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domingo, 13 de setembro de 2020

Michael Bloomberg investirá US$100 milhões na campanha de Biden na Flórida



Michael Bloomberg planeja investir US$ 100 milhões, cerca de R$ 532 milhões na cotação deste domingo (13), na campanha democrata de Joe Biden no estado da Flórida. 

A decisão do bilionário ocorre em um momento crítico, com apenas 51 dias antes da disputa e as pesquisas indicando uma corrida acirrada. 
O atual presidente, Donald Trump, perdeu a vantagem financeira que tinha sobre Biden. As doações para o candidato democrata dispararam após o fim das divisivas primárias do partido, afirma a agência de notícias Reuters. 
"Mike Bloomberg está comprometido em ajudar a derrotar Trump", disse o conselheiro de Bloomberg Kevin Sheekey, que acrescentou que os gastos "significam que os democratas e a campanha de Biden podem investir ainda mais pesadamente em outros estados importantes como a Pensilvânia, que será fundamental para uma vitória de Biden."
Mesmo antes do repasse de Bloomberg, ambas as campanhas esperavam que a Flórida fosse o estado mais caro da disputa pela Casa Branca. A Flórida tem 29 dos 270 votos necessários no Colégio Eleitoral para vencer a eleição. 
A votação pelo correio no estado começa em 24 de setembro e Biden está planejando sua primeiro evento de campanha na Flórida nos próximos dias. 
Trump venceu a eleição na Flórida por 113 mil votos em 2016, ou 1,2 ponto percentual. Desde então, ele adotou o estado como sua residência e o visita regularmente.
Pesquisas recentes mostraram Biden com vantagem por margem muito pequena na Flórida, ganhando terreno com os eleitores mais velhos, mas atrás do desempenho dos democratas anteriores com os latinos. Pessoas com mais de 65 anos constituem um em cada cinco eleitores do estado e os latinos representam um em cada quatro.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Deputados bolsonaristas invadem hospital de campanha do Pacaembu e disparam agressões

Coronel Telhada e Hospital de Campanha de Combate ao coronavírus no estádio do Pacaembú (Foto: Reprodução | Sergio Andrade/GOVSP)

BOLSONARISTAS, ALÉM DE NÃO AJUDAR ATRAPALHAM NO COMBATE A PANDEMIA. IRRESPONSÁVEIS E DESUMANDO!

Cinco deputados estaduais acompanhados de seus assessores invadiram as instalações do hospital de campanha no Anhembi na tarde desta quinta-feira (4), causando tumulto no local. Dizendo que fariam uma vistoria, eles criticaram o governador João Doria (PSDB) e afirmaram que o governo paulista mente sobre o número de casos e mortes no estado.
Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, os deputados Adriana Borgo (Pros), Marcio Nakashima (PDT), Leticia Aguiar (PSL), Coronel Telhada (PP) e Sargento Neri (Avante) forçaram a entrada nas instalações hospitalares do Anhembi, inclusive em áreas com alto risco de contaminação.
A reportagem acrescenta que os vídeos divulgados pelos parlamentares mostram funcionários do hospital pedindo para os deputados e assessores usarem, pelo menos, equipamentos de proteção individual para entrarem nos locais com alto risco de contaminação. "Isso é frescura. A gente não tem medo disso", reclamou Borgo.
Em nota, a Prefeitura afirmou que "os deputados e assessores invadiram o HMCamp do Anhembi de maneira desrespeitosa, agredindo pacientes e funcionários verbal e moralmente, colocando em risco a própria saúde porque inicialmente não estavam usando EPIs e a própria vida dos cidadãos que estão internados e em tratamento na unidade."

terça-feira, 19 de maio de 2020

Mulher é filmada fazendo sexo com paciente em leito de hospital de campanha. O homem estaria com Covid-19. VEJA AS IMAGENS


IRRESPONSABILIDADE QUE ESPALHA DOENÇA


O vídeo que mostra o casal fazendo sexo está em grupos de WhatsApp desde a manhã desta terça-feira. A gravação mostra o homem num leito de um hospital de campanha, fazendo sexo com a mulher.  Pelo fato de o homem está num hospital de campanha, a conclusão óbvia é de que ele foi infectado pelo novo coronavírus. Sem mais informações.



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sexta-feira, 27 de março de 2020

Doria critica campanha de Bolsonaro: “quem será o fiador das mortes no Brasil?”


“O mundo inteiro está errado e só Jair Bolsonaro está certo?”, indagou o governador de São Paulo, João Doria, em coletiva de imprensa nesta tarde. Ele diz que a campanha 'O Brasil não pode parar' “vai contra o decreto de calamidade pública do próprio governo”


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou duramente a campanha lançada nesta sexta-feira 27 pelo governo federal para que o País volte a funcionar em nome da economia, contra recomendações de autoridades médicas, que defendem o isolamento social no combate à pandemia de coronavírus.
“O mundo inteiro está errado e só Jair Bolsonaro está certo? A campanha que o governo federal está lançando hoje vai contra o decreto de calamidade pública do próprio governo. Precisamos ver quem será o fiador das mortes no país”, disse o governador.
A campanha em defesa do isolamento vertical, que traz o slogan “O Brasil não pode parar”, está orçada em R$ 4,8 milhões e foi realizada sem licitação por ter sido classificada como emergencial. A escolha do material foi feita pelo vereador Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Viúva de Adriano diz que ele repassou R$ 2 milhões à campanha de Witzel em dinheiro, diz Veja

Wilson Witzel  

Júlia Mello Lotufo, mulher do miliciano Adriano da Nóbrega e que já havia afirmado que ele seria morto em uma queima de arquivo organizada pelo governador do Rio , Wilson Witzel (PSC), disse que ele teria doado R$ 2 milhões à campanha eleitoral do ex-juiz. Witzel nega a ligação e já aunciou que irá processar a viúva por calúnia, difamação e injúria



A viúva do miliciano e ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, Júlia Mello Lotufo, que já havia afirmado que ele seria morto em uma queima de arquivo organizada pelo governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), disse que ele teria doado R$ 2 milhões à campanha eleitoral do ex-juiz. Segundo reportagem da revista Veja, o repasse seria “uma espécie de investimento, um seguro que garantiria proteção para tocar seus negócios clandestinos sem ser importunado pelas autoridades, especialmente a polícia”. 

Ainda conforme a reportagem, Witzel negou, em nota, que conhecia Adriano – que foi morto em uma troca de tiros com policiais da Bahia, ou que tenha recebido algum tipo de ajuda do miliciano. Ele também disse que irá ingressar com uma ação contra Júlia por calúnia, difamação e injúria. 
O texto da reportagem ressalta, ainda, que Júlia vive escondida desde o último dia 1 por temer “represálias de uma organização criminosa infiltrada na administração do Rio caso revele o que sabe”. A revista observa ainda, que mesmo após o Ministério Público acusa-lo de integrar o chamado “escritório do crime”, “Adriano só passou a encarar Witzel de fato como um inimigo ao desconfiar que o governador queria mantê-lo na lista de suspeitos de participação no assassinato da vereadora Marielle Franco”. 
Adriano também teria confidenciado a pessoas próximas “que só não era inocentado pelo MP porque virara personagem da disputa entre o governador do Rio e o presidente da República”. Parceiros na campanha eleitoral de 2018, Witzel e Jair Bolsonaro se tornaram desafetos, sobretudo depois que anunciaram a intenção de concorrer ao mesmo cargo em 2022”. “Ele percebeu que o governador queria, por meio dele, colar o selo de bandidagem na testa do Bolsonaro”, declarou uma pessoa do círculo íntimo do ex-capitão do Bope”, conforme a reportagem.
As ligações de Adriano da Nóbrega com a família Bolsonaro datam de longa data e o miliciano foi sido homenageado pelo então deputado estadual Flávio Bolsonaro com uma moção de louvor apenas cinco meses após ele ter matado um técnico de refrigeração em uma ronda policial que contou com a participação de um outro ex-policial suspeito de ligações com as milícias fluminenses Fabrício Queiroz. 
Em 2005,  Jair Bolsonaro “elogiou o ex-capitão do Bope na tribuna da Câmara dos Deputados. Quando a morte desse herói da família foi anunciada, Bolsonaro, conhecido pela verborragia desmedida, optou pelo silêncio. Àquela altura, ganhava as redes sociais a suspeita de que a primeira-família da República estaria por trás da ação, num caso clássico de queima de arquivo”, observa o texto da reportagem.