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quinta-feira, 28 de outubro de 2021

Adeus Facebook, olá Meta! Zuckerberg dá novo nome à sua companhia a partir de hoje

 


O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta quinta-feira (28) que a empresa que controla Facebook, Instagram e WhatsApp adotou o novo nome: Meta.

Zuckerberg explicou que sua empresa está adotando um novo nome como parte do esforço para englobar sua visão de realidade virtual para o futuro, também chamada de metaverso.

"Tenho orgulho em anunciar que, a partir de hoje [28 de outubro], nossa empresa é Meta [...] Vamos ser metaverso primeiro, e não Facebook primeiro", disse Zuckerberg durante conferência anual da companhia.

Após ser anunciado o novo nome da gigante tecnológica, as ações da empresa atingiram valores recordes.

Zuckerberg diz esperar que o metaverso alcance um bilhão de pessoas durante a próxima década. Segundo ele, o metaverso será um lugar onde as pessoas poderão interagir, trabalhar e criar produtos e conteúdos, no que Zuckerberg espera vir a ser um novo ecossistema que crie milhões de empregos para os criadores.
Mark Zuckerberg apresentando novo nome e logótipo de Facebook
© AP PHOTO / ERIC RISBERG
Mark Zuckerberg apresentando novo nome e logótipo de Facebook

Porém, o anúncio da mudança de nome chega em meio a uma crise para a companhia, pois a empresa enfrenta um escrutínio legislativo e regulatório intenso em várias partes do mundo, após a revelação dos Facebook Papers. Na verdade, várias pessoas apontaram que a mudança de nome poderia ser uma tentativa de mitigar esse assunto.

O que acontecerá com Facebook?

A gigante das redes sociais informou nesta semana que sua divisão de hardware, Facebook Reality Labs, vai se tornar uma unidade de separada, e que o investimento nessa divisão reduziria o lucro operacional total deste ano em cerca de US$ 10 bilhões (cerca de R$ 56,3 bilhões).

Zuckerberg acrescenta que o novo nome também reflete que, com o tempo, os usuários não precisarão de utilizar o Facebook para acessar outros serviços da empresa.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Companhia britânica desvenda 'supersatélite' que vigiará de perto eventos na Terra



Uma colaboração de quase 2 anos entre BAE Systems e Prismatic Ltd. resultou em uma aeronave econômica e eficaz, com a qual a BAE Systems espera revolucionar o mercado aéreo e espacial.

A companhia britânica BAE Systems ensaiou com sucesso o lançamento de uma aeronave não-tripulada, Phasa-35, com o objetivo de agir como alternativa a satélites que orbitam a Terra, relata o jornal Blackpool Gazette. Tal como estes, ela poderá funcionar como fornecedor de sinal 5G em locais para cobertura móvel em casos de emergência.
Tal como seu nome indica, a aeronave de fibra de carbono tem 35 metros de envergadura de asa.
Os ensaios tiveram lugar no campo de testes da Força Aérea Real australiana de Woomera, no estado da Austrália do Sul.
"Este é um excelente resultado inicial que demonstra o ritmo que pode ser alcançado quando reunimos o melhor da capacidade britânica. Ir do projeto ao voo em menos de dois anos mostra que podemos estar à altura do desafio que o governo britânico colocou à indústria para fornecer um Sistema Aéreo de Combate do Futuro [Future Combat Air System] durante a próxima década", disse Ian Muldowney, diretor de Engenharia da BAE Systems.
Estão planejados mais voos para o fim de 2020. Caso continuem bem-sucedidos, poderá começar a servir clientes até um ano após a conclusão do programa de ensaios de voo.

Características do projeto

A Phasa-35 voará a uma velocidade lenta. Com suas asas de painel solar e bateria de alta tecnologia, a aeronave pode permanecer no ar durante meses, sendo mais móvel e muito mais barata do que um satélite.
Projetado para operar na estratosfera, o avião poderá observar a navegação comercial, incêndios florestais, fronteiras, ou ser usado em áreas de controle de desastres. A empresa acredita que no futuro tais máquinas serão importantes no mercado aéreo e espacial.
O projeto tem sido desenvolvido nos últimos 2 anos como parte de uma colaboração entre especialistas da BAE Systems em Warton, Lancashire, no Reino Unido, e da Prismatic Ltd., que a empresa comprou no ano passado.