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sexta-feira, 1 de maio de 2020

Dermatologistas identificam pelo menos cinco manifestações do coronavírus na pele



Diante da constatação de que o novo coronavírus também manifesta sintomas não relacionados à pneumonia, a Academia Espanhola de Dermatologia e Doenças Venéreas (AEDV) associou cinco manifestações cutâneas ao vírus que provoca a Covid-19. No estudo, liderado por Cristina Galván Casas, os pesquisadores encontraram uma relação entre o tipo de complicação dermatológica e a gravidade da contaminação pelo coronavírus.

Segundo o El País Brasil, que verificou o artigo publicado no British Journal of Dermatology, o trabalho reuniu informações de 375 pessoas diagnosticadas com a doença durante duas semanas. Esses pacientes apresentavam alterações cutâneas concomitantes, sem uma causa conhecida. A partir disso, eles coletaram as informações sobre o estado de saúde das pessoas e fotografaram os casos. 

Veja o resultado:
A manifestação mais frequente são as erupções máculo-papulares. Elas foram observadas em 47% dos casos e em pacientes graves. É um quadro semelhante ao de outras infecções virais.

Foto: Reprodução / El País Brasil

Na sequência, a manifestação mais observada é a formação de erupções que se parecem com geladuras nas áreas dos pés e das mãos. A nota explica que esse tipo de lesão foi detectado em 19% dos casos, em pacientes mais jovens e já nos estágios finais da doença, com duração de 12,7 dias. É um sintoma associado a um prognóstico menos grave.

Foto: Reprodução / El País Brasil

Também detectada em 19% dos casos, as lesões urticariformes estão associadas a casos mais graves. Elas aparecem, principalmente, no tronco ou espalhadas pelo corpo e geralmente produzem coceira intensa.

Foto: Reprodução / MSD Manuals

Menos frequente, as erupções vesiculares foram observadas em 9% dos casos. Ela estão associadas a uma gravidade intermediária e são mais frequentes em pacientes de meia-idade.

Foto: Reprodução / El País Brasil

Em menor grau, apenas 6% dos casos, se observou livedo-reticularis ou necrose por obstrução vascular, que são marcas na pele parecidas com uma rede. Elas são percebidas em pacientes mais velhos e mais graves, com taxa de mortalidade de 10%.

Foto: Reprodução / Repórter Beto Ribeiro

Mortes por síndrome respiratória aguda grave sobem mais de 670% na Bahia



Um balanço aponta o aumento de 677,4% de mortes ocasionadas pela síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na Bahia nos quatro primeiros meses de 2020. Até o dia 28 de abril foram registrados 1.957 casos, crescimento de 388% em relação ao mesmo período em 2019. Segundo o G1, ano passado foram 401 casos. Em relação aos óbitos, o número subiu de 31, em 2019, para 241, em 2020 aumento de 677,4%. O fato sugere a demora na confirmação dos casos por novo coronavírus e outros vírus associados a doenças respiratórias.  

A SRAG é uma enfermidade que exige internação e é causada por um vírus, que pode ser o novo coronavírus, o influenza [da gripe] ou outro. Segundo o pesquisador de saúde pública no programa de computação científica da Fiocruz, Marcelo Gomes, dois fatores influenciam para a demora na identificação das doenças respiratórias. Um é a liberação dos resultados. 

O outro é o fato de que muitas pessoas acabam morrendo por causa de doenças respiratórias, mas nem chegaram a ir para o hospital. Ainda segundo reportagem, dos 1.957 casos de SRAG no estado, 201 foram confirmados para coronavírus. Outros 189 foram confirmados para Influenza, 75 para outros vírus respiratórios, quatro para outros agentes etiológicos e 820 tiveram amostras negativas. Em torno de 557 (28,5%) casos seguem sem em investigação.

Queimadas Bahia: um alerta importante sobre segurança dos motoristas



Moradora e internauta de Queimadas faz um importante alerta e observação sobre a segurança no trânsito do município. Ela bem lembrou sobre o acidente numa ponte de um rio do município, onde um carro caiu dentro do rio (Veja aqui...) e que até agora, nenhuma obra foi feita para garantir a segurança do local.