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terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Modelo Christine Mae congela o bumbum ao fazer ensaio fotográfico sensual na neve

 


"Piranhas nunca sentem frio", foi o que disse a modelo e coelhinha da Plaboy Christine Mae ao postar as fotos de seu mais recente ensaio fotográfico.

 

Ela foi fotografada no Colorado, nos Estados Unidos, quando fazia 26 graus negativos e usou apenas um maiô sensual. Porém, deveria estar mais frio do que ela estava esperando, pois acabou com o bumbum congelado.

 

"O termômetro atingiu -26,6º C e encontrei o ambiente perfeito para experimentar a novidade. Estava muito frio lá, mas consegui me divertir muito também. Então acabei ignorando o frio em alguns momentos", disse Christine.


A modelo falou que estava se sentindo como um coelho perdido no gelo e, apesar do frio, conseguiu se divertir posando para a câmera. "Minha bunda congelou, mas achei tudo muito sensual", falou. Christine Mae também postou outra foto do mesmo ensaio, mas dessa vez usava uma roupa própria para a neve. 

 

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  • Fonte: iG 

    Descoberta planta medicinal que interfere na replicação do coronavírus

     


    Cientistas norte-americanos provaram que extrato de Artemisia annua impede replicação do coronavírus SARS-CoV-2 em condições laboratoriais.

    Pesquisadores da Universidade Columbia de Nova York, da Universidade de Washington e do Instituto Politécnico de Worcester, EUA, provaram que extrato fluido quente das folhas de Artemisia annua tem atividade antiviral contra o SARS-CoV-2, de acordo com o estudo publicado no banco de dados bioRxiv.

    Os pesquisadores estudaram a atividade de extratos de sete espécies de Artemisia annua de quatro continentes contra o vírus SARS-CoV-2, reproduzido em cultura de células Vero E6.

    Todos os extratos demostraram sua atividade contra o SARS-CoV-2, embora uma das amostras estivesse guardada desde 2008. Isso significa que a substância ativa está em todas as espécies de Artemisia annua e este componente é preservado durante duradouro e seco armazenamento à temperatura ambiente.

    Os pesquisadores avaliaram a correlação da eficácia do extrato fluido quente da Artemisia com folhas que possuem artemisinina e outros flavonoides. A atividade antiviral do extrato não depende de artemisinina e outros flavonoides, mas está ligada à amodiaquina, a substância usada para tratamento da malária que Artemisia annua também contém.

    "Os resultados mostram que o componente ativo em extrato não é, provavelmente, artemisinina, mas qualquer outro ou é uma combinação de componentes que atuam sinergicamente para bloquear a infecção viral depois de invasão", segundo diretora do estudo do Departamento de Biologia e Biotecnologia do Instituto Politécnico de Worcester, Pamela Weathers.

    As substâncias da Artemisia suprimem a replicação do vírus SARS-CoV-2 depois de sua invasão na célula, dado que os experimentos mostraram que extratos da Artemisia possuem atividade antiviral mínima contra pseudovírus laboratoriais que contêm proteínas S do SARS-CoV-2, usadas pelo vírus para se ligar e invadir as células, conforme estudo.

    "É o primeiro relatório sobre eficácia de extratos fluidos quentes da Artemisia contra o SARS-CoV-2. As pesquisas seguintes determinarão a eficácia in vivo para entender se é possível criar na base de Artemisia annua um medicamento para tratamento da COVID-19", informou Weathers.

    Os pesquisadores esperam que, se os testes clínicos seguintes tiverem sucesso, pó em cápsulas de folhas secas da Artemisia seria um medicamento barato e seguro contra o novo coronavírus e poderia ser usado em lugares onde é difícil organizar vacinação.