Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador Terra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Terra. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

'Festa' espacial é flagrada em mar de luz vermelha a 7 mil anos-luz da Terra (FOTO)

 


O Telescópio Espacial Hubble flagrou uma cena festiva em uma celebração vermelha na nebulosa da alma, a aproximadamente sete mil anos-luz da Terra.

A imagem mostra uma pequena região inundada por um brilho vermelho leve, que abriga uma variedade de características interessantes, incluindo glóbulo gasoso em evaporação flutuando.
O glóbulo gasoso em evaporação flutuante na imagem é uma pequena região escura em forma de girino.
Esta bolha de aparência flutuante possui dois nomes pouco inspiradores, [KAG2008] glóbulo 13 e J025838.6+604259.
Na imagem, o glóbulo gasoso em evaporação é um ponto escuro no mar de luz vermelha, causado por um tipo particular de emissão de luz conhecida como H-alpha.
A imagem mostra uma pequena região inundada por um brilho vermelho leve, que abriga uma variedade de características interessantes, incluindo glóbulo gasoso em evaporação flutuando - Sputnik Brasil, 1920, 20.12.2022
A imagem mostra uma pequena região inundada por um brilho vermelho leve, que abriga uma variedade de características interessantes, incluindo glóbulo gasoso em evaporação flutuando
A H-alpha ocorre quando um elétron muito energético com um átomo de hidrogênio perde uma determinada quantidade de energia, fazendo com que o elétron se torne menos energético, possuindo, assim, esta luz vermelha.
Ao fundo da imagem ainda podemos ver nuvens de brilho laranja-avermelhado de densidades variadas, bem como grandes torres do canto superior esquerdo e estrelas de cor azul claro com picos proeminente em forma de cruz.
Mais do mesmo gás escuro e denso preenche o canto inferior direito da imagem, semelhante à fumaça escura. Uma estrela amarela brilhante e uma pequena estrela azul brilha em sua frente, formando um cenário festivo no espaço.

terça-feira, 21 de junho de 2022

China procura se 'antecipar' à NASA e ESA e transportar à Terra amostras de Marte 2 anos antes

 


O projetista-chefe da primeira missão independente da China em Marte planeja usar dois foguetes que completarão a retirada e transporte à Terra de amostras do Planeta Vermelho

A China informou ter planos de retornar à Terra com amostras de rochas de Marte até julho de 2031, dois anos antes de uma missão conjunta planejada pela agência espacial norte-americana NASA e pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Sun Zezhou, projetista-chefe da Tianwen-1, primeira missão independente da China em Marte, anunciou na segunda-feira (20) que a próxima começará no final de 2028. As sondas espaciais aterrissarão em Marte em setembro de 2029, enquanto as amostras serão retornadas à Terra em julho de 2031.
A agência espacial chinesa pretende usar seus dois poderosos foguetes, o Longa Marcha 5 e Longa Marcha 3B, para completar a nova missão Tianwen-3, que incluirá uma única aterrissagem e decolagem de Marte para retirar amostras do Planeta Vermelho.
Imagem do rover Zhurong capturada pela câmera de alta definição HiRISE, que está a bordo do MRO - Sputnik Brasil, 1920, 23.03.2022
Sociedade e cotidiano
Satélite da NASA fotografa rover chinês viajando pela superfície de Marte (FOTOS)
O foguete Longa Marcha 5 carregará um módulo de pouso e um veículo de subida, com o último transportando as amostras para a órbita de Marte a uma velocidade de 4,5 km/s.
O segundo foguete, Longa Marcha 3B, deverá partir no final de outubro de 2030 e retornar à Terra em julho de 2031. Ele transportará um módulo de órbita e retorno. Assim que o veículo de subida levar as amostras de Marte para a órbita, a espaçonave se aproximará das amostras e as capturará antes de transportá-las à Terra.
Uma apresentação no 120º aniversário da Universidade de Nanjing, China, detalhou que os cientistas chineses usarão amostragem de superfície, perfuração e amostragem inteligente móvel durante a missão, e não um rover para coletar amostras de rochas de diferentes locais, como no caso da missão da NASA e da ESA.

quarta-feira, 8 de junho de 2022

Tempestade solar 'incomum' 4 vezes maior que Terra é registrada (VÍDEO)

 


Uma tempestade, quatro vezes maior que todo o nosso planeta, foi registrada no dia 2 de junho sobre a superfície solar por um astrônomo amador.

Um vídeo publicado por Chuck Ayuob no Reddit mostra uma erupção de plasma que mal se move por uma hora.
Esta tempestade solar é tão grande quanto 4 Terras.
O astrônomo amador observou que os mutáveis campos magnéticos do Sol fizeram com que esta tempestade de plasma se levantasse e parecesse quase bloqueada no local, incapaz de se mover.
Uma ejeção de massa coronal (CME, na sigla em inglês), geralmente conhecida como tempestade solar, é uma expulsão direcionada de uma grande massa de partículas magnetizadas do Sol.

segunda-feira, 7 de junho de 2021

Pesquisa indica que núcleo interno de ferro da Terra está crescendo de forma desequilibrada

 


Quando as ondas sísmicas percorrem o corpo de nosso planeta, elas parecem se deslocar 3% mais rápido quando se movem verticalmente, de polo a polo, do que horizontalmente, de leste a oeste.

De acordo com novos modelos, isso pode estar acontecendo porque o núcleo sólido da Terra está crescendo mais rápido de um lado, embaixo do mar de Banda, que faz parte das águas territoriais da Indonésia, e mais devagar do outro lado, embaixo do Brasil.

No passado, houve um tempo quando nosso planeta não tinha núcleo sólido. O interior mais profundo da Terra provavelmente continha uma massa de material derretido por bilhões de anos antes de o ferro líquido no centro começar a esfriar e solidificar, escreve portal Science Alert.

Isto significa que o centro da Terra poderia ser um aglomerado de ferro cristalizado gigante e crescente e, quando esses cristais se alinham de uma certa forma, isso provavelmente permite que as ondas sísmicas se movam mais rápido em algumas direções.

Acionando os modelos de como esse alinhamento específico poderia ter acontecido, os pesquisadores se depararam com uma explicação inesperada – o núcleo interno da Terra está crescendo de forma desequilibrada.

"O modelo mais simples parecia um pouco incomum – que o núcleo interno é assimétrico", afirma o sismólogo global Daniel Frost da Universidade da Califórnia em Berkeley.

"O lado oeste parece diferente do lado leste ao longo de todo o percurso até o centro, não apenas no topo do núcleo interno, como alguns têm sugerido. A única maneira como podemos explicar isso é porque um lado está crescendo mais rápido que o outro", disse.

O manto de Terra
© FLICKR.COM / SHEA HUENING
O manto de Terra

Uma vez que é impossível fazer perfuração até o núcleo interno da Terra para determinar o que está realmente acontecendo, trata-se de uma área de pesquisa prolífica para o debate.

Usando vários modelos computacionais que representam a geodinâmica da Terra e a física dos minerais de ferro sob alta pressão e temperatura, pesquisadores tentaram descobrir por que o núcleo interno de nosso planeta está alinhado de uma maneira tão específica.

A explicação mais simples é que o núcleo de cristal de nosso planeta está crescendo mais rápido na região do equador e no lado leste especificamente.

"Isso corresponde a uma taxa de crescimento que é 40% menor nos polos e 130% maior no equador em comparação com a média global", concluem os autores do estudo.

Esta taxa de crescimento assimétrica sugere que algumas partes do núcleo interno da Terra são mais quentes, enquanto outras são mais frias, permitindo que os cristais de ferro se formem mais rápido.

Por fim, os pesquisadores explicam que é este movimento que através da gravidade alinha a estrutura cristalina do núcleo interno da Terra ao longo do eixo de rotação de nosso planeta.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Astrônomos amadores afirmam ter descoberto 2º asteroide 'satélite' da Terra

 


O primeiro asteroide troiano descoberto teve o nome 2010 TK7, acompanhando a Terra perto de sua órbita ao redor do Sol e oscilando em um local dinamicamente estável chamado de ponto lagrangiano.

Um objeto recentemente descoberto que orbita ao redor do Sol da mesma forma que a Terra pode provar ser um asteroide troiano, acreditam astrônomos, escreve a revista Sky & Telescope.

Os asteroides troianos são pedaços de minerais rochosos que compartilham o caminho orbital de corpos celestes maiores em regiões gravitacionalmente estáveis comumente chamadas de pontos lagrangianos. Existem cinco entre a Terra e a Lua, assim como outros cinco entre nosso planeta e o Sol.

O troiano confirmado da Terra, denominado 2010 TK7, tem quase 300 metros de largura, e é o primeiro em sua categoria. O novo objeto, que leva o nome 2020 XL5, e foi observado pela primeira vez em novembro e dezembro de 2020, parece ser semelhante.

Segundo o astrônomo Tony Dunn, que estimou a trajetória do objeto usando o software JPL-Horizons da agência espacial NASA, a rocha gira ao redor do ponto lagrangiano Terra-Sol L4, formando um circuito próximo à órbita de Marte, cruzando também a órbita de Vênus.

A Terra tem um asteroide troiano conhecido, 2010 TK7, mas o recém-descoberto 2020 XL5 é um bom candidato, uma vez que ele se destaca em torno do ponto L4 da Terra, e continuará a fazê-lo por milhares de anos.

De acordo com as simulações de Dunn, durante alguns milhares de anos, o asteroide passará acima e abaixo da área orbital de Vênus, impedindo assim que o planeta interrompa sua órbita.

No entanto, as interações gravitacionais deverão afastar o asteroide do L4 depois de dois mil a quatro mil anos, uma teoria sustentada por simulações feitas por outro astrônomo amador, Aldo Vitagliano, que criou a técnica de determinação orbital Solex e Exorb.

"Posso confirmar que 2020 XL5 é atualmente um troiano terrestre moderadamente estável (quero dizer estável em uma escala de tempo de dois a quatro milênios)", explicou Vitagliano no fórum Minor Planet Mailing List.

O cientista calculou que pelo menos até perto do ano 4500, o 2020 XL5 continuará "se distribuindo em torno do ponto L4."

"O primeiro clone [simulado] salta sobre o ponto L3 por volta do ano 4500, e por volta do ano 6000 muitos deles já fizeram o salto, e alguns deles estão girando ao redor do ponto L5", explicou.

Os objetos espaciais são destinos potencialmente promissores para viagens espaciais, pois acredita-se que estejam carregados de elementos raros na superfície da Terra, como o Psique 16, que ultrapassa em muito o valor da economia do nosso planeta.

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Terra arrasada: fuga de dólares, desemprego, e rombo fiscal batem recorde

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)

"Jair Bolsonaro adotou, e infelizmente continua adotando, a política da negação, do empurra-empurra, do “a culpa é dos outros”, mais preocupado com a imagem nas redes sociais do que com a vida real das brasileiras e dos brasileiros", escreve o deputado federal Rogério Correia (PT-MG)


Cenário de terra arrasada na economia brasileira. Três novos indicadores foram divulgados hoje e demonstram um quadro caótico: a fuga de dólares do Brasil nos oito primeiros meses deste ano bateu recorde; o desemprego no mês passado também é recorde; por fim, o rombo fiscal projetado para este ano igualmente não terá precedentes, chegando perto da casa do R$ 1 trilhão.

Não se deixe enganar: a pandemia de covid certamente impactou esses indicadores, mas está longe de ser a única “culpada”. Na realidade, a fuga de dólares do Brasil é realidade desde o governo Temer, e ganhou impulso a partir do governo Bolsonaro – um governante, bom destacar, com credibilidade baixíssima mundo afora.

Da mesma forma, os números referentes ao mercado de trabalho e às condições fiscais da União vêm apresentando piora novamente desde Temer – e o governo atual não melhorou em nada a situação dos brasileiros sem emprego ou do caixa do Estado. Pelo contrário, a conjuntura só fez piorar.

Não  dá, portanto, para justificar a terra arrasada jogando o peso todo nas costas da pandemia.

Até porque há outros dois motivos para evitar esse jogo de empurra-empurra:

A covid afeta toda a economia global, em todos os continentes, mas tem afetado muito mais a economia brasileira (o real, nossa moeda, por exemplo, é a que mais perde valor no mundo).


Além disso, e aí chegamos ao segundo motivo para evitar o negacionismo de Bolsonaro, é que governos existem não para culpar os outros e chorar mágoas das intempéries da vida. Existem para resolvê-las.

Vários chefes de estado em todos os continentes, diante da pandemia, encararam o problema e buscaram formas de, primeiro, reduzir o contingente de infectados e vítimas fatais, e, segundo, abrandar ao máximo as consequências sobre a economia.

Bolsonaro, como sabemos, não fez nem um nem outro: nem protegeu a população, preferindo minimizar a doença e as formas científicas e reconhecidas de combate-la; nem buscou uma postura ativa para salvar a economia – e cabe lembrar a luta que foi para conseguir o auxílio emergencial de R$ 600 proposto pela oposição contra a equipe do ministro Paulo Guedes, que resistiu até onde pôde contra a ajuda aos mais pobres e desempregados na pandemia.


Jair Bolsonaro adotou, e infelizmente continua adotando, a política da negação, do empurra-empurra, do “a culpa é dos outros”, mais preocupado com a imagem nas redes sociais do que com a vida real das brasileiras e dos brasileiros.

O resultado está aí: terra arrasada, caos econômico e fome voltando a patamares dos anos 1990.
Fonte/247

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Cosmonauta russo filma objetos não identificados em órbita da Terra


Agência espacial Russa irá analisar as imagens; o mais provável é que sejam satélites da constelação Starlink, da SpaceX


cosmonauta russo Ivan Vagner, atualmente a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), teve uma surpresa ao gravar uma aurora entre a Antártica e a Austrália na última quarta-feira (19): além do belo fenômeno natural, ele também registrou cinco objetos misteriosos voando em formação em órbita da Terra.


"O que você acha que são? Meteoros, satélites ou... ?", pergunta o cosmonauta russo a seus seguidores no Twitter. Segundo ele, o incidente foi notificado aos administradores da Roscosmos, a agência espacial russa, e as imagens originais para a academia russa de ciências para "mais análises".

"Ainda é cedo para fazer conclusões até que nossos pesquisadores e cientistas da Roscosmos no Instituto de Pesquisa Espacial da Academia Russa de Ciências nos digam o que acham", disse Vladimir Ustimenko, porta-voz da Roscosmos. "Foi decidido entregar o material a especialistas que irão nos dizer o que era, em sua opinião".

Mesmo antes da opinião dos especialistas, a explicação mais plausível é que Vagner viu parte da constelação de satélites Starlink, que já deixou observadores na Terra confusos. Os satélites são mais visíveis quando estão em órbita baixa, logo após um lançamento, e se parecem com uma fileira de estrelas. E a SpaceX lançou um lote de satélites em 18 de agosto, um dia antes de Vagner registrar as imagens.

Fonte: Space.com