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quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

De biquíni, Giulia Costa arrasa em dia de piscina com visão privilegiada

 


A atriz e empresária Giulia Costa, filha de Flavia Alessandra, arrasou ao curtir sua quarta-feira (6) em um hotel de Florianópolis, com direito a uma vista privilegiadíssima da capital de em Santa Catarina.

 

De biquíni combinando com a piscina, ela postou diante das paredes de vidro do espaço e caprichou nas poses.

 

O bronzeado atualizado de Giulia ainda deu um show à parte nas fotos, que ela postou em seu Instagram.

 

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Fonte: Quem

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Dani Bolina mostra corpo sarado em foto de biquíni fio-dental e fã elogia: “Que visão”



Dani Bolina presenteou os seguidores na quarta-feira (22) ao compartilhar mais uma de suas fotos no Instagram. Na imagem, a musa fitness deixou o corpo musculoso e tatuado à mostra ao posar de biquíni em uma varanda.“Sensualizani”, escreveu Bolina na legenda da imagem.

Nos comentários, para variar, a musa gerou reações entre os fãs. “Musa inspiração. Só não posto uma foto igual porque não tenho um biquíni desse”, brincou uma. “Musa da perfeição”, derreteu-se outro. “Que visão”, concluiu outro.

Ainda no espaço de interação, a morena aproveitou a ocasião para responder uma internauta que questionou se ela já havia feito lipoaspiração. “Fiz, mas há uns 10 anos”, garantiu.

sábado, 21 de março de 2020

Poder militar! Visão de gato: saiba como aviões e helicópteros atacam o inimigo pela noite



Ataques aéreos noturnos possuem diversas vantagens, enquanto para tais missões são exigidas características especiais dos pilotos.

Nas últimas décadas a popularidade de operações aéreas noturnas tem aumentado. A aviação militar prefere lançar seus primeiros ataques pela noite do que durante o dia.
Para tanto, aparelhos de localização por radar, sistemas via satélite e voo por instrumentos são fundamentais para tais missões.

Vendo no escuro

A noite é considerada a parte do dia perfeita para o sono dos humanos. Por isso, voar no escuro é um estresse para o organismo. Além disso, os pontos de referência terrestres ficam obscuros em comparação com as luzes dos equipamentos do cockpit a partir de grandes altitudes.
Sendo assim, os voos noturnos demandam uma excelente visão.
"É importante o tempo de reação do homem à mudança de luminosidade", disse à Sputnik o major-general Vladimir Popov, da Força Aérea russa.
Segundo ele, quanto mais rápida for a reação dos olhos tanto melhor será.
"A verificação [da visão do piloto] é feita em um cômodo escuro onde se dispara um flash brilhante e é cronometrado o quanto o piloto leva para encontrar a silhueta de um avião ou uma figura geométrica", acrescentou.
Um tempo de reação de 4 ou 5 segundos é considerado um bom resultado.
Além de encontrar os objetos, o piloto deve discernir bem os sinais luminosos de cor vermelha, amarela e verde. Elas ajudam a determinar sua localização em relação a outras aeronaves. Na asa da esquerda fica uma luz vermelha, na direita uma verde e na cauda uma luz branca.
O uso das luzes da pista também é importante para se orientar durante o pouso.
Da mesma forma, o piloto deve ter um "sexto sentido": a capacidade de determinar a posição do avião em relação ao horizonte.

© SPUTNIK / MIKHAIL VOSKRESENSKY
Helicóptero russo Ka-52 em operação na Síria
Os futuros pilotos só são convocados para operações noturnas após estarem capacitados para pilotar com confiança durante o dia em condições de má visibilidade.

'Onde eu estou?'

Para auxiliar os pilotos em voos noturnos, nos anos de 1920-1930 eram usados pontos de referência luminosos para os pilotos na extinta União Soviética.
"Depois surgiu o rádio, nos pontos onde o trajeto mudava de direção, além dos faróis luminosos, eram colocados dispositivos de rádio. Eram instaladas estações que emitiam um sinal com uma determinada frequência, enquanto os pilotos a sintonizavam com suas radiobússulas, voando literalmente 'pela agulha'. Hoje nos voos noturnos são usados radares [...] de visão infravermelha, por rádio ou radiogoniômetros [...] Finalmente, praticamente todos os nossos aviões e helicópteros estão munidos com comunicação por rádio, o que também facilita sua orientação", explicou.
Também o uso de sistemas via satélite, como o russo GLONASS e o americano GPS, ajuda na orientação mesmo quando a visibilidade é zero.
Mas em caso de uma guerra em larga escala seu uso ficaria comprometido devido à guerra eletrônica, exigindo o uso de métodos antigos.

Experiência na Síria

As vantagens das operações noturnas são muitas. Em primeiro lugar, durante esta parte do dia o adversário costuma descansar.
Em segundo, muitos sistemas de defesa antiaérea dependem da detecção visual do alvo, o que é difícil de ser feito pela noite. Em terceiro, os caças da defesa aérea têm dificuldade em detectar o inimigo a curta distância quando está escuro, ao passo que tais bombardeios também trazem um grande efeito psicológico.
Durante a Segunda Guerra Mundial, os alemães temiam os bombardeiros leves soviéticos de ataque noturno, os quais eram "silenciosos" e "apareciam do nada".
Por sua vez, na Síria a aviação russa tem trabalhado em conjunto com as forças especiais de dia e de noite.
Têm ganhado muito destaque os helicópteros para qualquer clima Mi-35, Mi-28 e Ka-52, os quais podem atacar durante 24 horas e se mantendo praticamente invulneráveis.
De noite, os inimigos tentam descobrir para onde estão voando os helicópteros quando ouvem seu ruído, mas não vêm nada.
Por isso, é difícil de prever onde o ataque será realizado ou onde irão desembarcar tropas.
A experiência de tais operações na Síria já está sendo usada durante o novo curso preparatório de pilotos de helicóptero da Força Aérea russa.