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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

'Isso não é bom': regiões suecas cessam uso da vacina Oxford/AstraZeneca devido a efeitos colaterais

 


O início da vacinação com o inoculante da Oxford/AstraZeneca em várias regiões suecas produziu um número acima do esperado de efeitos colaterais e a vacina foi suspensa para evitar a falta de profissionais de saúde devido a licenças médicas.

Duas regiões suecas pararam temporariamente a inoculação de profissionais de saúde com a vacina contra a COVID-19 da Oxford/AstraZeneca após sobre suspeitas de efeitos colaterais.

"Paramos em parte porque devemos investigar, mas também para não termos uma situação muito tensa com o pessoal", afirmou o médico responsável pela da região de Sormland, Magnus Johansson, à emissora SVT.

Em Sormland, de 400 funcionários do hospital vacinados em um único dia, 100 desenvolveram efeitos colaterais. Embora a febre seja considerada um efeito colateral comum, de acordo com as autoridades regionais, mais pessoas do que o esperado relataram o sintoma.



© REUTERS / JOHANNA GERON
Logotipo da farmacêutica AstraZeneca no exterior dos escritórios da empresa em Bruxelas, Bélgica, 28 de janeiro de 2021

Em Gavleborg, onde uma proporção semelhante de efeitos colaterais foi observada, as autoridades decidiram seguir o exemplo de Sormland e interromper temporariamente o uso da vacina Oxford/AstraZeneca.

"[Os sintomas] são os usuais, calafrios, dores no corpo e febre […]. O problema é que vacinamos muitas pessoas do mesmo local de trabalho. É por isso que estamos fazendo uma pausa. Não tem nada a ver com a vacina. Estamos apenas um pouco preocupados com a equipe no fim de semana", garantiu a coordenadora da vacinação em Gavleborg, Tina Mansson Soderlund.

Andreas Heddini, médico responsável da Oxford/AstraZeneca na região nórdica, disse que ficou intrigado com os dados.

"Isso não se encaixa em nada com o que vimos [em outros lugares] […]. Não, isso não é bom. Parece ter havido uma proporção maior de efeitos colaterais do que o esperado. Estudos têm mostrado que algo em torno de 10% dos vacinados devem ter efeitos colaterais desse tipo", comentou Heddini ao SVT.

A gigante farmacêutica agora vai acompanhar com atenção as regiões suecas, e o médico enfatizou que os efeitos colaterais relatados não são graves e não devem ser motivo para preocupação excessiva.

"Levamos tudo em torno da segurança da vacina extremamente a sério, mas nossa vacina já foi dada a muitos milhões de pessoas em todo o mundo, e até mesmo em testes clínicos, e não vimos quaisquer efeitos colaterais graves […]. Esse tipo de efeito colateral é esperado e agora estamos tendo um diálogo próximo com essas regiões para entender melhor o que aconteceu", ressalta Heddini.

A Suécia registra até o momento 12.428 mortes pela COVID-19 e 608.411 casos confirmados.

AstraZeneca no Brasil

A vacina Oxford/AstraZeneca já foi liberada para uso na União Europeia, Índia, Brasil e outros países. Na semana passada, O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deu início ao envase do primeiro lote do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) da vacina desenvolvida pela instituição em parceria com o laboratório AstraZeneca.

​A Fiocruz estima produzir 100,4 milhões de doses até julho deste ano. De agosto a dezembro serão mais 110 milhões de doses de vacinas produzidas inteiramente na instituição brasileira.

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Pelo menos 13 pessoas apresentam paralisia facial em Israel após receberem vacina da Pfizer

 


Pelo menos 13 pessoas em Israel sofreram paralisia facial após receberem a vacina contra a COVID-19 da Pfizer/BioNTech, informa o Ministério da Saúde israelense, estimando que o número de casos pode ser maior.

Os funcionários da saúde suscitaram questões sobre se estas pessoas deveriam tomar a segunda dose da vacina, mas o Ministério da Saúde recomenda a sua administração.

"Durante ao menos 28 horas eu andei com isso [paralisia facial]", disse uma pessoa que sofreu este efeito colateral ao portal Ynet.

"Não posso dizer que [a paralisia] depois desapareceu completamente, mas tirando isso, não tive outras dores, exceto uma ligeira dor onde a injeção foi dada, mas não houve nada além disso", contou.

O indivíduo cujo nome não foi divulgado observou que a reação desagradável era "algo raro" ressaltando que era "importante" as pessoas serem vacinadas. No entanto, ele admitiu estar indeciso quanto a receber a segunda dose da vacina.

A professora Galia Rahav, chefe da Unidade de Doenças Infecciosas do Centro Médico Sheba disse que não se sentia "confortável" em administrar a segunda dose a alguém que sofreu paralisia facial após a primeira injeção.

"Encontrei recentemente, por exemplo, alguém vacinado que estava lidando com paralisia, e decidi não lhe dar uma segunda dose", disse ela.

"Ninguém sabe se isso está relacionado com a vacina ou não. É por isso que eu me absteria de dar a segunda dose a alguém que sofresse de paralisia após a primeira dose", disse ela ao portal.

Anteriormente, a Agência Norueguesa de Medicamentos comunicou que 23 idosos de mais de 80 anos morreram após serem vacinados com a vacina da Pfizer/BioNTech.

sábado, 26 de dezembro de 2020

Vacina da Moderna: 1ª reação alérgica grave à inoculação contra COVID-19 é revelada pela mídia

 


Uma primeira reação alérgica à vacina contra o coronavírus da empresa Moderna foi registrada nos EUA.

Nos Estados Unidos foi registrado o primeiro caso de alergia à vacina contra a COVID-19 da Moderna em um paciente com alergia a crustáceos, de acordo com o canal CNN.

"Depois de tomar a vacina senti taquicardia, mas pensei que isso seria, provavelmente, por causa da ansiedade, porque estava com receio depois de saber sobre reações à [vacina da] Pfizer nos EUA, especialmente entre pessoas que têm alergia a crustáceos, como eu", explicou o médico Hossein Sadrzadeh, que teve reação alérgica à vacina da Moderna.

Seis ou sete minutos depois da injeção da vacina, ele sentiu que sua língua ficou dormente, algo parecido com a reação a crustáceos. Além disso, sua pressão arterial caiu tanto que o monitor não podia a detectar.

A médico se injetou com o remédio EpiPen, usado contra surgimento de reações alérgicas perigosas para a vida, e foi levado à terapia intensiva. Quatro horas depois ele teve alta.

O representante oficial da empresa Moderna, Ray Jordan, afirmou que a "Moderna não pode confirmar o incidente".

Segundo o representante, via sistema interno de registro de segurança a empresa recebeu a informação sobre um potencial efeito colateral e está realizando uma investigação do caso.

Anteriormente, foi revelado que várias pessoas que realizaram procedimentos estéticos faciais, como preenchimentos e botox, já tiveram efeitos colaterais ao tomarem a vacina da Moderna.

uso emergencial da vacina contra a COVID-19 da Moderna foi autorizado em 18 de dezembro nos Estados Unidos.

terça-feira, 7 de abril de 2020

COVID-19: só vacina trará abraços e beijos de volta, diz ministro italiano



O vice-ministro da Saúde da Itália, Pierpaolo Sileri, disse que a vida normal só voltará ao país depois que uma vacina estivesse prontamente disponível, enquanto a taxa de infecção pelo novo coronavírus em solo italiano continua caindo.

O político, que foi vítima do vírus, mas já se recuperou, declarou à Rádio Capital em Roma que "um tsunami que atingiu o norte da Itália está gradualmente se afastando, mas abraços e beijos só podem retornar à vida italiana depois que uma vacina é encontrada".
Ele acrescentou que a proibição da circulação da população impediu que a doença se espalhasse para o sul.
O ministro ainda pediu aos italianos que ainda observassem o distanciamento social adequado e usassem máscaras quando em público, enquanto as autoridades continuavam sua luta contra a COVID-19.
As atuais restrições na Itália devem expirar em 13 de abril, com o primeiro-ministro Giuseppe Conte indicando que mais liberdade pessoal pode estar a caminho.
Apesar dos esforços do governo, a Itália tem o maior número de mortos registrado no mundo, com mais de 16.500 pessoas perdendo a vida e mais de 132 mil infecções relatadas.

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Cientistas de Israel desenvolvem vacina oral para coronavírus

Cientista chinês com experimento de vacina contra o coronavírus (foto: agência Xinhua)

Grupo de pesquisa financiado pelo governo prevê testes em humanos em 1º de junho


Uma equipe de cientistas em Israel está desenvolvendo uma nova vacina capaz de proteger as pessoas da covid-19, a doença do coronavírus. O grupo afirma ser capaz de produzir um componente ativo para esta vacina “nos próximos dias”.

A chefe da equipe, Chen Katz, afirmou que pretende iniciar os testes em humanos em 1º de junho, em entrevista ao jornal The Jerusalem Post.

O grupo trabalha há quatro anos no desenvolvimento de uma vacina para o vírus da Bronquite Infecciosa das Galinhas (BIG). A partir de uma adaptação dessa vacina, os cientistas encontraram um caminho promissor para enfrentar o coronavírus. 

“Nosso conceito básico foi desenvolver uma tecnologia geral e não uma vacina específica para esse ou aquele tipo de vírus”, afirmou Katz. Ajustes genéticos permitiram a adaptação da substância para uso em humanos. “A estrutura científica da vacina é baseada em um novo vetor de expressão proteica, que forma e secreta uma proteína solúvel quimérica, a qual entrega o antígeno viral nos tecidos da mucosa por endocitose auto-ativada, fazendo com que o corpo forme anticorpos contra o vírus.”

Segundo Katz, a substância oral da droga já provou induzir altos níveis de anticorpos específicos contra a BIG.  A pesquisa também concluiu que o vírus encontrado nas galinhas carrega grande semelhança genética com o coronavírus, compartilhando mecanismos de infecção.

“Nosso objetivo é produzir a vacina entre as próximas oito ou dez semanas, para alcançarmos a aprovação de segurança em 90 dias. Essa vacina será oral, tornando-a particularmente acessível ao público geral”, afirmou David Zigdon, presidente da entidade onde está instalado o grupo de pesquisa. 

A pesquisa tem financiamento público, do Ministério de Ciência e Tecnologia de Israel.

segunda-feira, 23 de março de 2020

Prefeitura de Filadélfia no combate ao COVID-19 e vacina contra gripe



Prefeitura de Filadélfia antecipa entrega de carro 0km para Guarda Municipal já reforçar no combate ao COVID-19


A Prefeitura de Filadélfia fez a aquisição de um carro novo 0Km com recursos próprios, para a Guarda Municipal, o carro seria entregue e apresentado nos próximos dias a população filadelfense, mas diante da atual situação de combate ao Coronavírus, a Guarda Municipal já fará o uso do carro a partir de hoje, domingo (22).

Com o novo veículo a Guarda Municipal, sem dúvidas, poderá ofertar um serviço melhor e de maior prontidão no enfrentamento ao Coronavírus e terá mais agilidade nas rondas realizadas na sede e zona rural do município.

A Prefeitura está empenhada no enfrentamento ao Coronavirus, faça a sua parte e ajude nessa luta. "A Guarda Municipal vai contar a partir de hoje com um veículo incomparavelmente melhor, ainda não está com o giroflex mas já está todo pronto pra ajudar nessa luta que é de todos nós", frisou o secretário de Administração, João França.

"A atuação da Guarda Municipal de Filadélfia, ganhará um reforço com essa nova viatura, que foi adquirida com recursos próprios e seria entregue num ato de comemoração, mas devido às circunstâncias, a nossa prioridade é fazer tudo que estiver ao nosso alcance, sem medir esforços, para cuidar da nossa gente e combater o Coronavírus. Com certeza este carro vai potencializar o patrulhamento da Guarda que se dará de forma educativa e de conscientização, mostrando a todos que neste momento, ficar em casa é a melhor opção, essa é a orientação", garantiu o prefeito Louro Maia.
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Prefeitura de Filadélfia
Governo da Reconstrução


Vacinação contra Gripe começa hoje e Secretaria de Saúde vai vacinar em domicílio para evitar aglomerações

A Prefeitura de Filadélfia, através da Secretaria Municipal de Saúde vai iniciar hoje, dia 23, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe Influenza.

A vacina contra a gripe não protege contra o novo coronavírus, mas, sim, contra tipos de influenza (família à qual pertence o H1N1). Mesmo assim, a vacinação é uma grande aliada na prevenção da gripe, deixando o sistema imunológico mais forte.

O público prioritário dessa primeira etapa são idosos acima de 60 anos e profissionais da Saúde.
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Como será realizada a vacina para evitar AGLOMERAÇÕES?

NA SEDE: A vacinação será realizada em domicílio. Equipes da Secretaria de Saúde irão nas casas dos idosos para vaciná-los.

Na ZONA RURAL: A vacinação será realizada nas UNIDADES DE SAÚDE, mas os roteiros acontecerão de forma programada, seguindo critérios para evitar aglomerações.
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Secretaria Municipal de Saúde
Prefeitura de Filadélfia
Governo da Reconstrução


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Vacina russa contra COVID-19 conclui com sucesso 1ª fase de testes


De acordo com a chefe da Agência Federal para Assuntos Médico-Biológicos da Rússia, Veronika Skvortsova, todas as etapas de testes devem ser concluídas até junho e a vacina poderá ficar pronta em até 11 meses


Agência Sputnik - A chefe da Agência Federal para Assuntos Médico-Biológicos da Rússia, Veronika Skvortsova, anunciou que a vacina ficará pronta em 11 meses.
Nesta segunda-feira (23), a Agência Federal para Assuntos Médico-Biológicos (FMBA, na sigla em russo), anunciou que a vacina, que está sendo desenvolvida contra o novo coronavírus, concluiu com sucesso a primeira fase de testes.
De acordo com a chefe do órgão, Veronika Skvortsova, todas as etapas de testes devem ser concluídas até junho e a vacina poderá ficar pronta em até 11 meses.
"A vacina concluiu a primeira fase de desenvolvimento. Se trata de uma vacina recombinante, [proveniente] não do vírus vivo, mas, sim, de proteínas que contêm os chamados epítopos, ou seja, o sítio de ligação específico do vírus", explicou Skvortsova.
Os epítopos, ou determinantes antigênicos, consistem nos sítios de ligação que são reconhecidos pelos anticorpos que reagem ao vírus.
Três protótipos
Em 20 de março, cientistas da FMBA informaram que iriam priorizar três protótipos de vacinas contra a COVID-19.
"Foram criados três protótipos de vacina, constituídos de proteínas recombinantes baseadas em epítopos da proteína S superficial do SARS-CoV-2", informou a instituição.
Segundo a FMBA, os primeiros testes com animais já estão sendo realizados.
Nesta segunda-feira (23), o primeiro-ministro russo, Mikhail Mishustin, informou que a Rússia tem 438 casos confirmados de coronavírus. O prefeito de Moscou, que reúne a maioria dos casos, anunciou novas medidas de combate à pandemia de COVID-19.

sábado, 14 de março de 2020

Depois de atacar a ciência, Trump pede vacina rápida contra coronavírus e leva invertida de cientista



“Você atacou a ciência nos últimos 4 anos, cortou verbas, chamou os cientistas de mentirosos e agora quer velocidade? Ciência não se faz da noite para o dia", respondeu o pesquisador H. Holden Thorp, da reivsta Science


O presidente dis EUA Donald Trump, escreveu uma carta para a comunidade científica americana pedindo que eles criem uma vacina contra o Coronavírus com muita rapidez.

O pesquisador e editor H. Holden Thorp da renomada e centenária revista científica Science postou essa maravilhosa matéria abaixo, onde em resumo  ele diz:

“Você atacou a ciência nos últimos 4 anos, cortou verbas, chamou os cientistas de mentirosos e agora quer velocidade? Ciência não se faz da noite para o dia, precisa de investimento e, sobretudo para uma vacina, precisa-se de tempo e investimento.


Você não pode atacar os cientistas quando não gosta da ciência e cobra-los quando resolve que gosta e precisa deles”

Essa matéria foi uma resposta ao Trump, mas poderia ser usada por qualquer pesquisador brasileiro para responder a presidência da república e a todos os brasileiros que aprovam (sem conhecer as possíveis consequências) o estado mínimo.