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domingo, 1 de março de 2020

Porta-aviões e navios de escolta dos EUA entram no mar Mediterrâneo



O porta-aviões americano USS Eisenhower passou pelo estreito de Gibraltar e entrou no mar Mediterrâneo, de acordo com os dados do portal de localização de navios Marine Traffic.

O navio está sendo acompanhado por vários navios de guerra americanos, segundo a informação.
O site da Marinha dos EUA observa que um grupo de navios, liderado pelo porta-aviões Eisenhower, está conduzindo uma operação para garantir a segurança no mar em águas internacionais.
O navio tem uma escolta de vários outros navios de guerra da Marinha dos EUA, incluindo os cruzadores de mísseis guiados USS San Jacinto e USS Vella Gulf, bem como destróiers do esquadrão DESRON 26 representados pelos USS Stout, USS James E. Williams e USS Truxton.

© FLICKR.COM / EXPERT INFANTRY
USS DWIGHT D. EISENHOWER
A área do mar Mediterrâneo é conhecida por ser palco de dois grandes conflitos – incluindo uma guerra civil de grande escala na Líbia e tensões na Síria entre Damasco e os aliados turcos de Washington.

Degelo da Antártica revela ilha nunca vista antes (FOTOS)



Formação rochosa surge coberta de gelo na Antártica enquanto região registra temperaturas acima do normal e glaciares se desprendem do continente gelado.

Por muito tempo escondida debaixo do gelo, uma ilha foi avistada por pesquisadores pela primeira vez que navegavam próximo à costa do glaciar de Pine Island, no mar de Amundsen.
Com um comprimento de 350 metros, a ilha apresenta formação rochosa debaixo da cobertura de gelo, o que a distingue das ilhas de gelo e icebergs.
Embora o achado se tenha dado há mais de uma semana, ele só ganhou notoriedade na grande mídia recentemente.
Conforme publicou o portal científico Live Science, os pesquisadores confirmaram que o território insular é feito de granito vulcânico.

Deusa nórdica

Os pesquisadores decidiram batizar a ilha com o nome da deusa da guerra nórdica Sif.
Segundo Sarah Slack, pesquisadora participante da expedição científica que descobriu a ilha, o achado tem relevância para a ciência.
"Embora não seja um grande sinal para a saúde futura de nosso planeta, os geólogos estão empolgados com esta oportunidade invulgar de coletar amostras de rochas, algo que a Antártica não oferece com frequência", escreveu ela no portal Polartrec.
Agora, as pesquisas feitas com as amostras deverão informar a idade do material recolhido.
É válido ressaltar que o achado seria único, tendo em vista a ausência de terra à vista ao redor da ilha.
"Não existem outras rochas aflorantes em um raio de 70 km, assim, isto é uma oportunidade especial", afirmou o doutorando em Ciência da Terra Jim Marschalek, do Imperial College London, Reino Unido.
O achado se dá enquanto a Antártica tem apresentado temperaturas consideravelmente altas na última década.

'Suicídio nuclear': cientista explica como guerra atômica pode ser devastadora aos EUA



Um ataque sem resposta de mil ogivas nucleares dos EUA contra Rússia ou China pode ser devastador aos próprios americanos, segundo artigo publicado na revista The Conversation.

Para o autor da publicação Joshua Pearce, professor de Ciência e Engenharia de Materiais da Universidade de Tecnologia de Michigan (EUA), o uso unilateral de armas nucleares por um país tem impacto sobre ele mesmo.
Nesse cenário, uma enorme quantidade de fuligem entraria nas camadas superiores da atmosfera, o que provocaria o resfriamento global e o declínio da agricultura, sugere o professor.
De acordo com a pesquisa do cientista, o lançamento de mil ogivas nucleares norte-americanas contra um inimigo, mesmo se ninguém retaliasse, provocaria fome em massa, no próprio território americano, causada pelas mudanças climáticas após o ataque. Com isso, os Estados Unidos começariam a perder 140 mil pessoas por ano, já se o país usasse 7.000 ogivas nucleares, as perdas humanas poderiam aumentar para cinco milhões por ano.

Dissuasão nuclear

"Cada nação disposta a usar o seu armamento nuclear deve determinar se tem a capacidade de sobreviver aos problemas causados por si mesma. Nações com armas nucleares aderem todas ao conceito de dissuasão nuclear – a ideia de que mais poder de fogo nuclear é intimidante e faz outros países pensarem duas vezes antes de se envolverem em uma luta", comentou o professor.
O professor americano opina que, mesmo um ataque americano sem resposta contra a China ou a Rússia poderia ser devastador para o país norte-americano.
Em janeiro, físicos, incluindo vários ganhadores do Prêmio Nobel, adiantaram o chamado relógio do Dia do Juízo Final em 20 segundos em direção à meia-noite. Este projeto, inventado em 1947 pelo físico teórico alemão Albert Einstein, reflete a probabilidade de uma catástrofe global que poderia fazer a humanidade desaparecer da face da Terra.

© FOTO / MARINHA DO GOVERNO DOS EUA/IMAGENS DA NATIONAL GEOGRAPHIC/CHRISTIE
Teste de bomba atômica subaquática realizado pelos EUA no atol Bikini em 1946, nas Ilhas Marshall, Micronésia
Os cientistas acreditam que, devido à incapacidade dos líderes mundiais de lidar com a ameaça de conflito nuclear, com as mudanças climáticas e com a guerra cibernética, as pessoas estão hoje mais próximas do que nunca do ponto de não retorno.
Segundo os especialistas da revista Bulletin of the Atomic Scientists, agora as ameaças tornaram-se mais tangíveis devido ao agravamento dos conflitos mundiais e guerras no ciberespaço, bem como dos problemas climáticos.
As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik, nem do C7