEO)

 


O novo grupo de ataque liderado pelo porta-aviões HMS Queen Elizabeth da Marinha Real britânica se reuniu pela primeira vez, em uma iniciativa que se destina a "aterrorizar" os líderes militares na Rússia, disse um ex-comandante naval.

Depois de uma década de previsões e planejamento escrupuloso, o porta-aviões HMS Queen Elizabeth finalmente se uniu a seu grupo naval de ataque. O navio está agora no centro da "maior e mais poderosa força marítima liderada pela Europa em quase 20 anos", afirma Marinha Real britânica.

A força-tarefa é composta por nove navios de guerra, 15 caças, 11 helicópteros e 3.000 militares do Reino Unido, EUA e Países Baixos e está atualmente em treinamento no mar do Norte.

Segundo o comodoro Steve Moorhouse, comandante da força-tarefa, "o novo grupo de ataque liderado pelo porta-aviões do Reino Unido é a personificação do poder marítimo britânico e ocupa o centro de uma Marinha Real modernizada e incentivada".

Em entrevista ao portal The News, o ex-comandante da Marinha Real britânica, almirante Alan West, declarou que a capacidade de combate do grupo de ataque naval já não é motivo para riso para os líderes militares em Moscou.

"Os russos podem dizer que os porta-aviões são apenas um 'grande alvo', mas eles sabem muito bem que não são – eles têm medo de um grupo de ataque de porta-aviões completo."

"Eles sabem muito bem do que é capaz um grupo de ataque de porta-aviões. Mas é claro que eles vão dizer que podem afundá-los e, claro, vão dizer que não estão preocupados com eles", afirmou West.

Anteriormente, um general aposentado do Reino Unido disse em declarações a um podcast que talvez as Forças Armadas nacionais não sejam suficientemente grandes em número para combater em uma guerra convencional.

sábado, 15 de agosto de 2020

Policial Militar da Rocam é perseguido e assassinado a tiros por grupo de criminosos

Fabiano Marcelo trocou tiros com o grupo assassino mas acabou morto em plena avenida

Bairro de Educandos, Zona Sul de Manaus. VÍDEO MOSTRA MOMENTO DA EXECUÇÃO


O policial militar Fabiano Marcelo do Nascimento, 38, das Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam), foi assassinado a tiros na noite desta sexta-feira, 14, na Avenida Leopoldo Carpinteiro Péres, bairro de Educandos, Zona Sul de Manaus.

De acordo com as testemunhas eram aproximadamente 19h40 quando quatro homens dispararam os tiros contra o carro Gol, onde estava o policial militar..

A polícia já tem em seu poder um vídeo que mostra o momento exato em que os assassinos atacam o policial militar e disparam os tiros quando ele está dirigindo seu carro

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Depois de ser baleado Fábio Marcelo ainda conseguiu descer do carro e caiu agonizando com pelo menos sete tiros espalhados pelo corpo e morreu logo em seguida.

Os assassinos saíram correndo, entraram no carro Fiat Siena e fugiram em alta velocidade.


Vários tiros perfuraram o vidro da janela do carro do policial
militar que já teria saído baleado para o tiroteio com
os quatro assassinos que fugiram em seguida


O local ficou repleto de pessoas rapidamente e assim que várias guarnições da Polícia Militar começaram a chegar na Avenida Leopoldo Carpinteiro Péres, confirmaram que se tratava de um colega de farda lotado atualmente na Rocam.

Algumas pessoas deram informações sobre as características do carro usado na fuga pelos assassinos e saíram em diligências por todo o bairro, mas até às 21h não havia qualquer notícia de prisão dos participantes do crime.

O corpo do policial militar permaneceu na calçada da avenida até a chegada dos policiais da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros e da equipe de Perícia.



Estes dois homens participaram do assassinato
do policial e aparecem no vídeo que já está com a polícia


O carro tumba do Instituto Médico Legal chegou logo em seguida à avenida onde o policial militar Fabiano Marcelo foi executado a tiros.

O vídeo que mostra o momento do assassinato do policial militar Fabiano Marcelo e outros dois vídeos em que ele já aparece morto foram entregues para os policiais da  DEHS que permaneceram em diligências no decorrer da noite.

Segundo informações o vídeo deve ajudar a identificar os homens que já estavam no local esperando o policial militar da Rocam chegar em seu carro para assassiná-lo,



Mais informações sobre o assassinato do policial militar devem ser divulgadas em alguns instantes e a Editoria de Polícia do PORTAL DO ZACARIAS está no aguardo para divulgar mais detalhes sobre este crime brutal.


quinta-feira, 4 de junho de 2020

Estudo revela grupo sanguíneo mais resistente ao coronavírus



Contudo, o estudo em questão ainda não foi amplamente revisado pela comunidade científica para atestar seus dados.

Um grupo internacional de pesquisadores sugere que susceptibilidade à insuficiência respiratória causada pela COVID-19 poderia depender do grupo sanguíneo da pessoa infectada, de acordo com um novo estudo publicado nesta quarta-feira (4) no servidor de pré-impressão medRxiv.
Mais de 120 pesquisadores de diferentes universidades europeias levaram a cabo o primeiro estudo de associação do genoma completo para averiguar quais fatores podem contribuir ao desenvolvimento da insuficiência respiratória em alguns pacientes com COVID-19.
Para tal, os pesquisadores escolheram 1.980 pessoas contagiadas com o coronavírus que desenvolveram insuficiência respiratória em cinco cidades da Espanha e Itália e analisaram mais de 8,5 milhões de variações na estrutura de seus genes.

© AP PHOTO / MANU FERNANDEZ
Assistente médica cuida de paciente infectado pelo coronavírus na Espanha
Como resultado, os cientistas detectaram uma associação de replicação cruzada entre os SNP – polimorfismo de nucleotídeo único, uma variação na sequência de DNA que afeta somente uma base de sequência do genoma – no cromossoma 3 e o cromossoma 9.
Em particular, no cromossoma 3p21 foi identificado um grupo de genes que poderia ser relevante para o desenvolvimento da COVID-19 grave. Um destes genes, o SLC6A20, codifica uma proteína transportadora que interatua com a enzima de conversão da angiotensina 2 (ACE2), o receptor através do qual ingressa nas células o SARS-CoV-2, revela o portal Medical News.
Um SNP principal também foi identificado no cromossoma 9 no locus do grupo sanguíneo ABO, e uma análise posterior mostrou que os pacientes com A+ têm um risco 45% maior de insuficiência respiratória, enquanto que os indivíduos com o grupo sanguíneo O têm um risco 35% menor de insuficiência respiratória.
Contudo, é necessário considerar que o estudo em questão ainda não foi revisado por especialistas independentes e editores de revistas científicas, portanto, estas conclusões devem ser tomadas com cautela.