Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador fim. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fim. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Fim das operações dos EUA no Afeganistão será alvo de série de investigações em Washington

 


O enviado norte-americano no Afeganistão, Zalmay Khalilzad, renunciou nesta segunda-feira (18). A informação foi anunciada pelo secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken.

O órgão fiscalizador do Departamento de Estado dos EUA está lançando uma série de investigações sobre o fim caótico das operações diplomáticas do governo Biden no Afeganistão, incluindo a saída evacuação de emergência da embaixada dos EUA em Cabul, informou o portal Politico nesta segunda-feira (18).

A inspetora-geral interina, Diana Shaw, também analisará o Programa de Visto Especial para Imigrante do Departamento de Estado dos EUA, que permitia a admissão de afegãos para como refugiados e seu reassentamento nos EUA.

Em carta aos legisladores, Shaw afirmou que seu escritório estava lançando "vários projetos de supervisão" relacionados ao fim das missões militares e diplomáticas dos EUA no Afeganistão, afirma a mídia.

​Após vitórias do Talibã (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) no início de agosto, os EUA completaram oficialmente sua retirada militar do Afeganistão em 30 de agosto, permitindo a evacuação de mais de 100.000 civis do país e também de militares norte-americanos. A saída maciça foi caótica e alvo de críticas de parlamentares dos EUA. Ocorreram ainda ataques terroristas durante o processo no Aeroporto Internacional de Cabul.

Enviado dos EUA em Cabul se demite

O enviado norte-americano no Afeganistão, Zalmay Khalilzad, renunciou nesta segunda-feira (18).

A informação foi anunciada pelo secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, que acrescentou que o vice de Khalilzad, Thomas West, assumirá o cargo.

Secretário de Estado Antony Blinken durante interrogatório sobre Afeganistão ante o Comitê de Relações Exteriores do Senado, Washington, 14 de setembro de 2021
© REUTERS / JABIN BOTSFORD
Secretário de Estado Antony Blinken durante interrogatório sobre Afeganistão ante o Comitê de Relações Exteriores do Senado, Washington, 14 de setembro de 2021

Nascido no Afeganistão, Khalilzad se tornou diplomata dos EUA e assumiu cargos importantes no governo do ex-presidente George W. Bush (2001-2009), tornando-se embaixador dos EUA em Cabul e depois em Bagdá e nas Nações Unidas.


quarta-feira, 21 de abril de 2021

'Vai ser feio': especialista refere 2 razões para o fim 'inevitável' do bitcoin

 


Stephen Isaacs, presidente do comitê de investimento da empresa de consultoria Alvine Capital, crê que o bitcoin inevitavelmente deixará de ser viável, inclusive devido à lavagem de dinheiro.

O fim do bitcoin é inevitável, disse Stephen Isaacs, consultor de investimentos, à emissora CNBC, dando duas razões que estariam por trás da futura queda da moeda criptográfica mais popular.

De acordo com Isaacs, a regulamentação governamental e os riscos ambientais são dois fatores-chave que representam riscos para as criptomoedas, acrescentando que as moedas digitais não têm fundamentos.

"Não sei onde vai acabar, ou como vai acabar, mas vai acabar", disse o presidente do comitê de investimento da empresa de consultoria Alvine Capital, com sede em Londres, Reino Unido.

"E quando terminar, vai ser feio, porque não haverá nada lá."

O preço do bitcoin caiu 17% durante o último fim de semana, após um crescimento explosivo que culminou em um recorde histórico de US$ 64.000 (R$ 356.467,20), em meio a um relatório não confirmado de que o Tesouro dos EUA poderia em breve reprimir as instituições financeiras que usam ativos digitais para lavar dinheiro.

Isaacs disse que o que aconteceu durante o fim de semana foi apenas um "sinal" do "que poderia acontecer se a regulamentação chegasse a este produto".

"É quase uma vítima de seu próprio sucesso, que se este produto permite a transferência de grandes quantidades de dinheiro entre indivíduos que têm total anonimato, ele vai contra toda uma geração de regulamentação", opinou.

Bitcoin é baseado em tecnologia de blockchain, que garante a segurança de suas transações. A criptomoeda, no entanto, não pode ser considerada completamente anônima, uma vez que a tecnologia que usa também implica que cada transação ficará para sempre inscrita nela, o que possivelmente poderia representar um risco à privacidade.

Os componentes do bitcoin, tais como endereços, chaves públicas e privadas e transações, são todos lidos em cadeias de texto que não podem ser diretamente ligadas à identidade pessoal de ninguém, tornando a criptomoeda anônima para os usuários até certo ponto.

Isaacs também defendeu que o bitcoin é um "produto muito sujo, e está ficando mais sujo a cada minuto, porque a quantidade de energia necessária para minerar o fornecimento adicional está aumentando" e que o consumo de energia da criptomoeda seria outro fator que a mataria "se alguém estiver levando a sério a mudança climática".

Natureza da moeda digital

O processo de mineração de bitcoin depende de computadores correndo para resolver um problema matemático para cada transação. Quem o resolver primeiro e verificar a transação mina uma nova moeda. Como um número crescente de pessoas e computadores em rápido avanço tecnológico tentam decifrá-los ao redor do mundo, a solução dessas equações está se tornando mais competitiva e difícil.

O número de moedas disponível para mineração está limitado a 21 milhões, sendo que 18 milhões de bitcoins já foram extraídos até fevereiro de 2021.

Lançado no início de 2009, o bitcoin é a maior moeda criptográfica mundial por capitalização de mercado e quantidade de dados armazenados em sua blockchain.

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Tecnologia e internet: Fim da privacidade e proteção de dados? Por que não é mais seguro usar WhatsApp

 


Apesar do foco em Google, Amazon, Facebook, Apple e às vezes Microsoft no que toca às práticas de coleta de dados agressivas, o WhatsApp do Facebook tem passado mais despercebido.

Com dois bilhões de usuários por mês, o WhatsApp é o serviço de mensagens mais popular do mundo. Desde que a criptografia de ponta a ponta foi implementada em 2016, a maioria das pessoas acredita que o conteúdo de suas mensagens no WhatsApp está seguro. Mas há outros aspectos a considerar ao escolher uma plataforma de mensagens adequada, escreve a revista VICE Alemanha.

A privacidade do usuário e a proteção de dados não são mais a prioridade da empresa detida por Mark Zuckerberg, inclusive com os planos para fundir esse aplicativo com outros serviços pertencentes ao Facebook, como o Facebook Messenger e as mensagens diretas do Instagram, argumenta a mídia.

Um dos vários problemas do WhatsApp é pedir acesso ao seu número de celular e posteriormente requerer e receber acesso também a todos os contatos do mesmo para fazer chamadas, escrever mensagens de grupo ou fazer transmissões, o que é requerido pelos termos de serviço da plataforma. Os dados do aplicativo acabam por ser vinculados aos outros programas da empresa, incluindo, claro, o Facebook.

O WhatsApp também pode compartilhar suas informações com a polícia. O aplicativo em si não é uma ferramenta de aplicação da lei, mas sob certas circunstâncias, os agentes da lei podem solicitar suas informações ao serviço de mensagens.

Além disso, o WhatsApp pode não saber o conteúdo das mensagens que você está enviando, mas coleta praticamente todo o resto, incluindo como você interage com os outros no tempo, frequência e duração de suas atividades.

Dependendo de suas configurações de segurança, o WhatsApp poderá ver sua foto de perfil, seu nome, seu status e a hora em que foi "visto por último".

Rumo do aplicativo

VICE Alemanha também refere que Brian Acton, cofundador do WhatsApp, deixou a empresa em 2017 por preocupações com privacidade e monetização, após ser vendida ao Facebook por US$ 22 bilhões (R$ 121,9 bilhões) em 2014. É difícil confiar na gestão do WhatsApp sob Mark Zuckerberg, quando seu cofundador também não o faz, diz a mídia.

"Vendi a privacidade de meus usuários para um benefício maior", disse Acton à revista Forbes em 2018.

Em março desse ano, o ex-colega de Mark Zuckerberg deu uma mensagem simples no Twitter.

Está na hora. #deleteofacebook

O WhatsApp também pede às vezes que você quebre sua criptografia de ponta a ponta, devido a mensagens pop-up para fazer cópia de segurança para os serviços Google Drive ou iCloud, esses sem criptografia de ponta a ponta, como observa a página oficial de perguntas e respostas do aplicativo.

Como última razão apresentada pela revista, o código do WhatsApp não é público, impedindo que especialistas independentes possam examiná-lo cuidadosamente em busca de possíveis defeitos.

As mais visitadas

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Novo ministro da Educação, Feder defendeu fim do MEC e privatização total do ensino


Renato Feder, que antes do MEC comandava a Secretaria de Educação do Paraná, já defendeu a extinção da pasta e a privatização de todo o ensino público, a começar pelas universidades


Novo ministro da Educação, Renato Feder, 41, já defendeu a extinção da pasta e a privatização de todo o ensino público, a começar pelas universidades. A proposta, que incluía a concessão de vouchers para as famílias matricularem os filhos em escolas privadas, está no livro Carregando o Elefante – como transformar o Brasil no país mais rico do mundo, de 2007. A reportagem é do jornal Folha de S.Paulo. 
A publicação é um compilado de críticas e sugestões para as diversas áreas da administração pública brasileira, idealizadas por Feder e seu antigo colega de trabalho, Alexandre Ostrowiecki. Quando assumiu a secretaria de educação do Paraná, porém, ele afirmou que mudou de ideia sobre opiniões apresentadas no livro, incluindo a de privatização do ensino.
Segundo a reportagem, para os autores, deveriam ser mantidos apenas oito ministérios e as funções das pastas da saúde e educação deveriam ser transferidas para agências reguladoras. “Muitos ministros acabam não conseguindo nem falar com o presidente e assumem papel decorativo”, afirmam.
Eles sugerem a privatização de todo o ensino, com a implantação do sistema de vouchers, em que famílias receberiam uma espécie de cupom com o qual matriculam os filhos em uma escolar particular, informa a reportagem. 

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Senado dos EUA rechaça projeto de lei para colocar fim ao conflito no Afeganistão




O senador republicano Rand Paul, que apresentou a iniciativa legislativa, criticou o conflito de quase 20 anos com perda de vidas norte-americanas e mau uso do dinheiro de impostos.

Senado dos EUA votou contra um projeto de lei que teria colocado fim à guerra no Afeganistão, o conflito mais longo da história do país norte-americano, e teria revogado a lei de 2001, que autorizava a "guerra ao terrorismo" impulsionada por Washington.
Nesta quarta-feira (1º), mais da metade dos legisladores votaram pelo rechaço da iniciativa, apresentada pelo senador republicano Rand Paul e pelo democrata Tom Udall como uma emenda à Lei de Autorização da Defesa Nacional, que se destinava a que o Pentágono começasse uma "retirada ordenada do país" asiático e o pagamento de um bônus de US$ 2,5 mil (R$ 13,3 mil) aos soldados norte-americanos ali destacados.
A emenda também teria revogado a Autorização do Uso da Força Militar de 2001, promulgada em resposta aos ataques de 11 de setembro do mesmo ano e que foi utilizada como justificativa para ações militares em diferentes países do mundo.
"Nossa emenda finalmente terminará por completo com a guerra no Afeganistão [...] Não é sustentável continuar lutando no Afeganistão geração após geração", disse Paul no Senado antes da votação, criticando este conflito de quase 20 anos de duração.
Ainda que o acordo alcançado entre Washington e os talibãs no começo de 2020 tenha iniciado uma retirada de tropas norte-americanas, 8.600 efetivos continuam em território afegão.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Musa do Sport tira fôlego de fãs no Instagram e torce por fim da quarentena


Em suas redes sociais, a moça esbanja toda a sua beleza com seu belo corpo. A quarentena tem sido motivo de incômodo para ela, que já reclamou nas redes sociais. "Não vejo a hora dessa quarentena acabar, Que saudades dos meus ensaios, da minha rotina", disse. Nascida em Caruaru, a bela mora atualmente no Recife. Eduarda faz sucesso no Instagram tendo quase 80 mil seguidores na rede social.



As mais visitadas
















O Dia