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quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Arqueólogos encontram enorme sítio neolítico de 5 mil anos em ilha escocesa (FOTOS)

 


Os especialistas começaram a escavar na ilha de Arran no último domingo (16) para descobrir se os monumentos cursus já existiram por lá, depois de pistas obtidas por uma varredura aérea a laser.

Arqueólogos encontraram em Drumadoon, na Ilha de Arran, na Escócia, um possível local para rituais em grande escala, onde pessoas podem ter se reunido cerca de 5 mil anos atrás em incríveis "shows cerimoniais". O projeto de escavação teve início no último domingo (16) depois que uma varredura aérea a laser apontou para a existência de um enorme monumento antigo cursus no local.

Os monumentos cursus eram tipicamente formados por dois montes paralelos de terra, ou postes de madeira nos primeiros casos, que se estendiam por cerca de 800 metros em Drumadoon. Os pesquisadores estimam que os mais antigos remontam a 3800 a.C.

Acredita-se que os monumentos tenham sido usados para procissões, possivelmente ligadas à homenagem aos mortos. Especialistas disseram que o sítio encontrado em Drumadoon pode ter sido usado como um ponto de observação para o círculo de pedra Machrie Moor.

Ótimo começo para a Northlight Heritage e a arqueologia da Universidade de Glasgow. Avaliação do possível monumento cursus do Neolítico na ilha de Arran.

Cada um dos dois bancos de terra em Drumadoon tem cerca de sete a oito metros de largura, cerca de meio metro de altura e teriam criado uma "rota enorme" em toda a paisagem. Evidências de antigos monumentos cursus de madeira no local também estão sendo investigadas.

​Dia 2 nos cursus de Drumadoon, encontramos uma pedra espalhada cobrindo o lado interno do banco. Provavelmente muito mais tarde, então temos a estratigrafia!

"Os monumentos cursus pareciam unir as pessoas em um grande projeto de trabalho, onde as pessoas estavam cavando com paus e usando ferramentas de osso. Eles teriam levado anos para serem construídos", contou dr. Brophy envolvido nas investigações ao The Scotsman.

Os pesquisadores acreditam que os monumentos podem ter sido usados como algum tipo de espaço para cerimônia em homenagem aos mortos. O dr. Brophy disse que a confirmação de monumentos cursus no local torna "uma das paisagens sagradas mais significativas do povo Neolítico".

Também trabalhando nas escavações está o dr. Gavin MacGregor, diretor da fundação escocesa ligada à patrimônios da humanidade Northlight Heritage, e ele disse que "Arran tem uma concentração impressionante de monumentos Neolíticos".

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Enorme nuvem de gafanhotos invade por completo vastos terrenos no Quênia (VÍDEO)



As pragas de gafanhotos-peregrinos são extremamente difíceis de controlar e de fazer parar, uma vez que são milhares de insetos que voam juntos e podem invadir vastos territórios.

Com muita frequência gafanhotos-peregrinos devoram plantações e colheitas podendo pôr em risco a situação de segurança alimentar em uma região.
David Hughes, biólogo da Universidade Estadual da Pensilvânia, EUA, partilhou vídeos arrepiantes de gafanhotos invadindo por completo territórios no Quênia.
De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (UN FAO, na sigla em inglês), a mais recente praga de gafanhotos no Quênia pode ser a pior dos últimos 70 anos.
.@FAO survey on shores Lake Turkana (Northern Kenya) to assess swarm. These are yellow and of life adults mating

76 pessoas estão falando sobre isso

FAO inspeciona as margens do lago Turkana (norte do Quênia) para determinar a proporção da praga. Estes são gafanhotos de asas amarelas adultos acasalando
Além disso, os cientistas dizem que as invasões atuais de gafanhotos-peregrinos no Quênia não vão terminar em breve, sendo que os seus ovos eclodirão já em março e abril, criando uma "segunda rodada de invasão".
Gafanhotos muitas vezes devoram plantações e colheitas, podendo agravar a situação de segurança alimentar na região e deixar pessoas sem alimento.

47 pessoas estão falando sobre isso

Situação de hoje no lago Turkana, no Quênia
Biólogos têm tentado melhorar os seus métodos de previsão para que as pessoas possam estar preparadas para usar inseticidas químicos contra gafanhotos antes que eles comecem a invadir as colheitas. Mas sendo que estas espécies habitam enormes quantidades de quilômetros quadrados de terrenos em África e no Oriente Médio, tais previsões tornam-se extremamente desafiadoras.