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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Andressa Urach critica condenação de MC Pipokinha e compara funkeira a Anitta: "A lei é para uns"

 


A produtora de conteúdo adulto Andressa Urach se manifestou após saber que sua amiga, MC Pipokinha, foi condenada e terá que pagar R$ 162 mil, após ser acusada de simular posições sexuais e de ficar parcialmente nua na frente de adolescentes durante um show realizado no dia 16 de fevereiro de 2023, em Corumbá, Mato Grosso do Sul.

Nas redes sociais, Andressa compartilhou imagens de Anitta na turnê Equilibrium simulando sexo oral com um dos seus bailarinos. "É assim que a mídia trata os 'amigos' dela. Show da MC Pipokinha: crime. Show da Anitta: arte. Não entendo por que a lei é para uns e para outros não", declarou.

Condenação de MC Pipokinha

De acordo com informações do g1, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul justificou condenou a funkeira após vídeos confirmarem que a cantora realizou simulações de atos sexuais no palco, que era visível a alunos de uma escola.

 autointitulada "Rainha da Putaria" retornou aos palcos neste ano após anunciar uma pausa em 2925, declarando que iria cuidar da sua saúde emocional.


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Volta às aulas: com nova lei que proíbe celulares nas escolas e o retrocesso na educação

 


A Lei nº 15.100/2025, que restringe o uso de celulares nas escolas, já está em vigor. Cabe a cada uma das redes de ensino e escolas, públicas e privadas, definirem suas próprias estratégias de implementação até o início do ano letivo. #celular #escola #alunos


Petição contra veto a celular nas escolas atinge 1,5 milhão de assinaturas em uma semana

 

A lei que proíbe o uso de celulares nas escolas pode enfrentar desafios de implementação, como a falta de estrutura e a resistência dos alunos.  Desafios de implementação Falta de estrutura para guardar os celulares, Dificuldade de cumprimento da lei, Resistência dos alunos.  #celular #escola #educação


quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Pequim diz a Ottawa que 'estrangeiros não estão acima da lei', sobre canadenses condenados na China

 


O Ministério das Relações Exteriores chinês respondeu ao primeiro-ministro do Canadá enquanto os países discutiam a respeito da sentença de dois cidadãos canadenses na China.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, disse nesta quinta-feira (12) em uma coletiva de imprensa que a oposição do Canadá à condenação dos cidadãos Robert Lloyd Schellenberg e Michael Spavor por Pequim infringiu a soberania da China.

Hua exortou o Canadá a não se engajar na diplomacia do microfone, uma estratégia que já foi comprovada, e a se abster de publicar suas opiniões. Ela afirmou que, embora o Canadá se proclame como um país que respeita a lei, seu único objetivo neste caso era politizar as questões.

"Independentemente da nacionalidade dos criminosos, os órgãos judiciais vão tratá-los em estrita conformidade com as regras e tratá-los com igualdade. Os estrangeiros não estão acima da lei", pontuou ela, acrescentando que a China é um país sob o estado de direito.

A porta-voz afirmou que a justiça foi feita pelas decisões desta semana. Na terça-feira (10), o tribunal decidiu manter a pena de morte para o traficante de drogas Schellenberg, enquanto na quarta-feira (11) Liaoning condenou o consultor Spavor a 11 anos de prisão por espionagem.

"Schellenberg participou de atividades organizadas de tráfico internacional de drogas e contrabandeou 222.035 kg de metanfetamina" para a China, disse ela, acrescentando que Spavor colocou em risco a "segurança nacional".
Justin Trudeau comemora Ano Novo Chinês
© REUTERS / BEN NELMS
Justin Trudeau comemora Ano Novo Chinês

Os comentários da porta-voz foram feitos depois que legisladores canadenses, incluindo o primeiro-ministro Justin Trudeau, rotularam as decisões da China como "absolutamente inaceitáveis ​​e injustas".

"O veredicto de hoje para o Sr. Spavor vem depois de mais de dois anos e meio de detenção arbitrária, falta de transparência no processo legal e um julgamento que não satisfez nem mesmo os padrões mínimos exigidos pelo direito internacional", criticou Trudeau.

O primeiro ministro canadense também exigiu a libertação de Michael Kovrig, um ex-diplomata, que o Canadá afirma ter sido "detido arbitrariamente" por Pequim.

embaixada da China no Canadá já descreveu os comentários de Trudeau como "absurdos". O Canadá afirma que as medidas são retaliatórias pela detenção do CFO da Huawei Meng Wanzhou, que foi presa no país norte-americano e enfrenta extradição para os EUA em meio a acusações de conspiração para violar as sanções comerciais dos EUA com o Irã.

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Senado dos EUA rechaça projeto de lei para colocar fim ao conflito no Afeganistão




O senador republicano Rand Paul, que apresentou a iniciativa legislativa, criticou o conflito de quase 20 anos com perda de vidas norte-americanas e mau uso do dinheiro de impostos.

Senado dos EUA votou contra um projeto de lei que teria colocado fim à guerra no Afeganistão, o conflito mais longo da história do país norte-americano, e teria revogado a lei de 2001, que autorizava a "guerra ao terrorismo" impulsionada por Washington.
Nesta quarta-feira (1º), mais da metade dos legisladores votaram pelo rechaço da iniciativa, apresentada pelo senador republicano Rand Paul e pelo democrata Tom Udall como uma emenda à Lei de Autorização da Defesa Nacional, que se destinava a que o Pentágono começasse uma "retirada ordenada do país" asiático e o pagamento de um bônus de US$ 2,5 mil (R$ 13,3 mil) aos soldados norte-americanos ali destacados.
A emenda também teria revogado a Autorização do Uso da Força Militar de 2001, promulgada em resposta aos ataques de 11 de setembro do mesmo ano e que foi utilizada como justificativa para ações militares em diferentes países do mundo.
"Nossa emenda finalmente terminará por completo com a guerra no Afeganistão [...] Não é sustentável continuar lutando no Afeganistão geração após geração", disse Paul no Senado antes da votação, criticando este conflito de quase 20 anos de duração.
Ainda que o acordo alcançado entre Washington e os talibãs no começo de 2020 tenha iniciado uma retirada de tropas norte-americanas, 8.600 efetivos continuam em território afegão.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Bolsonaro mudou Lei de Acesso à Informação para esconder fraude de assessora de Flávio

Flávio Bolsonaro provoca o Hamas: 'quero que vocês se explodam' (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

Bolsonaro usou a Presidência da República para restringir o acesso à informação para encobrir fraude feita no ponto de uma funcionária do gabinete de Flávio Bolsonaro que é suspeita de participar do esquema da rachadinha



Um requerimento feito pela reportagem do UOL com base na LAI (Lei de Acesso à Informação) motivou uma articulação para fraudar os registros de controle de ponto de uma ex-assessora do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

De acordo com reportagem, no mesmo dia em que a manobra foi concluída, o governo Bolsonaro restringiu por decreto a abrangência da lei, reduzindo a transparência sobre dados e documentos públicos.
Em 2018, o UOL solicitou acesso às folhas de ponto de Luiza Souza Paes, uma das ex-assessoras de Flávio Bolsonaro citadas no relatório do antigo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) com movimentações suspeitas de R$ 155,7 mil para Queiroz — mais de 76% de tudo que recebeu como assessora parlamentar.
De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, o servidor da assembleia Matheus Azeredo Coutinho avisou Luiza sobre o pedido da reportagem e como os pontos não tinham sido preenchidos, foi adulterado no dia 24 de janeiro de 2019, mesma data em que um decreto foi publicado no Diário Oficial da União restringindo o acesso a informações por meio da LAI.
Ainda segundo as investigações, o servidor Matheus entrou em contato com Luiza no dia 17 de janeiro, e o pedido feito pela reportagem, feito ao Departamento de Legislação de Pessoal —exatamente o setor em que Matheus trabalhava, seguiu parado no setor até a tarde de 24 de janeiro.
Na manhã do dia 24 de janeiro, Luiza foi à Alerj assinar os pontos que estavam em branco, encobrindo assim possíveis evidências de que era funcionária fantasma do gabinete do filho de Jair Bolsonaro.
Mensagens encontradas no celular de Luiza, indicam a participação do servidor da Alerj e mostram a articulação para que a fraude fosse consumada e aponta a participação de duas pessoas de confiança de Flávio Bolsonaro: o próprio Fabrício Queiroz e o advogado Gustavo Botto, que representava Flávio nas investigações da rachadinha naquela ocasião.
"Oi pai. O Gustavo me ligou agora. Ele falou que foi levantar a situação, né? A pequena conversou com ele e esse cara que tá me ligando ele trabalha lá e parece que os jornalistas começaram a perturbar o juízo aí eles foram levantar o meu ponto e parece que tá faltando alguma informação, eu não sei. Parece que é falta de algum ponto que não tá assinado. Aí ele supostamente está querendo ajudar antes de entregar isso pra jornalista. Só que eu não lembro de não ter assinado algum ponto, entendeu?", disse a ex-assessora na mensagem.

As mais visitadas

segunda-feira, 27 de abril de 2020

De biquíni, Tati Minerato exibe corpo definido e faz reflexão: “A lei da mente é implacável”



Tati Minerato usou o Instagram na tarde desta segunda-feira (27) para compartilhar com seus seguidores um foto em que aparece de biquíni em Pernambuco. Com um óculos de sol, a loira deixou suas curvas à mostra e aproveitou o post para fazer uma reflexão.

“A lei da mente é implacável. O que você pensa, você cria. O que você sente, você atrai. O que você acredita, vira realidade”, escreveu Tati.

Em questão de minutos, os fãs deixaram uma série de comentários. “Sempre linda e maravilhosa”, disse um. “Espetáculo de mulher”, elogiou outro.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

PF investiga Lula com base em Lei de Segurança Nacional



A pedido do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, o ex-presidente Lula foi ouvido nesta quarta-feira, como investigado, em um inquérito que apura se ele teria violado a Lei de Segurança Nacional.

Na investigação, a Polícia Federal apura se Luiz Inácio Lula da Silva teria cometido crime contra a honra de Jair Bolsonaro ao afirmar, em discurso, que o atual presidente governava para milicianos, informa a Veja. 
Sérgio Moro acha que intimidando Lula fará o povo brasileiro mudar sua percepção de que este é um governo com íntimas relações com o crime organizado? Será que de fato ele imagina que deixaremos de afirmar que Queiroz e Adriano faziam a ponte da famigliia com as milícias ??
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​A declaração em questão foi dada no Sindicado dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, São Paulo, um dia após a saída do ex-chefe de Estado da prisão, na sede da PF de Curitiba, no Paraná, onde passou 580 dias.
"Tem gente que fala que tem de derrubar o Bolsonaro. Tem gente que fala em impeachment. Veja, o cidadão foi eleito. Democraticamente, aceitamos o resultado da eleição. Esse cara tem um mandato de quatro anos. Mas ele foi eleito para governar para o povo brasileiro, e não para governar para os milicianos do Rio de Janeiro", disse Lula em 9 de novembro de 2019
Nesta tarde, o ex-presidente ainda presta depoimento no âmbito da operação Zelotes, na qual é réu por suposta corrupção na edição, em 2009, de uma medida provisória que, segundo acusadores, teria como objetivo beneficiar duas empresas do setor automotivo em troca de doações ilegais para o Partido dos Trabalhadores (PT).