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quarta-feira, 10 de junho de 2020

Depois de ação da PF contra Helder Barbalho, Carla Zambelli insinua que Doria é o próximo

Carla Zambelli, Helder Barbalho e João Doria (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados | Ag. Pará | GOVSP)

"Mãe Zambelli acerta mais uma vez. Prevejo ações da PF em outros estados, como SP, por exemplo”, postou a deputada bolsonarista Carla Zambelli (PSL-SP). Postagem veio na esteira da operação desta quarta-feira (10) que mirou o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB)


A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), que antecipou a operação da Policia Federal contra o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), por suspeita de irregularidades no uso de recursos contra a Covid-19, usou as redes sociais para dizer que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), poderá ser um dos próximos alvos de ações do gênero. Postagem da parlamentar veio na esteira da operação desta quarta-feira (10) que mirou o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB). 


“Mãe Zambelli acerta mais uma vez. Prevejo ações da PF em outros estados, como SP, por exemplo”, postou a deputada. Zambelli, aliada de primeira hora do governo Jair Bolsonaro, é investigada pela PF no âmbito de um inquérito que investiga fake news e ameaças contra integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF). 
Confira a postagem de Carla Zambelli sobre o assunto.

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Doria vai à Justiça contra Sara Winter e liga bolsonarista ao nazismo


A apoiadora do presidente já é alvo do inquérito das fake news no STF e coordena acampamento paramilitar em Brasília; ela xingou o governador de São Paulo de “oportunista", "sádico", "covarde" e "botox ambulante”


Revista Fórum - O governador João Doria (PSDB) vai apresentar nesta segunda-feira (1) uma notícia crime para pedir a instauração de inquérito policial com o objetivo de apurar 31 crimes de difamação e 1 de ameaça contra ele no Twitter, feitos pela ativista de extrema-direita Sara Winter.
No pedido assinado pelo advogado Fernando José da Costa, há menção ao fato de Sara Fernanda Giromini (o verdadeiro nome de Sara Winter) ser filiada ao DEM, partido do vice governador Rodrigo Garcia. Segundo o documento, a escolha da ativista por esse nome coincide com Sarah Winter Donville Taylor, que foi espiã de Hitler e membro da União Britânica de Fascistas no século XX.
Leia mais na Fórum.

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Atacado, Doria pede para Bolsonaro sair da bolha e começar a liderar "se for capaz"



O governador de São Paulo, João Doria, criticou Jair Bolsonaro, que tentou nesta quinta-feira (14) culpar os governadores pela crise econômica. “Bolsonaro prefere comícios, andar de jet ski, treinar tiros e fazer churrasco. Enquanto milhares de brasileiros morrem por coronavírus”, disse ele


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB-SP), criticou em suas redes sociais Jair Bolsonaro, que tentou nesta quinta-feira (14) culpar os governadores pela crise econômica. 

Mais uma vez, o presidente Bolsonaro  deixa de defender a saúde dos brasileiros para atacar quem está trabalhando para proteger vidas. Prefere comícios, andar de jet ski, treinar tiros e fazer churrasco. Enquanto milhares de brasileiros morrem por coronavírus.
Doria completou: “Acorde para a realidade presidente Bolsonaro. Saia da bolha de ódio e comece a ser um líder. Se for capaz”. 
Jair Bolsonaro disse na manhã desta quinta-feira (14), que estava disposto a conversar com governadores sobre medidas para conter a pandemia de coronavírus. Na porta do Alvorada, Bolsonaro fez até um apelo: "Um apelo que faço aos governadores. Revejam essa política. Estou pronto para conversar. Vamos preservar a vida? Vamos".
Poucos horas depois, no entanto, Bolsonaro demonstrou que o "apelo" não passou de fachada. Em videoconferência com um grupo de empresários organizada pelo presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, seu aliado político, Bolsonaro voltou a pedir que empresários pressionem os governadores pela reabertura do comércio e disse que "é guerra" e que o setor empresarial precisa "jogar pesado" com os chefes de governo nos estados.

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segunda-feira, 4 de maio de 2020

Doria repudia ato antidemocrático de domingo: milicianos fantasiados de patriotas

Governador do Estado de São Paulo, João Doria, durante coletiva de imprensa sobre o coronavírus (Foto: Sergio Andrade/GOVSP)

"Vocês não representam os verdadeiros patriotas desse País e não representam o sentimento majoritário dos brasileiros. Vocês representam o ódio, a incapacidade de compreender a situação difícil e dramática que estamos passando no Brasil neste momento", disse o governador de São Paulo em entrevista coletiva


O governador de São Paulo, João Doria, repudiou, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (4), a "carreata da morte" do último domingo (3) que contou com a participação de Jair Bolsonaro. 

A manifestação dava apoio a Bolsonaro, pedia a saída do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e entoava palavras de ordem contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Durante o ato, foram registradas agressões contra repórteres do jornal Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e Rede Globo. 
Doria afirmou que os manifestantes eram "milicianos fantasiados de patriotas" e condenou as agressões contra a imprensa. Ele também criticou a violência de um apoiador de Bolsonaro contra enfermeiros que protestavam em frente ao Palácio do Planalto na última sexta-feira (1). "Queria registrar aqui, como governador do estado de São Paulo eleito com 11 milhões de votos, e como cidadão e brasileiro que sou, o repúdio a esses milicianos fantasiados de patriotas que desrespeitam a vida, promovem o ódio, estimulam agressões e empregam agressões contra profissionais de saúde e jornalistas. Vocês não representam os verdadeiros patriotas desse País e não representam o sentimento majoritário dos brasileiros. Vocês representam o ódio, a incapacidade de compreender a situação difícil e dramática que estamos passando no Brasil neste momento".
"Nós não aplaudimos a imoralidade, nós a condenamos, como condenamos também qualquer atentado contra a democracia em nosso País. Confrontar a democracia no Brasil é aplaudir a ditadura, é estimular um pensamento único, sem contestação, e disso os brasileiros de bem não têm saudade. Aqui em São Paulo repudiamos o ódio e respeitamos o trabalho dos profissionais de saúde, todos eles, indistintamente. Respeitamos também, indistintamente, o trabalho da imprensa com toda a liberdade que tem para reproduzir informações e críticas a quem quer que seja. Por isso, aqui fazemos duas homenagens, simbolicamente, aos profissionais da saúde e da imprensa", afirmou Doria.

terça-feira, 14 de abril de 2020

Homem que ameaçou matar Doria na Paulista é militante do partido de Bolsonaro e foi denunciado à polícia

Com Bolsonaro tomando café na padaria (Imagem: arquivo pessoal)


O advogado Marcelo Pegoraro ficou conhecido do dia para a noite, inclusive pelo Esquadrão Antisseqüestro da Polícia de São Paulo, que recebeu a denúncia na manhã deste domingo, segundo o deputado federal tucano Alexandre Frota.
O militante do Aliança Pelo Brasil fez um vídeo durante protesto contra o isolamento social na avenida Paulista, neste sábado, 11, ameaçando o governador João Doria.
“Você vai morrer, filho da puta”, gritava enquanto um colega gravava tudo.
“É isso que vai acontecer. A gente vai lá na sua casa e vamos quebrar a sua casa inteira, seu pau no c*. É isso que o pessoal quer falar para você, seu filho da puta”.
Marcelo é um ativista da extrema-direita e usa suas redes sociais para difundir teorias conspiratórias e atacar o governador de São Paulo e a Globo.
Tem fotos com Bolsonaro e filhos em diversas ocasiões e com a deputada Carla Zambelli.
É fã do pastor Silas Malafaia. Um cidadão de bem clássico.
O Código Penal tipifica não apenas a ameaça de morte, mas qualquer ameaça de causar um mal injusto e grave, no artigo 147, com punição de seis meses a um ano de detenção, ou multa.

Pegoraro com a deputada Carla Zambelli

Bolsonaro e Pegoraro



sexta-feira, 27 de março de 2020

Doria critica campanha de Bolsonaro: “quem será o fiador das mortes no Brasil?”


“O mundo inteiro está errado e só Jair Bolsonaro está certo?”, indagou o governador de São Paulo, João Doria, em coletiva de imprensa nesta tarde. Ele diz que a campanha 'O Brasil não pode parar' “vai contra o decreto de calamidade pública do próprio governo”


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou duramente a campanha lançada nesta sexta-feira 27 pelo governo federal para que o País volte a funcionar em nome da economia, contra recomendações de autoridades médicas, que defendem o isolamento social no combate à pandemia de coronavírus.
“O mundo inteiro está errado e só Jair Bolsonaro está certo? A campanha que o governo federal está lançando hoje vai contra o decreto de calamidade pública do próprio governo. Precisamos ver quem será o fiador das mortes no país”, disse o governador.
A campanha em defesa do isolamento vertical, que traz o slogan “O Brasil não pode parar”, está orçada em R$ 4,8 milhões e foi realizada sem licitação por ter sido classificada como emergencial. A escolha do material foi feita pelo vereador Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro.

sábado, 21 de março de 2020

Ao decretar quarentena, Doria alfineta Bolsonaro: queria um presidente que liderasse


Governador de São Paulo afirmou que “na ausência dessa liderança (presidencial), governadores e prefeitos estamos fazendo o que tem que ser feito”


Revista Fórum - A coletiva na qual o governador de São Paulo, João Doria, decretou a quarentena em todo o Estado de São Paulo, também foi marcada pelas alfinetadas que a máxima autoridade estadual deu na máxima autoridade federal, o presidente Jair Bolsonaro.
“Como governador de estado gostaria de ter um presidente que liderasse. Em condições de orientar os brasileiros, acalmar os brasileiros, liderar sua equipe e atenda as expectativas da população”, disse o governador.
Leia mais na Fórum.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Doria diz que Bolsonaro está obcecado com morte de miliciano e cometeu leviandade contra Rui Costa



O governador de São Paulo, João Doria, fez críticas a Jair Bolsonaro durante sua passagem pelo Rio de Janeiro neste domingo, onde se encontrou com outros desafetos do titular do Planalto, como o governador do Rio, Wilson Witzel e o ex-ministro Gustavo Bebianno


O governador de São Paulo, João Doria, disse que foi uma leviandade e uma crítica injusta a acusação de Jair Bolsonaro de que o governador da Bahia, Rui Costa, teria premeditado a ação da polícia que matou o miliciano Adriano da Nobrega, no último dia 9, em Esplanada, no interior do estado.
Para Doria, fazer a acusação sem prova de que o governador da Bahia teria sido o deflagrador da morte do miliciano é uma leviandade. "Hoje é com o governador da Bahia, amanhã com o do Rio, depois de amanhã com o do Rio Grande do Sul e, daqui a duas semanas, com o governador de São Paulo — afirmou Doria". 
Indagado por jornalistas se Bolsonaro estaria obcecado pela morte de Adriano da Nóbrega, termo usado por Rui Costa, Doria respondeu que "acha que sim", informa O Globo.
No Rio de Janeiro, o chefe do governo paulista se encontrou com o governador do Rio de Janeiro e o ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, ambos desafetos de Bolsonaro.