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quarta-feira, 29 de julho de 2020

EUA anunciam retirada de 11.900 tropas da Alemanha e reforço de região próxima ao mar Morto




O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Mark Esper, disse nesta quarta-feira (29) que 11.900 membros das Forças Armadas do país irão deixar a Alemanha. 

Do total de 11.900, cerca 5.600 tropas serão reposicionadas dentro de países da OTAN, e aproximadamente 6.400 regressarão para os Estados Unidos. 

Segundo Esper, a base de Stuttgart será transferida para a Bélgica e um esquadrão de caças será movido para a Itália. As mudanças seguem ordens do presidente estadunidense, Donald Trump. A movimentação poderá começar dentro de alguns meses e custará bilhões de dólares.

"Digo a vocês que isso vai conseguir cumprir o que o presidente disse em relação a reduzir nosso número [de tropas] na Europa, e atende seus outros objetivos que descrevi sobre a questão estratégia", disse Esper, segundo a agência Reuters. 

Trump acusa o governo alemão de não cumprir compromissos de gastos em defesa da OTAN e de tirar vantagem no comércio com os EUA. Berlim, por sua parte, defende seus gastos no setor. 

Elemento de 'dissuasão' russa

Um dos objetivos do Pentágono é reforçar o flanco sudeste da OTAN, próximo ao mar Negro. Há ainda a possibilidade de algumas tropas serem enviadas para a Polônia e países bálticos, caso Varsóvia concorde. 

Esper afirmou ainda que a mudança servirá como elemento de dissuasão da Rússia. 

"Essas alterações vão inquestionavelmente cumprir com os princípios fundamentais de aumentar a dissuasão russa por parte da OTAN e dos Estados Unidos, reforçando a OTAN, tranquilizando aliados e aprimorando a flexibilidade estratégica dos Estados Unidos", disse Esper.

No mês passado, Trump anunciou planos de cortar o número de tropas norte-americanas na Alemanha para 25.000. Atualmente, 34.500 integrantes das Forças Armadas dos Estados Unidos servem no país europeu. 

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terça-feira, 24 de março de 2020

Homem morre nos Estados Unidos com remédio divulgado por Trump e Bolsonaro

(Foto: Reprodução | Alan Santos/PR)

Um homem na faixa dos 60 anos morreu após usar a cloroquina, indicada para o tratamento de malária, lúpus. Mesmo com a recomendação da comunidade médica de que o remédio precisa passar por testes no combate ao coronavírus, Trump e Bolsonaro disseram que irão produzi-lo em longa escala


Um homem na faixa dos 60 anos no estado do Arizona, nos Estados Unidos, morreu após usar sem orientação médica a cloroquina, usada para o tratamento de malária, lúpus e artrite, em uma aparente tentativa de se tratar da covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus. A informação é do portal UOL.
A sua esposa, que também se automedicou com a cloroquina, segue em observação por profissionais do Hospital Banner Health, segundo informações da CNN.
Além do paciente estadunidense, outras duas pessoas foram intoxicadas ao ingerir a cloroquina, na Nigéria. 
Algumas pesquisas iniciais apostam que a cloroquina pode ser útil contra o novo coronavírus. Mas seu uso ainda precisa de testes e requer cuidados.
O presidente dos EUA, Donald Trump exigiu que a FDA, agência que regulamenta os medicamentos no país, acelere a liberação do uso da substância para enfrentar a pandemia. Neste sábado (21) Jair Bolsonaro seguiu a mesma linha, anunciando que o Exército aumentaria a produção do remédio. Segundo ele, o Hospital Israelita Albert Einstein teria iniciado testes do medicamento em pacientes infectados pelo coronavírus.  

sábado, 7 de março de 2020

XP, de Guilherme Benchimol e do Itaú, será processada nos Estados Unidos por fraude contra investidores

Guilherme Benchimol (Foto: Reprodução)

Advogado já reúne investidores lesados para ação coletiva. Revelação sobre fraude contábil da empresa que se tornou símbolo dos "farialimers" derrubou as ações. Recentemente, a empresa afastou a economista Zeina Latif, que pretendia alertar clientes sobre o mau desempenho da economia


Uma das maiores empresas de advocacia dos Estados Unidos, a Block & Leviton, já está recrutando fundos e investidores que foram prejudicados pela venda de ações da corretora brasileira XP nos Estados Unidos. O motivo: na sexta-feira, 6, foi revelado que a empresa, que é fruto de uma sociedade entre o empresário Guilherme Benchimol e o Itaú, cometeu fraude contábil e enganou os acionistas, o que fez com que as ações despencassem no dia de ontem.
A empresa também se envolveu numa polêmica recente, ao afastar de seus quadros a economista Zeina Latif, que pretendia criticar em seus relatórios a ausência de crescimento econômico no Brasil, com as políticas de Paulo Guedes – o que desagradou os principais sócios da empresa. Confira vídeo da TV 247 e leia o comunicado do escritório de advocacia.

XP EUA: XP, Inc. Investigada por Fraude de Valores Mobiliários pela Block & L
XP INC ("XP-Q")
- XP, Inc. investigada por fraude de valores mobiliários pela Block & Leviton,
- Investidores que perderam dinheiro devem entrar em contato com a empresa
A empresa nacional de litígio de valores mobiliários Block & Leviton (www.blockesq.com) está investigando se a XP, Inc. (NASDAQ: XP) e alguns de seus executivos podem ter enganado os investidores. Os investidores que perderam dinheiro são incentivados a entrar em contato conosco para uma avaliação de caso gratuita.
A XP, uma das maiores corretoras do Brasil, foi aberta em 13 de dezembro de 2019 em uma oferta pública de US $ 1,96 bilhão. Em 6 de março de 2020, menos de três meses depois, a empresa de investimentos The Winkler Group publicou um breve relatório levantando sérias questões sobre a precisão dos dados financeiros da XP. Entre outras coisas, o relatório afirma que existem discrepâncias significativas entre as auditorias internas da XP e as demonstrações financeiras que a empresa forneceu aos investidores em seu prospecto de abertura de capital. Além disso, o relatório alega que a XP demitiu seu auditor depois que descobriu deficiências materiais nos controles internos da empresa.
"Os investidores têm o direito de confiar em documentos de ofertas precisos ao decidir investir em uma nova empresa. Essas alegações são muito preocupantes". disse Mark Delaney, o advogado da Block & Leviton que liderou a investigação.
Se você adquiriu ou adquiriu valores mobiliários da XP e tiver dúvidas sobre seus direitos legais ou possuir informações relevantes para esse assunto, entre em contato com o advogado Mark Delaney diretamente em (617) 398-5600, pelo e-mail mdelaney@blockesq.com , ou visitando https://shareholder.law/xp.
A Block & Leviton LLP é uma empresa dedicada a representar investidores e manter a integridade dos mercados financeiros do país. A empresa representa muitos dos maiores investidores institucionais e investidores individuais do país em litígios sobre valores mobiliários nos Estados Unidos. Seus advogados recuperaram bilhões de dólares para seus clientes.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Estados Unidos não podem fornecer mísseis Patriot à Turquia, afirma Erdogan



O presidente turco Recep Tayyip Erdogan afirmou nesta quarta-feira (26), que ainda não recebeu o apoio necessário dos Estados Unidos quanto à situação em Idlib, na Síria.

O mandatário turco expressou o desejo de discutir a questão da província síria, fronteiriça da Turquia, com o presidente norte-americano Donald Trump.
"Ainda não há apoio. Será necessário manter conversações com Trump novamente", manifestou Erdogan em uma coletiva de imprensa, de acordo com o canal local NTV.
A Turquia planeja expulsar as forças do Exército sírio de seus postos de observação militar na região de Idlib até final deste mês, garantiu Erdogan, apesar dos avanços das forças governamentais sírias, apoiadas por Moscou, de acordo com a agência Reuters. Em um discurso para os deputados do partido AK, Erdogan disse esperar que a questão do uso do espaço aéreo na região seja resolvida em breve.
Além disso, o presidente da Turquia acrescentou que os Estados Unidos atualmente não dispõem de sistemas de defesa antimíssil Patriot que possam fornecer à Turquia.
Ancara pediu aos Estados Unidos duas baterias Patriot para repelir ataques das tropas sírias em Idlib. Na última semana, uma autoridade do Pentágono disse à Sputnik que seu país ainda não tomou a decisão de aprovar o pedido, acrescentando que as negociações quanto à situação em Idlib continuam.