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sábado, 25 de junho de 2022

Dinamarca envia fragata em missão da OTAN no Atlântico Norte para ajudar a 'dissuadir' Rússia

 


Mads Korsager, analista de defesa da rádio dinamarquesa, descreveu a missão do país nórdico como sendo um "desejo de contribuir para a dissuasão da Rússia" e ficar de olho em seus submarinos nucleares

Uma fragata dinamarquesa de 140 metros de comprimento com uma tripulação de até 135 homens será enviada para o Atlântico Norte como parte de uma missão da OTAN missão da OTAN.

A embarcação, junto com navios de outras nações, formará um "anel de proteção" em torno desta área, informou o Ministério da Defesa do país.

A Dinamarca contribuirá com uma fragata da classe Iver Huitfeldt, atualmente três delas estão operacionais.

A Dinamarca contribuirá com uma fragata da classe Iver Huitfeldt, atualmente três delas estão operacionais.
Anteriormente as fragatas tinham sido implantadas em missões ao largo da costa oriental africana, Síria e no estreito de Ormuz, além de ajudar na proteção dos porta-aviões norte-americanos e franceses.
Os navios estão equipados com sistemas de radar de longo alcance, canhões de 76mm e 35mm, torpedos, metralhadoras, bem como mísseis contra alvos marítimos e aéreos. Eles também podem receber helicópteros.
De acordo com Korsager, a missão da Dinamarca é motivada por um "desejo de contribuir para a dissuasão da Rússia".
Além disso, ele ressaltou que a Marinha da Rússia seria vigiada, especialmente sua frota de submarinos nucleares implantada na península de Kola.
Militares dos EUA perto de um lançador múltiplo de foguetes M142 HIMARS (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 21.06.2022
Panorama internacional
The Hill: Estados Unidos estão mais perto da confrontação militar com Rússia do que parece
O comandante interino da Marinha dinamarquesa, Carsten Fjord-Larsen, chamou a missão de uma "oportunidade de ouro" para treinar com outros aliados, construir confiança e mostrar que a Dinamarca está em pé de igualdade com outras nações.

domingo, 6 de fevereiro de 2022

VÍDEO mostra militares dos EUA aterrissando na Alemanha para 'dissuadir’ a Rússia

 


Militares do 18º Corpo Aerotransportado do Exército dos EUA foram os primeiros de um contingente de 2.000 tropas enviados à Europa em meio à crise em torno da Ucrânia.


Efetivos do 18º Corpo Aerotransportado do Exército dos EUA aterrissaram na sexta-feira (4) no aeródromo da Base de Wiesbaden, Alemanha, os primeiros de um contingente militar de 2.000 soldados enviados da base militar Fort Bragg, Carolina do Norte, EUA, revelou um vídeo.
O reforço militar e o pessoal dos aviões de transporte foram vistos descarregando mochilas e veículos em solo alemão.
Trata-se de uma ação anunciada na terça-feira (1º) por John Kirby, porta-voz do Pentágono. Do total, 1.700 militares, pertencentes à 82ª Divisão Aerotransportada do Exército norte-americano, serão destacados na Polônia, enquanto os restantes ficarão na Alemanha. Não há planos para o envio de tropas à Ucrânia.

O objetivo do destacamento é a "dissuasão e defesa contra qualquer agressão" de Moscou, segundo a Casa Branca, que garante que a Rússia planeja um ataque à Ucrânia. Os EUA defendem o direito da Ucrânia de escolher se juntar à OTAN, enquanto a Rússia considera isso uma ameaça existencial à sua segurança.
A Rússia nega ter intenções agressivas contra a Ucrânia, referindo que tem todo o direito de movimentar tropas dentro do seu próprio território, e que tem de se proteger do aumento da atividade militar da OTAN no Leste Europeu. Para reduzir as tensões, o Kremlin propõe criar uma zona livre de atividades militares nas proximidades entre a Rússia e a OTAN, e que a última não se expanda para leste. No entanto, as negociações nesse sentido até agora não têm corrido bem.