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sexta-feira, 31 de julho de 2020

Weintraub é condenado por dizer que universidades públicas plantam maconha


A União Federal foi condenada a pagar uma indenização de R$ 50 mil em virtude de uma fala do ex-ministro Abraham Weintraub. Ele afirmou que as faculdades públicas brasileiras têm "extensivas plantações de maconha" e que fabricam drogas sintéticas


Uma fala do ex-ministro Abraham Weintraub gerou um prejuízo de R$ 50 mil para a União. Ele havia dito que as faculdades públicas brasileiras têm "extensivas plantações de maconha" e que fabricam drogas sintéticas. "A vítima foi a coletividade dos estudantes", afirmou juíza. 
A reportagem do portal Uol destaca que “a ação coletiva foi movida pela UNE (União Nacional dos Estudantes). A juíza Silvia Figueiredo Marques ressaltou o "viés ideológico do ex-ministro" e afirmou que Weintraub não apresentou provas de suas acusações: "A vítima foi a coletividade dos estudantes".
A magistrada ainda escreveu: “o Ministro não expressou simplesmente preocupação com o consumo e tráfico de drogas nas universidades, ele foi além e atingiu indiscriminadamente a dignidade e ética de toda a comunidade docente e discente das instituições.”

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segunda-feira, 22 de junho de 2020

Weintraub fechou contratos de R$ 12,6 milhões com ex-esposa de Wassef no MEC

Abraham Weintraub, Frederick Wassef e Cristina Boner Leo (Foto: Marcos Corrêa/PR | Reprodução)

Ao todo, a empresa de informática Globalweb Outsourcing, ligada à ex-mulher e sócia de Frederick Wassef, advogado que abrigou Fabrício Queiroz, recebeu R$ 41,6 milhões durante o governo de Jair Bolsonaro



Portal Forum - O ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, fechou dois contratos de R$ 8,7 milhões e R$ 3,9 milhões cada com uma empresa ligada à ex-mulher e sócia de Frederick Wassef, advogado que abrigou Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), em sua chácara em Atibaia (SP).

contrato mais recente, de R$ 8,7 milhões, foi assinado em fevereiro deste ano com a Globalweb Outsourcing, empresa fundada por Cristina Boner Leo e hoje administrada por Bruna Boner, filha de Cristina. De acordo com o documento, a empresa foi contratada para prestar serviços especializados de “gerenciamento técnico, operação e sustentação de infraestrutura de Tecnologia da Informação e Comunicação” ao MEC. Ao todo, foram 13 itens contratados pela pasta, o que totaliza R$ 8.716.155,16.

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quinta-feira, 18 de junho de 2020

Maia critica Weintraub no Banco Mundial: ajudou a quebrar o banco Votorantim (vídeo)


Presidente da Câmara dos Deputados ironizou a possibilidade do ex-ministro da Educação Abraham Weintraub ocupar um cargo no Banco Mundial


O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, reagiu com ironia à notícia de que o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub ocupará uma diretoria do Banco Mundial. 

"É porque não sabem que ele trabalhou no Banco Votorantim, que quebrou em 2009 e ele era um dos economistas responsáveis", disse Maia. 
Pior ministro da Educação que já passou pelo MEC, Abraham Weintraub foi demitido do cargo na tarde desta quinta-feira. Em vídeo ao lado de Jair Bolsonaro, ele agradeceu o apoio e disse que assumirá um cargo no Banco Mundial. Olavista Carlos Nadalim, secretário nacional de Alfabetização, é cotado com substituto interino.



quinta-feira, 23 de abril de 2020

‘Cala a boca, sem noção!’, responde Janaina a piada infame de Weintraub



Janaina Paschoal mandou Abraham Weintraub calar a boca nas redes.
O infame ministro da Educação havia postado uma piada de muito mal gosto, quando foi criticado por Janaina.

terça-feira, 14 de abril de 2020

PGR pede ao STF investigação contra Weintraub por ter agredido e insultado chineses


Ministro da Educação, Abraham Weintraub, fez declarações de cunho racista contra a China. Além de agredir o povo chinês, Weintraub pôs em risco a relação do Brasil com seu maior parceiro comercial


A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de investigação contra o ministro da Educação, Abraham Weintraub, pelos indícios de crime de racismo em declaração de Weintraub contra a China.
Segundo o jornal O Globo, a peça é assinada pelo vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques, e aponta que a prática de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional é crime previsto na lei 7.716/1989 e punível com reclusão de um a três anos e multa.
O caso chegou à PGR a partir de uma representação do PSOL na Câmara e também de um cidadão que não quis ser identificado. Após uma análise jurídica, o vice-PGR avaliou que havia indícios suficientes para pedir o inquérito contra Weintraub.
No último sábado (4), Weintraub publicou a capa de uma edição do gibi da Turma da Mônica que se passa na China e usou a fala típica do personagem Cebolinha, que troca o R pelo L, para ridicularizar a forma como imigrantes asiáticos falam português. Weintraub ainda insinuou que a China obteria benefícios com pandemia de coronavírus.
Caso o STF acolha a abertura do inquérito, a PGR poderá realizar diligências, como tomar o depoimento de Weintraub e colher provas sobre o assunto. Ao final da instrução, o vice-PGR vai decidir se é o caso de denunciar o ministro da Educação ao STF pelo crime de racismo.

segunda-feira, 9 de março de 2020

TCU aponta corrupção e recomenda que prefeitos não comprem kit escolar de Weintraub


“Estarão adquirindo materiais a serem fornecidos por empresas acusadas de corrupção”, alertou o subprocurador-geral do TCU, Lucas Furtado, sobre kit de material escolar


O subprocurador-geral do Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Furtado, enviou uma representação aos ministros da Corte alertando para que os prefeitos do País não adquiram o kit de material escolar criado pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub.
jornalista Fausto Macedo, d´O Estado de S.Paulo, noticiou nesta segunda-feira 9 que o Ministério Público junto ao TCU solicitou que a Corte apure indícios de irregularidades no edital do Ministério da Educação que pretende adquirir mais de 3 milhões de kits escolares.
Furtado recomenda que os prefeitos e demais entes públicos não destinem recursos para essa finalidade, uma vez que “estarão adquirindo materiais a serem fornecidos por empresas acusadas de corrupção”.
O kit de Weintraub, anunciado diversas vezes por ele em vídeo nas redes sociais, contém lápis, caneta, borracha, giz de cera, entre outros materiais escolares. O volume da compra pode chegar a R$ 406 milhões. 
Nesses vídeos, ele faz um apelo para que prefeitos cobrem de deputados federais a destinação de emendas parlamentares com esse fim.