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terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Diarista Courtney Ann, troca serviço de limpeza por Onlyfans e fatura alto com ajuda da família: 'meu marido e filhas apoiam'

 




Courtney Ann, de 38 anos, de Fort Worth, no Texas, trocou a rotina estressante de limpeza de casas como diarista por uma mais tranquila e 10 vezes mais lucrativa: a de produtora de conteúdo para o OnlyFans.

 

Casada e mãe de duas adolescentes, ela contou que seus dias eram “cheios e cansativos” e que ela precisava cuidar da casa, da família e ainda trabalhar fora: “Eu limpava uma casa, corria para o mercado para comprar qualquer coisa, pegava as garotas na escola, fazia todo o trabalho da tarde, as tarefas domésticas, preparava o jantar”, explicou ela, ao jornal Daily Star.

 

Courtney contou que foi incentivada pelo marido a entrar para o OnlyFans depois que os dois “toparam” com o perfil de uma modelo nas redes sociais. Hoje em dia é ele quem faz as fotos dela e a família está mais unida. No primeiro mês o casal faturou R$ 15 mil e, claro, não parou mais. 

 

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Fotos: Reprodução


Fonte: Cena pop

sábado, 3 de abril de 2021

Mianmar: grupos rebeldes apoiam manifestações e condenam repressão de militares

 


Dez dos principais grupos rebeldes de Mianmar manifestaram apoio ao movimento antigolpe do país neste sábado (3), alimentando temores de um conflito mais amplo na nação asiática.

Mianmar está em crise desde que os militares derrubaram o governo civil liderado pela ex-conselheira de Estado Aung San Suu Kyi em 1º de fevereiro, o que desencadeou uma revolta popular que a junta vem tentando reprimir de forma violenta.

De acordo com um grupo de monitoramento local, mais de 550 pessoas foram mortas nos protestos antigolpe, um derramamento de sangue que irritou alguns dos cerca de 20 grupos étnicos de Mianmar e suas milícias, que controlam grandes áreas do território, principalmente nas regiões fronteiriças.

Hoje (3), dez desses grupos rebeldes se reuniram virtualmente para discutir a situação, condenando o uso de munição real pela junta contra os manifestantes.

"Os líderes do conselho militar devem ser responsabilizados", disse o general Yawd Serk, líder do grupo rebelde Conselho de Restauração do Estado Shan, citado pela agência de notícias France-Presse.
O general Yawd Serk, líder do grupo rebelde Conselho de Restauração do Estado Shan
© REUTERS / SOE ZEYA TUN
O general Yawd Serk, líder do grupo rebelde Conselho de Restauração do Estado Shan

Na semana passada, a junta declarou um cessar-fogo de um mês com os grupos armados étnicos, embora exceções possam ser feitas se "a segurança e a máquina administrativa do governo [...] forem invadidas", assinalou o governo militar.

O anúncio, no entanto, não incluiu o fim do uso de força letal contra as manifestações antigolpe.

Contudo, Yawd Serk disse que o cessar-fogo exigia das forças de segurança o fim de "todas as ações violentas", inclusive contra os manifestantes.

Os dez grupos rebeldes que se reuniram virtualmente são signatários de um acordo de cessar-fogo em todo o país, que foi intermediado pelo governo de Suu Kyi, em uma tentativa de negociar o fim da longa luta armada das milícias étnicas por maior autonomia.

Homem acena ao passar por pneus em chamas durante protesto contra golpe militar em Mianmar, 1º de abril de 2021
© REUTERS / STRINGER
Homem acena ao passar por pneus em chamas durante protesto contra golpe militar em Mianmar, 1º de abril de 2021

No entanto, a desconfiança é profunda no que diz respeito às minorias étnicas de Mianmar, e Yawd Serk assinalou que os dez grupos signatários do cessar-fogo nacional estavam dispostos a "revisar" o acordo durante a reunião.

"Eu gostaria de afirmar que os [dez grupos] estão firmes ao lado das pessoas que estão [...] exigindo o fim da ditadura", disse o líder rebelde.

Na semana passada, um enviado especial da ONU em Mianmar alertou o Conselho de Segurança sobre o risco de uma guerra civil e de um "banho de sangue" iminente no país do sudeste asiático.

sábado, 7 de março de 2020

Quem são os empresários que apoiam Bolsonaro e que poderão sofrer boicotes

Jair Bolsonaro, Sebastião Bomfim, João Appolinário, Afrânio Barreira e Cris Arcangeli (Foto: Reuters | Reprodução)

Representantes de marcas como Centauro, Coco Bambu, Polishop, BBeyauty'in e outros apoiaram publicamente Jair Bolsonaro e poderão sofrer boicote de seus consumidores. Conheça quem são eles


Mesmo com a economia em frangalhos e ameaças de boicote às marcas por parte de seus consumidores, empresários seguem prestando apoio a Jair Bolsonaro e alguns contribuem financeiramente para manifestações de apoio ao ocupante do Planalto.
Desde o episódio do dono do Madero, Junior Durski, que tem Luciano Huck como sócio e publicou um vídeo dizendo ter orgulho de Bolsonaro e defendendo os atos de 15 de março contra o Congresso Nacional, iniciou-se um movimento de brasileiros pedindo boicote a marcas que apoiam o governo atual, como relatou reportagem do britânico The Guardian nesta semana.
Confira abaixo a lista de empresários que apoiam Bolsonaro:
João Apollinário - Polishop
Sebastião Bomfim - Centauro
Afrânio Nogueira - Coco Bambu
Cristiana Arcangeli - dona de empresas na área de alimentação e beleza, 
Luciano Hang - o proprietário da cadeia de lojas de departamentos Havan 
Gabriel Rocha Kenner - presidente do grupo "Brasil 200"
Flávio Rocha - dono das lojas Richuelo 
Madero Junior Durski - dono da rede de restaurantes "Madero"  
Otavio Fakhoury - que se apresenta como "investidor" 
Edgard Corona - Bio Ritmo 
Marcelo Pessoa - Galápagos Capital Gestora de Fundos 
Washington Cine - Gocil