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domingo, 27 de junho de 2021

Rochas revelariam 'mecanismo' de uma das maiores extinções em massa do mundo

 


Pesquisadores dos EUA, Canadá, China e Suíça examinaram a composição isotópica de rochas na China e no Canadá, de forma a saber como vulcões levaram a uma das maiores extinções em massa de todos os tempos.

Cientistas afirmam ter descoberto a razão da extinção em massa de há quase 252 milhões de anos, informa um comunicado de sexta-feira (18) da Universidade do Norte do Arizona, EUA.

Segundo pesquisadores, que também vieram do Canadá, China e Suíça, a atividade vulcânica na atual Sibéria deixou vestígios de um isótopo de níquel que alterou a química dos oceanos do planeta, acabando por sufocar uma grande maioria dos animais em todo o mundo.

Foi em Meishan, uma prefeitura da província de Zhejiang, China, conhecida há décadas como marcando a fronteira entre os períodos Permiano e Triássico, que os cientistas descobriram uma concentração de níquel dentro de uma faixa de rocha comprimida.

"O níquel é um metal residual essencial para muitos organismos, mas um aumento na abundância de níquel teria impulsionado um surto incomum na produtividade de metanogênicos, microrganismos que produzem gás metano", diz a geoquímica Laura Wasylenki, da Universidade do Norte do Arizona.

A equipe de investigadores também estudou amostras de xisto negro retiradas do Ártico no Canadá, tentando descobrir como isso afetaria a concentração do oxigênio.

Foi descoberto um declínio de níquel, apesar de um nível estável do isótopo, levando os pesquisadores a concluir que micróbios o conseguiram consumir em grandes quantidades, e assim privar os oceanos de oxigênio e carbono, necessários para a vida, ao longo de centenas de milhares de anos.

"Nossos dados fornecem uma ligação direta entre a dispersão global de aerossóis ricos [em níquel], mudanças na química oceânica e o evento da extinção em massa", relatou Wasylenki sobre o estudo, que foi publicado na revista Nature Communications.

A Extinção do Permiano-Triássico, que ocorreu cerca de há 251,9 milhões de anos atrás, foi a maior dos últimos 540 milhões de anos na Terra, matando cerca de 90% das espécies marinhas e 75% das espécies terrestres do nosso planeta, explica a Universidade do Norte do Arizona, EUA. Trata-se também da única extinção de insetos em massa conhecida.

quarta-feira, 15 de julho de 2020

China inicia produção em massa de modernizado caça furtivo de 5ª geração




A China iniciou a produção em massa de uma versão modernizada do primeiro caça furtivo do país, o J-20, que conquistou seu lugar como um caça de quinta geração.

De acordo com uma fonte militar ligada ao projeto, citada pelo jornal The South China Morning Post, uma cerimônia de inauguração do caça J-20B ocorreu na quarta-feira (8), contando com a presença do vice-presidente da Comissão Militar Central, general Zhang Youxia.
"A produção em massa do J-20B foi iniciada na quarta-feira [8]. Finalmente, tornou-se um caça furtivo completo, atendendo aos critérios originais [...]. Agora, ele está equipado com empuxo vetorial", afirmou a fonte.
Além disso, engenheiros chineses estão desenvolvendo motores WS-15 com turbocompressor de alto impulso para o caça furtivo.
"O motor chinês projetado para os J-20 ainda não cumpriu os requisitos, mas seu desenvolvimento está progredindo e pode estar pronto nos próximos dois anos [...] O objetivo é equipar os caças J-20B com motores nacionais", ressaltou a fonte.

© AP PHOTO / LI GANG/XINHUA
Caça furtivo J-20 voa durante a Exposição Internacional de Aviação e Aeroespacial da China (foto de arquivo)
A fonte ainda afirma que a Corporação Aeroespacial Chengdu, que fabrica os caças J-20, havia recebido "pedidos em massa" do Exército de Libertação Popular da China.
O primeiro lote do primeiro caça pesado chinês, J-20 de quinta geração, também chamado de Dragão Poderoso, entrou em serviço no início de 2017 e revolucionou consideravelmente as capacidades do país asiático.

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quinta-feira, 16 de abril de 2020

ASSASSINATO EM MASSA: PESQUISADORES APLICAM ‘OVERDOSE’ EM 81 PACIENTES ‘COBAIAS’ COM COVID-19




Um experimento extremamente imprudente, realizado no Brasil e intitulado como “ensaio clínico” sobre o uso de cloroquina em pacientes com coronavírus chinês (SARS-CoV-2), foi publicado no sábado (11) no medRxiv, um servidor on-line de artigos médicos antes de ser submetido à revisão por outros pesquisadores. Os pesquisadores usaram alta dosagem de cloroquina (CQ), na tentativa de demonstrar que a hidroxicloroquina (HCQ) “não é um medicamento seguro”.
O experimento realizado foi de tamanha irresponsabilidade por usar pacientes como cobaias.
O experimento envolveu 81 pacientes hospitalizados com o covid-19 no Hospital e Pronto Socorro Delphina Rinaldi Abdel Aziz, na cidade de Manaus. E aparentemente, ele foi financiado com verbas federais alocadas por senadores no Brasil.
Envolvidos
Segundo a declaração de financiamento publicada no medRxiv, o “estudo” foi financiado pelo Governo do Estado do Amazonas e patrocinado pela Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, Farmanguinhos (Fiocruz), SUFRAMA, CAPES, FAPEAM e fundos federais concedidos por uma coalizão de senadores brasileiros. Na parte de “agradecimentos” do estudo, aparecem os nomes dos senadores: Eduardo Braga (MDB) e Eduardo Gomes (Solidariedade).
Os pesquisadores envolvidos no experimento são: Mayla Borba, Fernando de Almeida Val, Vanderson Sousa Sampaio, Marcia Araujo Alexandre, Gisely Cardoso Melo, Marcelo Brito, Maria Mourao, Jose Diego Brito Sousa, djane Baia-da-Silva, Marcus Vinitius Farias Guerra, Ludhmila Hajjar, Rosemary Costa Pinto, Antonio Balieiro, Felipe Gomes Naveca, Mariana Xavier, Alexandre Salomao, Andre Siqueira, Alexandre Schwarzbolt, Julio Henrique Rosa Croda, Mauricio Lacerda Nogueira, Gustavo Romero, Quique Bassat, Cor Jesus Fontes, Bernardino Albuquerque, Claudio Daniel-Ribeiro, Wuelton Monteiro, Marcus Lacerda.
Alta dosagem
Como as diretrizes nacionais do Brasil recomendam o uso de hidroxicloroquina em combinação com azitromicina e o sulfato de zinco em pacientes com coronavírus chinês, os “pesquisadores” disseram que incluir um placebo em seu estudo – considerado a melhor maneira de avaliar um medicamento – era uma “impossibilidade”.
Os “pesquisadores” utilizaram um alta dosagem de difosfato de cloroquina: 900 mg e 1.200 mg por 5 dias, que é 3 vezes mais do que a dosagem recomendada. Nota-se que os “pesquisadores” utilizaram o difosfato de cloroquina (CQ), uma versão menos segura e mais cardio-tóxica do que a hidroxicloroquina (HCQ).
Observando a dosagem utilizada, percebe-se que os pesquisadores não apenas aplicaram uma overdose em seus pacientes, como também tiveram a audácia de concluir o estudo dizendo que “a cloroquina é perigosa e não é eficaz no tratamento do COVID-19”.
Dosagem correta
Atualmente, milhares de médicos no Brasil e em mais de 30 países recomendam e administram um regime de tratamento para pacientes do covid-19 de 200 mg de hidroxicloroquina 2 vezes ao dia por 5 dias ou no máximo 10 dias, juntamente a 500 mg de azitromicina 500 mg 1 vez ao dia e 220 mg de sulfato de zinco (ou o equivalente a 50 mg de zinco elementar) 1 vez ao dia por 5 dias.
Explicação do método utilizado
Segundo a publicação no medRxiv, os pesquisadores realizaram um ensaio clínico de fase IIb paralelo, duplo-cego, randomizado, com o objetivo de avaliar a segurança e a eficácia de duas dosagens diferentes de CQ como terapia adjuvante de pacientes hospitalizados com SARS-CoV-2 em Manaus.
Os participantes elegíveis foram alocados para receber alta dose oral de CQ por sonda nasogástrica (600mg CQ duas vezes ao dia por 10 dias ou dose total 12g); ou CQ em baixa dose (450 mg por 5 dias, duas vezes ao dia apenas no primeiro dia ou dose total de 2,7 g).  Além disso, todos os pacientes receberam ceftriaxona e azitromicina.
De um tamanho de amostra pré-definido de 440 pacientes, 81 pacientes foram incluídos. Os pacientes que receberam alta dose de CQ apresentaram mais QTc> 500ms (25%) e tendência à letalidade maior (17%) do que os que receberam uma dosagem mais baixa.
A taxa de mortalidade dos pacientes foi de 13,5% (IC95% = 6,9-23,0%), sobrepondo-se ao IC de dados históricos de pacientes semelhantes que não usavam CQ (IC95% = 14,5-19,2%).
Em 14 pacientes com amostras pareadas, a secreção respiratória no dia 4 foi negativa em apenas 1 paciente.
Segundo o “estudo”, os resultados preliminares sugerem que “a dose mais alta de CQ (no regime de 10 dias) não deve ser recomendada para o tratamento com COVID-19 devido aos seus potenciais riscos à segurança… e os resultados nos forçaram a interromper prematuramente o recrutamento de pacientes para esta parte dos testes”.
Os “pesquisadores” afirmam que “todas as diretrizes éticas relevantes foram seguidas; com aprovações necessárias do comitê de ética e do órgão de supervisão/IRB. De acordo com o “estudo”, os ensaios clínicos foram registrados com um registro aprovado pelo ICMJE, o ClinicalTrials.gov, com o número NCT04323527.
Eles também afirmam que “os pacientes deram o consentimento necessário para participar do experimento, e que as formas institucionais apropriadas foram arquivadas”.
Imprudência e irresponsabilidade
A mídia globalista e políticos de esquerda em vários países estão fazendo campanha contra o uso da hidroxicloroquina (HCQ), mesmo que o medicamento já tenha mostrado eficácia por milhares de médicos em diversos países.
Esse “estudo” imprudente em Manaus não tem como ser defendido, pois atualmente há muita informação disponível. Ele parece ter sido tendencioso e irresponsável, colocando em risco a vida dos pacientes.
As autoridades competentes brasileiras precisam urgentemente investigar a participação de cada indivíduo e órgão envolvido no estudo. É necessário averiguar se estes tinham ciência ou não do método de estudo utilizado, e se os próprios pacientes realmente foram informados sobre os riscos das altas dosagens aplicadas.
Abaixo, o link da cópia do estudo publicado no medRxiv, em Pdf.
Fonte: Publicados por : Conexão Política – Portal A Critica – O Globo- Antagonista

sábado, 21 de março de 2020

Em plena crise do coronavírus, Bolsonaro promove dispensa em massa no Mais Médicos


As dispensas são de profissionais formados no exterior que ainda não conseguiram fazer o Revalida – exame de reconhecimento de diplomas de medicina emitidos por instituições de ensino estrangeiras, diz o jornalista José Cássio


Em plena crise sanitária causada pelo novo coronavírus, o governo Jair Bolsonaro promoveu nesta sexta-feira (20)  a dispensa em massa de profissionais da saúde no âmbito do programa Mais Médicos.  “
Em plena pandemia de coronavírus, que Bolsonaro classifica como ‘gripezinha’, o ministério da Saúde decidiu dispensar médicos contratados três anos atrás, ainda na gestão de Michel Temer, para compor as equipes de atenção básica do programa Mais Médicos do governo federal”, destaca o jornalista José Cássio no Diário do Centro do Mundo.
“As dispensas são de profissionais formados no exterior que ainda não conseguiram fazer o Revalida – exame de reconhecimento de diplomas de medicina emitidos por instituições de ensino estrangeiras. 
Esses profissionais receberam no final da tarde desta sexta, 20, um comunicado do ministério da Saúde informando que terão suas atividades suspensas a partir de 25 de abril”. completa.
Leia a íntegra no Diário do Centro do Mundo