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terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Ondas gravitacionais podem ajudar a detectar espaçonaves alienígenas

 


Em um novo estudo em pré-impressão, uma equipe de pesquisadores propôs usar o Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser (LIGO, na sigla em inglês) para rastrear ondas gravitacionais.

No estudo, os pesquisadores sugeriram que as espaçonaves alienígenas, se existirem, poderiam deixar ondas gravitacionais para trás, que poderiam ser detectadas a partir da Terra.
Para isso, eles calcularam que a espaçonave teria de ser do tamanho de Júpiter para gerar ondas gravitacionais capazes de alcançar a Terra.
De acordo com os especialistas, o método de detecção por gravidade não é limitado ao tradicional alcance dos sinais eletromagnéticos, sendo capaz de investigar todas as estrelas na Via Láctea, bem como brevemente de outras galáxias.
Representação artística mostra o núcleo brilhante de uma estrela Wolf–Rayet - Sputnik Brasil, 1920, 19.09.2022
Ciência e sociedade
Misteriosa explosão astronômica é registrada pelo Hubble a 9 mil anos-luz da Terra (FOTO)
Além disso, eles sugerem que a espaçonave também deve viajar rapidamente, a cerca de um décimo da velocidade da luz, e estar a aproximadamente a 326 mil anos-luz da Terra.
Somente com estas condições os pesquisadores do LIGO poderiam detectar as ondas gravitacionais geradas pela espaçonave alienígena.
Os observadores também observaram que, se os alienígenas usarem a dobra espacial, os cientistas na Terra também poderiam detectá-los usando a mesma tecnologia, já que também geraria ondas gravitacionais.

domingo, 5 de junho de 2022

Chance de invasão é baixa: Via Láctea abriga 4 civilizações alienígenas 'maliciosas', diz cientista

 


O famoso físico e cosmólogo britânico Steven Hawking advertiu que alcançar civilizações extraterrestres poderia ocasionar más consequências para os terráqueos, mas parece que o alerta não deu limites para nossa curiosidade.

Na Via Láctea existem pelo menos quatro civilizações alienígenas "maliciosas", afirma em estudo o pesquisador Alberto Caballero, "estimando a prevalência de civilizações extraterrestres maliciosas".
Doutorando em resolução de conflitos da Universidade de Vigo, Espanha, Caballero alega que não devemos ter medo de tentar contatar essas civilizações, e sugeriu que podemos enviar até 18.000 mensagens interestelares para diferentes exoplanetas em nossa galáxia, mas as chances de qualquer civilização "maliciosa" destruir a Terra ainda são muito pequenas.
"A probabilidade de uma invasão extraterrestre por uma civilização de um planeta para o qual nós enviamos mensagem é, portanto, cerca de duas ordens de magnitude mais baixa do que a probabilidade de uma colisão com um asteroide assassino de planetas", estima o doutorando.
O pesquisador acrescentou ainda que, visto que os nossos progressos fizeram a sociedade avançar reduzindo a probabilidade de invasões, uma abordagem semelhante pode ser atribuída a civilizações alienígenas.

"Não conhecemos a mente dos extraterrestres. Uma civilização extraterrestre pode ter um cérebro com uma composição química diferente e eles podem não ter a nossa empatia ou podem ter um comportamento mais psicopatológico", disse Caballero ao portal Motherboard.

"Encontrei essa forma para elaborar [o estudo], que tem limitações, porque não sabemos como seria a mente dos alienígenas." O estudo de Caballero ainda está para ser avaliado por colegas.
A humanidade tem tentado entrar em contato com o cosmo em busca de vida inteligente. NASA indicou que vai liderar os esforços para tentar entrar em contato com alienígenas, enviando uma mensagem chamada "Farol na Galáxia", composta por informações sobre a biologia humana, bem como ilustrações que descrevem a localização do nosso Sistema Solar.
Ilustração gráfica de um OVNI - Sputnik Brasil, 1920, 17.04.2022
Sociedade e cotidiano
'NASA pode provocar invasão alienígena', alertam cientistas de Oxford
Estas tentativas estão sendo realizadas apesar das preocupações expressas pelo falecido físico Steven Hawking. Em 2015, ele disse que "encontros entre civilizações com tecnologias avançadas versus primitivas correram mal para os menos avançados".

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quarta-feira, 18 de março de 2020

Conheça os 6 casos mais famosos de OVNIs que 'comprovam' existência de alienígenas



Supostos encontros com ETs e aparições de OVNIs têm sido a base de muitos a crer que os extraterrestres existem, sendo que alguns estariam entre nós.

Desde antigas civilizações, contos e histórias que marcam a origem do homem até a história do Universo trazem consigo a crença de que não estamos sós.
Segundo noticiou o tabloide Daily Star, uma pesquisa realizada com 2.000 pessoas mostrou que 71% delas não só acreditam que alienígenas existem, mas que eles estariam já na Terra.
A pesquisa também mostrou que 50% dos entrevistados acreditam que a humanidade terá um encontro com seres extraterrestres nos próximos 50 anos no estilo do filme "Independence Day".
Se muito disso parece pura ficção, alguns supostos encontros são tratados como provas da existência dos "seres verdinhos".

Discos voadores

No final da década de 40, o piloto de pesquisas e resgate americano Kenneth Arnold reportou ter visto objetos voadores de formatos incomuns durante um de seus voos.
"Eram objetos parecidos com discos [...] voando como gansos em uma linha-corrente diagonal", afirmou Arnold em relatório.
A aparição contava com nove objetos distintos voando a quase 2.000 km/h próximo a Mount Rainer, no estado americano de Washington.
Logo após o caso, outras aparições foram reportadas em 40 estados dos Estados Unidos.

Caso Roswell

Em junho de 1947, ufólogos afirmam que um disco voador caiu no deserto do estado americano do Novo México.
Logo em seguida, o governo americano teria encoberto o caso removendo a espaçonave do local e o piloto alienígena para uma base secreta.
Passaram-se décadas, e o americano Ray Santill, que produziu um vídeo falso da autópsia de um alienígena, declarou ter fotos verdadeiras do extraterrestre.
As fotos exibidas mostravam uma espécie de criatura humanoide sobre uma mesa de operação. Contudo, Santill não garantiu com toda certeza que era um alienígena, uma vez que não foi testemunha ocular do caso.

Luzes misteriosas sobre o mar Báltico

Aparição em Washington

Em 1952, em meio a diversas aparições nos céus dos EUA, um controlador de tráfego aéreo chamado Edward Nugent, funcionário do aeroporto da capital americana, afirmou ter detectado a presença de objetos voadores em seu radar, apesar de nenhum estar escalado.
"Nós logo percebemos que era uma situação estranha [...] os movimentos [dos objetos] eram totalmente diferentes de aeronaves comuns", declarou.
Comentando o caso, o historiador ufólogo Curtis Peebles disse que nunca mais se teve uma maré de aparições como durante o incidente.

Luzes na floresta de Rendlesham

Em 1980, militares americanos instalados na base aérea britânica de Woodbride, Reino Unido, afirmaram ter visto luzes na floresta adjacente de Rendlesham.
Três anos depois, o tenente-coronel Charles Halt, um dos chefes da base, publicou um desenho que retratava um OVNI na floresta.
Contudo, o caso foi tratado como um fenômeno natural por pesquisadores.

Pássaros voando

Em 1951, cientistas da Universidade Tecnológica do Texas, EUA, afirmaram ter visto uma formação de pontos de luzes no céu voando à alta velocidade na cidade americana de Lubbock.
Após o ocorrido, mais casos de aparição foram registrados. No entanto, uma investigação apontou que tudo se tratava de pássaros que refletiram a luz oriunda de postes de rua.
Mesmo assim, muitos rejeitaram a explicação dizendo que a velocidade não correspondia a dos pássaros.

Caso iraniano

Em 19 de setembro de 1976, moradores da capital iraniana Teerã alertaram a polícia e os militares sobre luzes brilhantes no céu da cidade.
Em seguida, um caça F-4 da Força Aérea iraniana partiu para uma operação investigativa ao redor da cidade, sendo que o piloto afirmou ter visto um OVNI lançando um "objeto brilhante".
De início, o militar pensou que se tratava de um míssil, e preparou sua aeronave para retaliar. Contudo, o caça inexplicavelmente teria parado de obedecer aos comandos do piloto.
Em seguida, o piloto afirmou ter visto um segundo objeto saindo do OVNI e indo em direção ao solo, antes de retornar para a base.
Um relatório oficial disse que a aeronave não apresentou nenhum defeito, e que as luzes não passavam de meteoritos.

domingo, 1 de março de 2020

DNA de micróbio 'imortal' poderia guardar informações para alienígenas e humanos do futuro



Pesquisador descobre que DNA do micróbio Halobacterium salinarum é resistente a várias forças adversas e poderia transmitir a gerações futuras informações por milhões de anos.

A descoberta é fruto das buscas do artista e pesquisador Joe Davis por um material que funcione como uma cápsula do tempo.
O objetivo é armazenar informações para futuras gerações e até mesmo alienígenas.
Assim, Davis descobriu que o DNA do Halobacterium salinarum é altamente resistente à falta de água, temperaturas extremas, vácuo e radiação intensa, conforme publicou a revista científica Science.
Com tal achado, Davis acredita que ao inserir informações no DNA do micróbio elas se manteriam por milhões de anos, podendo ser estudadas por civilizações do futuro.
"Se você quer manter uma informação por muito, mas muito tempo, a melhor forma de fazer isso poderá ser mantê-la dentro de células e utilizar o maquinário celular para a autorreparo do DNA", publicou as palavras de Davis a revista.
É sabido que a estrutura celular do micróbio pode reproduzir até 25 cópias de cada um dos cromossomos, o que daria maior chance para as informações inseridas não se perderem, uma vez que o conteúdo introduzido se reproduziria.

Micróbio 'imortal'

Uma das características mais interessantes do Halobacterium salinarum é o fato de ser altamente tolerante ao sal.
Encontrado em sal-gema, o micróbio também pode resistir ao óxido de etileno, gás venenoso comumente usado para esterilizar equipes de laboratório.
O potencial de armazenamento do DNA estudado é de aproximadamente 300 megabytes de dados no núcleo de uma célula humana.
Comentando a descoberta, o engenheiro biológico Jeff Nivala, da Universidade de Washington, na cidade americana de Seattle, afirmou:
"Se toda outra vida estiver destruída na Terra, e esta é a única coisa que ficou, a informação possivelmente poderá se propagar por si mesma".

Experimento

Para pôr em prática o conhecimento, Davis colocou os dados de uma gravura tridimensional de uma agulha e um ovo dentro do DNA do micróbio com a ajuda do biólogo Alexandre Bisson, da Universidade de Brandeis, EUA.
Como resultado, a informação ficou inalterada no interior do DNA.