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segunda-feira, 31 de maio de 2021

Vídeo: Desconfiado de que estava sendo traído, homem pega esposa transando com seu amigo na própria casa e Ricardão corre peladão e armado

 


Veja no vídeo postado no final desta matéria, como reagiu um jovem ao entrar em casa e pegar no flagra seu amigo 'pegando' sua esposa.

 

O amigo estava nu e a infiel estava só de toalha, assim que o marido da jovem chegou em casa, o amante saiu correndo para fora da casa fugindo e com uma arma de fogo em mãos.

 

O homem aparentemente calmo, apenas filma toda a situação, e os questiona.

 

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O que você faria numa situação dessas?

 

Deixe seu comentário após assistir o vídeo;




quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Em caso de conflito armado na Europa, Rússia poderia 'cortar OTAN em 2', escreve NI

 


Colunista da revista The National Interest, John Rossomando descreveu o que poderia acontecer com a OTAN em caso de um conflito armado com a Rússia na Europa.

O autor do artigo recordou os exercícios militares Inverno 2020 que decorreram na Polônia em janeiro, em que o suposto inimigo do leste derrotou o Exército polonês em apenas cinco dias.

De acordo com a revista, o Ministério da Defesa da Polônia estava querendo saber o que poderia acontecer se a Rússia lançasse todo o poder do Distrito Militar Ocidental contra o Exército polonês, e acabou sabendo o que não queria.

O Exército polonês foi derrotado apesar de no teórico conflito contar com caças F-35 dos EUA, que ainda não foram recebidos pela Polônia, com sistemas de defesa antimíssil Patriot e com lançadores múltiplos de foguetes HIMARS.

"O exercício demonstrou que o flanco leste da OTAN é vulnerável à 'invasão russa'", aponta especialista.

Rossomando observou que a Rússia tem fortalecido e modernizado o Distrito Militar Ocidental. Relatório de 2020 ao Congresso do EUA observa que esta formação militar russa contém algumas das suas unidades mais competentes equipadas com tanques modernos T-90, tanques T-72B3M, veículos de combate de infantaria BMP-3, e complexos de defesa antiaérea sofisticados, tais como Tunguska, Pantsir-S e S-400.



© AP PHOTO / ALIK KEPLICZ
Soldado da Holanda depois dos exercícios da OTAN Noble Jump, Polônia

Segundo autor, estas unidades do Exército russo dominariam facilmente as forças polonesas e as dos países bálticos da OTAN, a menos que os EUA e outros aliados entrassem reforçando.

"Em um cenário de guerra, as forças russas e bielorrussas poderiam invadir território da OTAN ao longo da área fronteiriça e cortar a Aliança Atlântica em duas, rompendo as linhas logísticas que ligam Polônia à Lituânia", avança analista.

Rossomando propõe a ajuda dos EUA à Polônia com a substituição das armas obsoletas polonesas por modernas para atender aos padrões da Aliança Atlântica. Além disso, os aliados da OTAN deveriam reconstruir as linhas logísticas de abastecimento que existiram na Europa Ocidental até o fim da Guerra Fria.

Anteriormente, o presidente da Polônia, Andrzej Duda, ratificou Acordo de Cooperação de Defesa Aumentado que incrementa o número de tropas norte-americanas na Polônia para 5.500 soldados, além de mover o quartel-general do Corpo V do Exército dos EUA da Alemanha para seu país.


domingo, 15 de março de 2020

General Santos Cruz recebe ameaças e passa a andar armado



Assim como Gustavo Bebianno, militar também foi demitido do governo Bolsonaro e se tornou desafeto do clã

O general Carlos Alberto dos Santos Cruz passou a andar armado depois de receber ameaças de morte. A informação foi publicada neste domingo pelo jornalista Lauro Jardim em sua coluna. Assim como Gustavo Bebianno, morto ontem, em razão de um infarto agudo do miocárdio, Santos Cruz também foi demitido do governo Bolsonaro se tornou desafeto do clã – em especial de Carlos Bolsonaro. Saiba mais sobre a morte de Bebianno:

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência Gustavo Bebianno, que comandou o PSL na campanha vitoriosa do presidente Jair Bolsonaro, faleceu aos 56 anos neste sábado em Teresópolis (RJ), devido a um enfarto.
Filiado há pouco tempo ao PSDB, Bebianno era pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro, depois de ter sido demitido do governo federal no início do ano passado por Bolsonaro.
A demissão de Bebianno foi a primeira baixa no primeiro escalão do governo Bolsonaro.
Antes de ser demitido, Bebianno foi o principal personagem de uma crise que se arrastou por uma semana, após ter sido chamado de mentiroso por Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente.
No foco do embate, estavam denúncias de que, sob a presidência nacional do PSL de Bebianno, candidaturas em Estados teriam cometido irregularidades. Em entrevistas e nota oficial, o ministro negou irregularidade e disse que cabia aos diretórios estaduais responderem pelas acusações.
Pouco depois da demissão, Bebianno atribuiu a mesma a Carlos Bolsonaro e disse que não pretendia atacar o presidente.
“Tem muita gente dizendo que eu sou homem-bomba. Tenho caráter, não vou atacar o presidente”, disse em entrevista à rádio Jovem Pan.
No início deste mês, no entanto, Bebianno disse em entrevista no programa Roda Viva temer por uma ruptura institucional no país.
“Não tenho bola de cristal, não sei o que vai acontecer. Mas temo por uma ruptura institucional”, disse.
“A minha grande crítica é que o presidente está atrapalhando... me assusta, o presidente eleito recentemente e só pensar em reeleição. Se você tiver o cuidado de pegar a agenda presidencial, você vai ver que ele só pensa em reeleição, reeleição... O risco é esse, a começar pelos filhos. AI 5 pra cá e pra lá, críticas infundadas a outros Poderes”, acrescentou.