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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Andressa Urach critica condenação de MC Pipokinha e compara funkeira a Anitta: "A lei é para uns"

 


A produtora de conteúdo adulto Andressa Urach se manifestou após saber que sua amiga, MC Pipokinha, foi condenada e terá que pagar R$ 162 mil, após ser acusada de simular posições sexuais e de ficar parcialmente nua na frente de adolescentes durante um show realizado no dia 16 de fevereiro de 2023, em Corumbá, Mato Grosso do Sul.

Nas redes sociais, Andressa compartilhou imagens de Anitta na turnê Equilibrium simulando sexo oral com um dos seus bailarinos. "É assim que a mídia trata os 'amigos' dela. Show da MC Pipokinha: crime. Show da Anitta: arte. Não entendo por que a lei é para uns e para outros não", declarou.

Condenação de MC Pipokinha

De acordo com informações do g1, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul justificou condenou a funkeira após vídeos confirmarem que a cantora realizou simulações de atos sexuais no palco, que era visível a alunos de uma escola.

 autointitulada "Rainha da Putaria" retornou aos palcos neste ano após anunciar uma pausa em 2925, declarando que iria cuidar da sua saúde emocional.


sábado, 11 de setembro de 2021

Musa do Corinthians Paula Lima fala sobre venda de nudes no instagram: 'Quem me critica, manda de graça'. VEJA FOTOS DA GATA

 


Paula Lima, musa do Corinthians em 2021 e da escola de samba Acadêmicos do Tucuruvi em 2020, está usando o Instagram para ganhar dinheiro com fotos e vídeos sensuais.

 

Ela conta que recebe críticas por conta do seu trabalho. "Quem me critica, manda de graça. Eu pelo menos ganho dinheiro com isso", conta a modelo.

 

Paula conta que nudes de graça nem para namorado. "Nunca. Só me pagando. Aliás, não sou fã de nudes. Não gosto também de receber. Acho perigoso e perda de tempo"



A musa publica os conteúdos em seus stories somente para assinantes, que são selecionados através da função Melhores Amigos.

Veja também









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  • Fonte: Cena Pop

    quarta-feira, 30 de junho de 2021

    'Sinistro, perigoso e irresponsável': China critica severamente Japão por chamar Taiwan de 'país'

     


    Nesta terça-feira (29), a China reagiu às recentes declarações de responsáveis japoneses ao chamarem Taiwan de "país democrático".

    O ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, disse que a caracterização de Taiwan como "país" pelo vice-ministro da Defesa japonês, Yasuhide Nakayama, era "errônea e uma violação direta", informa The Independent.

    O diplomata japonês alertou na segunda-feira (28) sobre a crescente ameaça representada pela colaboração chinesa e russa e afirmou que é necessário "acordar" para a pressão de Pequim sobre Taipé e proteger a ilha "como um país democrático".

    "Temos que proteger Taiwan como um país democrático", afirmou Nakayama durante um encontro com o grupo de estudos do Instituto Hudson, Nova York, EUA.

    O vice-ministro questionou se a decisão de muitos países, incluindo Japão e EUA, de seguir a política de Uma Só China - que reconhece a soberania de Pequim sobre Taipé desde os anos 1970 - resistirá ao teste do tempo.

    O vice-ministro da Defesa do Japão, Yasuhide Nakayama, o embaixador da França no Japão, Philippe Setton, e a embaixadora da Austrália no Japão, Jan Adams, posam para fotos durante exercícios militares conjunto entre as Forças de Autodefesa do Japão, Exército Francês e Fuzileiros Navais dos EUA
    © REUTERS / CHARLY TRIBALLEAU
    O vice-ministro da Defesa do Japão, Yasuhide Nakayama, o embaixador da França no Japão, Philippe Setton, e a embaixadora da Austrália no Japão, Jan Adams, posam para fotos durante exercícios militares conjunto entre as Forças de Autodefesa do Japão, Exército Francês e Fuzileiros Navais dos EUA

    Nakayama referiu a proximidade geográfica entre o Japão e Taiwan, de modo a fazer entender que a turbulência política seria sentida na prefeitura de Okinawa que, por sua vez, tem uma grande presença militar norte-americana.

    "Por isso, temos de proteger Taiwan como um país democrático [...] Japão e Taiwan são bastante próximos [...] Nós [Japão] não somos amigos de Taiwan, somos irmãos", declarou o vice-ministro da Defesa do Japão, citado pela mídia britânica.

    No entanto, é importante sublinhar que, em 1972, o Japão alterou sua política de reconhecimento de Taiwan como país para o reconhecimento do último como parte da jurisdição de Pequim, de modo a honrar a política de Uma Só China.

    "Isto é altamente sinistro, perigoso e irresponsável. Este político também chamou abertamente Taiwan de país, em grave violação da declaração conjunta China-Japão [...] Instamos o governo japonês a emitir uma clarificação e a garantir que tal não voltará a se repetir", afirmou Wang Wenbin, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, citado pelo The Independent.
     Dois caças chineses SU-30 decolam de um local não especificado para fazer uma patrulha sobre o Mar do Sul da China.
    © AP PHOTO / JIN DANHUA/XINHUA
    Dois caças chineses SU-30 decolam de um local não especificado para fazer uma patrulha sobre o Mar do Sul da China.

    No entanto, este não foi o primeiro incidente desta natureza. Ainda no início deste mês, o gigante asiático disse ter apresentado "protestos firmes" depois que o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, fez uma referência a Taiwan como um país durante uma reunião parlamentar.

    Já é sabido que Pequim considera Taiwan parte de seu território, sendo o único governo legítimo reconhecido pela política Uma Só China. Nos últimos anos, as tensões têm crescido tanto entre a China e seus vizinhos na região do mar do Sul da China como entre ela e os aliados de seus vizinhos geográficos, especialmente os EUA.

    quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

    'Desmonte orquestrado': cientista critica corte de quase 70% em pesquisa científica

     


    O presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Ildeu de Castro Moreira, diz, em entrevista à Sputnik Brasil, que o novo valor da cota de benefícios fiscais destinado à pesquisa científica é "absolutamente insuficiente" para as demandas usuais do CNPq.

    Em meio à maior crise sanitária mundial em um século, o governo federal cortou quase 70% da cota de benefícios fiscais para importação de equipamentos e insumos destinados à pesquisa científica em 2021.

    Segundo um levantamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o montante total caiu de US$ 300 milhões (R$ 1,6 bilhão, em valores corrigidos pela inflação) em 2020 para apenas US$ 93,29 milhões (R$ 505 milhões) - uma queda de 68,9%, mais precisamente.

    Em entrevista à Sputnik Brasil, o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ildeu de Castro Moreira, critica o que chamou de "redução absolutamente drástica" e afirma que o novo valor é "absolutamente insuficiente" para as demandas usuais do CNPq com importação de equipamentos e insumos para laboratórios.

    "Já estamos recebendo muitas notícias ruins sobre a ciência no Brasil. E essa foi uma adicional que ameaça muito a ciência brasileira, inclusive, no enfrentamento das questões da COVID-19. Essa redução é absolutamente drástica", diz Moreira, que também é professor do Instituto de Física da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    A medida impacta duramente, por exemplo, a atuação do Instituto Butantan e da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que estão empenhados na produção de novas vacinas contra a COVID-19. Os produtos comprados nesta cota, de outros países diretamente para pesquisa científica, são livres de impostos de importação.

    Duas leis de 1990 garantem o benefício fiscal, mas a definição sobre o valor é feita todo ano e fica a critério do Ministério da Economia, atualmente comandado por Paulo Guedes.



    © FOLHAPRESS / PEDRO LADEIRA
    Ministro da Economia, Paulo Guedes, durante cerimônia em Brasília.

    De acordo com o presidente da SBPC, o CNPq precisaria de pelo menos US$ 110 milhões (R$ 595,5 milhões) só para investir no combate à pandemia de COVID-19.

    "O impacto é muito ruim, porque estas instituições estão muito envolvidas com a pesquisa sobre as novas vacinas que estão sendo utilizadas, sendo que há ainda 20 novos imunizantes sendo discutidos também em várias instituições", lamenta.

    Obstáculos com a pandemia como a ponta do iceberg

    Moreira ressalta que o impacto negativo ocorrerá não apenas para as pequisas relacionadas com a pandemia, mas também para o estudo de outras doenças que afetam o Brasil. Segundo o cientista, o país é dependente da compra de equipamentos e insumos para produção e experimentos.

    "Como o pesquisador vai pagar imposto de importação? Como as instituições vão pagar imposto para equipamentos e insumos que são decisivos para o uso público? Então, essa redução drástica na cota de importação, de certa maneira, parece fazer parte desse desmonte orquestrado, pois só podemos interpretar assim", critica.


    © REUTERS / AMANDA PEROBELLI
    Funcionários do Butantan trabalham no combate à COVID-19, em 12 de janeiro de 2021

    Para o presidente da SBPC, os problemas sanitários enfrentados pelo país com a pandemia são apenas a ponta do iceberg. Segundo Moreira, desde 2015, há uma contínua redução de recursos destinados a áreas como ciência, tecnologia e inovação.

    O CNPq mostra, em seu levantamento, que o novo valor da cota de benefícios fiscais para pesquisa científica é o menor da década. Em 2010, o montante era de US$ 600 milhões (R$ 3,25 bilhões). Em 2014, subiu para US$ 700 milhões (R$ 3,79 bilhões). E em 2017, o valor já caiu para US$ 300 milhões (R$ 1,62 bilhão), mesmo patamar de 2020.

    "Os recursos programados para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações no ano que vem é de menos de um terço do que tínhamos há dez anos. É uma redução extremamente significativa, que afetou muito os projetos de pesquisa e em laboratórios no país inteiro em todas as áreas, em particular na Saúde", ressalta.

    'Terraplanismo econômico'

    Moreira diz que a preocupação dos pesquisadores e de todos os profissionais da área é de "resistir ao desmonte" e tentar "retomar o dinamismo", tanto para preservar a saúde dos brasileiros, como para recuperar a economia. Porém, no cenário atual, o presidente da SBPC ainda mantém uma visão pessimista com o futuro da ciência no país.

    "O presidente da República fez vetos ao chamado Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico [FNDCT]. Nós conseguimos aprovar no Congresso Nacional um projeto de lei importante para liberar os recursos desse fundo, mas foram vetados por orientação do Ministério da Economia, onde predomina um terraplanismo econômico, que está levando a ciência brasileira a uma situação trágica", afirma.

    As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik


    quinta-feira, 18 de junho de 2020

    Maia critica Weintraub no Banco Mundial: ajudou a quebrar o banco Votorantim (vídeo)


    Presidente da Câmara dos Deputados ironizou a possibilidade do ex-ministro da Educação Abraham Weintraub ocupar um cargo no Banco Mundial


    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, reagiu com ironia à notícia de que o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub ocupará uma diretoria do Banco Mundial. 

    "É porque não sabem que ele trabalhou no Banco Votorantim, que quebrou em 2009 e ele era um dos economistas responsáveis", disse Maia. 
    Pior ministro da Educação que já passou pelo MEC, Abraham Weintraub foi demitido do cargo na tarde desta quinta-feira. Em vídeo ao lado de Jair Bolsonaro, ele agradeceu o apoio e disse que assumirá um cargo no Banco Mundial. Olavista Carlos Nadalim, secretário nacional de Alfabetização, é cotado com substituto interino.