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domingo, 24 de abril de 2022

Taiwan produzirá mísseis com alcance de até 1.200 quilômetros, podendo atingir cidades chinesas

 



Em meio à tensão com a China, Taiwan anunciou que começará a produzir mísseis terra-terra Hsiung Sheng, com um alcance de até 1.200 quilômetros, ou seja, podem alcançar as cidades chinesas de Wuhan e Qingdao

Com o início da produção em massa, Taiwan espera concluir a fabricação de 100 mísseis até 2025.
De acordo com o jornal Taiwan News, o míssil contará com dois tipos de ogivas: as altamente explosivas e as de fragmentação.
Segundo o especialista da Fundação de Política Nacional, Chieh Chung, citado pela mídia, Taiwan pretende elevar sua capacidade militar e retardar ou paralisar os avanços chineses na região.
Vale ressaltar que Taiwan está recebendo um forte apoio dos EUA, que já deixaram claro que não pouparão esforços para apoiar a ilha. Tal como na Ucrânia, os norte-americanos usam seus "inimigos imaginários" para provocar o pânico em seus aliados e intensificar o comércio de armas.
Marinha dos EUA participa de exercícios militares integrados às manobras multinacionais Sea Breeze 2021, perto de Kherson, Ucrânia, 2 de julho de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 18.04.2022
Panorama internacional
Taiwan deve elevar cooperação militar com EUA e abrigar tropas americanas no país, diz John Bolton
Washington alertou recentemente sobre a suposta possibilidade de uma ofensiva chinesa para reintegrar a ilha, mas, ao mesmo tempo, vários altos funcionários americanos deram a entender que os EUA não vão entrar em um conflito armado com Pequim por causa disso. Ao mesmo tempo, a Casa Branca prometeu fazer tudo o que estiver ao seu alcance para impedir Pequim de nutrir tais planos.
Os EUA têm uma reserva de US$ 14,2 bilhões (cerca de R$ 65,6 bilhões) em equipamentos militares que Taiwan encomendou em 2019.
Pequim considera Taiwan parte de seu território soberano e vem alertando constantemente os EUA contra o apoio a qualquer sentimento separatista. Contudo, os norte-americanos seguem apostando em sua política destrutiva e de desestabilização para tentar levar vantagem no mercado de defesa, bem como na economia mundial.


sexta-feira, 23 de julho de 2021

Mídia norte-americana descreve como China planeja atingir superioridade militar

 

Conforme a mídia norte-americana, um princípio fundamental do plano do Exército de Libertação Popular (ELP) da China é o furto de tecnologias de grande importância.

Além disso, segundo o National Interest, as Forças Armadas de Pequim estariam "desenvolvendo capacidades e conceitos para conduzir uma 'guerra de destruição de sistemas' – a paralisação dos sistemas de comando, controle, comunicação e inteligência da rede de combate dos EUA".

Os líderes chineses traçaram um plano para criar e desenvolver as melhores Forças Armadas do mundo até 2049, pelo que, se Washington quiser impedir que o gigante asiático se torne a principal potência militar do mundo, vai precisar de um plano próprio.

Os líderes chineses começaram sua "aprendizagem" em 1991, enquanto observavam a coalizão liderada pelos EUA avançando contra as forças iraquianas com barragens aparentemente incessantes de munições guiadas de precisão.

"Uma lição importante que a China tirou da campanha Tempestade no Deserto de 1991 foi de atacar com força e rapidamente durante os primeiros estágios da guerra", descreve a mídia.

Em meados da década de 1990, a liderança sênior do ELP percebeu que "eles estavam envolvidos em uma competição técnico-militar de longo prazo com os EUA, e seus objetivos estratégicos seriam necessariamente alcançados por meio de uma série de fases temporais distintas".

Oficiais e soldados do Exército de Libertação Popular da China numa base militar em Pequim
© REUTERS / DAMIR SAGOLJ
Oficiais e soldados do Exército de Libertação Popular da China numa base militar em Pequim

A primeira fase passaria por explorar e enfatizar maneiras de derrotar um adversário mais avançado tecnologicamente, até o momento em que seus esforços de modernização fossem capazes de estreitar as vantagens desfrutadas pelos militares dos EUA.

A segunda fase ocorreria quando os chineses alcançassem uma posição de paridade tecnológica aproximada em termos de munições guiadas e de guerra em rede de batalha, tornando mais provável que a China fosse capaz de se opor a uma intervenção militar dos EUA no litoral da Ásia Oriental.

Por fim, a terceira fase representaria o estado final desejado, quando os militares chineses estabelecessem uma posição de superioridade tecnológica absoluta sobre as forças militares norte-americanas.

Em 2019, a China ainda está na fase um. Mas a fase dois está se aproximando à medida que a economia da China se expande e a tecnologia chinesa melhora, em parte devido à espionagem industrial generalizada.

Entre outros planos, Pequim planeja se tornar o líder mundial em inteligência artificial, bem como aplica-la para obter superioridade militar.

De acordo com o National Interest, os EUA devem desenvolver seus conceitos operacionais, sistemas e plataformas para permitir que a força conjunta norte-americana dispare primeiro ou se livre das munições guiadas da China. Além disso, devem responder ao desafio de IA chinês e garantir que permanecem na dianteira com relação a essa tecnologia.

De forma mais ampla, a China parece estar conduzindo a competição técnico-militar em áreas críticas como ciência quântica, biotecnologia, tecnologia hipersônica e mísseis balísticos e de cruzeiro. A força conjunta deve competir de forma mais agressiva e, melhor ainda, criar novas tecnologias competitivas.


 

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Exército dos EUA desenvolve canhão capaz de atingir Moscou, diz mídia (FOTOS)

 


Os Estados Unidos estão desenvolvendo uma nova arma com alcance intercontinental, capaz de atingir Moscou ou Pequim.

O Exército dos EUA está desenvolvendo um novo canhão que teria um alcance superior a 1.600 quilômetros, escreve o portal Popular Mechanics. O Canhão Estratégico de Longo Alcance (SLRC, na sigla em inglês) seria capaz de atingir alvos à distância de até 1.150 milhas (1.850 quilômetros), ou seja, disparar 50 vezes mais longe do que armas similares existentes.

Anteriormente, o portal publicou fotos vazadas do canhão, que pode representar um avanço revolucionário para a artilharia.

​O Canhão Estratégico de Longo Alcance (SLRC) do Exército dos EUA pode alcançar mil milhas ou mais

Uma comissão especial formada pelas Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina está atualmente estudando a viabilidade da tecnologia, com planos para testar um protótipo em 2023.

O SLRC está sendo projetado como uma arma rebocada por um veículo pesado. Seu grande alcance poderia ser usado para atingir inimigos contornando suas defesas marítimas e aéreas.

Contudo, sendo um sistema baseado em terra, o canhão encara limitações, uma vez que precisaria de aeródromos suficientemente próximos, um espaço aéreo seguro, e ser transportado pela Força Aérea como arma pesada.



© FOTO / NAVAL SEA SYSTEMS COMMAND
Canhão eletromagnético da Marinha dos EUA

Além disso, também demandaria a permissão de outros Estados para ser usado em seus territórios. Como uma arma baseada em um veículo, também estaria limitada a estradas pavimentadas.

Uma possível solução, conforme descreve o portal, poderia ser implantar o canhão em navios. Esta opção tornaria possível sua rápida realocação, evitando se tornar um alvo de forças inimigas.

O SLRC poderia ser instalado em novas classes de navios de guerra, permitindo a estes alcançar alvos a distâncias nunca antes vistas.

Segundo o Popular Mechanics, a partir do mar do Norte, os EUA poderiam atingir alvos na Rússia, até mesmo Moscou. No oceano Índico, um navio de guerra com essa arma poderia atingir a maior parte do Paquistão, Afeganistão, Irã, Iêmen e Somália.

Posicionados no oceano Pacífico, poderiam disparar contra regiões da Coreia do Norte e da China, como Xangai e Pequim.

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Putin elogia novo míssil Avangard: voa e 'derrete' ao atingir temperaturas de quase 2.000 graus



Presidente russo Vladimir Putin comparou a capacidade da arma hipersônica russa Avangard de suportar temperaturas extremamente altas em voo com o "efeito de sorvete".

"Eu acabei de parabenizar os armeiros e o criador do nosso novo aparelho – o bloco planador Avangard. Já falei muitas vezes sobre isto: efeito de sorvete – voa enquanto derrete. A temperatura é de quase 2.000 graus, um pouco menos que no Sol, mas o material aguenta o tempo necessário", disse Putin durante uma reunião com trabalhadores da indústria nuclear.
No dia 18 de setembro de 2020, Vladimir Putin, durante uma videoconferência com o criador do Avangard, Gerbert Efremov, afirmou que Moscou foi obrigada a desenvolver armas hipersônicas devido à retirada dos EUA do Tratado de Mísseis Antibalísticos (ABM).
O Avangard é capaz de voar nas camadas densas da atmosfera a distâncias intercontinentais, atingindo Mach 20, ou seja, uma velocidade 20 vezes superior à do som (24.500 km/h).
Ao se aproximar do alvo, o bloco planador efetua manobras profundas, de várias dezenas de milhares de quilômetros, tanto laterais, como em altitude. Tal característica torna-o uma arma invulnerável para qualquer meio de defesa antiaérea ou antimíssil.

sábado, 11 de julho de 2020

Pânico em Washington: míssil apocalíptico chinês pode atingir EUA em apenas 30 minutos



Os chineses possuem um míssil apocalíptico que é um "grande terror" para os EUA, já que seria capaz de atingir o território norte-americano em apenas 30 minutos, carregando até dez ogivas nucleares.

míssil balístico intercontinental chinês Dongfeng-41 (DF-41) é capaz de lançar de dez a 12 ogivas nucleares de orientação individual a uma distância de cerca de 14.000 quilômetros, o que o torna o segundo míssil de longo alcance do gênero do mundo.
Os detalhes sobre o DF-41 oficialmente não foram revelados, entretanto, ele preocupa seriamente os norte-americanos, já que o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais dos EUA afirmou que o míssil poderia atingir o país em apenas 30 minutos carregando até dez ogivas para diferentes alvos.

© AP PHOTO / MARK SCHIEFELBEIN
Veículos militares chineses demonstrando o míssil balístico DF-41 durante o desfile militar em homenagem aos 70 anos da criação da República Popular da China
Anteriormente, o coronel aposentado do Exército de Libertação Popular (PLA, na sigla em inglês) Yue Gang comentou a intenção da China em conter a ameaça norte-americana.
"Embora não possamos competir com vocês [EUA], estamos desenvolvendo um equipamento exclusivo para que a América não se atreva a nos atacar primeira", afirmou, conforme cita o tabloide britânico Express.
Atualmente, a China conta com aproximadamente 280 ogivas nucleares, 580 equipamentos militares e mais de 160 aviões de combate, drones supersônicos, mísseis hipersônicos e drones subaquáticos.
Dessa forma, Pequim deixa um recado muito claro aos EUA, que por sua vez vêm tentando "flexionar seus músculos" na região disputada no mar do Sul da China.

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sábado, 7 de março de 2020

'Ataque biológico': EUA teriam usado coronavírus para atingir China e Irã, segundo militar iraniano



Os EUA podem ser o principal culpado pelo surto de COVID-2019 que atingiu a China e o Irã, afirmou o chefe do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, indicando ainda que o vírus acabe se voltando contra aqueles que o desencadearam.

"É possível que esse vírus seja o produto de um ataque biológico da América que se espalhou inicialmente para a China e depois para o Irã e o resto do mundo", disse Hossein Salami nesta quinta-feira, conforme noticiado pela mídia estatal.
Ele prometeu que o Irã "combateria" o vírus e alertou que a doença "retornará" aos Estados Unidos, se Washington fosse realmente responsável pelo surto.
O Irã foi um dos países mais atingidos pelo COVID-19 fora da China continental onde se originou. Até quinta-feira, a República Islâmica registrou 3.513 casos confirmados e 107 mortes atribuídas ao vírus. Cerca de 15 pessoas que sucumbiram ao coronavírus morreram nas últimas 24 horas, segundo o ministro da Saúde do Irã, Saeed Namaki.

© SPUTNIK / ANTON BYSTROV
Mulheres iranianas com máscaras em Teerã em meio a propagação do coronavírus no Irã
O país persa fechou todas as escolas e universidades até o final do ano civil do país, em 20 de março, em um esforço para impedir a propagação do vírus.
Na terça-feira, a mídia estatal anunciou que o chefe dos serviços médicos de emergência do Irã estava sendo tratado por coronavírus. Inúmeras autoridades iranianas de alto nível ficaram doentes com o vírus.
Recentemente, 23 parlamentares testaram positivo para a doença na República Islâmica. Mohammad Mirmohammadi, membro de um conselho que aconselha o líder supremo, morreu após ficar doente da doença. Sua morte segue a de outros dois iranianos de alto perfil que contraíram o vírus - um ex-embaixador e um membro recém-eleito do Parlamento.