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sábado, 14 de agosto de 2021

Déborah Albuquerque exibe bumbum perfeito e revela segredo de beleza

 


A apresentadora Deborah Albuquerque não abre mão de compartilhar com seus seguidores sua rotina de treinos, alimentação e disciplina. Deborah, que também é empresária, faz sucesso com clicks esbanjando boa forma. Mas, para chegar a esse resultado é necessário muito foco.

 

Além da alimentação super regrada, sem ''escapadinhas'' para comer doces ou gordura, Deborah treina diariamente e é adepta a eletroestimulação cinco vezes na semana.


“Com esse método consigo reduzir a carga dos exercícios pela metade tendo o mesmo resultado com a ajuda dos eletrodos na região que quero trabalhar. Uma carga de 100 kg usando a eletroestimulação é como se eu tivesse com uma carga de 500kg além de otimizar meu tempo. Uso quatro vezes na semana, normalmente na região dos glúteos e perna. Modéstia a parte, meu bumbum está cada dia mais perfeito, rs.'' Explicou Deborah que tem os treinos guiados pelo personal e especialista na prática, Rafael Borges.

 

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''Para chegar ao objetivo é necessário ter educação alimentar. Não adianta comer bem a semana toda e abrir várias excessões aos fins de semana, por exemplo. Precisa sim mudar os hábitos, não fraquejar e se deixar levar por um doce e alimentos gordurosos. Saber que você pode curtir um momento sem precisar sair do seu objetivo. Ter esse abdômen trincado não é fácil, precisa de muita disciplina''. 

















sábado, 27 de junho de 2020

Musa do Santos, Larissa Franco come de tudo durante a quarentena e revela segredo


Larissa Franco não só deixou a academia de lado durante a quarentena, ela também não quer mais saber de dietas ‘malucas’ para manter o corpão violão.


“Nunca fui daquelas ratas de academia, nem das loucas da dieta do sol, da lua, da terra. Mas procurava fazer um exercício ou outro e manter uma alimentação mais equilibrada. Essa quarentena chegou pra mostrar o tanto de coisa boa que eu perdi durante esse tempo. Estou comendo de tudo, tudo o que aparece pela frente eu como. Se isso não acabar, daqui uns dias eu vou ficar conhecida como a mulher que comeu as paredes”, contou ela aos risos.


A Musa do Santos ainda revelou o segredo para manter o corpo em dia sem o frango, a batata doce e a esteira.


“Frango com batata doce não entra mais na minha marmita, nunca mais. Esteira? Bicicleta? Tô fora. Descobri que a minha genética é maravilhosa, estou planíssima”, revelou a Musa.












Gabriel Castro / Perfil II Comunicação

domingo, 10 de maio de 2020

Asteroide Ryugu tem incrível segredo desvendado por missão japonesa (FOTOS)




Sonda espacial japonesa Hayabusa2 tirou fotos do asteroide Ryugu que mostram que o mesmo teria estado muito próximo do Sol há 300 mil anos.

As imagens foram obtidas por uma câmera de navegação telescópica (ONC-T, na sigla em inglês), com sete cores, instalada a bordo da sonda japonesa, a uma distância de aproximadamente 290 milhões de quilômetros da Terra.
Na ocasião, a missão japonesa se aproximou do Ryugu com o intuito de obter amostras para pesquisas científicas.

© FOTO / TOMOKATSU MOROTA ET AL.
Imagens da superfície do asteroide Ryugu

Enquanto a Hayabusa2 aterrissava em uma área de cor mais azulada do corpo celeste em 29 de fevereiro, isso provocou a pulverização e dispersão de fragmentos do solo. Logo em seguida, quando voltou a decolar, surgiu nessa área uma camada de grãos de cor vermelha.
A análise espectral da superfície de Ryugu verificou que o padrão de vermelho e azul indica que o asteroide se aproximou do Sol em algum momento de sua história.
Os pesquisadores acreditam que tal aproximação ocorreu cerca de 300 mil anos atrás, publicou a revista científica Science.
"As variações de cor latitudinais sugerem que o tom avermelhado do material da superfície [tenha sido provocado] pelo calor solar e/ou intempérie espacial", escreveram os cientistas japoneses na publicação.

De volta à Terra

Atualmente, os cientistas esperam o retorno da missão junto com o material recolhido do asteroide.
Espera-se que a Hayabusa2 chegue à Terra em dezembro deste ano. Seu caminho de volta deverá ser mais curto do que o de ida.
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quinta-feira, 23 de abril de 2020

'Zero mortes': especialista explica o segredo do Vietnã em lidar com pandemia da COVID-19



O cientista Maksim Syunnerberg aponta a tradição "histórico-militar do país" e a "atitude extremamente responsável do público" como fatores para a fraca propagação do coronavírus no país asiático.

Vietnã regista 268 casos de contágio por SARS-CoV-2 e nenhuma fatalidade nesta quinta-feira (23). Com estes números, o Vietnã difere favoravelmente dos EUA, China, Japão, Coreia do Sul e vários outros países do Sudeste Asiático, e ainda mais relativamente à maioria dos países europeus.
Também o Brasil registra 46.348 casos e está vendo seus números aumentar. As medidas contraditórias, pouco resolutas e tendencialmente hostis à quarentena da administração de Bolsonaro têm levado os governadores locais a assumir a maior parte das decisões de confinamento ao longo das semanas.
O cientista Maksim Syunnerberg, especialista em assuntos vietnamitas, realizou um estudo, cujos resultados contou à Sputnik Vietnã em uma entrevista e que é dedicada ao coronavírus no país.
O baixo número de infecções se deve em grande parte à rapidez de ação das autoridades. Assim, logo no dia seguinte à primeira infecção, em 24 de janeiro, por despacho do Ministro da Saúde em exercício foi criado o Centro de Emergência de Combate à Infecção. Em 1º de fevereiro, o premiê Nguyen Xuan Phuc declarou estado de epidemia em três províncias, quando ainda só havia 6 casos de infecção.
Em fevereiro, o Ministério da Educação e Formação do país suspendeu todas as atividades escolares até o final de março e depois prorrogou a medida até novo aviso.

© REUTERS / KHAM
Moradores vietnamitas com máscaras de proteção
No dia 4 de março foi realizado um exercício militar sem precedentes para treinar o combate a diferentes cenários de desenvolvimento da pandemia no país. A partir de meados de março, o Vietnã cancelou as ligações aéreas com países afetados pela COVID-19 e introduziu restrições à emissão de vistos para estrangeiros.
A partir de 16 de março, o uso de máscaras em locais públicos passou a ser obrigatório. Em 1º de abril, o primeiro-ministro emitiu um decreto declarando estado de epidemia em todo o país. Foi introduzido o regime de autoisolamento em todo o Vietnã. A partir desse dia só seria permitido à população sair de casa para comprar alimentos e se deslocar a estabelecimentos de saúde e farmácias.

Medidas econômicas

No início de março, foram anunciadas medidas para apoiar a economia do país no valor de US$ 1,2 bilhão (R$ 6,56 bilhões). De acordo com a previsão do Banco Asiático de Desenvolvimento, o PIB do Vietnã crescerá 4,8% neste ano. Assim, o país manterá um bom ritmo de desenvolvimento econômico, embora seja inferior ao inicialmente planejado para este ano.
"A mídia vietnamita iniciou imediatamente a cobertura mais ativa e detalhada da situação do coronavírus, tanto no mundo quanto, sobretudo, no próprio país", disse o especialista.
"Não apenas os sites médicos especializados, mas também os sites de notícias gerais mais populares contêm informações detalhadas sobre cada caso específico da doença: são indicados os dados da pessoa infectada, todo o seu movimento. Assim, cada caso se torna o mais identificado e conhecido possível, tanto pela população como pela comunidade médica, o que facilita muito seu trabalho."

Público vietnamita

Syunnerberg opina também que a "atitude extremamente responsável do público em relação à epidemia" é um fator não menos importante do que a pronta atuação das autoridades.
"Isto é especialmente evidente quando se visualizam comentários em sites de notícias e fóruns na Internet. As pessoas ligadas às artes também reagiram rapidamente à epidemia, o que se refletiu em inúmeras canções, clipes, etc. dedicados ao vírus, e essas canções se tornaram muito populares no país", relata.

Ciência ao serviço do combate à pandemia

Maksim Syunnerberg acredita que os cientistas vietnamitas deram uma contribuição importante, pois o Vietnã foi um dos primeiros quatro países do mundo onde o vírus foi cultivado e isolado. Os testes rápidos foram desenvolvidos muito rapidamente no país, o que permitiu abranger a população em geral.

© REUTERS / KHAM
Mulher vietnamita com máscara em meio à pandemia do coronavírus
Com cerca de 133.000 testes realizados até quarta-feira (22), o Vietnã é o líder entre todos os países do Sudeste Asiático. A Malásia foi o único outro país na região que fez mais de 100.000 testes, enquanto Mianmar realizou menos de 5.000.
Estes testes, e recentemente outros equipamentos médicos, têm sido amplamente exportados pelo Vietnã para países europeus e para os EUA. O Instituto Vietnamita de Tecnologia (VinIT, na sigla em inglês) desenvolveu sob direção de Shi Nguyen-Kuok, professor do Instituto de Energia de Moscou, um método de destruição do vírus usando plasma frio.
O método pode ser aplicado eficazmente para desinfectar produtos e superfícies, em vez das tradicionais soluções que contêm álcool e outras soluções antissépticas.

Panorama geral

Tudo somado, o especialista nota que o governo vietnamita é dos que maior confiança da população tem no mundo relativamente ao combate à pandemia da COVID-19, devido a saber aproveitar a "retórica histórico-militar do país", existente há séculos, para mobilizar a população.
"A população entende o próprio vírus, e ele é assim caracterizado pelo primeiro-ministro, como um 'inimigo', para o qual o Estado e a sociedade devem mobilizar todas as forças."
"Essa consolidação das autoridades e da sociedade permite esperar que a escala da epidemia no país seja das mais baixas do mundo, e que o próprio país saia dela sem as piores consequências negativas", comenta Maksim Syunnerberg.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Reino Unido confirma novo projeto nuclear após EUA revelarem segredo britânico



O governo britânico confirmou estar desenvolvendo novas ogivas nucleares para seus submarinos, dias após os EUA terem revelado informações sobre o programa britânico antes que o Parlamento do Reino Unido fosse informado.

Nesta quarta-feira (25), em um comunicado por escrito para o Parlamento, o secretário de Defesa britânico, Bel Wallace, confirmou que o Reino Unido está desenvolvendo novas ogivas nucleares para equiparem sua fruta de submarinos de mísseis nucleares, revelou o portal militar Defense News.
"Para assegurar que o governo mantenha uma dissuasão eficaz durante toda a comissão dos submarinos de mísseis balísticos da classe Dreadnought, estamos substituindo nossas atuais ogivas nucleares com o intuito de responder a futuras ameaças e ao ambiente de segurança", declarou o secretário de Defesa do Reino Unido.
O anúncio não era esperado antes da publicação de relatórios de Defesa, Segurança e Política Exterior, esperados para o fim deste ano. No entanto, o governo foi forçado a confirmar o projeto após autoridades dos EUA revelarem o programa.

© AP PHOTO / CHARLIE RIEDEL
Imagem de ogiva nuclear norte-americana instalada no interior do estado de North Dakota
O almirante Charles Richard, chefe do Comando Estratégico dos Estados Unidos, e Alan Shaffer, o subsecretário-adjunto do Pentágono para Aquisição e Manutenção da Defesa, separadamente anunciaram que Londres desenvolve sua própria versão da ogiva W93.
"É fantástico que o Reino Unido esteja trabalhando em uma nova ogiva ao mesmo tempo [que os Estados Unidos], portanto, acredito que teremos discussões e seremos capazes de compartilhar tecnologias", comentou Shaffer em uma audiência no Comitê Nuclear de Dissuasão, organizado em Washington. O norte-americano agregou que a ogiva W93 e a versão britânica "serão dois sistemas de desenvolvimento independentes".
Enquanto Richard, em um depoimento preparado para o Comitê de Serviços Armados dos EUA, afirmou em 20 de fevereiro que a W93 irá "apoiar um programa paralelo de substituição de ogivas no Reino Unido".
Ambos os países aliados tradicionalmente cooperam para o desenvolvimento de armas por anos. Em 1958, assinaram o que é conhecido como Acordo de Mútua Defesa para formalizar esta cooperação. Este pacto continua sendo renovado aproximadamente a cada década, como em 2014, quando foi assinado pela última vez.