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quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Taiwan dispara sinalizadores contra supostos drones chineses, informa Reuters

 


As forças de Taiwan lançaram sinalizadores para evitar a aproximação de supostos drones chineses às ilhas de Kinemn, na parte ocidental do estreito de Taiwan.

De acordo com o general Chang Zone-sung, do Comando de Defesa do Exército de Kinmen, citado pela Reuters, os drones chineses sobrevoaram a região em duas ocasiões na quarta-feira (3).

"Imediatamente, disparamos sinalizadores para alertá-los e afastá-los. Depois disso, eles deixaram a região", afirmou.

O militar também informou que os drones entraram na "zona restrita", destacando que este é um "procedimento operacional padrão".
Um tanque dos EUA modelo Abrams é visto enquanto tropas da Polônia, EUA, França e Suécia participam do exercício militar DEFENDER-Europe 22, em Nowogrod, Polônia, 19 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 04.08.2022
Panorama internacional
'Provocação descarada' do Ocidente na Ucrânia e Taiwan elevam chance de 'guerra mundial', diz mídia
De acordo com o general, os supostos drones chineses teriam sobrevoado a região para coletar informações sobre a segurança de Taiwan e suas ilhas.

domingo, 3 de outubro de 2021

Argélia fecha seu espaço aéreo para aviões militares da França, informa Exército francês

 


O governo argelino baniu aviões militares franceses de seu espaço aéreo, informou o Exército da França neste domingo (3) em meio a uma crise diplomática provocada por vistos e comentários críticos vindos do presidente francês, Emmanuel Macron.

Os jatos da República Francesa sobrevoam regularmente o território argelino para chegar à região de Sahel, na África Ocidental, onde as forças francesas se encontram ajudando a combater insurgentes jihadistas como parte de sua operação Barkhane.

"Nesta manhã [3] [...] soubemos que os argelinos estavam fechando seu território para aviões militares franceses", disse o coronel Pascal Ianni. Contudo, ele garantiu que, apesar de o Exército "ter de fazer alguns ajustes, a decisão da Argélia não afeta as operações francesas" conduzidas no Sahel.

As relações entre os dois países vêm piorando nos últimos tempos, sendo que na quinta-feira (30) o governo da Argélia disse ter convocado o embaixador francês na capital, Argel, após Paris ter decidido cortar no número de vistos concedidos a cidadãos da Argélia e de outros países da região do Magrebe, no norte da África, reporta Al-Jazeera.

O chanceler argelino classificou tal ação por parte de Paris como uma "decisão unilateral do governo francês", mas a França se justificou acusando os governos do Magrebe de se recusarem a acolher imigrantes ilegais que teriam saído de lá para o país europeu.

No início da semana, Macron teria prestado declarações que se revelaram ofensivas para o Estado africano. Quando reunido com jovens argelinos descendentes de participantes da Guerra da Argélia, o presidente francês teria apontado que o governo da Argélia estava "cansado" e "fraco".

No sábado (2), o embaixador argelino em Paris, Mohamed Antar-Daoud, foi chamado por Argel para consultas sobre a rejeição de tamanhas declarações. O povo argelino mostrou descontentamento com a situação e criticou Paris por "interferência em seus assuntos internos" e "comentários irresponsáveis".

sábado, 2 de outubro de 2021

China destaca número de tropas elevado para Ladakh, informa chefe do Exército da Índia

 


A China destacou um número considerável de tropas para a região de Ladakh, informou o Chefe do Exército da Índia Manoj Mukund Naravane, ressaltando que o conflito na área em causa continua sendo uma questão preocupante.

O militar indiano fez sua declaração antes da 13ª série de conversações entre a Índia e a China sobre o impasse em Ladakh, e o processo de retirada das forças militares de ambos os países da zona.

"A China se posicionou com um número considerável em toda a frente do norte e do leste de Ladakh até nosso comando oriental [...] Definitivamente, houve um aumento em seu destacamento nas áreas da frente, o que continua sendo uma questão preocupante para nós", apontou o general, citado pelo The Indian Express.

Naravane chegou ao leste de Ladakh na sexta-feira (1º) para uma visita de dois dias, com o objetivo de conferir a preparação operacional de suas forças na região. O chefe do Exército indiano visitou o memorial da Guerra de Rezang La, perto das áreas de Rezang La e Rechin La, dois dos pontos de onde as forças indiana e chinesa haviam se retirado em fevereiro deste ano.

Em 16 de setembro de 2021, o ministro das Relações Exteriores da Índia, Subrahmanyam Jaishankar, se reuniu com seu homólogo chinês, Wang Yi, em Dushanbe, no Tajiquistão. 

Os dois líderes haviam "trocado opiniões sobre a situação atual" na região disputada, sendo que Jaishankar apontou que, "no entanto, ainda havia algumas questões pendentes que precisavam ser resolvidas", citado na matéria.

Naravane, no entanto, acredita que os incidentes fronteiriços entre Nova Deli e Pequim continuarão acontecendo até que seja firmado um acordo de fronteira entre os dois gigantes asiáticos.


 

domingo, 4 de abril de 2021

China envia soldados para participarem de jogos militares com a Rússia, informa mídia

 


A China enviou um grupo de soldados para tomar parte de uma competição militar com a Rússia, de modo a testar as capacidades dos militares chineses em ambientes extremos de montanha.

Segundo o Ministério de Defesa da China, 11 soldados do 78º Exército Combinado estacionado em Harbin viajaram para a Rússia nesta sexta-feira (2) para participar da caminhada de 50 quilômetros ao longo da parte ocidental da cordilheira de Sayan, informa o South China Morning Post.

A cordilheira de Sayan é uma cadeia de montanhas entre o noroeste da Mongólia e o sul da Sibéria, Rússia. Os exercícios militares incluem localização de pessoas apanhadas por avalanches de neve, descida de escarpas com corda fixa e resgate, exercícios de disparos e uso de granadas.

Esta competição decorrerá entre 14 e 17 de abril, sendo a primeira das 34 provas dos Jogos Internacionais do Exército, organizados pela Rússia. É a primeira vez que a China participa desta etapa preliminar da competição.

O líder do grupo de soldados, Cui Yingbin, contou ao jornal militar chinês The PLA Daily que a China tenciona, através destes jogos, verificar seus níveis de preparação para combate. "Ao competir no mesmo lugar com militares de outros países, não só poderemos testar o nível de preparação de combate de nossos militares, como também fortalecer a amizade mútua e aprofundar o intercâmbio militar e a cooperação entre países", disse ele, citado pela mídia chinesa.

Já é tradição a China se voltar para a Rússia no que toca ao desenvolvimento de sua performance militar, desde design de equipamentos à estrutura de suas forças armadas. Deste modo, a competição em Sayan é uma oportunidade para aprender mais sobre as práticas militares russas em condições extremas.

"A China tem de lidar com sua disputa fronteiriça com a Índia, e o campo de batalha se situa no planalto tibetano, em elevada altitude e com temperaturas muito frias. A China precisa de ganhar experiência para enfrentar novas tensões e também preparar sua resposta às provocações da Índia", explicou Song Zhongping, ex-instrutor do Exército de Libertação Popular (ELP) da China, citado pelo South China Morning Post.

A China e a Rússia têm vindo a desenvolver positivamente sua cooperação econômica, política e militar. Na verdade, este ano marca o vigésimo aniversário do Tratado de Boa Vizinhança e Cooperação entre os dois países.

Pequim também melhorou a cooperação com a Rússia - especialmente na frente militar - sempre que a China enfrentou retrocessos em suas relações com os principais países ocidentais. Em dezembro, Moscou e Pequim assinaram uma prorrogação por 10 anos de seu acordo sobre notificações mútuas de lançamento de mísseis balísticos e foguetes espaciais.

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Geólogos acham mais de 3.000 toneladas de ouro na Índia, informa mídia

Geólogos acham mais de 3.000 toneladas de ouro na Índia, informa mídia


Geólogos descobriram na Índia filões de ouro que são cinco vezes maiores do que as reservas de ouro do país, relata o jornal India Times.

Foram encontrados dois filões de ouro com uma estimativa de 3,5 mil toneladas de minério de ouro no distrito de Sonbhadra, no leste do estado de Uttar Pradesh, relatou a mídia.
valor do ouro encontrado é estimado em cerca de 12 trilhões de rupias (R$ 732,7 bilhões).
De acordo com o Conselho Mundial do Ouro, as reservas de ouro da Índia são de 626 toneladas.
Se estas estimativas forem corretas, a Índia sairá em segundo lugar em volume de reservas de ouro no mundo. O primeiro lugar é ocupado pelos EUA, onde está acumulado o maior estoque de ouro – 8.133,5 toneladas. Atualmente, o segundo lugar em reservas de ouro é ocupado pela Alemanha, com 3.366 toneladas.

© AFP 2019 / PAUL J. RICHARDS
Barras de ouro
Os trabalhos para encontrar reservas de ouro em Sonbhadra foram iniciados pelo Serviço Geológico da Índia há quase duas décadas (em 1992-1993). A presença de depósitos de ouro na região foi anunciada pela primeira vez em 2005.