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domingo, 31 de janeiro de 2021

EUA voltam a implantar 4 bombardeiros B-52 no Indo-Pacífico em meio a tensões com China

 


Quatro bombardeiros estratégicos B-52 dos EUA regressaram à Base Aérea de Andersen, em Guam, no Pacífico, após três anos de ausência, para conduzir missões de dissuasão na região do Indo-Pacífico.

"Em 28 de janeiro, quatro B-52H Stratofortress da Força Aérea dos EUA retornaram à região do Indo-Pacífico, para uma força-tarefa de bombardeiros e conduzir operações ao largo da Base Aérea de Andersen, em Guam", informa um comunicado da base aérea.

As aeronaves participarão de missões de dissuasão estratégica junto com vários aliados e parceiros dos EUA na referida região.




Um bombardeiro estratégico B-52 com seu jogo de munições (foto de arquivo)

Os bombardeiros B-52 tinham sido enviados para Guam pela última vez em dezembro de 2018.

O comunicado ressalta ainda que os EUA continuam trabalhando com os aliados e parceiros na região para conter a China.

No passado sábado (23), o porta-aviões USS Theodore Roosevelt, acompanhado por outros três navios de guerra, entrou nas águas do mar do Sul da China, cuja maior parte é reivindicada por Pequim.


Brasileiros voltam a fazer carreatas por impeachment de Bolsonaro (VÍDEOS)

 


Manifestantes voltaram às ruas em diversas cidades do Brasil neste domingo (31) para realizar novas carreatas pedindo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

Com bandeiras de partidos, sindicatos ou apenas cartazes de protesto, motoristas e seus passageiros deixaram claro sua insatisfação com a gestão da pandemia pelo governo, incluindo o alto número de mortes e as dificuldades relacionadas à vacinação. 

​Opositores culpam o presidente e outros membros de sua administração pela baixa adesão às medidas de isolamento, pela negligência no uso de máscaras e por minimizar a gravidade da pandemia da COVID-19, entre outras coisas, desde que o novo coronavírus chegou ao país, em fevereiro do ano passado. 

​Em capitais como Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre, a tranquilidade no trânsito, mais comum aos domingos, foi interrompida hoje (31) por muitas buzinas e gritos de "Fora, Bolsonaro!", assim como já tinha ocorrido no último final de semana. 

Mais de 60 pedidos de impeachment foram apresentados contra Bolsonaro na Câmara dos Deputados, mas o presidente da casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que está de saída, não colocou nenhum deles em discussão, apesar do crescente apelo popular. De acordo com uma recente pesquisa do Instituto Atlas, 53,6% dos brasileiros seriam favoráveis ao impedimento do atual chefe de Estado.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Escalada de tensão: navios dos EUA voltam a realizar treinos militares no mar do Sul da China



Dois porta-aviões norte-americanos, escoltados por navios de apoio, vão realizar exercícios militares no mar do Sul da China a partir desta sexta-feira (17), anunciou a Marinha dos EUA.

Esta é a segunda vez em menos de 15 dias que os porta-aviões da Marinha norte-americana USS Ronald Reagan e USS Nimitz realizam exercícios de grande escala no mar do Sul da China.
O contra-almirante Jim Kirk, que comanda o Grupo de Ataque do USS Nimitz, garante que os porta-aviões estão operando onde o direito internacional permite "para reforçar nosso compromisso com um Indo-Pacífico livre e aberto, uma ordem internacional baseada em regras e com nossos aliados e parceiros na região".

O porta-aviões USS Nimitz transita pelo estreito de Balabac em 15 de julho de 2020
"Segurança e estabilidade são essenciais para a paz e a prosperidade para todas as nações e é por esse motivo que a Marinha dos EUA está presente e pronta no Pacífico há mais de 75 anos", afirma Kirk na nota.

Tensão nas relações EUA-China

Embora a Marinha dos EUA tenha indicado que a presença dos porta-aviões não seja uma resposta a eventos políticos, há meses as relações de Washington e Pequim têm piorado em várias áreas, especialmente na disputa por territórios no mar do Sul da China.
Como agravante, o anúncio dos exercícios militares ocorre logo depois de o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, declarar que "as coisas mudaram dramaticamente" nessa região. Pompeo garantiu que os Estados Unidos usarão "todas as ferramentas disponíveis" para apoiar os países da região que acreditam que tiveram sua soberania violada pela China.

As mais visitadas

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Sirenes de ataque aéreo voltam a soar em comunidades do sul de Israel



Várias sirenes soaram na noite desta segunda-feira em Israel, instando os habitantes situados ao longo da fronteira com a Faixa de Gaza a procurar abrigo.

Os alarmes, confirmados pelas Forças de Defesa de Israel (FDI), são disparados quando do risco iminente de ataques aéreos na região. 

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​Sirenes de ataque aéreo soando no sul de Israel.
Segundo o Jerusalem Post, as sirenes foram acionadas nas comunidades de Ein Hashlosha, Kissifum e Nirim. Citando relatórios palestinos, o jornal informou que autoridades israelenses fecharam a zona de pesca de Kerem Shalom e Gaza como resultado dos últimos desenvolvimentos.
Mais cedo, vários foguetes foram disparados da Faixa de Gaza contra o território israelense, mas não houve registro de vítimas. Em resposta, as FDI decidiram atacar vários alvos da chamada Jihad Islâmica da Palestina.