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terça-feira, 5 de abril de 2022

Pentágono confirma ter testado míssil hipersônico em meados de março


 


O secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, diz não ter recebido diretiva da Casa Branca para cancelar o teste do Minuteman. Segundo ele, ocultar o movimento foi a "melhor coisa" para gerenciamento da escalada nas tensões geopolíticas.

A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA, na sigla em inglês) disse em um comunicado de imprensa nesta terça-feira (5) que realizou "recentemente" o segundo teste bem-sucedido do conceito de veículo hipersônico da Lockheed Martin que atingiu a velocidade Mach 5 e se manteve no ar por um "longo" período de tempo.

"A DARPA e sua parceira, a Força Aérea dos EUA, concluíram recentemente um teste de voo livre da versão Lockheed Martin do Conceito de Arma de Respiração Hipersônica. O veículo, após liberação de uma aeronave transportadora, foi impulsionado para o envelope de ignição de seu motor de combustível a base de hidrocarbonetos refrigerados. A partir daí, ele rapidamente acelerou e manteve a velocidade de cruzeiro mais rápida que Mach 5 por um longo período de tempo. O veículo atingiu altitudes superiores a 65.000 pés [19.812 metros] e voou por mais de 300 milhas náuticas [555.600 metros]", diz o comunicado.

Mais cedo, a mídia dos EUA informou, citando uma fonte de defesa, que norte-americanos testaram secretamente um míssil hipersônico em meados de março, mas permaneceram em silêncio sobre isso para evitar o aumento das tensões com a Rússia.
Os EUA começaram a desenvolver essas armas no século XX, mas mantiveram o programa em stand-by depois que ele não produziu resultados devido a restrições tecnológicas. O programa teria sido reiniciado e revigorado depois que a Rússia e a China apresentaram mísseis hipersônicos funcionais há alguns anos.
Míssil balístico intercontinental Yars, das Forças Armadas da Rússia, sobre um veículo transportador Kamaz, na cidade de Teykovo, região russa de Ivanovo (arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 24.03.2022
Panorama internacional
Defesa antimísseis dos EUA não pode interceptar veículos hipersônicos, diz general norte-americano
De acordo com relatos da mídia parcialmente confirmados, a China realizou um teste de míssil hipersônico que conseguiu voar ao redor do globosurpreendendo o Pentágono. O míssil seria supostamente capaz de atingir os EUA a partir do Polo Sul, embora a maioria das capacidades de radar antimísseis norte-americanas esteja focada no Norte. O Pentágono admitiu que a China conseguiu se aventurar muito à frente na tecnologia de armas hipersônicas.
Armas hipersônicas viajam a velocidades superiores a Mach 5 e podem manobrar rapidamente em pleno voo, tornando sua trajetória de voo extremamente difícil de prever em comparação com mísseis balísticos regulares. Isso faz com que seja difícil de se proteger de armas hipersônicas, mesmo com os modernos sistemas de defesa antiaérea. A Rússia diz que seu mais recente sistema de defesa antiaérea da série S foi construído para levar em conta a experiência do país em armamento hipersônico e, portanto, pode interceptar esse tipo de míssil. No entanto, Moscou ainda não realizou testes dessas interceptações.

domingo, 25 de julho de 2021

Modelo Taty Sindel que fez 'barraco' no Miss Bumbum confirma caso com Gabigol

 


Depois de abandonar uma entrevista com Sérgio Mallandro ao ser questionada sobre um possível affair com Gabigol, a modelo resolveu falar sobre o assunto.

 

Durante uma entrevista a uma rádio do Rio, diante da insistência do apresentador, a morena entregou: "Fiquei mesmo, mas não quero entrar em detalhes sobre o assunto".

 

Taty Sindel revelou também já ter tido um romance com uma mulher, mas, novamente, preferiu não prolongar o tema: "Já fiquei sim, foi uma pessoa marcante, mas não quero falar mais sobre isso".

 

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A modelo virou recentemente notícia após roubar a faixa da vice-campeã do concurso Miss Bumbum, no início de julho, em São Paulo. Inconformada com o resultado e alegando tratar-se de um armação, Tati comandou um barraco, deixando as outras candidatas e Andressa Urach, que apresentava o evento, perplexos.


"Arranquei para desmascarar o concurso. Todo mundo falou que essas faixas são compradas', disse a carioca, de 29 anos, ao EXTRA na ocasião.



















Fonte: IG 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Senado dos EUA confirma 1º general negro como chefe do Pentágono

 


General de quatro estrelas da reserva, Lloyd J. Austin, com formação em West Point, foi confirmado nesta sexta-feira (22) pelo Senado dos EUA o primeiro secretário negro de defesa do país.

O nome de Austin, que tem 67 anos, foi aprovado pelos senadores por 93 votos a favor e dois contrários. O general de quatro estrelas nomeado pelo novo presidente dos EUA, Joe Biden, passou para a reserva em 2016, após 41 anos no Exército, escreve a Associated Press.

Lloyd J. Austin foi o segundo membro oficialmente escolhido por Joe Biden para compor seu gabinete. Antes, Avril Haines foi confirmada na quarta-feira (20) como a primeira mulher a servir como diretora de inteligência nacional. Espera-se que Biden obtenha a aprovação para outros integrantes de sua equipe de segurança nacional nos próximos dias, incluindo Antony Blinken como secretário de Estado.

Ao nomear o general, Biden quer restaurar a estabilidade no topo do Pentágono, que passou por dois secretários de Defesa confirmados pelo Senado e quatro que ocuparam o cargo interinamente durante a administração de Donald Trump. Os únicos senadores que votaram contra Austin foram os republicanos Mike Lee, de Utah, e Josh Hawley, do Missouri.

É uma honra e um privilégio servir como 28º secretário de Defesa do nosso país e estou especialmente orgulhoso de ser o primeiro afro-americano a ocupar o cargo. Vamos ao trabalho.

Relação de Joe Biden com Lloyd Austin

Quando era vice-presidente dos EUA, na gestão de Barack Obama, Joe Biden trabalhou em estreita colaboração com o general para diminuir o envolvimento militar dos EUA no Iraque. Lloyd Austin era o principal comandante dos EUA em Bagdá. 

Em dezembro, ao anunciá-lo como seu candidato, Biden disse que o considerava "a pessoa de que precisamos neste momento", e que confia em Austin para garantir o controle civil dos militares. Os críticos da nomeação questionaram a sensatez de abrir uma exceção à lei contra um oficial militar recém-aposentado que servia como secretário de defesa, observando que a proibição foi posta em prática para evitar influência militar indevida em questões de segurança nacional.

Sabatinado por senadores, Austin prometeu combater a supremacia branca e o extremismo violento nas fileiras militares. Segundo ele, é preciso "livrar nossas fileiras de racistas". Ele também disse que levaria este o problema para o lado pessoal.



© AP PHOTO / KHALID MOHAMMED
Joe Biden é visto com o general Lloyd Austin, principal comandante dos EUA no Iraque, em Bagdá, Iraque, em novembro de 2011

sábado, 11 de julho de 2020

WP: Trump confirma ter autorizado ciberataque contra Rússia em 2018



O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou em entrevista a um jornal que havia autorizado um ataque cibernético à Agência de Pesquisa na Internet da Rússia em 2018.

Durante a entrevista, Trump disse ao colunista do Washington Post, Marc Thiessen, que havia ordenado o ataque cibernético de 2018 contra a Agência de Pesquisa na Internet russa, acusada por Washington de liderar a interferência nas eleições presidenciais norte-americanas de 2016.
"Correto", respondeu Trump à pergunta de Thyssen se ele havia lançado o ciberataque há dois anos contra Moscou, acrescentando que essa decisão fazia parte de uma política mais ampla de confrontar a Rússia em todo o mundo.
O presidente dos Estados Unidos enfatizou que ninguém havia sido mais duro com a Rússia do que ele.
Trump também disse ao jornalista que, em 2016, o então presidente dos EUA, Barack Obama, "sabia que a Rússia estava envolvida em manipulação", mas não disse nada, porque achava que a candidata presidencial Hillary Clinton venceria.

© FOTO / PIXABAY
Ciberataque (imagem referncial)
Em 18 de abril de 2019, o Departamento de Justiça dos EUA divulgou o relatório final da investigação do assessor especial norte-americano, Robert Mueller, sobre alegações de colusão Trump-Rússia e interferência russa nas eleições nos Estados Unidos. O assessor especial não encontrou nenhum conluio entre autoridades russas e a campanha de Trump, mas alegou que Moscou tentou interferir nas eleições.
A Rússia negou repetidamente as acusações, dizendo que nunca se intrometeu nos assuntos internos dos EUA.

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segunda-feira, 27 de abril de 2020

Zambelli confirma que Bolsonaro quis obter informações ilegais da PF


Deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) tentou minimizar a tentativa de interferência na instituição alegando que Jair Bolsonaro queria acessar informações “relativas a ele, não contra outras pessoas”


A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) confirmou que Jair Bolsonaro queria ter acesso a informações privilegiadas de investigações feitas pelas Polícia Federal, fato que levou Sergio Moro a pedir demissão do Ministério da Justiça na semana passada. Segundo reportagem do jornal O Globo, a deputada disse que Bolsonaro queria ter acesso a informações “relativas a ele, não contra outras pessoas. 
“O ponto é que ele [Bolsonaro] falava que gostaria de ter acesso a informações relativas a ele, não contra outras pessoas. Um [dos casos] é a tentativa de assassinato a ele, que até hoje não se descobriu o mandante”, disse Zambelli, segundo a reportagem. 
“Ele não queria que a PF repassasse informações sobre o José Dirceu, por exemplo. O que ele queria eram os últimos acontecimentos do país dentro de cada órgão, aquelas [informações] que podem se tornar públicas. Por que ele pode saber informações de outros órgãos, e não da PF?”, teria completado em seguida. 
As acusações feitas por Moro ao deixar o ministério – de que Bolsonaro teria tentado interferir politicamente na PF - levaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) a pedir a abertura de um inquérito ao Supremo Tribunal Federal (STF). 

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Covid-19 no Espírito Santo: Linhares confirma transmissão comunitária do novo coronavírus na cidade


O caso é de uma mulher. Município, agora, tem 12 confirmações da doença


Subiu de nove para 12 o número de casos confirmados do novo coronavírus em Linhares, no Norte do Espírito Santo. Os três pacientes são do mesmo bairro e, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, já há uma confirmação por transmissão comunitária no município.

De acordo com a secretaria, o caso é de uma mulher, mas não foi possível identificar a origem da contaminação. Por isso, abre a estatística de primeiro caso por transmissão comunitária, já que não foi possível averiguar a origem do contágio.

Com a confirmação dos três casos no Interlagos, o bairro passa a liderar o ranking com mais casos positivos da doença em Linhares, totalizando quatro. Em seguida vem Planalto, Centro e Três Barras, com duas confirmações cada; Araçá e Aviso, cada um com um caso de coronavírus. Dos 12, cinco foram curados clinicamente, um veio a óbito e os outros seis estão em isolamento domiciliar, segundo a prefeitura.

O prefeito de Linhares, Guerino Zanon, reforça o pedido para que as pessoas fiquem em casa. “Estamos tomando todas as medidas de proteção e prevenção à doença, mas precisamos da ajuda de todos, por isso peço, encarecidamente, que mantenham o isolamento social. Fiquem em casa, por favor! Só saiam em caso de extrema necessidade”, pediu o prefeito.

Testes rápidos

A Secretaria Municipal de Saúde deve receder na segunda quinzena deste mês, entre os dias 15 e 20 de abril, 3 mil testes rápidos. O que deve agilizar a identificação de casos no município e adoção de estratégias por parte da prefeitura. Atualmente, os exames que comprovam ou descartam a infecção são feitos pelo Laboratório Central do Espírito Santo (Lacen-ES).

“Ressaltamos que essa medida está sendo tomada devido ao aumento de confirmações por parte do Lacen, visando uma resposta rápida à população e, principalmente, aos familiares dos pacientes que esperam por um resultado”, disse o secretário de Saúde, Saulo Rodrigues Meirelles.