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domingo, 31 de janeiro de 2021

EUA voltam a implantar 4 bombardeiros B-52 no Indo-Pacífico em meio a tensões com China

 


Quatro bombardeiros estratégicos B-52 dos EUA regressaram à Base Aérea de Andersen, em Guam, no Pacífico, após três anos de ausência, para conduzir missões de dissuasão na região do Indo-Pacífico.

"Em 28 de janeiro, quatro B-52H Stratofortress da Força Aérea dos EUA retornaram à região do Indo-Pacífico, para uma força-tarefa de bombardeiros e conduzir operações ao largo da Base Aérea de Andersen, em Guam", informa um comunicado da base aérea.

As aeronaves participarão de missões de dissuasão estratégica junto com vários aliados e parceiros dos EUA na referida região.




Um bombardeiro estratégico B-52 com seu jogo de munições (foto de arquivo)

Os bombardeiros B-52 tinham sido enviados para Guam pela última vez em dezembro de 2018.

O comunicado ressalta ainda que os EUA continuam trabalhando com os aliados e parceiros na região para conter a China.

No passado sábado (23), o porta-aviões USS Theodore Roosevelt, acompanhado por outros três navios de guerra, entrou nas águas do mar do Sul da China, cuja maior parte é reivindicada por Pequim.


sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Bombardeiros B-52 dos EUA simulam ataque aéreo contra Rússia



No dia 31 de agosto, três bombardeiros B-52H da Força Aérea dos EUA simularam ataques aéreos à região russa de Kaliningrado com mísseis de cruzeiro lançados a partir de espaço aéreo europeu.

"Segundo nossa avaliação, durante o evento as tripulações dos B-52H praticaram posicionamento para uso de mísseis de cruzeiro realizando ataque convencional com mísseis contra instalações na região de Kaliningrado e outras regiões ocidentais de nosso país", afirmou Sergei Surovikin, comandante da Força Aeroespacial russa.
O comandante considera os exercícios com os bombardeiros norte-americanos próximos da fronteira russa como uma "provocação".

Um bombardeiro estratégico B-52 com seu jogo de munições (foto de arquivo)
Na ocasião, os bombardeiros voaram sobre os Países Baixos, Alemanha, Polônia e países bálticos, até as proximidades de um polígono da Estônia.
As aeronaves norte-americanas foram monitoradas por unidades da Frota do Báltico ao longo de todo o percurso.
"Para impedir a violação do espaço aéreo russo por parte dos bombardeiros norte-americanos foram colocados no ar dois caças Su-27 da aviação naval da Frota do Báltico", ressaltou Surovikin.