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domingo, 3 de abril de 2022

Suécia revive força militar da Guerra Fria para criar escudo no Báltico

 


A Suécia estava esperando há tempos para voltar à ilha de Gotland, varrida pelo vento, no mar Báltico.

A região de Gotland fornece aos militares suecos uma posição dominante no Báltico, onde podem controlar rotas navais críticas e o espaço aéreo.
De acordo com a agência Bloomberg, especialistas suecos acreditam que a ilha seja um elemento-chave na região e que a presença militar do país na ilha dará um controle efetivo sobre o Báltico.
A Suécia ordenou o envio de reforços e veículos armados para Gotland em janeiro. De acordo com a Bloomberg, apesar de o país ser conhecido pelo alto padrão de vida, ele também é um importante exportador de armas, como é o exemplo da Saab, empresa de defesa que exporta para diversos países.
Lançamento de foguete pelo sistema de mísseis Astros II brasileiro - Sputnik Brasil, 1920, 24.03.2022
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Recentemente, duas fragatas britânicas se juntaram aos navios, aeronaves e pessoal de seis nações participantes da Força Expedicionária Conjunta (JEF, na sigla em inglês) para apoiar a OTAN e reforçar a segurança no mar Báltico.
Estabelecida em 2014 e liderada pelo Reino Unido, a JEF é uma força de resposta rápida que pode ser implantada em qualquer parte do mundo como complemento à OTAN e outras estruturas de segurança internacionais.
Atualmente, a força expedicionária inclui militares, além do Reino Unido, da Dinamarca, Estônia, Finlândia, Islândia, Letônia, Lituânia, Noruega, Países Baixos e Suécia.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Caças de Israel escoltam bombardeiro dos EUA em demonstração de força contra Irã (FOTO)

 


Os militares americanos afirmam que o voo foi uma demonstração de sua capacidade de enviar aeronaves do Reino Unido ao Oriente Médio.

Um caça israelense F-15 escoltou um bombardeiro americano B-52 enquanto este atravessava o espaço aéreo israelense em direção ao golfo Pérsico na segunda-feira (14), em uma demonstração de força dirigida ao Irã, segundo o jornal The Times of Israel.
De acordo com as Forças de Defesa de Israel, o voo foi realizado como parte de uma estreita cooperação com os EUA, que representa um elemento significativo para garantir a segurança do espaço aéreo de Israel e do Oriente Médio.
Os caças das FDI escoltaram um bombardeiro americano B-52 ao longo dos céus de Israel a caminho do golfo hoje de manhã. O voo conjunto mostra nossa estreita cooperação com a Força Aérea dos EUA e a importância de manter a segurança e a estabilidade de Israel no Oriente Médio.

Por sua vez, os militares americanos afirmaram que o voo foi realizado para demonstrar a capacidade dos EUA de operar entre os comandos de combate.
Este tipo de operação está se tornando cada vez mais frequente nos últimos meses, à medida que as tensões entre Teerã e o Ocidente aumentam.

sexta-feira, 21 de maio de 2021

EUA e Coreia do Sul comemoram 'força de sua aliança' em reunião na Casa Branca

 


O presidente dos EUA, Joe Biden, e sei colega sul-coreano, Moon Jae-in, saudaram nesta sexta-feira a força da aliança entre os dois países, após as tensões da era Trump.

Pouco depois de Moon chegar à Casa Branca, ele e Biden se uniram para conceder a Medalha de Honra a Ralph Puckett, um veterano da Guerra da Coreia de 94 anos, coronel aposentado do Exército dos EUA, por seu valor em uma batalha de 1950 em uma colina estratégica. Puckett estava lutando contra as tropas chinesas na Coreia do Norte.

Foi a primeira vez que um líder estrangeiro compareceu a uma cerimônia da Medalha de Honra, que Biden chamou de um testemunho da força da aliança EUA-Coreia do Sul.

O presidente sul-coreano Moon Jae-in fala com William Weber, veterano do Exército, na cerimônia de inauguração do Muro da Memória dos Veteranos da Guerra da Coreia no National Mall em Washington, EUA, 21 de maio de 2021
© REUTERS / SARAH SILBIGER
O presidente sul-coreano Moon Jae-in fala com William Weber, veterano do Exército, na cerimônia de inauguração do Muro da Memória dos Veteranos da Guerra da Coreia no National Mall em Washington, EUA, 21 de maio de 2021

Moon disse que Puckett é um exemplo da força da aliança, que ele chamou de "um pilar da paz e segurança na península coreana e além".

Depois de uma reunião individual no Salão Oval, os dois líderes se juntaram a assessores importantes para uma ampla discussão que incluiu o programa de armas nucleares da Coreia do Norte.

Moon disse a Biden que a Coreia do Sul "trabalhará em estreita colaboração com os EUA para se conseguir a desnuclearização completa e estabelecer uma paz permanente na península coreana".

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Adormecido há meses, panelaço contra Bolsonaro volta com força pelo Brasil (VÍDEOS)

 


Cidades de todo o país fizeram um panelaço na noite desta sexta-feira (15) contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O protesto foi convocado pelas redes sociais após o colapso no sistema de saúde Manaus, que sofre com falta de cilindros de oxigênio e de outros equipamentos hospitalares.

Comuns no início da pandemia, quando diariamente havia protestos contra o presidente nas janelas, com o tempo as manifestações acabaram. 

Os manauaras se manifestaram das janelas de suas casas.

​Na Barra da Tijuca, bairro do Rio de Janeiro onde mora o presidente Jair Bolsonaro, o panelaço também foi ouvido. O presidente costuma ter votações expressivas na região.

​As panelas também se fizeram ouvir na capital federal. 

​O panelaço também foi ouvido em São Paulo, maior cidade do país. O governador de São Paulo, João Doria, trava uma guerra particular contra o presidente Jair Bolsonaro pela vacinação no país.

​Em Curitiba, cidade do sul do país onde Bolsonaro tem grande popularidade, o panelaço também foi ouvido. 

​Os moradores de Vitória também bateram panelas em protesto contra Bolsonaro. O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), também já trocou farpas com o presidente da República.

​No bairro da Graça, reduto nobre de Salvador, na Bahia, o panelaço também foi ouvido.


quarta-feira, 16 de setembro de 2020

National Interest avalia por que blindado russo T-15 Armata é uma força a ser considerada



Nos EUA consideram que o blindado russo, criando com base na plataforma do tanque Armata, é uma força a ser considerada.

revista norte-americana National Interest alerta que o veículo blindado de combate T-15 Armata é "uma força que deve ser considerada". Na opinião de Peter Suciu, autor do texto, o novo veículo militar russo possui poderosa capacidade de fogo.
A revista descreve que o veículo pode transportar um total de 12 soldados, dos quais três são tripulantes. Além disso, a publicação salienta que na OTAN não existem veículos que possam se comparar ao russo, sendo talvez o mais semelhante o tanque israelense Merkava.
Como veículo de transporte de tropas, o T-15 é invulgarmente pesado, com suas 48 toneladas ele possui maior peso que qualquer tanque russo, exceto o T-14. Portanto, pesa mais que o próprio T-90, que permanece o tanque de combate principal do Exército russo.
Na parte traseira do veículo existe uma torre controlada remotamente, o motor se localiza na parte frontal, protegendo inclusive a tripulação e soldados transportados. O veículo conta com um canhão automático de 30 milímetros 2A42, uma metralhadora PKTM calibre 7,62 mm e duas instalações duplas de mísseis antitanque Kornet, que podem destruir até mesmo veículos com blindagem dinâmica e sistemas de proteção ativa.
Enquanto isso, o sistema de orientação dos mísseis permite obter uma probabilidade cinco vezes maior de atingir o alvo em uma distância entre 150 e dez mil metros, contando com a capacidade de disparar contra múltiplos alvos ao mesmo tempo.

Módulo de combate russo AU-220M no tanque T-15
Além disso, a publicação informa que o novo módulo autônomo AU-220M, contendo um canhão e uma metralhadora e presente no veículo, pode ser instalado não somente no T-15, mas também em outros veículos blindados. Contudo, ainda não se sabe quando o veículo militar equipado com o módulo será implantado.

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Marinha dos EUA 'perde' míssil furtivo enquanto tenta demonstrar força à China, segundo mídia



A Marinha dos EUA ainda não reabasteceu o estoque de mísseis do navio de combate litorâneo USS Gabrielle Giffords.

O navio possui um moderno sistema de lançamento Mk 87 Mod 0, projetado para oito mísseis furtivos RGM-184A Naval Strike Missile.
Em outubro passado, durante um treinamento na ilha de Guam, a tripulação do Giffords atingiu e afundou com um desses mísseis uma fragata desativada.
Desde então, a embarcação patrulha as águas do mar do Sul da China. No entanto, ele o faz com munição incompleta, já que o espaço vazio deixado pelo míssil utilizado nunca foi preenchido, segundo a mídia.

© AP PHOTO / BRYNN ANDERSON
USS Gabrielle Giffords
A Marinha norte-americana não informou o motivo pelo qual o míssil "perdido" nunca foi substituído por um novo.
O portal The Drive sugere que a falta do míssil se deve a problemas na interação entre o desenvolvedor da arma, a empresa norueguesa Kongsberg, e a fabricante norte-americana Raytheon.
Por sua vez, especialistas consideram a situação inaceitável, principalmente quando o país tentar demonstrar suas capacidades bélicas à China.

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